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Tutora luta para pagar cirurgia de cachorro que a ajudou a superar depressão

Foto: Arquivo Pessoal / Priscilla Vasconcelos

Priscilla Vasconcelos, de 29 anos, teve sua vida salva por seu cachorro, que a ajudou a superar um quadro depressivo. Grata e completamente apaixonada pelo animal, ela agora luta para pagar uma cirurgia de alto custo que o cão necessita.

Moradora de Brasília, Priscilla contou ao portal “Amo Meu Pet” que o carinho de Peter Parker, como é chamado o bulldog inglês, a salvou.

“Peter é um anjo que veio parar em minha vida para me curar de todas as doenças que ousaram passar por mim. Sempre foi um cachorro dócil, obediente (às vezes), inteligente, sério, preguiçoso, mas muito, ‘muuuuuito’ carinhoso com todos”, contou.

Diagnosticado com um rompimento no ligamento cruzado da perna direita, o cão sente fortes dores e precisa ser submetido a uma cirurgia. O procedimento, no entanto, custa R$ 6 mil e a tutora não dispõe do valor.

Foto: Arquivo Pessoal / Priscilla Vasconcelos

A dificuldade financeira, porém, não é um impedimento para Priscilla, que está decidida a fazer tudo o que for preciso para conseguir o dinheiro. Para isso, ela tem feito hora-extra no trabalho, vendido produtos, realizando rifas. Uma “vaquinha” online também foi criada para arrecadar fundos para a cirurgia.

“Ele meio que caiu do céu para mim. Eu estava em um estado de depressão e ele veio como a cura, me ajudou muito no processo e se tornou meu animal terapêutico com o qual eu viajava. Ele me deu força e coragem para seguir em frente, por isso faço de tudo para que ele tenha o melhor tratamento de saúde do mundo”, revelou.

Foto: Arquivo Pessoal / Priscilla Vasconcelos

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Militares alegam falta de recursos para coibir desmatamento, mas usam dinheiro para pintar unidades

Foto: Victor R. Caivano/APsta

Após batalhões militares serem paralisados sob a alegação de falta de recursos para coibir o desmatamento durante a operação militar Verde Brasil 2, recursos destinados ao combate a crimes ambientais na Amazônia foram usados para pintar unidades da Marinha, inclusive em regiões que não têm relação com a floresta amazônica.

Uma investigação feita pelo jornal O Estado de S. Paulo descobriu que os recursos estão sendo usados em ações sem qualquer relação com o desmate da Amazônia. No dia 3 de julho, mais de R$ 244 mil destinados à operação Verde Brasil 2 foram usados na compra de 633 latas de 18 litros de tinta cada, nas cores branco neve e gelo. As compras foram feitas pelo Centro de Intendência da Marinha, em Ladário (MS). Tintas do tipo “premium”, compradas em um lote com 212 unidades, custaram R$ 566,03 cada. Além da pintura de prédios não integrar ações contra o desmatamento, o Mato Grosso do Sul não faz parte da Amazônia Legal. Em relação a essas compras, o Ministério da Defesa não se posicionou.

Dos R$ 4,927 milhões usados durante a operação, mais de R$ 2,741 milhões foram utilizados para a troca de peças e a contratação de serviços de manutenção de aeronaves da Defesa. Uma das contratações custou mais de R$ 818 mil. Segundo o Ministério, “boa parte das localidades atendidas é de difícil acesso, de forma que é imprescindível que todos os equipamentos estejam com a manutenção em dia para garantir a segurança integral de toda a equipe empregada”.

A pedido do Estadão, a empresa Rubrica, especializada em monitoramento de gastos públicos, compilou as informações disponibilizadas pelo Sistema Integrado de Administração Financeira (Siaf) do governo federal.

E embora o vice-presidente Hamilton Mourão alege que a operação militar não recebeu recursos e que, por isso, o governo quer aprovar um projeto de lei pedindo crédito extraordinário para a Verde Brasil 2, dados oficiais mostram orçamento aprovado, até a última semana, de R$ 8,622 milhões.

