Histórias Felizes, Notícias

Gatinha que vivia em caixa de papelão descobre o que é ter um lar

Foto: Rebecca McGinn
Foto: Rebecca McGinn

Quando a família de Marcy foi despejada no verão passado, eles se mudaram e deixaram a gatinha para trás, abandonando-a no mundo para se defender sozinha e do lado de fora da antiga residência da família.

Ela encontrou abrigo em uma velha caixa de papelão no quintal de um vizinho e morou lá por vários meses, até que finalmente, alguém decidiu que não poderia mais deixá-la viver assim.

Foto: Rebecca McGinn
Foto: Rebecca McGinn

Rebecca McGinn estava visitando seu irmão para o aniversário de sua sobrinha quando ele contou a ela sobre um gato abandonado que morava em seu quintal. Ela saiu para ver se Marcy iria deixá-la chegar perto dela – e instantaneamente se apaixonou por ela.

Assim que viu Marcy, doente e sem lar, McGinn soube que ela a levaria para casa.

“Eu decidi adotá-la como ela estava, dentro de uma caixa de papelão encharcada, tremendo e tinha os olhos tão tristes”, McGinn disse ao The Dodo. “Assim que ela me viu, ela veio até mim em busca de carinho e foi tão doce e carinhosa.”

Foto: Rebecca McGinn
Foto: Rebecca McGinn

Marcy estava em péssimas condições quando McGinn a viu pela primeira vez, e depois de ser examinada por um veterinário, foi determinado que ela tinha problemas nos olhos, vermes, pneumonia, uma infecção no pulmão e problemas de pele que estavam fazendo com que seus pelos caíssem em punhados.

Todos sabiam que o caminho para a recuperação de Marcy seria longo, mas McGinn estava ansiosa para levá-la para casa e mostrar a ela como era ter um lugar agradável e acolhedor para se aconchegar com uma família que ama você.

Foto: Rebecca McGinn
Foto: Rebecca McGinn

“Ela se instalou imediatamente e se enrolou e dormiu por dias”, disse McGinn.

Depois de tudo o que passou, Marcy ficou tão feliz por finalmente ter lugares macios e fofinhos para se aconchegar, e agora está viciada em coisas aconchegantes.

Foto: Rebecca McGinn
Foto: Rebecca McGinn

“A coisa que ela mais ama é estar comigo e com meu parceiro, abraçados”, disse McGinn. “Ela é 100% obcecada com cobertores e pessoas. Ela adora estar escondida e coberta. Ela está em um cobertor macio 99% do tempo!

Sejam travesseiros, cobertores ou um de seus novos humanos, Marcy agora é especialista em encontrar lugares aconchegantes para dormir e não tem planos de parar comesse hábito tão cedo. O tempo na caixa de papelão, na chuva, sol, frio ou calor foi o suficiente para que ela aprendesse a valorizar o que tem agora.

Foto: Rebecca McGinn
Foto: Rebecca McGinn

Marcy esta absolutamente obcecada com sua nova vida, e se mostrou extremamente amorosa e confiante, mesmo depois de tudo que passou. Ela pode ter tido um passado difícil, mas agora que encontrou a melhor nova família possível, eles vão se certificar de que ela esteja sempre feliz e confortável pelo resto de seus dias.

Foto: Rebecca McGinn
Foto: Rebecca McGinn

“Ela tem a personalidade mais doce e amorosa”, disse McGinn. “Ela é super pegajosa e ama toda a atenção. Ela é tão calorosa e confiante com todo.

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Imagem de tubarão nadando no oceano
Notícias

Ameaçados pela ação humana, oceanos geram a maior parte do oxigênio respirado

Os oceanos são de extrema importância para a natureza e, também, para a humanidade. Isso porque eles são responsáveis pela maior parte do oxigênio respirado, além de absorverem grandes quantidades de emissões de dióxido de carbono e serem economicamente necessários para países que dependem, por exemplo, do turismo.

