Histórias Felizes, Notícias

Garotinha com necessidades especiais se apaixona por gatinho rejeitado por todos

Foto: Isabel Gonzalez Asensio
Foto: Isabel Gonzalez Asensio

Laura é uma garotinha espanhola de 14 anos que acabou de fazer um novo amigo, e sua reação não poderia ser mais doce.

A adolescente sofre de um distúrbio hereditário raro que afeta seu desenvolvimento neurológico e físico. Após ler sobre o assunto a mãe de Laura, Isa Gonzalez Asensio, decidiu encontrar um animal de estimação para fazer parte da família.

O gato Lou vivia há anos no abrigo. Ele foi resgatado pela equipe local, porém ninguém queria adotá-lo por ser grande e idoso. Mas a mãe de Isa sentiu algo especial no felino e resolveu adotar Lou.

Este vídeo comovente foi gravado no dia em que Laura e Lou se conheceram – e os sorrisos em seus rostos deixam pouca dúvida de que esse encontro realmente era para ser.

A união e o laço especial dos dois amigos mudou a vida de Lou também. De acordo com seus ex-cuidadores da Lorca Animal Rescue, ele estava tendo sérios problemas para encontrar um lar e uma família, segundo informações do The Dodo.

“Não entendíamos por que Lou não conseguiu encontrar uma família, sendo um gato tão dócil e afetuoso. Mas agora entendemos tudo”, escreveu a ONG e abrigo na internet.

Foto: Isabel Gonzalez Asensio
Foto: Isabel Gonzalez Asensio

“Ele estava esperando a pequena Laura, que é o nome deste anjo maravilhoso, e sua mãe Isa. Obrigado, Isa, por abrir seu coração um pouco mais e dar essa oportunidade a Lou”.

A presença de um animal na vida de qualquer pessoa é uma oportunidade maravilhosa de receber e dar amor de forma única. Visite abrigo de animais de sua cidade para saber mais sobre a adoção de um animal doméstico sênior.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
cervo-dentro-da-agua
Notícias

Cervo é resgatado de ruínas graças a ciclistas na Andaluzia

Animal foi resgatado por um grupo de ciclistas que passava pelo local.


Por Heloiza Dias


cervo-dentro-da-agua
Facebook/ Club Ciclista Huescar

Um cervo foi encontrado preso dentro de uma antiga construção inundada na região da Andaluzia, na Espanha. Em imagens gravadas por ciclistas que visitavam o local, é possível ver que o animal não consegue escalar os muros laterais para sair da água sozinho, os ciclistas então o seguram pelos chifres para tirá-lo da água.

A força de cinco homens foi necessária para retirar o animal da água, mesmo assim, isso só foi possível graças a uma corda que foi envolvida nos chifres do cervo para que ele pudesse ser puxado para cima.

O animal ao sair da água corre rapidamente em direção a floresta, quase atropelando um dos ciclistas.

Assista ao vídeo.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Distúrbio neurológico afeta panteras e linces na Flórida

Especialistas em vida selvagem estão realizando pesquisas para determinar a causa de um distúrbio neurológico que está afetando panteras e linces na Flórida, nos Estados Unidos. Os animais, principalmente filhotes, foram registrados em fotos e vídeos com dificuldades para andar.

A Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC, na sigla em inglês) está investigando a doença, que foi registrada em alguns felinos desde 2018. Nas imagens, é possível ver panteras com visível dificuldade em controlar as patas traseiras, tropeçando e caindo diversas vezes. Alguns animais até mesmo se arrastam para se locomover.

Uma pantera e seu filhote na natureza
Foto: FWC

“Embora o número de animais exibindo os sintomas seja relativamente pequeno, estamos aumentando o monitoramento para descobrir o âmbito do problema”, declarou Gil McRae, diretor da FWC. “Várias doenças e possíveis causas já foram descartadas; uma causa definitiva ainda não foi determinada”, acrescentou.