Há duas semanas, o Estado de S. Paulo revelou o desperdício de dinheiro público gerado pelo cancelamento de ações que permitiram a fuga de criminosos. Em campo no Pará, agentes do Ibama informaram ao jornal que o 51º Batalhão de Infantaria de Selva (51º BIS) do Exército “suspendeu o apoio às ações de desmontagem das serrarias do município de Uruará conforme programação das ações do GLO (Garantia da Lei e da Ordem) nesta região” por conta de falta de recursos.

Como confirma o próprio Ibama, a paralisação resultou não só em desperdício de recursos públicos – já que funcionários paralisados demandaram diárias de hotel e alimentação -, como também a possibilidade de madeireiras fugirem da fiscalização.

De acordo com o Ministério da Defesa, “até o presente momento, os recursos (R$ 60 milhões anunciados em maio por Bolsonaro para a Verde Brasil 2) ainda não foram repassados às Forças” e que, por isso, a pasta estaria “utilizando seus próprios recursos orçamentários, enquanto não há o repasse dos recursos específicos.” No entanto, segundo informações divulgadas pelo Estadão, a maior parte dos R$ 8,622 milhões destinados até agora para a Verde Brasil 2 são originários da emissão de títulos da dívida pública.

O jornal divulgou ainda que resultados da operação foram inflados com dados de outras ações não relacionadas ao Ministério da Defesa e realizadas até antes do início da Verde Brasil 2.


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Boi engole R$ 1,5 mil e tutor tira a vida do animal para recuperar o dinheiro

Um agricultor tirou a vida de um boi na cidade de Francisco Santos, em Teresina, para recuperar um dinheiro que o animal havia engolido acidentalmente.

Foto: Pixabay/Capri23auto/Imagem Ilustrativa

O boi foi morto no último domingo (12), após engolir R$ 1,5 mil. Segundo o G1, o dinheiro tinha sido deixado em uma sacola, pendurada em uma árvore.

Em um momento de distração do agricultor, o boi caminhou até a árvore e comeu as notas. A preocupação do homem, então, não foi com a saúde do animal, que poderia sofrer alguma consequência negativa por ter consumido a sacola e as notas, mas sim com o dinheiro. E, então, o animal pagou pelo descuido do tutor com a vida.

Ao perceber que o boi estava comendo o dinheiro, o agricultor tentou impedi-lo, mas não houve tempo. Em seguida, ele contatou o dono de um matadouro, que é seu amigo, e o animal foi morto.

Com a morte do boi, o agricultor conseguiu recuperar R$ 1.330,00 do dinheiro que ele havia engolido.

Foto: Reprodução

Objetificação animal

Na sociedade brasileira, assim como em outros países do mundo, bois são animais objetificados – isso é, tratados como objetos. Vistos como mercadorias e não como seres sencientes capazes de sofrer e dignos da garantia do direito à vida, esses animais são explorados e mortos sem que exista qualquer pesar na escolha por tirar suas vidas.


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Entidades australianas ainda não receberam doações destinadas aos animais vítimas de incêndio

Celebridades como Ellen Degeneres, Leonardo Di Caprio e Nick Kyrgios fizeram colaborações


Foto Pixabay

Organizações de resgate de animais silvestres na Austrália alegam que ainda não receberam um centavo dos milhões de dólares arrecadadas por meio de doações em campanhas de combate aos incêndios e cuidado com os animais afetados. O Serviço de Informações, Resgate e Educação sobre Vida Selvagem de New South Wales (WIRES) recebeu 60 milhões de dólares após os incêndios florestais iniciados no ano passado. No entanto, o grupo distribuiu apenas 6,5 milhões até o momento.

As entidades de apoio aos animais resgatados alegam enfrentar dificuldades e, algumas, sequer receberam respostas aos pedidos de ajuda que enviaram. De acordo com o site Daily Mail (9), o WIRES lançou dois programas de subsídio de emergência em 22 de janeiro, oferecendo a grupos menores a chance de obter cerca de 3 milhões de dólares. Apesar disso, organizações como a Possumwood Wildlife, localizado no estado australiano Nova Gales do Sul, permaneceu sem apoio financeiro.