No último dia 8 de junho comemorou-se o “Dia Mundial dos Oceanos”, criado pela ONU durante a ECO-92 ou “Cúpula da Terra”, no Rio de Janeiro, em 1992. Apesar da data, segundo a editora da revista Ecotour News, Vininha F. Carvalho, ter como objetivo “promover uma reflexão sobre a importância do oceano para a Terra, celebrar a vida marítima e criar uma consciência sobre a proteção da vida nos oceanos”, os mares continuam sob a ameaçada promovida pela ação humana, que explora e destrói recursos naturais e contamina as águas com resíduos sólidos.

Foto: Pixabay

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, 19% do PIB vem de atividades que dependem dos oceanos, como petróleo, lazer e turismo. “Esses números também trazem um alerta voltado à proteção desse ambiente”, salienta Vininha ao portal Terra.

A ameaça que os oceanos sofrem é de extrema gravidade. Segundo um estudo apresentado durante a 46ª edição do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, até 2050 haverá mais plástico do que peixes nos mares. Até esse mesmo ano, 99% das aves marinhas também terão detritos plásticos no organismo, segundo outra pesquisa publicada em 2018 na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. Segundo pesquisadores, atualmente 90% desses animais já sofrem com a poluição do meio ambiente.

Diante da gravidade da situação, a ONU classificou o período entre 2021 e 2030 como a Década Internacional da Oceanografia para o Desenvolvimento Sustentável – a Década dos Oceanos. A classificação tem o objetivo de ampliar a cooperação internacional em pesquisa para promover a proteção dos oceanos e a gestão dos recursos naturais de zonas costeiras.

Pesquisadores alertam que oito milhões de toneladas de plástico estão sendo despejados no mar anualmente em todo mundo, o que representa um dano praticamente irreversível, já que o plástico demora cerca de 400 anos para se decompor.

O problema é tamanho que minúsculas partículas, de plástico e de outros tipos de lixo, podem estar escondidas nos oceanos. Elas são tão pequenas que não podem ser captadas por análises convencionais, mas são ingeridas por animais marinhos, o que pode coloca-los em risco.

Segundo uma lista dos maiores responsáveis pelo despejo de resíduos, feita por pesquisadores da Associação Educacional do Mar de Woods Hole, do Estado norte-americano de Massachussetts, as 20 nações que mais descartam lixo seriam responsáveis por 83% do plástico mal gerenciado que pode chegar aos mares.

O topo da lista é ocupado pela China, que produz mais de um milhão de toneladas de dejetos. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que isso tem relação com o tamanho da população do país e a dimensão de sua região costeira.

De acordo com os pesquisadores, a quantidade de dejetos lançados anualmente nos mares pode alcançar, até 2025, 17,5 milhões de toneladas, com 155 milhões de toneladas chegando aos oceanos até a data. Para o Banco Mundial, o patamar máximo de lixo produzido no mundo será atingido em 2100.

A falta de tratamento de lixo é responsável por aumentar à chegada do plástico aos oceanos, material que não pode ser retirado do fundo dos mares devido à profundidade média de 4,2 mil metros dos oceanos.

“A melhor forma é evitar que o plástico chegue aos oceanos, por isto a conscientização torna-se a melhor solução”, conclui Vininha.


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Homem em situação de rua que cuida de mais de 20 cães é “despejado” e aguarda doação de lote

José Ananias, de 59 anos, vive há 10 anos embaixo da ponte da avenida 24 de Outubro, no Setor Campinas, em Goiânia (GO). Com mais de 20 cães sob a sua tutela, ele aguarda a doação de um lote por parte da prefeitura após receber uma espécie de “ordem de despejo”.

Foto: Lis Lopes/G1

“Todos os cachorros abandonados de Goiânia são meus. Já perdi as contas de quantos cachorros eu cuido. Não peço dinheiro para os outros. Peço carne para os cachorros”, disse ao G1. “Há dez anos vivo aqui e passo todas as dificuldades que existem. Chuva, frio, falta de ração para os cachorros. Hoje tenho uma bicicleta, que arranjei tem uma semana, que serve como muleta”, completou. Para sobreviver, ele atua como catador de recicláveis.

A Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO), a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) e a Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh) buscam, com a ajuda de representantes da sociedade civil, uma solução para o caso de José Ananias desde que a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) emitiu uma notificação solicitando que o homem deixasse o espaço que ocupa embaixo da ponte.

