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Focas e leões marinhos ganham uma segunda chance na vida em hospital de mamíferos marinhos

Foto: jervisbaywild
Foto: jervisbaywild

Na cidade litorânea de San Pedro, no estado de Los Angeles (EUA) existe um porto seguro para dezenas de focas e leões marinhos no Marine Mammal Care Center.

Desde 1992, o hospital de resgate e reabilitação vem tratando mamíferos marinhos doentes e feridos que acabam ficando presos no litoral de 70 milhas (mais de 100 km) do condado de Los Angeles.

O hospital sem fins lucrativos trata principalmente elefantes marinhos, leões marinhos e focas.

“As vezes eles estão desnutridos, outras eles apresentam mordidas de tubarão ou uma lesão causada por linhas de pesca ou ainda podem estar presos em redes de pesca”, disse Jeff Cozad, diretor-executivo do Marine Mammal Care Center de Los Angeles.

Os mamíferos marinhos ficam, em média, cerca de três meses de reabilitação na instalação antes de serem devolvidos à natureza.

“A liberação de um animal saudável é o ápice do nosso trabalho. É o destaque”, disse Cozad. “Isso acontece quando o animal está livre de problemas médicos, tem o peso corporal adequado e se exercita o suficiente”.

O MMCCLA libera focas e leões marinhos saudáveis no White Point Royal Palms Beach, em San Pedro. Com a ajuda de 150 voluntários, o hospital trata cerca de 300 mamíferos marinhos todos os anos.

As pessoas são encorajadas a visitar o hospital e ver as focas e leões marinhos. Para mais informações, visite o site do hospital.

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Elefantes filhotes órfãos se divertem em piscina gigante

Foto: Wild Heart Wildlife Foundation
Wild Heart Wildlife Foundation

Filhotes de elefantes são muitos próximos de suas mães nos primeiros dois meses de vida, e ao longo da existência os laços entre eles são duradouros e sólidos. Esses bebês elefantes órfãos não poderão desfrutar desse conforto, mas eles foram resgatados pelo orfanato de elefantes, Zimbabwe Elephant Nurser, na África e apesar de tudo o que passaram, conservam a capacidade se divertir e brincar com os demais órfãos.

Basta um rápido olhar para os filhotes de elefantes nas imagens para perceber quão felizes eles estão – sua alegria se sobressai enquanto eles brincam e rolam na água, completamente despreocupados e relaxados.

Durante um dia quente de verão, esse tipo de diversão parece ser a melhor maneira de passar o tempo – e essas pequenos elefantes têm sorte de ter sobrevivido e estarem protegidos.

Mas os seus dias nem sempre foram assim – este pequeno grupo de elefantes órfãos do orfanato está finalmente seguro depois de muitos obstáculos, tudo graças aos esforços da equipe da ONG que fez de tudo para salvar e mudar suas vidas.

Os filhotes estão sendo reabilitados com o objetivo final de serem reintroduzidos na natureza, onde eles pertencem.

Depois da perda de suas mães, com as quais os elefantes normalmente são muito próximo e dependentes nos primeiros anoas de vida, os órfãos têm que aprender a sobre viver sozinhos.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Felizmente, em lugares como este (orfanato), todo esforço é feito para dar-lhes todo o conforto e a alegria que eles exigem e que poderiam precisar. E o que é a vida de um bebê elefante sem horas e mais horas de brincadeiras? Bem, esses bebês não precisam se preocupar com isso.

*Elefantes bebês*

Os bebês elefante tomam o leite de sua mãe por cerca de dois anos, às vezes por mais tempo. Eles chegam a beber até 3 litros de leite por dia.

A partir dos quatro meses de idade, eles também já começam a comer algumas plantas, assim como os elefantes adultos, mas continuam precisando do leite de sua mãe.

Os filhotes podem continuar a beber o leite das mães por até dez anos. No começo, os pequenos elefantes não sabem muito bem o que fazer com suas trombas. Eles as balançam para lá e para cá e às vezes até pisam nelas sem querer.

Eles sugam a tromba, assim como um bebê humano pode chupar o polegar. Por volta dos 6 a 8 meses, os bebês começam a aprender a usar suas trombas para comer e beber.

