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Dia Mundial do Coração: saiba como prevenir doenças cardíacas em cães e gatos

Dia Mundial do Coração: 3 maneiras de prevenir doenças cardíacas em cães e gatos
Foto: Reprodução/pixabay

No dia 29 de setembro, celebra-se o Dia Mundial do Coração, data que chama atenção para a principal causa de morte no mundo: as doenças cardiovasculares. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), estima-se que, somente em 2015, mais de 17 milhões de pessoas morreram por essas enfermidades.

Mas não é somente os humanos que sofrem com problemas cardíacos. Entre os animais, também são comuns as doenças relacionadas ao coração, em especial nos animais mais idosos: pelo menos um em cada dez cães tornam-se cardiopatas quando envelhecem, entre os 9 e 11 anos de idade.

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Então previna seu cãozinho e seu gatinho de possíveis doenças cardíacas: confira abaixo três dicas:

Faça exames regularmente: faça exames, de preferência o exame de eletrocardiograma (ECG) uma vez por ano, durante a vida adulta, e a cada seis meses a partir dos 8 anos. Essa é a melhor forma para evitar que um problema que começa pequeno se instale e só seja percebido tardiamente. Através do (ECG) é possível diagnosticar possíveis falhas congênitas, que podem levar mesmo filhotes a óbito, ou adquiridas em qualquer idade, identificando e iniciando o tratamento mais adequado rapidamente, garantindo a qualidade de vida do animal.

Dia Mundial do Coração: 3 maneiras de prevenir doenças cardíacas em cães e gatos
Foto: Reprodução/ Pixabay

Preste atenção no comportamento: observar o animal na rotina diária é uma boa forma de perceber se há algo de errado com ele. Assim como nos humanos, as cardiopatias também se refletem no comportamento. Nos cães, elas provocam sintomas de cansaço ou fadiga em excesso, tosse crônica, aumento do volume abdominal, gengiva pálida ou arroxeada, dificuldade respiratória, redução de apetite e consequentemente emagrecimento, tonteiras e desmaios. Nos gatos, os maiores sintomas são paralisia nos membros e dificuldade respiratória.

Promova uma alimentação adequada: uma alimentação saudável e balanceada também colabora para a prevenção de doenças cardíacas. Evite alimentos gordurosos ou com excesso de sal. Dê preferência às rações secas e evite os snacks, ricos em calorias, sódio, açúcar, conservantes, corantes e cafeína. Faça seu animal se movimentar, faça ele correr e praticar exercícios físicos diariamente.

Foto: Reprodução/Pixabay

# Cuide do seu animalzinho, como se tivesse cuidando de si próprio.


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Dia Mundial da Infância e as crianças do reino animal

Foto: veganismopolitizado/Instagram
Foto: veganismopolitizado/Instagram

A UNICEF instituiu o dia 21 de março como o Dia Mundial da Infância. Hoje, celebramos o direito das crianças de brincar, correr, desenvolver a sua curiosidade, fazer amigos e se divertir.

Hoje dia 21 de março é comemorado o Dia mundial da Infância, a data foi instituída pela UNICEF (Fundo das Nações Unidas para Infância) com o objetivo de celebrar o direito de todas as crianças de brincar, correr, desenvolver a sua curiosidade, fazer amigos e se divertir.

E quanto as crianças do reino animal?

Ainda que somente em 2012 tenha sido cientificamente comprovada a senciência animal por documento assinado por mais de cientistas no mundo todo, ela sempre existiu.

Não se pode mais alegar desconhecimento desse fato, anunciado e corroborado por especialistas em diversas áreas do conhecimento e em nível mundial.

Foto: Oxford Dictionaries/Reprodução
Foto: Oxford Dictionaries/Reprodução

Todos em concordância plena de que os animais, sentem, amam, sofrem, percebem o mundo ao seu redor. Ou seja, não são produtos a disposição de nosso paladar e nossas vontades.