Os administradores e fundadores do grupo, Steve Garlick e Rosemary Austen, estão realizando a sua própria campanha de doações nas redes sociais. Garlick conta que por se tratar de uma entidade sem validação do estado, não acredita que receberá alguma ajuda formal. “Não solicitamos a licença para atuar porque estamos tão ocupados tratando os animais com queimaduras que não tivemos chance”, afirma. Para ele, o processo de distribuição de recursos é “patético”, pois a organização nãos sabe o que está acontecendo. “Francamente, acho que eles não se importam”, comenta.

Enquanto isso, uma arrecadação de suprimentos médicos está sendo realizada em Sunshine Coast, organizada por Dee Smith. O objetivo é entregar os suprimentos diretamente aos abrigos de animais, como forma de colaborar enquanto o WIRES não presta apoio. Ela contou em entrevista ao Daily Telegraph que cerca de 40 cuidadores de animais se candidataram para o financiamento e não tiveram resposta.

A WIRES informou que as doações estão sendo realizadas em três etapas; a primeira foi lançada há duas semanas. A segunda será anunciada em breve, oferecendo 25 milhões de dólares destinados à reabilitação em longo prazo e pesquisas com espécies ameaçadas. Já a terceira etapa envolverá a preservação das populações remanescentes e o aumento do número de voluntários por meio de mais oportunidade de treinamento. Para esta fase, serão destinados 22 milhões de dólares. As doações foram feitas por diversas pessoas, incluindo celebridades como Ellen Degeneres, Leonardo Di Caprio e Nick Kyrgios.


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Menina que ofereceu dinheiro de cofrinho por cão desaparecido reencontra o animal

Thomas, da raça shih-tzu, havia sido resgatado por uma família de um bairro vizinho. A recompensa prometida pela menina foi paga pelo pai dela


Após oferecer o dinheiro de seu cofrinho como recompensa para quem devolvesse seu cachorro que havia desaparecido, Yasmin Oliveira Araújo Goulart, de 8 anos, reencontrou o o animal.

Foto: Arquivo Pessoal/Bianca Oliveira dos Santos Goulart

Moradora de Itaquaquecetuba (SP), Yasmin escreveu uma carta anunciando o desaparecimento do cachorro e oferecendo a recompensa. Thomas, da raça shih-tzu, ficou desaparecido por quase dois meses. As informações são do G1.

O cachorro fugiu no dia 12 de novembro após familiares deixarem o portão da casa, na Vila São José, aberto. A família divulgou o caso nas redes sociais.

Um dia após o desaparecimento do animal ser noticiado pela imprensa, a família recebeu um telefonema indicando o paradeiro de Thomas.

“Depois que a matéria foi divulgada, o post no Facebook viralizou mais. Aí recebemos a ligação de um rapaz que disse que poderia estar com ele”, disse.

Thomas foi resgatado num bairro vizinho por Cristiane Romão Silva de Andrade. Segundo ela, Thomas andava pela rua quando foi encontrado no dia 15 de novembro. O marido dela ligou para a família do cão para devolvê-lo.

“Eu estava indo buscar minha filha na creche na parte da tarde. Na ida eu avistei ele na rua. Só que tinha umas pessoas numa calçada conversando e imaginei que fossem tutoras dele. Um cachorrinho desse, bem tratadinho, com coleira e tudo na rua? Deve ser daquele pessoal”, contou.

Foto: Arquivo Pessoal/Bianca Oliveira dos Santos Goulart

No entanto, ao voltar para casa, Cristiane viu que o cachorro permanecia na rua e estava sozinho. “Eu desci do carro, olhei para cima, olhei para baixo e não tinha ninguém. Chamei, ele veio. Continuei na rua mais um pouco esperando para ver se ia aparecer alguém, mas ninguém apareceu”, disse Cristiane.

Thomas foi levado para a casa da família e recebeu o nome de Jack. No local, passou a conviver com uma menina de 4 anos e um menino de 13, filhos de Cristiane. A dona de casa, no entanto, sempre falou para as crianças sobre a possibilidade dos tutores do cão aparecerem.

“Eu sempre falava para os meus filhos ‘não vamos nos apegar muito a ele, porque ele tem um tutor’. Avisei algumas pessoas que eu tinha encontrado um cachorrinho, que se alguém soubesse de alguma coisa ele estava comigo”, relatou.