A FWC está pesquisando entre as opções possíveis – por enquanto, as causas mais prováveis são toxinas, como pesticidas, infecções e deficiências nutricionais.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Protetores dos animais relatam ter dificuldade para registrar denúncias em Campinas (SP)

Após uma peregrinação por três distritos policias localizados no bairro Taquaral e jardins Ipaussurama e Amazonas, em Campinas (SP), a voluntária Marynes Silva desistiu de registrar um boletim de ocorrência de maus-tratos de animais. No dia seguinte, tentou novamente no 5º Distrito Policial e conseguiu. O caso ocorreu em fevereiro deste ano e, desde então, a voluntária acredita que a impunidade de crimes contra os animais tenha aumentado. “Conseguimos salvá-los, mas é difícil saber que vai ficar impune”, afirma Marynes.

Sem o Setor de Proteção aos Animais e Meio Ambiente da Polícia Civil, que interrompeu as atividades em janeiro deste ano para reorganização administrativa, os protetores dos animais da cidade afirmam que não tem mais à quem recorrer.

Segundo a Polícia Civil, os registros de crimes de maus-tratos e ambientais devem ser feitos nos distritos policiais nos bairros, já que o setor especializado não está operando. No entanto, Marynes conta que já ouviu diversas justificativas nos DPs que a impediram de fazer a denúncia rapidamente. “Nós fomos jogados de um lado para o outro. Se negavam a fazer os boletins de ocorrência quando dizíamos que era ocorrência de maus-tratos”, afirma ela.

A previsão é que a unidade reabra à população em setembro, após a publicação em maio de uma portaria que prorrogou por mais 120 dias o prazo de interrupção dos trabalhos. Segundo a polícia, o único escrivão do setor se aposentou.

A professora de inglês Erika Mantovani, também voluntária no resgate de animais abandonados, diz se sentir desamparada sem conseguir denunciar os casos. Ela chegou a acompanhar sozinha durante dois meses um caso de maus-tratos a um cachorro pitbull no bairro Cambuí. Um trabalho que, segundo ela, deveria ser realizado pela Polícia Civil.

Horas para registrar

O presidente do Conselho Municipal de Defesa e Proteção dos Animais, Flávio Llamas, afirma que a suspensão das atividades do setor zerou o número de novos registros de crimes como maus-tratos e tráfico de animais. Os motivos para a dificuldade em fazer boletins de ocorrência desses casos nos distritos policiais seriam a falta de serviço especializado, além do descaso dos próprios funcionários, segundo ele. “Na escala de prioridade, entre um roubo e um assassinato, o animal será a última etapa mesmo. O escrivão fala que não tem pressa no caso, que vai deixar por último, que vai fazer a hora que der”, afirma Llamas.

Ele afirma que esse procedimento é prejudicial para a punição dos crimes contra os animais, tendo em vista que essas ocorrências passaram a ficar em segundo plano. Além disso, as investigações dos crimes ambientais também acabam relegadas, segundo Llamas. “Tem ordem judicial que precisa ser cumprida e que está parada por causa disso”, explica Llamas.

Questionada sobre a possível queda no número de registros de crimes contra os animais e o meio ambiente, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que o levantamento do número de boletins de ocorrência e inquéritos instaurados em Campinas seria inviável, tendo em vista que os casos que eram investigados pelo setor foram redistribuídos para as delegacias territoriais.

Demanda para a Polícia Militar

Segundo um soldado da Polícia Militar Ambiental, que preferiu que não fosse identificado, ficou mais difícil registrar as ocorrências ambientais. Ele afirma os funcionários dos distritos policiais dos bairros não estão acostumados a lidar com ocorrências ambientais, o que tornou o processo do registro mais lento.

Com o fechamento da delegacia especializada, a Polícia Militar Ambiental acumula a função, antes desempenhada pela Polícia Civil, de transportar os animais que foram apreendidos em situações de maus-tratos ou de tráfico para abrigos da região. “Antes, a delegacia já dava um destino para o animal. Agora, a gente tem que destacar viaturas para isso também”, explica.

Reorganização do setor

O Setor de Proteção aos Animais e Meio Ambiente era responsável por registrar e investigar os casos de maus-tratos e de crimes ambientais na região de Campinas e interrompeu as atividades em janeiro deste ano por falta de funcionários, segundo a Polícia Civil.

