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Casos de animais de estimação carentes de tratamento adequado são cada vez mais comuns

Desprezo aos direitos dos animais ainda é o maior desafio

Esta cachorrinha é exemplo de descaso dos tutores: problema na pele foi ocasionado por falta de sol, ventilação, limpeza, tosa e local adequado para descanso. “A lei precisa ser executada”, afirma Eloisa. (Foto: Reprodução/JC)

 

Sensibilizada com os constantes casos de animais maltratados que recebe em seu pet shop, na Cidade e Rio Claro (SP), a proprietária Maria Eloisa Escobedo de Lima procurou o Jornal Cidade para fazer um alerta: “Nosso Estado tem um Código de Proteção aos Animais que estabelece normas para a proteção, defesa e preservação de todos os bichos. Porém, o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza”, afirma a proprietária de pet shop.

Eloisa destaca que, em 11 anos de trabalho com animais, são cada vez mais constantes casos de bichos desprovidos de limpeza, tosa, movimentação, sol e local adequado para descanso. “Os tutores precisam ter consciência de que o animal depende inteiramente deles. Ou seja, ter um bicho de estimação significa vacinação, vermifugação, castração, passeios, limpeza do abrigo, brincadeiras, boa alimentação, hidratação e periódicas visitas ao veterinário. Não pode ser o simples ter por ter.”

Eloisa indica que, ao adotar um cão ou gato, os tutores devem reservar um valor para as emergências, como remédios e tratamentos. “Para não serem pegos de surpresa, vale a pena se organizar para eventuais problemas de saúde dos bichos de estimação e buscar ajuda de um veterinário a qualquer sinal de doença. Outra questão importante é a castração dos animais.”

A proprietária de pet shop acrescenta que, assim como não se pode bater em crianças, também não é permitido maltratar animais. “As pessoas devem saber que elas podem ser denunciadas e responder a processo. E quem tiver conhecimento de casos de maus-tratos deve ligar para a polícia”, diz.

Segundo Eloisa, a lei que protege os animais no Estado é extensa e abrange inclusive a questão dos bichos em circos. “Como qualquer outro animal, os cachorros são proibidos nos circos do Estado de São Paulo. Além disso, é vedado vender ou expor à venda animais em áreas públicas, como feiras, sem a devida licença de autoridade competente. A população deve boicotar esse tipo de atração”, recomenda a empresária.

 “Ter um bicho de estimação não é brincadeira. Envolve atenção e principalmente responsabilidade na guarda. Destacando que qualquer prática de maus-tratos ou crueldade contra animais é crime”, conclui Eloisa.

 Fonte: JC Rio Claro

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Cão akita é jogado de uma caminhonete pelo tutor em um terreno abandonado, em MG

Alejandra Arnaiz
alejandra.arnaiz@gmail.com

Na manhã de 14 de outubro uma caminhonete parou em frente a este lote vago no Bairro Alipio de Melo, em Belo Horizonte, MG, e simplesmente despejou este cão da raça akita macho, e foi embora.

O cão está o dia todo no mesmo lugar, como se aguardando o retorno de alguém para buscá-lo. Está aparentemente saudável, sem pulgas e carrapatos, apenas com o pelo um pouco embolado. A protetora que pediu ajuda conseguiu improvisar uma casinha para ele dormir e também pôs água e comida.

Onde ele está é um lote aberto e está fazendo muito frio. Ele não sabe andar nas ruas com movimento de carro. Possivelmente só ficava em casa ou lote fechado. Não apresentou nenhum sinal de agressividade quando tocado pela protetora.

Estamos precisando de um abrigo provisório pra ele, pois vamos pedir alguns exames antes de colocá-lo para adoção.

Se alguém quiser adotá-lo, nos responsabilizamos pelos exames e vacinação.

Percebemos que não se trata de um cão muito novo, o que nos deixa um pouco triste, pois ele serviu ao seu tutor sendo abandonado na velhice.

Protetora Giovana – 31 3471-1619 e 31 9671-8142
Av Engenheiros 707 – Alipio de Melo (Belo Horizonte/MG).

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Animais que ninguém vê

Não, eles não são invisíveis – embora algumas vezes pareçam, tão despercebidos passam no meio do cotidiano. E, definitivamente, eles estão ali.

Eu confesso que só comecei a perceber quando passei a enxergar o mundo com outros olhos. Então me dei conta de que muitas vezes estava sentada em cima deles. Ou, pior ainda, pisando neles.