Após ver a publicação dos tutores de Thomas nas redes sociais, Cristiane desconfiou que poderia estar com o cão desaparecido e marcou um encontro com a família.

Depois de receber o telefonema, a pequena Yasmin ficou ansiosa para rever o animal. O reencontro aconteceu na quarta-feira (1º).

“Nós estávamos na casa da minha avó. Na hora estava chovendo bastante. A gente estava deixando a chuva passar. Mas ela, de tanta ansiedade, ficava acelerando a gente. Não queria esperar”, contou a mãe da menina.

“Quando vimos que era ele mesmo, a gente não acreditou. A Yasmin pegou ele no colo, ele ficou abanando o rabo. Foi só alegria”, relembrou Bianca.

A recompensa prometida por Yasmin a quem devolvesse Thomas, no valor de R$ 100, foi paga, mas não com o dinheiro do cofrinho da menina, e sim pelo pai dela. O valor foi dado como forma de agradecer pelos cuidados que o cachorro recebeu.

Foto: Arquivo Pessoal/Bianca Oliveira dos Santos Goulart

“A gente entregou a recompensa. Eles cuidaram direito. Tanto que eles compraram até coleira para ele. A gente deu a recompensa até para cobrir esses gastos”, afirmou.

Cristiane contou ao G1 que não foi fácil devolver o cachorro, mas que tomou a decisão certa. “A gente está sentindo muita falta dele. A gente tinha se apegado demais. Eles estão muito sentidos, mas a gente fez o certo. Ele tinha um tutor. Ele fez a gente muito feliz aqui em casa”, explicou.

A dona de casa disse ainda que não contou nas redes sociais que procurava o tutor do cão que ela havia encontrado porque temia que, por se tratar de um animal de raça, alguém se passasse pelos tutores para ficar com ele.

A mãe de Yasmin compreendeu com a atitude de Cristiane. “Acredito que a família não tenha divulgado com medo disso de aparecer gente que não fosse o tutor. Eu entendo a família e estamos muito gratos. A gente sabe que tem muitas pessoas de má fé, mas a gente tinha fé de que ele estava com uma família que teria carinho”, disse.


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Animais explorados pelo turismo são condenados a intenso sofrimento

Os animais são torturados durante treinamentos cruéis e anti-naturais para que se comportem da maneira esperada diante dos turistas


A exploração de animais para entretenimento humano é uma prática antiética voltada exclusivamente para o lucro dos organizadores e para a diversão dos turistas, sem que os diretos dos animais sejam sequer cogitados.

Reprodução/Portal Elos

Tratados como objetos a serviço dos seres humanos, os animais são desrespeitados, explorados e submetidos a intenso sofrimento físico e psicológico.

Os turistas, muitas vezes, participam dos passeios acreditando que os animais são bem tratados. Devido a uma lógica exploratória enraizada na sociedade, eles não refletem sobre o equívoco que é usar animais para divertir pessoas, independentemente de haver ou não maus-tratos. As informações são do portal Elos.

Estes animais são torturados durante treinamentos cruéis e anti-naturais para que se comportem da maneira esperada diante dos turistas, fazendo truques ou posando para serem fotografados ao lado das pessoas.

Dados da Organização Mundial de Turismo indicam que o turismo com animais representa de 20% a 40% do valor anual gerado pela indústria turística, o que representa US$ 1,5 trilhão.

Um dos animais frequentemente explorados pelo turismo é o elefante. Em países como a Tailândia, eles são forçados a jogar futebol, pintar quadros e posar para fotos, executando comportamentos inadequados à espécie que comprometem seu psicológico e os condenam a viver situações desconfortáveis e cruéis em prol da diversão humana.

Reprodução/Portal Elos

É comum, também, que animais de outras espécies sejam explorados para fazer “selfies” como os turistas. Dentre eles, tigres, cobras, macacos e golfinhos.

Separados de suas famílias, esses animais costumam ser aprisionados, acorrentados e até mesmo drogados para que fiquem dopados durante as fotos.