Se assim é, por que as crianças do reino animal não têm garantido o direito mais básico de todos, sem o qual os demais perdem o sentido de ser: o direito à vida?

Não são crianças também os bezerros que impedidos de mamar o leite de suas mães, são afastados delas assim que nascem, sem que as vacas possam muitas vezes sequer sentir o cheiro dos próprios filhos?

Foto: Independent.ie/Reprodução
Foto: Independent.ie/Reprodução

Quando são bezerros machos serão criados em cativeiros inóspitos para serem mortos por sua carne e caso sejam fêmeas o mesmo destino de suas mães as aguarda: uma vida com máquinas de sucção presas aos seus peitos enquanto padecem sobre as próprias pernas

Crianças são também os leitõezinhos que nascem em “caixas-maternidade” em espaços minúsculos, muitas vezes crescendo e passando a vida inteira fechados em gaiolas onde nada mais fazem que reproduzir (as porcas) e engordar esperando a morte (os porcos).

Foto: 123RF/Reprodução
Foto: 123RF/Reprodução

Ali dentro de sues cativeiros silenciosos, eles compreendem, sofrem, sentem e padecem.

A humanidade escolhe ignorar, mas isso não muda a realidade.

Crianças que nunca nascerão, pois os ovos de suas mães são vendidos para consumo humano, ou se nascerem e forem pintinhos, serão tragados e moídos em máquinas de assassinato em massa, após serem arrastados por uma esteira a caminho da morte.

Foto: wholesaler.alibaba.com
Foto: wholesaler.alibaba.com

Caso sejam futuras galinhas, estão condenadas a vidas sem qualquer liberdade, sem, ciscar a terra, comer minhocas, correr pelos campos ou dar pequenos voos rasantes.

Tudo que conhecerão da vida é uma gaiola limitada, de onde jamais sairão a não ser depois de mortas.

Esses são só alguns exemplos dos inúmeros que temos ao alcance de um clique e algumas teclas. Bebês golfinhos e orcas nascidos em cativeiro que jamais nadarão quilômetros no oceano como nasceram para fazer, crianças ursos, veados, pequenos leões e elefantes, caçados, perseguidos, órfãos muitas vezes, como se sua dor fosse menor perante a dor humana em perder os pais.

Foto: Animal Sake/Reprodução
Foto: Animal Sake/Reprodução

Tão inocentes como qualquer criança humana, tão necessitados dos pais, de amor, de cuidados e atenção como todo bebê humano, as crianças do reino animal amam e sofrem como as nossas a única diferença é que dispomos de suas vidas indefesas como bem entendemos. Tirando-lhes o brilho, o sabor, a beleza única da descoberta do mundo e de si mesmos.

Abaixo um vídeo em homenagem ao Dia Internacional da Infância mostrando animais em momentos de descontração, se divertindo como só eles sabem fazer:

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Motivos para o veganismo no Dia Mundial Vegano

Por Vinicius Siqueira (da Redação)

Foto: Reprodução
Foto: Divulgação

Como parte das iniciativas do Dia Mundial Vegano, o vídeo abaixo mostra razões para que o veganismo seja não só uma opção viável e legítima, mas um imperativo ético para a humanidade. É fato que durante toda a história os valores vigentes de nossa sociedade se transforaram drasticamente de tempos em tempos.

Se um dia a escravidão era aceita, hoje não toleramos qualquer noção de exploração humana que se sustenta em pressupostos que aprovam a propriedade do corpo e da vida dos indivíduos, ou seja, qualquer tipo de escravidão é condenável.

Entretanto, a humanidade ainda pratica as piores torturas e as mais cruéis formas de exploração com todas as outras espécies. Tudo se passa como se a especie humana fosse, por algum motivo nunca bem explicado, superior às outras. Este argumento é segue a mesma linha daquele que tentava legitimar a escravidão, afirmando que, por motivos culturais e biológicos, a “raça branca” era superior ao restante da humanidade e deveria guiá-la, dominá-la, explorá-la, sem nenhum remorso.