De uma forma ou de outra estavam todos inseridos em minha rotina – e na de muitos ao meu redor. Quietos. Calados. Mudos. Mesmo sem dar seu consentimento, estão ali. Mas, com certeza, se estão ali, é com nosso consentimento – e omissão.

Houvesse uns óculos transformadores e veríamos as aberrações que fazemos com eles. Imagine uns óculos como os 3D – que trazem a realidade das telas para mais perto de nós – que revelassem a real natureza das coisas.

Logo de manhã, antes mesmo de sair de casa para trabalhar, veríamos bois e vacas espremidos no guarda-roupa em forma de sapatos, cintos, bolsas, casacos. As marcas da violência ainda evidentes no couro. Vendo a blusa de seda, notaríamos a larva ainda se contorcendo dentro do casulo. Alguns encontrariam pedaços mortos de coelhos, raposas, jacarés e toda a fauna usada para preencher o capricho humano, cuja imaginação, nessa área, parece ilimitada.

Estariam todos lá – olhar caído, dor estampada nos olhos, com a humildade que lhes é exigida para ser útil à humanidade. Sangue escorrendo pela face. Uma morte por uma boa causa, diz quem quer se livrar da própria consciência.

No nosso banho também os descobriríamos lá, quando saltassem, de dentro do vidro de xampu, unhas, pelos, cascos, pedaços de dentes, chifres e tecidos córneos de diversos animais. Uma cena digna de filme de terror, dessas que dão asco na tela. E passamos esses restos mortais transformados por químicas em nossa cabeça, pelo corpo, sobre toda a pele.

Há quem use até cera encontrada no espermacete do esperma de baleias e golfinhos. O ser humano tem gostos estranhos… O que dizer?

Como nos banhar com animais mortos não é suficiente para nossa compulsão doentia de mostrar quem manda no reino animal, nossa fome busca mais e queremos literalmente devorá-los. E abrindo a geladeira, os óculos reveladores nos mostrariam animais em pedaços, fragmentos de corpos agora inanimados.

As fatias de bacon, presunto e salame pulariam para o chão, saltitando e rememorando a época em que eram partes de porcos. Querem brincar e dançam com o cachorro da casa. Animais em comunhão.

A alcatra, a maminha, o colchão mole e o duro tentam em vão remontar o ser que outrora foram – não são mais. Ainda não desossado, o frango ousa bater asas e descobre, a duras penas, que não pode mais ciscar.

Animais em pedaços. Histórias interrompidas. Morte oculta em nosso cotidiano. Mas quem quer ver?

Sem os óculos reveladores a vida fica mais fácil. A geladeira só tem comida – nada de pedaços de cadáveres; os produtos de beleza revelam só beleza – e não a feiúra da morte que os compõem.

E então, sentado sobre o sofá de couro, é tranquilizador aninhar o cãozinho de estimação no colo tão bem cuidado, tão bem tratado, passar a mão em seu pelo macio e sentir como é bom viver em harmonia com os animais.

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Maioria dos animais sacrificados no CCZ de Manaus foi abandonada pelos próprios tutores

Animais sofrem com o desprezo e vivem em condições degradantes (Foto: Reprodução/D24am)

Dos 2.470 animais, entre cães e gatos, que foram condenados à morte no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) no primeiro semestre deste ano, em Manaus, 65% (1.621) foram entregues pelos próprios tutores que procuraram o centro para se desfazer do animal. Os dados são da diretora do CCZ, Simone Fernandes. Chegam ao CCZ, uma média de 25 animais por dia.

“Os tutorse tratam animais como mercadorias. As pessoas precisam se conscientizar sobre o que é a guarda responsável. Quando eles decidem se desfazer, levam o animal para o centro justificando que não possuem condições para tratar a doença sofrida pelo cão ou pelo gato, que vão morar em apartamento ou que vão viajar”, disse.

Simone contou ainda, que dos 1.296 animais entregues de forma espontânea, 80% são condenados à morte assim que chegaram e, entre os outros 20%, os que não foram adotados em poucos dias, acabaram sendo mortos porque ficaram doentes. “Eles acabam se contaminando no próprio CCZ ou adquirem estresse. Os números são alarmantes, assustam as pessoas, mas elas não se sensibilizam”, relatou.

Dos animais retirados das ruas, 1.468, o equivalente a 80%, também foram eutanasiados. “A retirada de animais das ruas diminui a probabilidade de acidentes de trânsito e agressões por mordidas, além de evitar a transmissão de doenças e a reprodução indiscriminada e indesejada de cães e gatos”, disse.