Na Tailândia, elefantes de apenas dois meses de idade são separados das mães, presos e espancados. A agressão é denominada por parte dos treinadores como uma prática para quebrar o espírito do animal e controlá-lo através do medo, mantendo-o dócil para as fotos com os turistas.

Reprodução/Portal Elos

Ursos também estão entre as espécies exploradas pelo turismo. Forçados a ficar em pé, sobre as patas traseiras, por meio de um treinamento cruel executado com o uso de correntes, e ainda a sentar como seres humanos, esses animais são objetificados e vistos como atração. Muitos deles desenvolvem dificuldades de locomoção.

Para combater essas práticas, o caminho é o boicote a cada uma delas, já que o turismo que explora animais se sustenta com base no dinheiro dos visitantes.


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Caso de cachorro que nasceu com rabo na testa é alvo de golpistas

O filhote, que tem cerca de 10 semanas de idade, foi resgatado por uma ONG que trabalha com animais que possuem algum tipo de deficiência


O caso do cachorro que nasceu com um rabo na testa está sendo usado por golpistas para arrecadar dinheiro com doações. Narwhal tem cerca de 10 semanas de idade e foi resgatado em Missouri, nos Estados Unidos.

Reprodução/Facebook

O filhote foi resgatado pela ONG Mac’s Mission, que trabalha com animais com deficiência, após ser abandonado na rua. As informações são do Yahoo Notícias.

Centenas de contas bancárias com pedidos falsos de doação foram descobertas pela fundadora do abrigo, Rochelle Steffen, segundo o portal TMZ. Publicações pedindo ajuda para o tratamento do cão foram feitas por estelionatários nas redes sociais.

Para tentar coibir as fraudes, a ONG criou um link oficial para doações na sua página no Facebook. Até o momento, cerca de US$ 2 mil foram arrecadados.

Rabo na testa

Margret Casal, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, afirmou ao The New York Times que o rabo na testa do cachorro é provavelmente um gêmeo parasita.

Gêmeos idênticos regulares são formados pela divisão da metade de um embrião logo após a fertilização. Se a divisão é tardia, as metades não se separam totalmente e surgem os gêmeos siameses. De acordo com o especialista, se a divisão tardia for assimétrica, o que é raro, um lado do embrião se transforma em um indivíduo totalmente formado e o outro se torna uma parte extra do corpo.

Narwhal foi examinado por um veterinário no último dia 12. O profissional concluiu que o animal não precisará ser submetido à cirurgia para retirada do rabo porque ele não sente dor. Além disso, o rabo não está ligado a órgãos e não é formado por nenhum osso.

O cachorro recebeu o nome de Narwhal em homenagem à baleia narval, que tem um dente com aparência de chifre na cabeça. As fotos dele fizeram sucesso e viralizaram na internet.


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Tartaruga tem cesta colada no casco para turistas jogarem dinheiro

Foto: WEIBO
Foto: WEIBO

Um zoológico chinês causou uma onda de revolta e indignação nas redes sociais após fotos compartilhadas mostrarem uma tartaruga com uma cesta colada em suas costas para coletar o dinheiro jogado pelos turistas.

Os funcionários do parque também prenderam uma bandeira nacional chinesa na tartaruga, enquanto os visitantes do zoo jogavam dinheiro nela, a imagem ganhou destaque nas mídias sociais.

O zoológico disse que a administração do parque está investigando o assunto.

O flagrante de abuso e maus-tratos ocorreu no zoológico de Nanning, na capital da província de Guangxi, de acordo com um usuário da web conhecido como “Tea-tia”, responsável pelo compartilhamento da foto.

O usuário disse no Weibo, rede social chinesa semelhante ao Twitter, que a foto foi tirada durante o feriado do Dia Nacional, quando muitas famílias em todo o país levaram seus filhos a zoológicos e playgrounds.

Foto: WEIBO
Foto: WEIBO

O povo chinês acredita que jogar moedas em um alvo específico pode lhes trazer boa sorte ou afastar os maus espíritos. Isso pode variar de uma estátua em um parque a um sino em um templo.

O post acusava o zoológico de explorar e ferir a tartaruga africana para arrecadar dinheiro dos turistas.