Em fevereiro, durante uma reunião, o secretário de Planejamento de Goiânia, Henrique Alves, comprometeu-se a emitir um termo doando um lote no Jardim Petrópolis para que José pudesse construir uma casa para viver com seus cães.

Foto: Lis Lopes/G1

 

Comovido com a história, o engenheiro civil Paulo Henrique Gonçalves de Melo elaborou, de forma voluntária, um projeto de residência para José e os cachorros. O profissional aguarda a conclusão da doação do lote para iniciar a construção. Paulo irá ajudar com a mão de obra e todos os materiais necessários.

A Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh) afirmou ao G1, através de um e-mail, que José espera “se mudar daqui quatro meses para a casa que vão construir e ter uma vida melhor”. O caso é acompanhado também pela procuradora do estado e vizinha de José, Márcia Alves da Mota. Considerada uma mãe pelo homem em situação de rua, ela espera que o caso se solucione em breve.

“A nossa intenção é que seja construída uma unidade socioambiental na área com uma rede de doações para manter os animais com qualidade de vida, próximos à natureza”, disse. Segundo ela, separar José dos cachorros, conforme foi sugerido por alguns moradores do Setor Campinas, não é uma opção adequada. “A Defensoria Pública do Estado emitiu um laudo que concluiu que o José considera os animais como família dele. Não há como apartá-los”, explicou.

Foto: Lis Lopes/G1

Com base na história de José e seus cães, a procuradora se uniu à entidade Pão com Amor para realizar a campanha “Não aubandone jamais”. Com lançamento previsto para o próximo mês, a campanha tem o objetivo de conscientizar a sociedade sobre o abandono de animais na capital, mostrando que “ninguém é tão pobre que não consiga ajudar”.

Ao falar sobre a própria história, José é discreto. Ele conta que mora nas ruas há dez anos, que já trabalhou na roça e como montador de peças no interior, mas que depois veio viver na capital, onde teria ganhado, de boca, um lote para viver com a esposa. De acordo com relatos de amigos, José teria sido despejado após ficar viúvo e, desde então, vive em situação de rua.

“Tem muita gente que abandona cachorros aqui, na maioria das vezes doentes. Eu tenho até que cavar e enterrar, porque ninguém ajuda. E as pessoas sabem que eu não tenho coragem de abandonar os animais, aí continuam largando eles aqui”, concluiu o catador de recicláveis.

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Gata é despejada de loja onde vivia há seis anos

Foto: Ilustração | Pixabay

Stormy (que significa Tormenta em tradução literal), é uma linda gatinha preta de pelos longos que há seis anos encontrou abrigo em uma pequena lojinha chamada Fritz Creek General Store, na cidade de Homer, em uma região remota e esquecida do Alasca.

Lá ela encontrou um lar e seu próprio território. Por todo esse tempo ela viveu tranquilamente junto aos proprietários do local e aos turistas e pessoas que passavam por lá em busca de mantimentos, mas isso está prestes a mudar.

Agentes da Food Safety and Sanitation Program (Programa de Segurança Alimentar e Saneamento, em tradução literal) notificaram os proprietários da Fritz Creek sobre a presença da gatinha e exigiram que ela fosse despejada o quanto antes sob pena de multa, pois há leis especificas que proíbem animais em locais onde são comercializados alimentos.

A notícia caiu como uma bomba, principalmente após os proprietários da lojinha descobrirem que foram denunciados por um suposto cliente. Eles ficaram muito tristes, pois o único crime de Stormy é ser muito fofa e adorar se aninhar nas belas cadeiras de madeiras que ornam a Fritz Creek.

A gatinha era muito amada pelos clientes do local que tentaram se mobilizar para impedir o despejo. Um deles chegou a argumentar que a presença da felina ajudava a afastar roedores e tornava o local ainda mais higiênico.

Tudo foi em vão. Stormy terá que deixar a Fritz Creek e não poderá mais alegrar os turistas que vão até o local apenas para conhecê-la. No entanto, esta história não é de todo infeliz, os proprietários da lojinha a levarão para casa e agora ela terá um novo lar para desbravar e dominar.