Fonte: D24am

Nota da Redação: A violência de que esses animais são vítimas percorre um longo caminho, começando com o abandono, a rejeição e o desprezo dos próprios tutores, que supostamente seriam os responsáveis por cuidar deles e ampará-los. Em seguida, esses cães e gatos vão desenvolvendo comportamentos depressivos ou agressivos em função das péssimas condições em que são obrigados a viver no CCZ, ao lado de outros companheiros vítimas da mesma crueldade e descaso. Não bastasse toda essa cadeia de sofrimento e tortura, os animais (muitos deles sadios) são então condenados à morte, sem ter cometido crime algum. A culpa da tristeza desses animais é dos tutores irresponsáveis capazes de rejeitá-los tanto quanto é do CCZ que não faz a sua parte, dando a esses animais o mínimo de dignidade para o que restou de suas existências. Realmente lamentável e deprimente que o nosso país ainda noticie esse tipo de atrocidade.

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Câmeras flagram abandono de animais em São José (SC)

O abandono e os maus-tratos de animais são crimes previstos em lei, mas isso não impede que pessoas abandonem animais  nas ruas. Em São José, cidade de Santa Catarina, depois de receber dezenas de cães e gatos abandonados, o proprietário de uma clínica veterinária resolveu instalar câmeras de monitoramento. A intenção era tentar inibir os casos de abandono, mas não houve sucesso.

Alguns tutores abandonam seus animais na porta da clínica veterinária (Imagem: Reprodução/Diário Catarinense)

Desde a implantação do equipamento, há seis meses, 18 cães e gatos foram deixados por seus tutores nas portas do estabelecimento. Na noite do último dia 24, as câmaras registraram uma mulher trazendo um cachorro doente. O animal foi abandonado no local e teve de ser sacrificado.

“A gente até tentou através da nossa medicação (salvar o animal), mas infelizmente o sofrimento dele era muito grande”, conta o veterinário Luiz Afonso.

Em outra imagem, também filmada durante a noite, duas mulheres deixam caixas em frente à clínica. Dentro havia sete gatos. Em outro flagrante, este filmado pela manhã, um homem sai do carro, pega uma caixa com nove filhotes de labrador e coloca no mesmo local.

Outra imagem mostra uma mulher com capacete entrando na clínica para perguntar se os funcionários aceitariam o filhote. Como a resposta foi negativa, ao sair, a mulher deixa o cachorro na frente da clínica. O animal ainda tenta seguir a mulher, mas ela vai embora. Segundo Afonso, são comuns os casos de animais abandonados que tentam seguir os tutores e acabam atropelados.

Câmera flagra momento em que um animal abandonado pela tutora tenta segui-la (Imagem: Reprodução/Diário Catarinense)

Os animais deixados na clínica são tratados e colocados para adoção. No entanto, o veterinário Patrício da Silva diz que o processo é desgastante para os animais.

“É bem difícil, é em torno de um mês, um mês e meio, com os animaizinhos sofrendo nas gaiolas”, explica Silva.

A Prefeitura de São José não tem estatísticas e nem programas voltados para os animais de rua. A Secretaria Municipal de Saúde informa que está elaborando um projeto para a instalação de um centro de zoonoses na cidade.

Enquanto o centro não fica pronto, o problema fica a cargo de voluntários que mantêm canis. Um exemplo é a ONG Animales, que cuida de 98 animais disponíveis para a adoção. Como todo o trabalho é voluntário, a ONG precisa de doações para se manter. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (48) 9933-6794.

Assista ao vídeo da reportagem, clicando aqui.

Fonte: Diário Catarinense

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Cãozinho rejeitado por família precisa de um lar amoroso, em SP

Nerah
nerahph@hotmail.com

A história do Bud é a seguinte: ele foi resgatado das ruas quase morto e acabou parando na Cobasi, em SP, para adoção. Um conhecido meu queria um cachorro para o filho, levei ele na Cobasi. Adotamos o Bud, pagamos uma taxa de R$ 50,00 só que lá ninguém disse nada sobre o problema de pele dele.

Resumo: hoje ele continua na casa dessa pessoa, e o filho dele odeia o cachorro porque ele “fede e tem sarna” – é o que o menino diz. O pai se arrependeu, ele já pediu várias vezes para eu tirar o cachorro de lá. O Bud não recebe o mínimo carinho, eles nem chegam perto dele, quando vou lá ele sorri para mim. Já levei ele no veterinário duas vezes, mas quando dou os medicamentos ele até melhora mas depois volta tudo de novo. É difícil pra mim porque não moro lá, o banho com shampoo para seborreia é a cada dois dias  e não dá para ir sempre lá.