O veganismo, sendo muito mais que uma dieta, mais se baseando em um estilo de vida completo que respeita a vida e o lugar dos animais, aparece como uma saída ética óbvia. Se é óbvio, então porque não é praticado ou promovido com mais força? Por que há outras forças na direção contrária: não só a indústria da carne ou da pele, mas a própria tradição em explorar animais sem questionamento é uma das barreiras contrárias à revolução ética que o veganismo promove.

Esta tradição que é reproduzida pelas indústrias exploradoras de animais e que, ao mesmo tempo, permite que seja possível a existência destes antros de crueldade. Este movimento cíclico que é quebrado pelo veganismo e, ao mesmo tempo, uma nova forma de conceber a vida de todas as espécies em suas diversas peculiaridades é incentivada e construída.

Foto: Divulgação
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Venezuela exige mudança nas leis para os direitos animais

(Foto: Omar Veliz - do journal "El País" - Venezuela)
Foto: Omar Veliz – do journal “El País” – Venezuela

Na sexta-feira (4), em comemoração ao Dia Mundial do Animal, cidadãos venezuelanos juntamente com 70 organizações dedicadas à proteção dos animais, participaram de uma marcha em Caracas, relatou o jornal ” El Nacional” da Venezuela. Os manifestantes pedem a revisão da lei aprovada na Venezuela em 2010, conhecida como ” Lei de Proteção de Fauna Silvestre e Doméstica – Livre de Cativeiro” (“Ley de Protección de Fauna Doméstica – Libre y en Cautiverio”).

Os cidadãos exigiram, sobretudo, a revisão do artigo 33, que restringe a guarda de pit bulls. Nos termos desta lei, a partir de 2015, poderia ser proibido na Venezuela a tutela da raça.

Os manifestantes também declararam que pela primeira vez uma petição foi recebida na sede da Assembleia Nacional da Venezuela. O Vice- Presidente da Assembleia Nacional atendeu manifestantes e prometeu rever as propostas, e convidou-os a desenvolver um projeto de alteração para Lei de Proteção.

Fonte: El País

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Dia Mundial dos Gatos é celebrado na Rússia

Foto: Flickr.com/fwooper/сс-by

No primeiro dia de primavera, o mundo celebra o Dia Mundial dos Gatos. Apesar de este animal habitar com os humanos há já muitos anos, este dia especial só se começou a assinalar em 2005. Em Moscou, na Rússia, decorreu uma iniciativa alusiva à data no Museu de Gatos, com apoio da ONU.

Cada fã deste animal tem seu próprio ritual de celebração. Na Grã-Bretanha, onde os gatos não só deliciam as pessoas com a sua presença, mas também estão ao serviço de Sua Majestade, celebram o feriado com grande pompa. Os gatos, que protegem dos ratos as relíquias do Museu Britânico, têm seu próprio uniforme especial, casas confortáveis e, no dia 1º de março, recebem pequenos presentes. Tal como os gatos britânicos, os “funcionários” de quatro patas austríacos que protegem os armazéns de grãos também recebem neste dia presentes especiais. Aqueles que já há vários anos guardam os armazéns alimentares, a 1 de março serão agraciados com um prêmio – uma “pensão” vitalícia que inclui leite, caldo e alimento diariamente. Em alguns países são abertos parques para passear estes pequenos felinos, lojas e até hotéis especiais.

Não há nada de surpreendente no fato de as pessoas gostarem tanto de gatos, acredita o famoso educador de gatos russo, Yuri Kuklatchev, afirmando que só graças a estes animais existe a humanidade:

“O gato salvou toda a humanidade. Está escrito nos manuscritos antigos de Israel que, quando Noé levou todos para a arca, todos os animais adormeceram. De repente um rato, estando com fome, começou a roer a parede. Este barulho acordou o gato e ele imediatamente coagiu o rato. Assim, se não fosse o gato, teria acontecido um acidente, e todos nós, toda a humanidade, teríamos morrido afogados. Por isso, o gato é um herói”.