Quando alcançam cerca de um ano de idade, eles podem controlar suas trombas muito bem e, como elefantes adultos, usam o membro para agarrar, comer, beber e tomar banho.

Os elefantes do sexo feminino ficam com a manada por toda a vida, enquanto os machos partem para começar uma vida solitária por volta dos 12 a 14 anos de idade.

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Animais silvestres são devolvidos à natureza após receberem tratamento

Jaguatiricas foram soltas em fazenda do Tocantins (Foto: Caroline Duks/Naturatins/Divulgação)
Jaguatiricas foram soltas em fazenda do Tocantins (Foto: Caroline Duks/Naturatins/Divulgação)

Durante esta semana seis animais silvestres foram devolvidos à natureza pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Araguaína, norte do estado. Foram soltas duas fêmeas de quati, duas jaguatiricas e um casal de gatos-mouriscos.

Quatis também ganharam liberdade (Foto: Caroline Duks/Naturatins/Divulgação)
Quatis também ganharam liberdade
(Foto: Caroline Duks/Naturatins/Divulgação)

Segundo o Naturatins, os animais foram soltos em pontos estratégicos do estado. Os animais passaram pelo Cetas, onde receberam cuidados veterinários. Uma das jaguatiricas, por exemplo, chegou há alguns meses com fraturas e escoriações.

O animal foi vítima de atropelamento. Na época do resgate, foi detectado que a felina estava prenha e o filhotinho nasceu no Centro de Triagem. Os dois foram acolhidos em um dos recintos de acolhimento temporário de animais silvestres em uma fazenda.

O Instituto orienta que caso seja localizado algum animal silvestre em áreas urbanas, atropelado em estrada, em condições de maus tratos ou aprisionamento, o cidadão deve buscar auxílio por meio do Linha Verde, no 0800 63 11 55. A Guarda Metropolitana, Batalhão da Polícia Ambiental e os escritórios regionais do Naturatins também atuam no resgate.

Fonte: G1

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Peixes-bois devolvidos à natureza têm recorde de sobrevivência, diz Inpa

Divulgação
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Quatro peixes-boi devolvidos à natureza em fevereiro deste ano bateram recorde de sobrevivência, segundo afirmou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Após três anos semi-cativos, o grupo formado por três peixes-boi machos e uma fêmea foi devolvido aos rios. Na nadadeira caudal dos animais foi acoplado um cinto de monitoramento, por meio dele é possível avaliar a adaptação dos mamíferos nas áreas que exploraram, oferta de alimento e também a presença da ação humana.

O local escolhido para a soltura, realizada em parceria com a Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa), foi a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Piagaçu-Purus que fica a 70km de Beruri (AM). O local, segundo o Inpa, registra uma incidência significante dos mamíferos.

De acordo com o colaborador da Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa), Diogo de Souza, já são seis meses desde a devolução desses animais ao habitat. Souza informou ainda que o os animais já têm contato com peixes-boi selvagens.

“Consideramos um recorde. O grupo já se dispersou, o deslocamento chega em média de 1,5km por dia”, explicou, por meio da assessoria.

Reintrodução
A devolução dos animais à natureza faz parte das ações desenvolvidas pela Ampa que atua desde 1974 em parceria com o Inpa. O número de peixes-boi sob os cuidados do Inpa representa atualmente 60 animais. A média anual é de dez animais resgatados. O animal chega até a instituição por meio de denúncias e apreensões do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Polícia Ambiental.

De acordo com o biólogo, os animais, ao chegarem, recebem cuidados veterinários e alimentação adequada, permanecendo nos tanques do Instituto por aproximadamente cinco anos. Em seguida, são levados para o semi-cativeiro: um lago de 13 hectares localizado no município de Manacapuru (AM).

Diogo de Souza explicou que o semi-cativeiro é uma fase de pré-soltura. O local foi criado em 2008 após os pesquisadores perceberem que ao tirá-los dos tanques e reintroduzir direto na natureza eles apresentariam enormes dificuldades de adaptação. Na primeira reintrodução de animais, dos quatro peixes-bois devolvidos ao Rio Negro dois vieram a óbito, um perdeu o cinto transmissor e o último foi resgatado abaixo do peso e levado para reabilitação.