O texto que acompanhava as fotos também pedia ao departamento de polícia da web, o National Forestry Bureau e a o departamento de mídia estatal que interviessem no caso e investigassem.

O usuário disse que ficou chocado ao ver a tartaruga e a cesta colada em suas costas quando visitou o zoológico.

Ele disse à Pear Video: “Não sei por que o zoológico usaria esse método para exibir e explorar animais raros e belos”.

Ele também afirmou que a tartaruga era mantida em um “ambiente muito ruim” e que não se viam seguranças por perto.

Um porta-voz disse que os gerentes responsáveis do zoo estavam investigando o assunto e ainda não divulgaram uma declaração oficial.

A tartaruga africana é uma das maiores tartarugas do mundo. Pode crescer até 30 polegadas de comprimento (cerca de 76 cm) e alcançar mais de 100 libras de peso (em torno de 45 kg).

Elas são répteis curiosos, inteligentes e animados, de acordo com especialistas e conservacionistas da espécie.

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Agência de venda de caça a troféus oferece a morte de dois animais pelo preço de um

Foto: Rex Features
Foto: Rex Features

Embora covardes e cruéis as caçadas a troféus estão se tornando mais acessíveis para compra por caçadores, alertou um especialista em vida selvagem. Os clientes que sonham em viajar para a África para matar leões, elefantes e rinocerontes agora estão se beneficiando de ofertas de pacotes “dois por um”, informa o The Mirror.

Os preços foram derrubados por passagens aéreas mais baratas, cancelamentos de última hora e um aumento no número de reservas de caça em países como África do Sul, Botsuana e Namíbia. Uma empresa até oferece aos caçadores a chance de “adicionar uma leoa” ao seu tour de caça aos leões “sem nenhum custo extra”. Enquanto outro site oferece uma “oferta especial” em matar sete animais em cinco dias por apenas 1.499 libras.

Os animais listados na oferta incluem impalas (espécie de antílope), javalis, babuínos e gnus, e os clientes podem “adicionar uma zebra por 350 libras (cerca de 1.700 reais)”. Eduardo Goncalves, da Campanha para Banir Troféus, diz que os acordos estão tornando as caçadas de safári mais acessíveis, ressaltando que os negócios estão “crescendo” como resultado.

Foto: Rex Features
Foto: Rex Features

“Antes, eram apenas os nobres e os coronéis do exército que caçavam em safáris, disse o especialista ao Metro, “Hoje, são engenheiros de gás, gerentes de atendimento ao cliente de empresas de serviços públicos, supervisores de provedores de internet e até pensionistas do estado que estão saindo para matar animais selvagens por diversão. Ofertas de última hora e cancelamentos significam que alguns caçadores estão comprando as viagens nas promoções. É como a Black Friday (Sexta-feira Negra), mas para os animais todos os dias é um dia negro”.

A maioria das empresas apresenta fotos de clientes em viagens anteriores sentados ao lado ou segurando cadáveres de animais mortos por eles. O engenheiro de gás Manish Ghelabhai, de Kings Lynn, Norfolk, Inglaterra é destaque na página da mídia social de uma empresa, posando com um leão morto.

O caçador, segundo relatos, teria dito que sempre pensou que teria que economizar muito para fazer uma viagem de caça à África. No início deste ano, dados publicados revelaram que 2.242 ‘troféus’ de animais caçados foram importados apenas para o Reino Unido na última década, sendo que 15% deles eram de espécies ameaçadas de extinção. Isso incluía cabeças, pés, caudas, presas e chifres de animais como elefantes, leopardos, rinocerontes e leões.

Foto: Rex Features
Foto: Rex Features

O ministro do bem-estar animal do bloco de países, Zac Goldsmith, afirmou que o governo realizará uma consulta pública em caráter de urgência sobre a caça ao troféu. Ele disse que se sentiu mal ao ver fotos de caçadores orgulhosos, acrescentando: “A luta contra a caça de troféus de animais em extinção é importante. É claro que isso é moralmente indefensável e é por esse motivo que estou satisfeito com o fato do governo conservador consultar a população sobre uma proibição da importação desses troféus. “Ao colocar um valor mais alto em animais vivos do que mortos, começaremos a reverter a maré da extinção”.