Esta foi a primeira, mas não a única história de como os gatos têm salvado pessoas de desastres iminentes. Nos tempos da Segunda Guerra Mundial, durante o cerco de Leninegrado pelos nazis, não havia gatos em toda a cidade e esta começou sendo dominada por ratos, que mordiam as pessoas e, especialmente, as crianças dormindo. E logo em abril de 1943 quando conseguiram romper um pouco o cerco, o Conselho Municipal de Leningrado publicou um decreto: “Trazer da região de Yaroslavl para Leninegrado quatro trens de gatos cinzentos”. Assim, a cidade foi salva.

Alguns gatos chegaram a entrar na história. Uma vez, Margaret Thatcher decidiu ter um gato e chamou-o Humphrey. Ele morava com ela na residência oficial até que Tony Blair se tornou o novo proprietário da casa em Downing Street. Blair não gostou do gato e simplesmente jogou-o fora. Depois desse episódio, o primeiro-ministro enfrentou uma chuva de acusações. O governo foi forçado a declarar o gato na lista de procurados e depois apresentar o animal bem vivo à sociedade. Apenas isso salvou a carreira de Blair.

No entanto, nem sempre os gatos atuam em “grande estilo”, afirma o diretor do Museu de Gatos de Moscou, Andrei Abramov:

“Quanto às habilidades únicas destes animais, há enorme número de histórias. Os gatos realmente curam, eles podem avisar a pessoa contra quaisquer ações e, assim, salvar-lhe a vida. Eles podem ainda ajudar a manter um bom relacionamento na família. Por exemplo, houve um caso em que o marido e a mulher não conseguiam decidir quem ficaria com o gato depois do divórcio e, em resultado, o próprio divórcio acabou ficando em segundo plano, sendo depois totalmente esquecido. Assim, os gatos são muito bons em tecer a felicidade doméstica”.

Cerca de 80% de pessoas no mundo convivem com um animal e metade deles são gatos. Durante muito tempo não era possível responder à pergunta: porque preferem as pessoas estes animais aos cães, considerados amigos do ser humano. Recentemente, a resposta foi encontrada. Os cientistas realizaram um estudo científico comparando os gatos e cães para descobrir qual deles é melhor companheiro do homem. O gato venceu em 5 categorias: desenvolvimento do cérebro, popularidade, comunicação com humanos, capacidades de super-perceção e respeito pelo ambiente.

Acesse aqui uma fotogaleria de gatos.

Com informações de A Voz da Rússia

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Dia mundial contra a caça das baleias

Por Natalia Cesana (da Redação)

Foto: Reprodução/Lastampa

Acabar definitivamente com o massacre dos cetáceos é o que pedem a Entidade Nacional de Proteção Animal (ENPA) e outras associações em defesa dos animais ao governo japonês, em ocasião do dia mundial de protesto contra a caça de baleias, programada para este sábado, dia 5 de novembro. É nesta data que os baleeiros japoneses começarão a matança.

Os ativistas da proteção animal da Itália estarão, a partir das 10h, na frente da Embaixada Japonesa em Roma para protestar. “A cada ano navios japoneses avançam nas áreas protegidas, os santuários do Oceano Antártico, e matam milhares de animais de espécies particularmente protegidas”, explica Ilaria Ferri, diretora científica da ENPA.

Segundo algumas estimativas, desde 1986 até hoje, são cerca de 20 mil as baleias mortas pelos japoneses. Oficialmente, recordam os animalistas, a caça de baleias é proibida. Mas o Japão contorna essa proibição sob o pretexto da “pesquisa científica”.”

