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Ator vencedor do Oscar, Mark Rylance, condena a indústria de foie gras em vídeo

Foto: PETA
Foto: PETA

O premiado ator e diretor inglês Mark Rylance – que é frequentemente considerado pela crítica cinematográfica o maior ator do mundo – condenou de forma veemente a indústria do foie gras em um novo vídeo.

Mark Rylance – que atualmente é vegetariano e já disse que vai se esforçar para se tornar vegano – fez parceria com a ONG que atua em defesa dos direitos animais, PETA, para fazer o curta-metragem da campanha da entidade.

“Duplo sentido mórbido”

O vídeo é narrado com a voz de Mark, enquanto ele fala sobre a temporada festiva do final de ano e vão se sobrepondo imagens da indústria de foie gras, fornecidas pelo grupo belga de proteção animal GAIA.

A PETA diz: “Suas palavras assumem um duplo significado sinistro quando são justapostas a imagens de vídeo”.

O ator diz que as imagens destacam “os horrores da indústria de foie gras, em que patos e gansos são alimentados forçadamente com grandes quantidades de comida, fazendo com que seus fígados inchem até 10 vezes o tamanho natural, causando grande sofrimento e dor a esses animais”.

“Muita diversão no Natal”

“Nos divertimos muito no Natal. Sempre comemos bem e muito. Às vezes, até um pouco demais”, diz Sir Mark no vídeo, enquanto passam as imagens de animais sendo alimentados à força.

“Só mais uma mordida. Oh, vamos lá – é Natal. Depois, podemos tirar uma soneca para deixar nossa comida ser digerida e mais tarde comer um pouco mais de comida deliciosa. Oh, aqueles momentos em família, quentes e aconchegantes. Essas memórias trazem lágrimas aos nossos olhos”.

A produção de foie gras é proibida em vários países, incluindo República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Turquia, Austrália, India, Argentina e Reino Unido por ser considerada desumana. As informações são do Plant Based News.

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Destaques

Investigação apura morte brutal de bois e vacas em estacionamento indonésio

Fotos divulgadas pelo grupo de defesa animal Animals Australia mostram os animais amarrados no chão, sendo arrastados pelas pernas e rabo antes de serem assassinados a uma curta distância e à vista uns dos outros


 

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

Uma investigação foi iniciada após o surgimento de fotos de bois e vacas sendo mortos de forma cruel e desumana em um estacionamento na Indonésia.

Cerca de uma dúzia de bois e vacas foram fotografados sendo brutalmente mortos em um estacionamento debaixo de uma mesquita na cidade de Medan, no norte de Sumatra.

Entende-se que os animais foram mortos como parte do festival religioso de Eid al-Adha – um feriado islâmico que marcou o “Festival do Sacrifício”, como é conhecido – no mês passado.

As imagens chocantes mostram os animais sendo arrastados pelo chão pelas pernas antes de serem puxados pelas caudas.

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

Eles foram então assassinados a uma curta distância e à vista uns dos outros, de acordo com o Daily Mail.

Pelo menos quatro animais entre os mortos foram identificados como exportados do Território do Norte com base em marcas e entalhes, informou o The Guardian.

As fotos foram obtidas pelo grupo de defesa dos animais Animals Australia e encaminhadas à todos os exportadores relevantes na tentativa de identificar os animais.

Animais não são produtos para que sejam vendidos e comprados por seres humanos, porém é dessa forma que são tratados, como seres inferiores dos quais os homens podem dispor como bem entenderem.

Infelizmente mudar a crença de toda a sociedade leva tempo, é um passo grande que acontece gradualmente, por meio de conscientização e evidências científicas, porém ainda ocorrem flagrantes brutais de crueldade que corrompem o pouco conquistado em termos de melhoria em regulações para estes animais escravos da vontade humana.

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

A International Livestock Exports Austrália se identificou como empresa responsável por enviar os animais e suspendeu o contrato de fornecimento para matadouros indonésios.

O diretor do ILE, Mike Stanton, disse que os bois e vacas foram vendidos ilegalmente, por fora dos controles da empresa.

Ele disse que, assim que descobriram a irregularidade, suspenderam o fornecimento.

“Se você está exportando muitos bois e vacas, sempre há risco de problemas ao longo da linha”, disse ele ao The Guardian.

“Nós fazemos o nosso melhor”.

Foto: Animals Australia/Facebook
Foto: Animals Australia/Facebook

“Eu sei que muitas pessoas pensam que não, mas é muito difícil”.

A Animals Australia apresentou uma queixa no Departamento de Agricultura do país por uma violação do Sistema de Garantia da Cadeia de Suprimentos do Exportador (ESCAS, a sigla em inglês).

O ESCAS foi introduzido em 2011 depois que uma investigação descobriu que bois e vacas australianos estavam sendo morto desumanamente no exterior.

O Departamento de Agricultura iniciou uma investigação sobre a empresa de exportação de carga viva International Livestock Exports, depois de tomar conhecimento do incidente.

A investigação está em andamento.

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