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Abrigo despejado de imóvel no Rio de Janeiro pede socorro para animais

Despejados, na última sexta-feira, do imóvel onde funcionava a ONG Amor aos Animais das Comunidades, no Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, cerca de 60 animais, entre cães e gatos, estão vivendo, desde segunda-feira, em uma tenda na calçada da Rua Marquês de Abrantes 142. Muitos deles são filhotes. O projeto vive de doações.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

O responsável pela ONG, Joelson Torres, clama por um abrigo para os animais, mas que o local seja pela Zona Sul da cidade, que é onde acontece feira de adoção do abrigo.

“Nós já recebemos proposta de abrigos em outros municípios, mas são longe do Rio, e não temos carro para transportar todos os animais para lá e depois trazer pro Flamengo para ficarem na tenda de adoção. Eles precisam urgente de um local para dormir”, apela Joelson.

O projeto estava desde agosto do ano passado na Rua Farani 14, em Botafogo, na Zona Sul, mas, devido à superlotação de animais, os proprietários entraram na justiça e conseguiram o despejo da ONG na última sexta-feira.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

E a mudança não foi fácil. “Levamos os animais numa carroça. Gaiolas, remédios, colchões. Levar 60 animais para rua não foi fácil, alguns estavam doentes e em tratamentos”, contou a coordenadora do projeto, Anna Buccino.

Desde 2014, o projeto resgata cães e gatos abandonados em favelas como Morro do Alemão, na Zona Norte; Morro Azul, no Flamengo; e Cidade de Deus, na Zona Oeste. Ao todo, 1.507 animais já foram adotados através do projeto.

A voluntária do projeto, Carla Zacconi, destaca a importância da ONG. Segundo ela, a Amor aos Animais das Comunidades já ajudou a conseguir um lar não só para filhotes, mas também para animais adultos, deficientes, maltratados, entre outros casos.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

“Já vi um cachorro maltratado deixando a campanha em carro de luxo com motorista particular, rumo à casa com piscina. Vi também um labrador lindíssimo, abandonado na estação do Metrô Flamengo, agonizando com cinomose, ser cuidado pelo Joelson com ajuda de voluntários. E, mesmo com sequela da doença, ele foi adotado por uma dentista”, lembra Carla.

“Finais felizes como esses ajudam os voluntários a renovar sua fé no projeto, ajudando a superar muitos momentos de angústia, como o pequeno número de colaboradores, a falta de remédios e, agora, a falta de um teto para abrigar essa turminha alegre, inocente e carente”, ressalta a voluntária.

Quem quiser ajudar e saber mais sobre o projeto é só acessar a página da ONG no Facebook.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

Fonte: O Dia

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Morador de rua com 18 cães e 16 gatos é despejado de ponte em que mora há 10 anos

Um morador de rua, de 59 anos, recebeu uma ordem de “despejo” da Prefeitura de Goiânia, para que ele deixe, em até cinco dias, a ponte em que mora há 10 anos. José Antônio Ananias vive no lugar junto com 18 cães e 16 gatos que ele adotou ao longo dos anos. O homem afirma que não sai do local sem ter um lar para onde possa levar seus animais, que ele considera sua “família”.

“É a minha família. Minha família humana um pouco está no cemitério, o restante está espalhado pelo Brasil. Minha família aqui são meus gatos, minhas, capivaras, meus peixes, meus cachorros. Eu vivo de doação, catando latinha”.

“Se não arrumar um lugar para mim que não caiba meus animais, eu não vou”, disse Ananias.

A ponte em que Ananias mora fica na Avenida 24 de outubro, sobre o Córrego Cascavel, no Setor Campinas, e é às margens do afluente que mora Ananias. Ele improvisou uma morada com colchões, pedaços de madeira, um varal onde ele estende suas roupas após lavar no rio e várias caixas de papelão, onde moram seus animais.

Ele conta que notou, há alguns meses, que percebeu que um buraco começou a se formar em uma das colunas de sustentação da ponte. A partir disto, resolveu montar uma “casa provisória”, junto com os animais, debaixo de uma árvore no Parque Campininha das Flores, ao lado da ponte.