O governo australiano em meses anteriores denunciou o Japão ao Tribunal Internacional de Haia, com o argumento de que as baleias, de fato, não são propriedade de nenhuma nação. O pedido de abertura de processo pelo governo australiano é uma luz verde para sanções contra o governo de Tóquio. Estas penalidades deveriam haver um efeito não apenas punitivo, mas, acima de tudo, de dissuasão para desestimular os baleeiros nipônicos a cometer mais massacres.

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Destaques, Notícias

Ativistas de todo o mundo celebram hoje o dia dedicado ao veganismo

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Hoje é o dia em que ativistas do mundo inteiro celebram uma revolução pacífica pelo direito que os animais têm de ser livres da opressão humana.

Este é o momento de tornar-se vegano. Ser vegano é muito mais do que comer plantas. O veganismo inclui uma atitude ética em relação a todos os seres sencientes e ao planeta no qual vivemos. Sem dúvida, essa forma de pensar e viver representa uma ruptura com a visão antropocêntrica que tanto religião quanto sistemas políticos seculares têm fomentado ao longo da história. Porém, um número cada vez maior de pessoas está enxergando que nós não podemos continuar “fazendo tudo o que queremos”, como um gigante destruindo um planeta cada vez menor. Embora possa parecer difícil evitar produtos de origem animal, o fato é que a maioria da comida é derivada de plantas. Com um pouco de imaginação e dedicação, o veganismo se torna parte integral do nosso modo de viver em muito pouco tempo.

O termo original vegan (que foi aportuguesado para vegano e vegana) foi criado por Donald Watson em 1944 quando ele fundou na Inglaterra a Vegan Society, ainda hoje a principal referência do veganismo. Donald foi um pioneiro no sentido puro da palavra e levou uma vida saudável até sua morte em 2005 aos 95 anos de idade. Segundo informação no website da Vegan Society, desde 1909 havia um debate sobre a ética de se consumir produtos derivados do leite dentro do movimento vegetariano, do qual Donald fazia parte. Isso o levou, junto com Elsie Shrigley, a concluir que seria desejável coordenar vegetarianos que não consumiam laticínios, apesar da oposição que lhes foi posta pelo próprio movimento vegetariano.

O primeiro encontro aconteceu em Londres numa tarde ensolarada de novembro. Naquele dia, seis vegetarianos ‘sem laticínio’ que compartilhavam uma forma de pensar decidiram formar uma nova sociedade. O novo termo surgiu da primeira e última sílaba da palavra VEGetariAN. Em 1962 foi fundada a Vegan Magazine (Revista Vegana), e desde então a Vegan Society vem ajudando milhares e milhares de pessoas a abandonar produtos animais e adotar uma postura mais compassiva em relação aos não humanos, o meio ambiente e sua própria saúde.

O exemplo deixado por esse pequeno grupo de pessoas mostra o quão longe determinação e originalidade podem ir. Apesar de os veganos (ainda) serem minoria no mundo atual, o veganismo é um termo reconhecido em toda parte e o mercado de produtos veganos cresce cada vez mais.

Como a Vegan Society diz, um dia o uso de produtos animais (carne, laticínios, ovos, couro, lã, seda, peles etc.) e o uso de animais em experimentos, entretenimento, trabalhos forçados etc. serão vistos como uma mancha vergonhosa no passado da humanidade, da mesma forma que hoje nos horrorizamos quando pensamos na escravidão humana e nas caças às bruxas.

O veganismo é parte de uma evolução ética e embora ainda existam obstáculos colossais que devem ser superados até que ele se torne a norma, um dia – e quem sabe antes do que esperamos – isso acontecerá. Todos podemos ajudar a fazer isso acontecer. Basta tomar uma decisão simples mas cujo impacto é muito maior e muito mais positivo do que talvez consigamos enxergar a olho nu.

Feliz Dia Mundial Vegano!

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Hoje celebra-se o Dia Mundial dos Animais

Hoje, 04 de outubro, comemora-se o Dia Mundial dos Animais, data instituída pela Unesco, para que as pessoas se lembrem daqueles que compartilham o planeta Terra conosco.