Em portaria publicada no dia 5 de maio e assinada pelo titular da 1º Delegacia Seccional, José Carneiro Rolim Neto, o prazo de suspensão dos trabalhos do setor foi prorrogado por mais quatro meses. De acordo com esse documento, o único escrivão da unidade se aposentou. Com isso, a expectativa é que ocorra a reabertura do setor especializado em setembro.

Sem notificação de demora

O titular da 1º Delegacia Seccional de Campinas, José Carneiro Rolim Neto, afirmou que não recebeu nenhuma notificação ou reclamação sobre demora para registrar boletins de ocorrência de crimes contra os animais e o meio ambiente em distritos policiais da cidade. “Em todos as outras cidades é feito dessa forma. Infelizmente, não tem como fazer diferente agora. Antes, tinha uma questão de facilidade, mas nesse momento não é possível”, afirma Rolim Neto.

Segundo o delegado, ele aguarda o término do processo de concurso público para contratação e nomeação de escrivão, por isso prorrogou o prazo para reabertura do setor. “Ainda não sei se há possibilidade de abrir antes dos 120 dias”, afirma o titular da 1º Delegacia Seccional.

Fonte: G1

​Read More
Notícias

Associação de apoio aos animais passa por dificuldades

A ABAA (Associação Barrense Amigos dos Animais) está passando por uma série de dificuldades. Ativa desde outubro de 2011, ela cuida atualmente de 130 cães e precisa de dinheiro para compra de ração, medicamentos, gastos com os funcionários e o aluguel do espaço.

Segundo a presidente da ONG (Organização Não Governamental), Rosimere Matos da Silva, a instituição não possui parceria com ninguém.

– Hoje nós contamos apenas com a ajuda de voluntários, que infelizmente ainda são poucos, mas nos ajudam muito. A prefeitura está tentando nos ajudar mensalmente, inclusive já fizemos reuniões para resolver essa questão, mas nada foi decidido ainda – comentou.

De acordo com Rosimere, a ONG foi fundada depois que o espaço em sua casa começou a ficar pequeno para a quantidade de animais.

– Sempre cuidei de gatos e cachorros na minha casa, as pessoas sabiam que eu pegava para cuidar quando não tinha ninguém para ficar com o bichinho. Mas, como a procura foi ficando muito grande e o espaço aqui em casa foi ficando pequeno, fui orientada a abrir uma ONG. Dessa forma, seria um trabalho regularizado e eu teria um espaço melhor para cuidar dos bichos – explicou.

A organização funciona em um sítio alugado em Ipiabas, distrito da cidade. Atualmente, 70 cães moram no local enquanto aguardam adoção. Cerca de 50 ficam em um canil e o restante fica solto nas dependências. Além desses animais, outros 50 estão na casa da presidente da ONG, também aguardando para serem adotados.

– Os cachorros que ficam na minha casa são os de pequeno porte, filhotes e que necessitam de cuidados especiais. Nós contamos com o apoio de uma veterinária que presta toda a assistência para os animais, desde medicamentos até cirurgias – disse.

De acordo com Rosimere, o objetivo da organização é educar as pessoas contra o abandono de animais e conscientizar a adoção.

– Nosso objetivo é a educação, para evitar o abandono e os maus-tratos, esterilizando os bichos e denunciando os casos. Nesse ponto contamos muito com a parceria da Secretaria do Meio Ambiente e da Guarda Municipal, que sempre nos apoia quando temos que ir recolher um animal ou fazer uma denúncia. Muitas vezes o órgão até nos acompanha nessas vistorias – elogiou.

Em dezembro do ano passado foi realizada uma feira de adoção de cães e gatos em parceria com a prefeitura.

– A feira foi um sucesso. Nós levamos para a adoção 36 animais e todos saíram com um lar. Por isso, estamos com mais uma feira em vista. No dia 25 de março vamos voltar à Praça Nilo Peçanha, no Centro, para mais uma edição do projeto. Dessa vez, nosso objetivo é levar cerca de cinquenta animais, entre cães e gatos – comentou.