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Leonardo DiCaprio e Will Smith se unem para salvar a Amazônia

O ator Will Smith possui uma empresa de água sustentável e ecológica, a JUST Water – que ele administra em parceria com seu filho, Jaden. A empresa se juntou recentemente à Allbirds, que comercializa calçados responsáveis em relação ao meio ambiente, em prol da Amazônia.

O ator Will Smith usando uma jaqueta com gola vermelha
Foto: Livekindly

 

As duas projetaram e lançaram, juntas, dois tênis de edição limitada – e todos os ganhos com os calçados serão doados para a Amazon Forest Fund (Fundação Floresta Amazônica) de Leonardo DiCaprio, que também é investidor da Allbirds.

A Floresta Amazônica abriga uma diversidade enorme de plantas, animais e insetos.

“Existe apenas uma Mãe Terra e cabe a nós protegê-la”, declarou Will Smith, em entrevista à LiveKindly. “A Amazônia Brasileira, nossa maior conservadora de gás carbônico, está em chamas há um mês. Colaborar com empresas que estão criando soluções sustentáveis e inovadoras é a chave para o nosso futuro”, acrescentou.

DiCaprio pediu em seu Instagram, recentemente, que seus seguidores divulgassem os incêndios e diminuíssem o consumo de carne bovina – já que a criação do gado é uma das maiores causas dos desmatamentos na Amazônia.

Os dois modelos de tênis, JUST Tree Runners e Tree Troppers, já estão disponíveis na Allbirds.


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Arizona proíbe concursos de morte de animais

A medida recebeu a aprovação em votação unânime do Conselho de Revisão Regulatória do Governador do Arizona e entrará em vigor em 60 dias


 

Foto: John Harrison
Foto: John Harrison

O estado americano do Arizona, sul dos EUA, proibiu nesta quarta-feira (4), todos os concursos que envolvem morte de animais selvagens como coiotes, linces, raposas e outros animais, juntando-se ao um número crescente de estados americanos que tomaram medidas para impedir esses eventos terríveis nos quais os participantes disputam dinheiro e prêmios por matar os animais (premiação por peso) dentro de um período de tempo específico.

A proibição, proposta em junho, foi votada pela Comissão de Peixes e Vida Selvagem do estado. A medida recebeu a aprovação final hoje em votação unânime do Conselho de Revisão Regulatória do Governador do Arizona e entrará em vigor em 60 dias.

Desde o início de 2018, Vermont e Novo México aprovaram leis que proíbem concursos de assassinato de coiotes. Califórnia, Colorado e Maryland também proibiram ou restringiram concursos de morte de animais selvagens. A proibição do Arizona é a mais abrangente de todas, porque envolve muito mais espécies.

O movimento contra essas disputas reflete atitudes de mudança entre os cidadãos e um crescente repúdio pela crueldade desses eventos. Vinte anos atrás, esse mesmo Conselho de Revisão Regulatório rejeitou uma oportunidade semelhante de aprovar uma proibição, mas desta vez seus membros acharam difícil ignorar a onda crescente de oposição dos cidadãos. Quase 5 mil pessoas enviaram comentários à Comissão de Caça e Pesca do Arizona, e uma esmagadora maioria expressou apoio à proibição.

Organizações profissionais de proteção da vida selvagem, como a The Wildlife Society, também se manifestaram contra a matança aleatória de animais em concursos, sendo que esses eventos estão sendo cada vez mais criticados pelos líderes das agências estaduais de vida selvagem.

Os organizadores e os participantes costumam usar a proteção de animais de fazenda como razão para justificar esses concursos, mas evidências científicas mostram que matar indiscriminadamente animais selvagens não é apenas ineficaz em reduzir conflitos com animais de criação e domésticos, mas pode realmente piorar as coisas.

A Humane Society Estados Unidos (HSUS, na sigla em inglês) esteve na linha de frente da luta para acabar com os concursos de morte de animais selvagens. Foram realizadas investigações secretas desses eventos em Nova York, Nova Jersey e Oregon, e as filmagens feitas pelos investigadores mostram a indiferença ao sofrimento e a crueldade com que os participantes desses concursos mostram pelos animais.