O Dia é também de São Francisco de Assis, considerado o padroeiro dos animais e é comum encontrar nas sedes das entidades de proteção animal imagens do santo italiano.

Devido a relação de amor e respeito aos animais, a data serve também para comemorar o Dia Mundial dos Animais.

Francisco de Assis viveu na Itália entre os séculos XII e XIII. Durante a juventude levava a vida como um rico filho de comerciante. Então, converteu-se e passou a trabalhar com um grupo de discípulos (que ficaram conhecidos como franciscanos), todos devotos da pobreza evangélica.

Ele tinha uma relação muito especial, de muito respeito com os animais. No Cântico das criaturas, São Francisco de Assis louva a Deus por todas as criaturas, o sol, a lua, as estrelas.

Há alguns anos o Papa João Paulo II decretou São Francisco de Assis como o padroeiro da ecologia, pelo reconhecido amor a todas as criaturas.

Francisco de Assis foi sepultado em 4 de outubro de 1226 e canonizado em 1228. Em comemoração à data, durante este mês várias entidades de proteção animal organizam eventos sobre bem-estar animal e cerimônia de bênção aos animais.

Declaração Universal dos Direitos do Animal

1 – Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 – Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 – Nenhum animal deve ser maltratado.
4 – Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 – O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 – Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 – Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 – A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 – Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 – O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Preâmbulo:

Considerando que todo o animal possui direitos;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;

Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,

Proclama-se o seguinte

Artigo 1º 

Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2º 

1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.

2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais

3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem. 

Artigo 3º 

1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia. 

Artigo 4º 

1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.

2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito. 

Artigo 5º 

1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.

2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito. 

Artigo 6º 

1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural. 

2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante. 

Artigo 7º 

Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º 

1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.

2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas. 

Artigo 9º 

Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Artigo 10º 

1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. 

2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal. 

Artigo 11º 

Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.

Artigo 12º 

1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.

2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio. 

Artigo 13º 

1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.

2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal. 

Artigo 14º 

1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.

2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

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08 de junho, Dia Mundial dos Oceanos

Lobo Pasolini (da Redação)
Charlize Theron, Alicia Silverstone, Sting, Sienna Miller e Elle Macpherson estão entre os 31 nomes que fizeram o pedido ao chefe japonês Nobu Matsuhisa para remover o atum de barbatana azul do menu por se tratar de um animal ameaçado, foi noticiado recentemente. Mas o que essas celebridades parecem esquecer é que todos os peixes do mundo se encontram ameaçados pela pesca predatória que em 40 anos terá destruído toda a vida no oceano. Além do mais, o valor de uma vida formada não está em sua raridade mas em sua ontologia. É um valor intrínseco.

A única resposta sustentável e ética ao problema da pesca é deixar de comer peixe. Existem alternativas de plantas para todos os nutrientes que os peixes fornecem. Apesar da imagem de saudável, a carne de peixe é carregada de toxinas perigosas para a saúde por causa da poluição do mar. Os animais aquáticos merecem a mesma consideração que os animais da terra. Hoje, pare para refletir nessas criaturas que populam a atmosfera aquática do planeta e o respeito que elas merecem. E lembre-se que o veganismo é a melhor forma de expressar esse sentimento.

Existe consenso científico que os peixes são criaturas sencientes que podem sentir dor. Quando puxados do fundo da água, os peixes passam por um processo de descompressão muito doloroso. Quase sempre, a pressão intensa rompe suas barbatanas, estouram seus olhos e empurram o esôfago e estômago pela boca a fora. Navios fábricas matam e processam peixes no mar. A maioria é cortada ainda viva ou abandonada à morte por sufocamento.