Rosimere ressalta que, depois da adoção, a família passa novamente por uma vistoria para saber se o animal está recebendo os cuidados necessários.

– Depois que o animal é adotado nós voltamos à casa da pessoa para saber se o bichinho está sendo bem tratado, recebendo alimentação necessária e um lar com amor. Depois da feira recolhemos apenas dois cachorrinhos, um por maus-tratos e o outro porque a família estava sem condição de ficar com ele – salientou.

Apesar dos problemas enfrentados financeiramente, a ONG segue com seus trabalhos em proteção aos animais.

– Hoje nossa dívida está em torno de R$ 10 mil. Mesmo com todos esses problemas, nós continuamos. O amor pelos animais é maior, e graças a Deus encontramos pessoas muito boas e que têm nos ajudado como pode. Alguns ajudam doando ração, e outros auxiliam fornecendo remédios ou material de limpeza. Existem pessoas que se preocupam com os animais e sabem que eles precisam ficar aqui até encontrar um lar, que é o nosso principal objetivo – conta.

Quem quiser ser um voluntário da ONG deve entrar em contato pelos telefones (24) 2443-7018 ou 2442- 3794. A organização funciona na Rua Aloísio Trindade Moura, número 472, em Ipiabas. Para agendar visitas ao local é preciso entrar em contato com os telefones citados na reportagem.

Prefeitura reconhece a carência da ONG

Segundo o diretor do Departamento de Gestão de Controle do Animal Urbano da Secretaria do Meio Ambiente, Wilcker Camargo, a prefeitura de Barra do Piraí tem conhecimento da carência da ONG em relação a verbas. Segundo ele, é intenção do governo municipal ajudar a organização financeiramente ou através de doações.

Projetos sobre o assunto, inclusive, já foram discutidos com os órgãos competentes.

– Nós estamos cientes que a ONG precisa de ajuda e estamos estudando uma forma de poder ajudar financeiramente. Entretanto, esse é um assunto que precisa ser discutido para que nós possamos avaliar quais são as principais necessidades da organização – falou.

Já sobre a feirinha de animais, Wilcker conta que é uma parceria da prefeitura com a ONG.

– Sabemos que o trabalho da Rosimere é sério, por isso resolvemos montar a feirinha de doação de animais junto com ela. Como foi um sucesso na primeira edição, vamos repetir a dose mais uma vez – disse.

Sobre o projeto Bem Estar Animal, Wilcker – que também é coordenador do programa – afirma que o principal objetivo da iniciativa é controlar de forma humanitária a população de animais abandonados no município.

– Trabalhamos em quatro pontos importantes. A origem desses animais – ou seja, porque eles estão abandonados -, a educação, ressocialização (adoção) e a castração, que ainda está em fase de implantação. Hoje o departamento combate o abandono e os maus-tratos, além de promover a adoção e castração dos animais abandonados. O desafio para os próximos anos é mudar fundamentalmente o pensamento da população em relação aos seus animais e os que estão nas vias. Precisamos ajudá-las a entender que a guarda responsável de animais, obtida por meio da educação, é fundamental para a redução do ciclo crescente da população animal nas ruas – finalizou.

Fonte: Diário do Vale

​Read More
Você é o Repórter

Cadela com patas atrofiadas por sequela de cinomose vive dentro de cubículo, em SP

Sandra Marelli
s.marelli@accenture.com

 

Foto: Divulgação/ Sandra Marelli

Ajudo uma protetora do bairro Pedreira, Zona Sul de SP, que tem muitos animais: 13 cães e 60 gatos em um cubículo. Trabalha como auxiliar num posto de saúde da Favela Paraisópolis, mas não tem recursos pra cuidar de tantos animais.

Ela tem uma cadelinha porte pequeno, caramelo bem clarinho, muito dócil, mas tem a coluna curvada e as pernas traseiras atrofiadas por sequela de cinomose, entre outros animais.  Periquita tem 3 aninhos de idade, castrada e é um doce de cachorrinha, lambe a mão da gente como carinho e agradecimento, muito dócil mesmo.