O Bud com um pouco de carinho e tratamento tenho certeza que ele ficará bom.

Quero muito arrumar uma casa com alguém que não tenha “nojo” e desprezo por ele. Ele é muito meigo. Como já sofreu muito nas ruas, ele realmente quer ser amado, o problema é que ele tem desespero de lugar fechado e de gaiola, então ele começa a babar e fica desesperado.

Se vocês tiverem um lugar que ofereça um pouco de conforto e alguém que pelo menos passe a mão na cabecinha dele uma vez por dia, isso vai deixá-lo muito feliz.

Nas fotos, o pelo está comprido, é nas perninhas que fica pior, porque ele coça aí de fez em quando saem feridas.

Contato com:

Nerah
nerahph@hotmail.com

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Abandono de animais cresce nas férias

O abandono de cães e gatos durante o período de férias cresce cerca de 80% na região do Grande ABC paulista, de acordo com especialistas em defesa animal. Nos meses de janeiro e julho, cerca de 4 mil animais são deixados nas ruas da região, segundo levantamento da Aspapet (Associação Paulista de Pet Shops). Nos outros meses, esse número pode chegar a 2 mil, sendo 400 em cada cidade da região.

(Foto: Reprodução/Diário do Grande ABC)

De acordo com a presidente da entidade, Silvia Valente, um dos principais motivos para o abandono nessas épocas do ano são o comércio desenfreado de filhotes e as viagens de férias. “Muitas pessoas compram os animais em um momento de impulso e esquecem que o bicho vai crescer e que pode viver de 15 a 20 anos. Quando o período de folga se aproxima, é mais fácil descartar o animal do que procurar alguém para cuidar do bicho ou até mesmo pagar por um hotelzinho, cuja diária pode variar de R$ 18 a R$ 35.”

Silvia também destaca que muitas pessoas acabam contratando o serviço de pet shops só para abandonar o bicho. “”Só aqui no meu estabelecimento chego a doar 200 animais por mês. Muitos são deixados na minha porta e outros vêm para o banho e o tutor desaparece.” Na manhã de ontem mais uma matilha foi abandonada na porta do pet shop de Silvia, localizado na região central de Santo André. São duas fêmeas e dois machos – todos filhotes SRD (sem raça definida). “Na caixa onde os animais estavam tinha um bilhete, no qual o tutor dizia que não tinha condições de ficar com os cães”, conta.

No caso dos filhotes é mais fácil encontrar um novo tutor, ressalta Silvia, mas o mesmo não ocorre com os animais adultos. É o caso de Ronaldinho (mestiço de poodle) e Brenda (SRD), ambos de nove meses, que foram abandonados em meados de junho.

“A tutora me procurou e disse que iria viajar em julho e que não tinha como levá-los. Se eu não abrigasse os dois, eles seriam deixados nas proximidades da Represa Billings”, conta a presidente da Aspapet. Quem quiser informações sobre os animais pode entrar em contato com a Silvia pelo telefone (11) 2379-8180.

Para a fundadora da ONG Ajudanimal (Grupo de Ajuda e Amparo aos Animais do ABC), que tem sede em Ribeirão Pires, Cecília Bentini, antes de adotar um animal as pessoas devem fazer uma projeção de vida. “Muitos compram ou adotam sem pensar quais serão seus passos futuros. Por isso, quando vão sair de férias ou mudar de imóvel, acabam deixando o animal em último plano e esquecem de encontrar uma solução. O mais fácil é jogar fora”, ressalta.

Já a presidente da ONG Clube dos Vira-Latas, também de Ribeirão, Cida Lellis, destaca a importância de campanhas permanentes de conscientização sobre guarda responsável para erradicar o abandono. “Além disso, a castração dos animais é fundamental para impedir que a reprodução desenfreada continue ocorrendo e haja superpopulação de animais nas ruas.”

As prefeituras da região se preocupam com a questão e algumas já oferecem programas de castração gratuita. Em Santo André, os interessados devem comparecer ao GCZ (Gerência de Controle de Zoonoses) para realizar o cadastro de seu animal. Informações pelo telefone (11) 4990-5256.

São Bernardo também oferece o serviço. Desde fevereiro deste ano, já foram esterilizados 637 animais, segundo a prefeitura. O contato do CCZ (Centro de Controle de Zoonozes) é o (11) 4365-5316.

Outra cidade que oferecerá a castração gratuita em breve é São Caetano. Informações pelo telefone (11) 4231-3938.