Fonte: G1

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Recuperados, animais são devolvidos à natureza no litoral de São Paulo

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Um pequeno gavião-pombo juvenil foi encontrado na Praia de Camburizinho, extremo leste de Guarujá, há cerca de dez dias e, por pouco, não foi sem vida.

O animal foi resgatado por acaso por Cristiano Ramos, de 40 anos, um dos monitores de campo do Instituto Gremar – Pesquisa, Educação e Gestão de Fauna, responsável pelo tratamento de animais no Centro de Recepção e Triagem de Animais Marinhos (Cetas Marinho), em Guarujá.

Diariamente, Cristiano percorre oito quilômetros em busca de animais na praia. Já tinha terminado o seu trabalho e se preparava para ir para casa quando avistou a ave. “Um amigo me chamou para ir por outro caminho, e foi quando encontrei o gavião. Ele estava muito debilitado, não iria sobreviver”.

Levado para o Gremar, ele foi tratado com reposição de eletrólitos, suplementação para ganho de peso e antibiótico. Assim, nesta quarta-feira (10) ele fez seu voo de superação no Loteamento Iporanga, em Guarujá – o que não foi fácil.

Tirada da caixa com cuidado, a ave ficou nove minutos imóvel. Até que, com um empurrãozinho da equipe, finalmente voou e, rapidamente, não foi mais vista.

Tartarugas
Como o gavião, outras três tartarugas-verdes pequenas também vítimas de afogamento superaram enfermidades ao longo de semanas de tratamento no Gremar e voltaram à ativa nesta quarta. Foram soltas, uma por vez, na Praia das Conchas, também no Iporanga.

Outras não tiveram a mesma sorte. Somente neste ano, 261 tartarugas foram encontradas mortas nas praias da região e outras 62 vivas, das quais 24 estão em reabilitação. “O número já excede o de todo o ano passado. Mais de 80% chegam a nós afetadas pela ação do homem, seja por interação com redes de pesca, seja por ingestão de lixo”, afirma Rosane Farah, bióloga do Gremar.

Fonte: A Tribuna

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Escócia tem número recorde de animais selvagens reabilitados em 2015

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/SPCA
Reprodução/SPCA

Um número recorde de animais silvestres resgatados foi devolvido ao seu habitat natural em 2015, de acordo com a SPCA da Escócia.

A organização de proteção animal levou 4651 animais de volta à natureza no ano passado em comparação com 1881 em 2010, relata a BBC.

O grupo acredita que essa diferença ocorreu devido a uma crescente conscientização do público a respeito de animais em perigo e a criação de um centro de resgate de vida selvagem nacional.

O centro localizado em Fishcross, perto de Alloa, foi inteiramente financiado por doações.

Entre os animais recém-libertados na natureza estão dois esquilos vermelhos de cinco semanas encontrados em Blairgowrie e Kinross.
Chamados Jar Jar e Binks em homenagem a um personagem da saga “Star Wars”, os esquilos provavelmente caíram de seu ninho em uma árvore.

Reprodução/SPCA
Reprodução/SPCA

Os dois tiveram que ser alimentados por uma seringa durante a noite antes de serem transferidos para um recinto ao ar livre e, eventualmente, devolvidos ao seu habitat natural.

No centro de resgate, eles se juntaram ao filhote de raposa Utah e ao filhote Buddy. Os dois filhotes ainda estão sendo tratados e aprendendo a cuidar de si mesmos antes de serem liberados na natureza ainda neste ano.

Ao se pronunciar no lançamento da semana anual de caridade da vida selvagem, o gerente do centro Colin Seddon afirmou: “A libertação dos animais selvagens saudáveis em seu habitat natural é sempre o nosso objetivo, de modo que essas estatísticas são incrivelmente encorajadoras”.

“Em Fishcross, nos beneficiamos de instalações veterinárias no local e nos esforçamos para minimizar o máximo possível a interação humana e o estresse”, acrescentou.

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Em Julho, 45 animais selvagens vão ser devolvidos à natureza

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As corujas-do-mato fazem frequentemente ninhos em edifícios abandonados. Depois, quando o proprietário faz obras e recupera a casa quer o ninho fora dali. As formas de o fazer vão desde a destruição do ninho à entrega do animal ao CERVAS (Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens) de Gouveia.