Ela anda com dificuldades e me dá muita pena porque poderia ser adotada e ter uma atenção mais especial como “um lugar limpo para dormir”, menos esforço para andar no cimento rústico do quintal e competir comida com outros animais adultos e saudáveis com livre movimento.

O Neguinho tem cerca de 5 anos de idade, castrado, cego, resgatado em enxurrada, machucado e muito assustado.

Foto: Divulgação/ Sandra Marelli

A Shih-Tzu é da outra protetora Francisca. Ela tem uns 3 ou 4 aninhos de idade, vive dentro da casa dela, porque o piso é totalmente liso, para não esfolar a pele e porque no quintal seria morta pelos outros 20 cães.

Foto: Divulgação/ Sandra Marelli

 

Contato: Sandra Marelli 11 -91785331
s.marelli@accenture.com
msn: marellisandra@yahoo.com.br
ou Terezinha: 8107 1836

​Read More
Notícias

Dificuldade no transporte emperra soltura de onça 'fujona' de MS

Onça-pintada fujona em Campo Grande (Foto: André Bittar)

A dificuldade em conseguir transporte para levar a onça ‘fujona’ de Campo Grande para o local onde ela deverá ser solta, na região leste de Mato Grosso do Sul, está emperrando a libertação do felino.

De acordo com o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), o animal está pronto para voltar a natureza há pelo menos duas semanas, mas aguarda a viabilização de um helicóptero para ser transportado até a área.

Segundo o Cras, a onça já possui um rádio colar para que seja monitorada constantemente e também já fez os exames que indicaram que ela é originária da região leste do estado.

O secretário estadual de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia, Carlos Alberto Negreiros, diz que busca parcerias para realizar o transporte do animal e reforça o apelo dizendo que essa é uma missão sócio-ambiental.

Negreiros revela que foi feita uma sondagem informal com o comando da Base Aérea de Campo Grande que teria informado que não teria autonomia para liberar o uso da aeronave para fazer o transporte.

Procurada pelo G1, a Base Aérea disse que realmente não tem essa autonomia, mas que, caso seja feita uma solicitação formal, que o pedido será encaminhado para o Comando Geral da Aeronáutica, que analisará o pedido.

Diante do indicativo dos militares, o secretário de Meio Ambiente afirmou que vai encaminhar um ofício a Base Aérea com o pedido de utilização do helicóptero.

As Fugas

A onça (fêmea), hoje com um ano, foi encontrada quando tinha aproximadamente dois meses, sozinha, em uma pastagem, em Água Clara, cidade que fica a 180 quilômetros de Campo Grande. Foi encaminhada para o Cras e no dia 29 de outubro do ano passado fugiu pela primeira vez do centro.

Quase dois meses depois, no dia 28 de dezembro, foi recapturada e encaminhada novamente para o Cras, mas desta vez para uma jaula nova, feita especialmente para abrigá-la. Dois dias depois, o animal repetiu a proeza e fugiu de novo.

A segunda recaptura foi dia 12 de fevereiro deste ano, quando a onça caiu em uma das armadilhas espalhadas pela reserva que fica no entorno do Cras. Desta vez, o animal foi encaminhado para uma jaula que antes chegou a ser usada por um leão, e que teve toda sua estrutura metálica reforçada para evitar mais uma fuga.

Fonte: G1

​Read More
Você é o Repórter

Cão com língua paralisada aguarda uma família amorosa em SP

Roberta Ropperto
rroperto@yahoo.com.br

Por conta da ignorancia das pessoas, acham que está com raiva, porque quando come ou bebe água ele baba.

Ele só tem apenas até dia 26 de fevereiro, sábado, depois disso voltará para as ruas. Ele precisa de um abrigo urgente, alguém pode adota-lo?

Ele é lindo, jovem e muito dócil. Porte médio, o único problema é que ele tem a língua paralisada, é uma sequela da cinomose. Por causa disso, tem dificuldade para se alimentar e beber água, mas como muitos não conhecem o problema dele, ameaçam a vida dele por achar que está com raiva.