Mais de 300 animais aguardam adoção em quatro CCZs

Atualmente, mais de 300 animais aguardam um novo lar nos CCZs (Centros de Controle de Zoonoses) da região. Depois da lei estadual nº 12.916, de 16 de abril de 2008, que proíbe a execução de animais saudáveis, a ação dos centros é mais restrita e são recolhidos apenas os animais doentes ou que se encontram em situação de risco.

Em Santo André, segundo dados da Prefeitura, são 55 cães adultos – sendo dez pit bulls, 33 filhotes, 17 gatos adultos e dois filhotes. Já São Caetano abriga atualmente 37 cães e 11 gatos.

São Bernardo cuida de 60 animais, Ribeirão Pires de 20, e Diadema de 61. As cidades de Mauá e Rio Grande da Serra também foram procuradas pelo Diário, mas não responderam até o fechamento desta edição.

Um dado é unânime em todos os CCZs do Grande ABC: os animais que são mais abandonados são os vira-latas (SRD) e os mais difíceis de serem adotados são os pit bulls. Mesmo assim, todos os centros realizam regularmente campanhas de doação nos centros.

Fonte: Diário do Grande ABC

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Cachorra velha e cega é adotada e abandonada na rua no mesmo dia

Sabrina Bravo
via Gazeta Online

Aqui no Auaufanato tínhamos uma poddle branca, já velhinha e cega de um olho. Ela foi adotada neste sábado (10), mas ficamos sabendo que a cachorra foi colocada na rua no mesmo dia. Estamos loucas atrás dela, pois por ser velhinha não terá muita chance de vida na rua.

foto da cadelinha cega abandonada
Foto: Arquivo pessoal (Sabrina Bravo)

Essa foto em que ela está atrás do portão é a MAIS RECENTE, as outras são de quando a resgatamos para o Auaufanato. Vejam como ela estava bem mais bonita e alegre.

A cachorrinha atende pelo nome de Nina. Foi solta em Coqueiral de Itaparica, em Vila Velha (ES), nas imediações da boate Lady Laura, da clínica veterinária Parada Animal e do posto Esso Tigre. Quem souber desse bichinho, por favor entre em contato com Sabrina por meio do telefone 8828 5530 ou com Simone por meio do telefone 8845 8532.

Nota da Redação: A equipe da ANDA entrou em contato com a ONG Auaufanato, e obteve por meio da voluntária Marcela a informação de que foi feito um boletim de ocorrência pelo abandono, e que voluntários protetores continuam à procura da cadela, que é idosa e muito querida por todos no abrigo. Nossa equipe permanecerá acompanhando o caso.

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AnimaNaturalis organiza protesto contra presença de toureiro em Festival de artes

Por Carol Keppler (da Redação)

Coincidindo com a projeção do filme Man on Wire e a posterior mesa redonda ‘Jugarse la vida con el arte’ (Arriscando a vida com arte), a AnimaNaturalis realizará, neste sábado, um ato de protesto contra o Festival que, organizado para artistas, terá a presença de um toureiro.

A associação informou hoje que não considera “que um toureiro leve a vida com arte, nem que seu objetivo seja a beleza”. “Afinal o que faz é tirar a vida de um animal e para isto põe em perigo sua própria vida”.

Por meio de um comunicado, a AnimaNaturalis questionou: “o que isto tem de arte se é um desprezo total pela vida, tanto alheia quanto própria, em um espetáculo em que sempre se derrama sangue?”. A associação considera que, desta maneira, o evento estará unindo arte à tauromaquia.

O protesto começará às 18 horas, em frente à Sala Gonzalo de Berceo, enquanto será exibido Man on Wire, ganhador do Oscar de melhor longa documental de 2009 – narrativa de uma das façanhas do equilibrista frances Philippe Petit, que em 1974 cruzou por um cabo os 60 metros que separavam as Torres Gêmeas do World Trade Center.

A exibição do longa no Festival ‘Actual’ é parte do programa ‘En la cuerda floja’ (Na corda bamba), que pretende ser um espaço de debate e exibição sobre quem ganha a vida colocando-a em risco (ou “jogando com ela”).

Depois do filme será realizada a mesa redonda ‘Jugarse la vida con el arte’, coordenada pelo curador do Festival, Jesús Rocandio. A mesa contará com a participação do agente do sádico torturador de touros José Tomás, Salvador Boix, do escalador Simón Elías, do fotógrafo Jean Louis Blondeau, do escritor Bernardo Sánchez e do assassino de touros Diego Urdiales. A presença do toureiro na mesa é o que faz com que a Animaturalis organize o protesto.

Fonte: 20 minutos.es

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