“O importante é falar com as pessoas e explicar-lhe o que fazer, porque se não houver abordagem é muito complicado”, refere Ricardo Brandão, coordenador e veterinário do centro e um dos responsáveis pela devolução de uma dessas corujas à natureza, na passada sexta-feira, na Escola Superior Agrária de Coimbra.

Este animal não será único animal a regressar brevemente ao seu habitat. Ao todo, durante o mês de Julho, são 45 os que irão ser libertados. A maioria são aves, nomeadamente rapinas nocturnas, como as corujas-do-mato, os mochos-galegos ou as corujas-das-torres. Também há rapinas diurnas, como os milhafres-pretos ou os tartaranhões-caçadores, ou outras espécies como as cegonhas-brancas ou dos andorinhões.

Tudo começou no dia 1 de Julho com a libertação de seis cegonhas-brancas, na Mata Nacional do Choupal, e da coruja- do-mato. No dia 7, no Vale do Rossim, em Gouveia, será lançada uma coruja-do-mato e, no dia 9, um milhafre-preto no Luso, na Mealhada. Até ao final do mês, as restantes espécies serão libertadas nos locais onde foram encontrados ou em eventos e ações de sensibilização, como no aniversário do Parque Natural da Serra da Estrela, no dia 15, ou no dia dos Avós, em Forno de Algodres.

Os motivos do seu ingresso no CERVAS são diversos, desde a queda precoce de ninhos aos atropelamentos, cativeiro ilegal ou colisões. Em Maio, as entradas no centro começaram a aumentar. “A grande acumulação acontece desde Maio devido ao aumento da passagem pelo país de aves migratórias e, no caso do mês de Junho, com a saída dos juvenis dos ninhos”, aponta Ricardo Brandão. Desde o início de 2016, foram 302 os animais que ingressaram no CERVAS, sendo que a maioria tem sido entregue pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) e pela GNR .

As aves libertadas não têm um nome, aliás, tenta-se estabelecer uma ligação distante entre os técnicos e as aves. “Nós só lhe damos nome de ingresso e colocamos a anilha”, refere o coordenador do CERVAS. Contudo, quem quiser pode apadrinhar e atribuir um nome ao animal. “A maior escolha é nos mochos ou nas corujas pelo aspecto físico ou se conhecem alguma história”, destaca Ricardo Brandão. O custo do apadrinhamento é de 15 euros no mínimo, sem quotas.

O apadrinhamento pode ser feito no momento da libertação do animal, em que são convidadas as pessoas que encontraram os animais e diversas entidades. Sobre a envolvência das pessoas nessas acções, Ricardo Brandão sublinha que depende muito do sítio e do evento em que se insere. “Na Mealhada, onde há uma actividade paralela, podem vir a estar 1000 pessoas. Depois há aldeias onde se consegue que toda a população esteja presente ou há outras vezes em que está só uma família”. O coordenador do CERVAS dá o exemplo de Penalva de Alva (Oliveira do Hospital): “Na devolução de uma coruja-da-torre, toda a aldeia esteve presente”.

Se a acção do CERVAS culmina com a libertação das espécies, há todo um trabalho de bastidores feito durante o ano. Um dos projectos é Os cágados vão à escola. “A ideia é que os miúdos tenham uma abordagem mais informada sobre os cágados que têm em casa, a nível sanitário e da comida adequada”, indica o coordenador do CERVAS. Há também uma explicação sobre quais as tartarugas que podem ter em casa e, com isso, já foram descobertas e apreendidas 100 espécies ilegais pela GNR em lojas de animais. Por fim, os miúdos são sensibilizados para o problema de libertar os animais em qualquer lado. “Preocupa-nos que sejam libertadas tartarugas exóticas nos nossos rios porque entram no ecossistema e começam a competir com as espécies autóctones ameaçando-as através, por exemplo, da predação dos peixes que estão na cadeia alimentar dos cágados”, aponta.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Público PT

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Animais silvestres são devolvidos aos seus habitats em Campos, no RJ

Jacaré de papo amarelo foi um dos animais devolvidos à natureza (Foto: Divulgação / Ascom Campos)
Jacaré de papo amarelo foi um dos animais devolvidos à natureza (Foto: Divulgação / Ascom Campos)

Dezoito animais silvestres foram devolvidos à natureza nesta terça-feira (3), em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Um jacaré de papo amarelo, um gambá e 16 aves silvestres, entre canários-da-terra, coleiros, caboclinho e pixanxão, estavam sob os cuidados do Núcleo de Estudo e Pesquisa de Animais Silvestres (Nepas/ Uenf). No local, eles receberam atendimento veterinário e foram avaliados antes de serem soltos.