Quem está com ele deu o prazo até dia 26 de fevereiro, senão voltará pra a rua ou será levado ao CCZ. Não é justo! Ele merece uma chance.

Ele é um cão jovem, mais ou menos 1 ano, aproximadamente 12 kgs, muito dócil e carinhoso.

Contato: Grazielle (11) 8291-9012 – graziellepileggi@gmail.com

​Read More
Notícias

CCZ de SP lança campanha para ajudar animais rejeitados que não são adotados

O cãozinho Fred aguarda adoção (Foto: Divulgação)

Fred é um cachorro alegre, que tem fama de dar muita sorte para os outros cães. Mas, para ele mesmo, as coisas andam emperradas. No mês que vem, serão dois anos vivendo em um canil do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) sem que ninguém se interesse em adotá-lo. Agora, a história de rejeição desse animal foi parar no portal da internet da Prefeitura de SP. É que funcionários do órgão e protetores dos animais estão em campanha para que Fred termine o ano com um tutor.

Além dele, outros três cães e duas gatas encabeçam a lista dos animais que, apesar de dóceis e saudáveis, continuam no Centro de Zoonoses.

O que chama a atenção na história de Fred é que todos os seus companheiros de canil foram adotados. Mas a gota d”água para que fosse deflagrada a campanha aconteceu no mês passado. Quando Meg, outra companheira de canil, ganharia um lar, o vira-lata “entendeu” que o adotado seria ele e provocou um rebuliço no CCZ.

“Foi uma cena impressionante. Entrei com a coleira para buscar a cachorra, mas ele colocou a cabeça e pulava em cima de mim, numa felicidade que ninguém tinha visto antes”, conta a cabeleireira Kelly Lopes, de 35 anos, que é voluntária. A cena comoveu Kelly e os funcionários do CCZ.

A médica veterinária do CCZ Monica Almeida explica que beleza e idade pesam muito na adoção e o animal que está fora do padrão enfrenta dificuldades.

É por isso que os Supergêmeos também não encontram um adotante. Um deles já tem dois anos e sete meses de CCZ e o outro fará dois anos na quarta-feira. “Eles têm um problema de pelo que as pessoas acham que é doença e não adotam, mas na verdade é um charme”, diz. Os dois animais, além de parecidos fisicamente, ficaram amigos, daí o apelido dado pelos funcionários do CCZ. “Gostaríamos que eles fossem adotados juntos”, afirma Mônica.

Serviço:

Interessados em adotar os animais que estão no ccz devem levar carteira de identidade, cpf e comprovante de residência ao órgão, na r. S. Eulália, 86, santana. Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 15h. É preciso pagar uma taxa de r$ 15.

Para saber mais, acesse aqui:

Conheça a história de Fred, um cão que aguarda adoção há 2 anos no CCZ de SP

Fonte: Estadão

​Read More
Notícias

70 mil animais já foram abandonados este ano na Alemanha

Por Renan Vicente de Andrade (da Redação)

Dificuldade financeira faz com que tutor e cão peguem fila em abrigo animal. Foto por John MacDougall / AFP Photo
Cão sendo levado para um abrigo de animais. Foto por John MacDougall/AFP Photo

A German Animal Welfare Association (Associação pelo Bem-estar dos Animais da Alemanha, em tradução livre) anunciou que 70 mil animais, acima da média esperada, já foram abandonados este ano, e que em 69% dos casos, os tutores citam “urgência financeira” como a razão para o abandono.

“Estamos encarando um problema duplo devido à crise financeira: mais pessoas estão abandonando seus animais e as doações diminuíram”, disse Marius Tünte, o porta-voz da associação. “Nossos abrigos estão superlotados, não há dinheiro para investir em uma ampliação e não temos uma equipe grande o suficiente para tomar conta de todos os animais”.