A ONG também alerta para o fato de que essas competições também dessensibilizam as crianças – que são frequentemente incentivadas a participar do assassinato – em relação à crueldade animal. Ano passado, no concurso “Santa Slay Coyote Calling Tournament” do Arizona, em Dewey-Humboldt, anúncios mostravam um papai noel segurando um rifle em pé em uma poça de sangue (a cidade mais tarde aprovou uma resolução condenando esses anúncios horríveis).

Segundo a ONG, o objetivo principal é que esses concursos sejam erradicados de uma vez por todas. A ação pioneira do Arizona deve inspirar outros estados a seguir o exemplo. A Divisão de Pesca e Vida Selvagem de Massachusetts está considerando uma mudança regulatória para proibir a matança de espécies como raposas e coiotes, e existe legislação semelhante em Nova Jersey e Nova York.

A Coalizão Nacional para Acabar com a Matança da Vida Selvagem, um esforço conjunto que conta com o apoio do Projeto Coiote e é composta por mais de 30 organizações nacionais, regionais e locais de proteção à vida selvagem, tem lutado incansavelmente contra esses concursos assassinos.

“Os concursos de matança de animais silvestres são cruéis e sem sentido, e não há justificativa para que nenhum estado ou pais do mundo que deva apoiar sua continuação”, concluiu a ONG.

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Simon Cowell doa 30 mil dólares para o resgate de animais do comércio de carne de cachorro

Foto: Dan Goldsmith/ITV
Foto: Dan Goldsmith/ITV

O juiz do programa de televisão “America’s Got Talent” e mais recentemente vegano, Simon Cowell, quer acabar com o comércio de carne de cachorro. A estrela doou cerca de 30 mil dólares para ajudar a fechar uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.

A doação de Cowell foi para a Humane Society International (HSI) em um esforço para resgatar 200 cães que vivem atualmente em uma fazenda de carne de cachorro sul-coreana.

Comércio de carne de cachorro na Coreia do Sul

“A doação generosa de Simon significa o mundo para nós e dá um enorme impulso ao nosso apelo para fechar esta horrenda fazenda de carnes de cães”, disse a diretora executiva da HSI UK, Claire Bass, em um comunicado.

“Mais de 200 cães estão definhando nas condições mais terríveis, mas temos uma chance real de salvá-los. Esses pobres cães tiveram as piores vidas possíveis até agora, por isso estamos desesperados para tirá-los dessas gaiolas horríveis e mostrar-lhes o que é o amor, camas macias e braços amorosos pela primeira vez em suas vidas”.

A HSI irá realocar os cães resgatados para lares nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na Holanda.

De acordo com a HSI, cerca de 30 milhões de cães são mortos a cada ano por carne na China, Coréia do Sul, Indonésia e Vietnã.

“Mais de 2 milhões de cães em milhares de fazendas [sul-coreanas] são mantidos em gaiolas pequenas, estéreis e imundas, expostos aos elementos e recebem pouca comida e água”, observa HSI. “Muitos sofrem de doenças e desnutrição e todos são submetidos diariamente à extrema negligência. Os métodos usados para matar os cães são brutais – a eletrocussão é mais comum ”.

Simon Cowell se torna vegano

Cowell tem sido um crítico feroz do comércio de carne de cachorro. Em 2017, ele apoiou a campanha #EndDogMeat, e no ano passado ele se juntou a 90 celebridades em uma petição pedindo o fim da indústria de carne de cachorro da Indonésia.

O interesse em reduzir o sofrimento dos animais também pode ser resultado da recente mudança de Cowell para uma dieta vegana. A celebridade revelou recentemente que ele se tornou vegano para resolver alguns problemas de saúde persistentes. A mudança teve um efeito quase imediato; Cowell não só perdeu cerca de 10 kg, mas seus problemas crônicos de saúde melhoraram e ele viu um aumento em seus níveis de energia.

E a estrela disse recentemente ao jornal Sun que a mudança tinha ainda outro benefício: “Se antes eu tirava nota oito em uma escala de beleza de um a dez, agora estou com nota 11!, brinca a celebridade”.

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