Pássaros silvestres também voltaram ao habitat natural (Foto: Divulgação / Ascom Campos)
Pássaros silvestres também voltaram ao habitat
natural (Foto: Divulgação / Ascom Campos)

A ação foi conjunta da Guarda Ambiental (GAM) da Guarda Civil Municipal (GCM) e do Núcleo de Estudo e Pesquisa de Animais Silvestres (Nepas), da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf). Os animais foram resgatados e recebidos pelo GAM em janeiro deste ano.

De acordo com a Guarda Ambiental, a importância da devolução dos animais à natureza é que eles desenvolvem papéis importantes para a manutenção do equilíbrio na natureza. “São eles quem dispersam sementes, “plantando” árvores. Também controlam populações de espécies , quando em excesso, podem ser prejudiciais às nossas lavouras e criações, e ainda produzem remédios importantes para a cura de muitas doenças. Cada pequeno animal tem sua função específica na natureza e a sua ausência acarreta em prejuízos incalculáveis para a humanidade”, explicou o comandante da GAM, Sávio Tatagiba.

Fonte: G1

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Ong alerta que é alto o número de animais adotados que são devolvidos

Animais que já foram adotados são devolvidos em Petrolina (Foto: Acivan Silva / TV Grande Rio)
Animais que já foram adotados são devolvidos
em Petrolina (Foto: Acivan Silva / TV Grande Rio)

A ONG Proteger, que atua no resgate de animais e oportuniza a adoção em Petrolina, no Sertão pernambucano, alerta que muitos animais estão sendo devolvidos. Segundo informações da organização, de cada 20 gatos e cães adotados, cinco retornam aos cuidados da Ong.

De acordo com a conselheira da Proteger, Pamela Durando, é preciso que as pessoas façam a adoção consciente dos animais. “Já são cães e gatos sofridos, tirados de uma condição triste, vítimas de maus-tratos e que foram abandonados. A ONG demanda cuidados até chegar a adoção, mas o que tem acontecido é que as pessoas vão até a feira, adotam e desistem”.

Por conta das devoluções, a ONG tem enfrentado a superlotação. “Nosso espaço é limitado e quando um animal é adotado, abrimos um espaço para outro. Quando eles são devolvidos é ruim para a gente e para os animais. Hoje estamos com um total de 100 animais, entre cães e gatos. Muitos em lares temporários até chegar a data das feiras de adoção. Mas não estamos em condições de abrigar todos os animais”, ressalta.

De 20 animais, 5 são devolvidos em Ong Proteger em Petrolina (Foto: Acivan Silva / TV Grande Rio)
De 20 animais, 5 são devolvidos em Ong Proteger
em Petrolina (Foto: Acivan Silva / TV Grande Rio)

Para evitar que ocorra as devoluções e o animal sofra com o processo, a ONG resolveu passar a cobrar a castração. “Está ficando inviável arcar com todas as castrações. Por isso, a partir da próxima feira, a pessoa que for adotar vai ter que arcar com a castração. Chegou um período de dificuldade financeira e agora será solicitado a todos os adotantes a castração”, destaca.

Adoção

Os interessados comparecem a uma das feiras de adoção e preenchem uma ficha de intenção. Há uma entrevista e é avaliado o interesse do candidato, bem como se a pessoa possui espaço para criar o animal e outras questões. Depois, é assinado um termo de responsabilidade.

Informações podem ser acessadas através da página da Proteger.

Fonte: G1

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Pássaros silvestres apreendidos em feira livre de Natal (RN) são devolvidos à natureza

Foto: Rayssa Silva/Semurb
Foto: Rayssa Silva/Semurb

Dezesseis pássaros silvestres foram devolvidos à natureza na manhã de sexta-feira (8). Os animais apreendidos durante uma fiscalização ocorrida na quinta (7), na feira do Panatis, Zona Norte de Natal, agora estão livres novamente, graças a uma ação da secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), em parceria com a de Serviços Urbanos (Semsur), Guarda Municipal e Delegacia de Meio Ambiente (Deprema).