De acordo com a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), o órgão foi acionado por moradores da região que reclamaram de poluição do local, que teria sido constatado pela agência. Os vizinhos disseram também que o animal do morador estaria avançando nas pessoas.

O médico veterinário Cesmar, que atende de forma voluntária todos os 34 animais de Ananias, afirma que todos os animais estão saudáveis e a maioria deles estão castrados. Disse ainda que alguns estão em tratamento para combater doenças, mas nenhum deles oferece risco à comunidade.

“Hoje, se você puder olhar, mediante as condições em que o senhor Ananias, vive, que ele tem, a saúde dos animais em geral está boa. Eles estão todos em tratamento, boa parte já foi castrada. A gente espera o fim deste tratamento para poder castrar os que ainda não foram. Fazemos tudo de graça com ajuda de parceiros para garantir qualidade de vida para estes animais”, disse o médico.

José Antônio Ananias mora há 10 anos debaixo de ponte com cachorros e gatos, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O que diz o poder público?

A ordem para que o homem deixe o local, conforme informou a Amma, foi expedida depois que a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) teria oferecido um abrigo para ele, mas o mesmo não teria, segundo o órgão, aceito. A partir de então, a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Goiás (OAB-GO) passou a acompanhar o caso.

“Em acordo, ontem, a gente conseguiu este prazo, de 5 dias, que se esgota segunda-feira. Se não encontrarmos um local para que ele seja encaminhado com seus animais, nós podemos presenciar uma situação aqui de desastre, então, enquanto Comissão de Direitos Humanos, nós estamos acompanhando, estamos fazendo tratativas com a Defensoria Pública para ver qual encaminhamento que pode ser dado, de forma que o estado possa garantir os direitos a este senhor que é totalmente carente”, disse a advogada Natasha Gomes Moreira Abreu.

Em nota à TV Anhanguera, a Semas informou que, conforme relatado, já ofereceu ajuda a José Antônio para levá-lo a um dos abrigos da Prefeitura de Goiânia, mas ele teria rejeitado. “Vale lembrar que as equipes de abordagem social não podem obrigar a pessoa em situação de rua a aceitar qualquer encaminhamento”, diz a posicionamento.

Em relação ao problema na ponte que o morador de rua relatou, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra) informou que monitora diariamente as pontes da capital, incluindo citada. Disse que a estrutura da 24 de Outubro não representa nenhum risco para as pessoas que circulam pelo o local.

Ponte onde o José Antônio Ananias mora, no Setor Campinas, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Fonte: G1

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Você é o Repórter

Trinta cães despejados de sítio em São Bernardo do Campo (SP) precisam de resgate

Christina Myoen
christinamyoen@hotmail.com

cão ferido em sítio de sp
Foto: Divulgação

Cerca de trinca cães estão sendo despejados e ameaçados de morte em um sítio em São Bernardo do Campo, São Paulo. Alguns estão machucados e precisam de um lar temporário ou definitivo.

Os interessados em adota-los ou ajudar na retirada desses cães do local devem entrar em contato com a Christina Myoen através do e-mail: christinamyoen@hotmail.com.

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Mulher oferece ajuda à vizinha após cão ser ameaçado de despejo

Foto: Arquivo Pessoal

O período de adaptação de um cachorro numa casa nova nem sempre é fácil. Além da tarefa de organizar a casa para receber o animal, ainda há outras questões envolvidas, como lidar com o medo inicial dele, com latidos em excesso e até mesmo com a compreensão dos vizinhos.

A atriz e produtora cultural Isabele Marinho, de 25 anos, sabe bem o que é passar por isso. Moradora do Tijuca, no Rio de Janeiro, a atriz recebeu um abaixo-assinado dos vizinhos do prédio onde mora pedindo o despejo da cadelinha que ela havia adotado há menos de um mês.

A pequena Prada foi adotada no começo de janeiro, numa feira de adoção na Praça Afonso Pena. “Ela era o filhote que tinha sobrado de todos os outros da ninhada dela, então sempre que saímos para trabalhar ela chora. Acho que é um pouco de medo de ser abandonada”, diz ao Catraca Livre.

A atriz ficou sabendo do abaixo-assinado de despejo há poucos dias, e acredita que a ideia é de uma vizinha que “nunca foi paciente”.

