Notícias

Muçulmanos se preparam para o dia do sacrifício de animais

No dia 17 de novembro, muçulmanos celebram o Dia do Sacrifício matando vacas, ovelhas, cabras e camelos para lembrar o gesto de Abraão, que estava prestes a matar o próprio filho em nome de Deus, quando Ele intercedeu e mandou que substituísse a criança por um cordeiro.

Homem demonstra como realizar o ritual do sacrifício de um animal a alunos de uma escola do Cairo (Foto: rReuters)
Vendedor pesa uma ovelha em um mercado antes do festival Eid al-Adha, em Srinagar. (Foto: AP)
Ovelhas pintadas para a venda em um mercado de Sringar (Foto: AP)
Comprador de Bangladesh examina os dentes de um camelo antes de decidir se fica com o animal (Foto: AP)

 Fonte: Terra

​Read More
Notícias

Ruas do Egito se enchem de sangue no Dia do Sacrifício

(da Redação)

Da mesma maneira que o resto dos muçulmanos, os egípcios celebraram no dia 27 a festa do Eid al-Adha, ou do Sacrifício, o dia mais importante do calendário islâmico. No Dia do Sacrifício, os aproximadamente 1,5 bilhão de muçulmanos de todo o mundo sacrificam um animal – uma vaca, um carneiro, um camelo ou uma ovelha.

Veja o video do massacre produzido pela EFE

​Read More
Notícias

Muçulmanos celebram “O dia do sacríficio” em Salvador

O Centro Cultural Islâmico da Bahia reúne cerca de 500 membros em Salvador. A maioria deles é  imigrantes africanos procedentes de países islâmicos como Nigéria ou Egito, mas há também um número significativo de brasileiros que “abraçaram” a religião do profeta como filosofia de vida.

Líder da comunidade, Sheikh Ahmad é quem conduziu a oração desta sexta-feira, 27, que no calendário lunar muçulmano equivale ao décimo dia do Du al-Hijja, o 12º mês do ano. O sermão serve para lembrar aos fieis o motivo pelo qual ocorre a reunião: recordar o dia em que Deus, ou Allah, poupou Abraão de sacrificar seu próprio filho em sua devoção, substituindo-o por um carneiro.

O Dia do Sacrifício começa com orações.  E ainda falta realizar a ação que dá nome á data: o sacrifício de um animal, na maioria das vezes, um carneiro, que no caso baiano foi comprado na Feira de São Joaquim, o maior mercado popular da cidade. De volta ao centro, divide-se a carne do animal em três partes, uma delas para os pobres, e prepara-se junto com outros alimentos que serão servidos depois do pôr do sol.

Com informações de  A Tarde

​Read More