Os pássaros foram libertados na Zona de Proteção Ambiental de Lagoinha (ZPA-5), em Ponta Negra, na Zona Sul. Segundo o supervisor de Ambientes Naturais e Biodiversidade da Semurb, Gustavo Szilagyi, o local escolhido – uma área de dunas e lagoas, bioma de Mata Atlântica com vegetação típica de restinga, é considerada Área de Proteção Ambiental Permanente pelo Código Florestal – é ideal para o desenvolvimento dessas aves, que terão fácil acesso a água e alimento.

Ainda de acordo com Szilagyi, depois de serem apreendidas as aves foram levadas para o Parque da Cidade onde passaram por uma triagem. No total, a fiscalização recolheu 19 pássaros de diferentes espécies, entre eles dois galos de campina, cinco azulões, seis sibites, dois golinhas, um concriz e três sanhaços cinzentos. Ele explica que três azulões sofreram muitos maus-tratos e precisam ser recuperados para, só então, voltarem ao seu habitat.

A apreensão e soltura das aves faz parte de uma operação conjunta entre os órgãos, que começou desde o início deste ano. Entre as espécies mais apreendidas pela fiscalização estão o galo de campina (150), papa capim (40), azulão (33), sibite (23) e golinha (20). Após a realização das fiscalizações houve uma diminuição considerável no comércio de animais silvestres em feiras livres. “Essa é uma operação que se iniciou a partir de uma provocação do Ministério Público para que as feiras fossem fiscalizadas e o combate aos maus-tratos e ao tráfico de animais fosse feito”, comenta o supervisor.

Gustavo Szilagyi conta que até hoje, 289 pássaros já foram apreendidos e devolvidos à natureza em dez ações de fiscalização e soltura. A maior apreensão foi na feira do Parque dos Coqueiros, na Zona Norte, no dia 11 de julho, com 75 pássaros recolhidos. Em seguida esta a feira do Alecrim, na Zona Leste, com 42 aves apreendidas, no dia 22 de fevereiro. E por fim a feira do Carrasco, em Dix-sept Rosado, também na Zona Leste,no dia 9 de julho com 41 pássaros apreendidos pelos fiscais.

Fonte: Portal No Ar

 

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Animais silvestres são devolvidos ao habitat em Exu (PE)

Desde segunda-feira (14), vinte e sete animais silvestres que foram reabilitados pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) estão retornando ao seu habitat. Equipes da agência vão para o Sertão devolver à natureza os animais entregues voluntariamente ou resgatados de cativeiros.

Serão devolvidos para a caatinga, em Exu, cinco galos de campina, três patativas, duas cascavéis, três jandaias-maracanã, quatro jandaias-vaqueira, uma craúna, dois bigodes, quatro jabutis e três pássaros trinca-ferro.

Os animais estão no criadouro local há 40 dias e passaram por avaliação e pelo processo de readaptação ao ambiente.

Fonte: Boa Informação

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Mãe e filhote bicho-preguiça são devolvidos à natureza em Peruíbe (SP)

Foto: Reprodução/G1
Foto: Reprodução/G1

Um bicho-preguiça que apareceu em Peruíbe, no litoral de São Paulo, e teve um filhote dentro Centro de Zoonoses da cidade, voltou à natureza nesta quinta-feira (22). Os dois animais, e outro bicho-preguiça que estava em tratamento, foram soltos em uma área de Mata Atlântica.

O bicho-preguiça foi encontrado por populares em uma área cercada de árvores cortadas. A Prefeitura precisou de apenas um funcionário para fazer o resgate do animal, que não ofereceu resistência. No dia 8 de agosto, ela deu a luz um filhote dentro do Centro de Zoonoses. O nascimento foi inesperado. Ninguém imaginava que o animal estivesse no fim de uma gestação. A cena emocionou os funcionários do local.

Os três bichos-preguiça foram soltos em uma área de Mata Atlântica preservada, próximo a Estação Ecológica da Juréia, na Praia do Guarauzinho, em Peruíbe. Em pouco tempo, eles subiram nos troncos das árvores e voltaram sãos e salvos para a natureza.

Fonte: G1

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