Os oceanos geram a maior parte do oxigênio que respiramos, regulam nosso clima e limpam a água que bebemos. Segundo as Nações Unidas, setenta e cinco por cento das áreas de pesca do mundo estão a beira do colapso. Além disso, cerca de 300 mil cetáceos (baleias e golfinhos), 100 milhões de tubarões, 100 mil albatrozes e outros pássaros marinhos morrem em redes de pesca todo ano.

Hoje, 08 de junho, é o Dia Mundial dos Oceanos, um dia de reflexão sobre a conexão humana com os oceanos e como individualmente podemos ajudar a protegê-los e a diversidade de espécies que vivem neles.

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Vanguarda Abolicionista

Dia Mundial Sem Carne ou ‘o populacho sabe o que quer’

Hoje, 20 de março, é para ser o Dia Mundial Sem Carne. Um dia, apenas, sem que haja um porco fervido dentro de tonéis nos matadouros, ainda zonzo e sem ter sido abençoado pelo toque final da morte rápida. Um dia sem galinhas penduradas pelas patas, de cabeça para baixo, nem vacas em pânico frente o cheiro de sangue no concreto. Sem baldes de sangue. Sem peixes se debatendo na rede, nem siris cozidos vivos em restaurantes frequentados por gente fina, elegante e sincera. Mas não foi o que eu vi.

Entre os próprios veganos/vegetarianos, desdém pela data, ou porque há um outro dia similar em novembro, ou porque o efeito é quase nulo. No cotidiano, lá fora, as coisas funcionaram da mesma maneira, e ninguém foi louco o suficiente para parar o que estava fazendo e retirar a carne de dentro de seu supermercado, de cima do seu prato ou da gaveta da geladeira. Tudo foi igual.

“Eles hesitam, se arrependem e às vezes assinam petições, mas nada fazem de sério ou de efetivo. Com muito boa disposição, preferem esperar que outros remediem o mal, de forma que nada reste para motivar seu arrependimento. No melhor dos casos, nada mais farão do que depositar na urna um voto insignificante, cumprimentar timidamente a atitude certa e, de passagem, lhe desejar boa sorte”. Palavras de Henry Thoreau, em A Desobediência Civil.

Eu não vi uma professora levantar a voz para ensinar seus pequenos alunos que criar um ser senciente apenas para exercitar o paladar é errado. Eu não ouvi um parlamentar discursando sobre o estrago que a pecuária está causando na terra que pertence a todos nós, e que deixaremos para nossos descendentes. Eu não ouvi uma autoridade policial ou jurídica alertando que é crime “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”, conforme reza a lei 9.605/98. Não li nenhum artigo de um nutricionista ou nutrólogo apontando os males causados pela ingestão de carne, nem mesmo relacionando esse péssimo hábito alimentar ao câncer, às doenças coronarianas ou mesmo ao simples mau-hálito.

Mas vi muita gente usando termos empolados como ‘sustentabilidade’, ‘uso racional’, ‘eco-_______’ – complete, leitor, com o termo que tiver ouvido de forma mais irritante nos últimos meses, ‘boi verde’, ‘desenvolvimento sustentável’, ‘sacola ecológica’ e ‘carne orgânica’, entre outros.

Às vésperas do Meatless Day, um boi é retalhado vivo em Pernambuco, pelo onipresente populacho, após ter sido atropelado por um caminhão. Lembro de uma notícia sobre saques à carga de um veículo tombado, enquanto o motorista ainda agonizava nas ferragens – então realmente o populacho é a maior manifestação de poder e potência neste país. É gente que sabe o que quer, e se mobiliza, ao contrário do que lamentava Thoreau.

Mas fico com a publicação de um ‘a pedido’ em jornal catarinense, na data de hoje, trazendo a foto de dois porcos usando ‘piercing’ no nariz – que serve para impedir o animal de fuçar, uma de suas atividades naturais, através da dor – e um brilhante texto do escritor Ezio Flavio Bazzo. A publicação foi custeada por gente que também, e apesar dos ventos contrários, sabe o que quer e se mobiliza.

Porcos e Guilhotinas

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