Entre os animais abandonados, veem-se cães, gatos e até cavalos. “Com cães e gatos, é frequente que os mais velhos e os doentes sejam abandonados, pois é mais caro cuidar e medicar”, diz  Tünte. Muitos animais não são levados ao abrigo, mas amarrados em placas de estradas com mensagens do tipo “meu tutor está sendo assistido pelo governo e não pode cuidar de mim” penduradas ao pescoço.

O presidente da associação, Wolfgang Apel,  pediu ao governo um pacote de 15 milhões de euros para os 519 abrigos da Alemanha, que são financiados exclusivamente por doações privadas.

Apel também deseja que o governo prolongue o auxílio aos desempregados, para que estes, então, possam cuidar de seus animais. “Cabe a toda a socidedade cuidar e proteger os animais”, disse Apel.

“Se não agirmos agora, teremos de descarregar os animais em frente às entradas da cidade, pois estamos tomando conta dos animais em nome de toda a sociedade. Isto está se tornando mais dramático dia após dia”, diz Tünte.

Espera-se um grande aumento no número de desempregados durante o outono e o inverno na Alemanha. Além disso, muitas pessoas perderão o auxílio financeiro do governo nesta época. “Esperamos um outono realmente muito duro”, diz Tünte.

Com informações de The National

Nota da Redação: Não há problema financeiro, mudança de casa ou qualquer outro motivo que justifique o abandono de animais. A resposta para esse tipo de atitude é apenas uma: egoísmo. Existem formas mais éticas e compassivas de se economizar dinheiro, sem ser cruel.

​Read More
Notícias, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cães têm dificuldade em perceber más intenções

Mesmo depois de milênios de domesticação, os cães ainda têm dificuldade em adivinhar o que os humanos estão pensando. Essa é a conclusão de um novo estudo que mostra que os cães continuam a confira mesmo em pessoas que se mostram traiçoeiras e, portanto, não têm o que cientistas chamam de “teoria da mente”. 

Seres humanos desenvolvem essa “teoria” ao longo da vida, com cada pessoa aprendendo com a experiência que as outras pessoas têm pensamentos, conhecimentos e uma subjetividade diferentes dos seus. Encontrar algo semelhante em criaturas de outras espécies vem se mostrando mais difícil. Segundo o serviço online ScienceNOW, da revista Science, um estudo realizado em 1978 disse ter encontrado uma teoria da mente em chimpanzés, mas trabalhos subsequentes puseram a conclusão em dúvida.

Mais recentemente, Alexandra Horowitz, do Barnard College de Nova York, descobriu que cães tentam garantir que têm a atenção de um outro cão antes de começar a brincar com ele. Eles também mordiscam cães distraídos para chamar-lhes a atenção, o que parece sugerir que, na sua relação com outros animais da mesma espécie, os cães têm uma teoria da mente.

Para testar se o mesmo funcionaria com seres humanos, William Roberts e colegas da Universidade de Western Ontário associaram 24 cães a pessoas “solícitas” ou “traiçoeiras”. A equipe colocou cada cão num parque e pôs dois baldes à distância. Um apenas cheirava a comida, mas o outro realmente continha uma salsicha.

Às vezes, o humano “solícito” chamava o cão e apontava para o balde com a salsicha. Às vezes, o humano “traiçoeiro” chamaria  a atenção do animal para o balde vazio. Se o cão caísse no truque, o humano então comeria a salsicha, para mostrar ao animal o que havia perdido.

Em 225 testes, os cães não perderam a fidelidade nos humanos confiáveis, obedecendo-os de 78% a 96% do tempo. Mas, aos poucos, perderam a fé nos humanos “traiçoeiros”, obedecendo-os apenas de 53% a 60% do tempo ao final do experimento. 

A equipe de Roberts sugeriu que os animais não haviam aprendido a intuir a intenção dos humanos, mas apenas que haviam associado uma determinada pessoa ao balde cheio e outra, ao vazio. E, de fato, quando os humanos foram substituídos por cartolinas, marcando o balde cheio ou o vazio, eles aprenderam a buscar o balde da cartolina “solícita” e a ignorar o da cartolina “traiçoeira”. O estudo é descrito na revista especializada Behavioural Processes.

 

 

Fonte: Estadão

​Read More