Em meio à incompreensão dos moradores do prédio, veio uma surpresa. “Um dia, quando cheguei em casa, tinha um papel grudado com durex na minha porta. Eu achei logo que fosse a vizinha ‘encrenqueira’ me fazendo uma carta”.

Na verdade, o bilhete era de sua vizinha de porta, a Fernanda, oferecendo ajuda para cuidar da cadelinha quando a tutora não estivesse em casa.

“Soube que estão fazendo um abaixo-assinado reclamando do seu cachorrinho e fiquei profundamente indignada. Filhotes realmente choram no início e é muita intolerância pedirem que você se desfaça dele. Uma alternativa que encontrei é oferecer a minha casa para que ele fique nos dias que você for passar muito tempo fora”, diz o texto.

A carta foi compartilhada no Facebook de Isabele e soma, até o momento, mais de 20 mil curtidas.

“Não estou aqui pra falar da maldade das pessoas, e sim do porquê de eu sempre preferir acreditar nas melhores intenções de cada um. É por culpa das ‘Fernandas’ da vida que eu não desisto”, escreveu a atriz.

Confira a publicação abaixo:

Fonte: Catraca Livre

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Desempregado e com ação de despejo, soldador tenta cuidar de 70 gatos em Santa Cruz das Palmeiras (SP)

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Desempregado e prestes a ser despejado devido ao atraso no aluguel, Francisco de Assis Pereira Silva pede ajuda para cuidar dos cerca de 70 gatos que mantém em Santa Cruz das Palmeiras (SP). Os animais foram recolhidos em situação de rua pelo soldador de 56 anos que já morou em algumas cidades da região.

A ONG São Francisco de Assis, que atua em Santa Cruz das Palmeiras, informou que não possui gatil, apenas um canil que já está com a lotação máxima: 130 cães. Os gatos que chegaram ao local estão na casa da presidente da ONG, Ivânia Cristina Luchetta. Segundo ela, já são 38. “Não teria como abrigar mais 70”, disse.

A prefeitura também afirmou que não mantém nenhum gatil e disse que não há registro de pedido de assistência.

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Amor pelos animais
Francisco contou que há anos cuida dos animais abandonados que ele encontra em situação de rua. Em 2013, quando morava em Araraquara, foi chamado para trabalhar na Petrobras, em Macaé (SP), e junto levou cerca de 50 gatos. Lá, chegou a ter 120, mas alguns morreram e outros foram doados. Dois anos depois, retornou para Santa Cruz das Palmeiras com 86.

O soldador disse que perdeu o emprego em setembro de 2015 por conta dos escândalos envolvendo a Petrobras. Ele decidiu voltar para o interior de São Paulo porque a mulher, com quem conviveu há 11 anos, sentia saudades da família.

Segundo Francisco, a situação piorou quando recebeu a última parcela do seguro-desemprego. A companheira foi embora de casa e o deixou com os gatos. Ele até arrumou um emprego na cidade vizinha de Porto Ferreira (a 35 km), mas não teve como se mudar para lá e abandonar os animais.

Depois, conseguiu um bico em Santa Cruz mesmo, mas o serviço temporário durou dois meses. Agora, gostaria de se mudar para uma cidade maior, como São Carlos, onde acredita que teria mais opções de trabalho.

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Sem dinheiro
Francisco mora no Centro em uma casa de fundos com quatro cômodos. Paga R$ 400 de aluguel, que já está atrasado há três meses. Sem dinheiro, ele disse que já recebeu a notificação da ação de despejo. Os familiares moram em Fortaleza e, de acordo com ele, não têm condições de ajudá-lo.

O soldador disse que atualmente conta com a ajuda de amigos para se manter e para garantir a alimentação e saúde dos gatos. “Sinceramente nunca tinha passado por essa situação, tem noite que não consigo dormir. A gente não pede para passar por isso, me apego a Deus”, contou.

No espaço
A presidente da ONG São Francisco de Assis disse que sugeriu a Francisco procurar um sítio para acomodar os 70 gatos porque a ONG não tem como receber os animais.

“Até conversei com amigos, mas o problema é que ele não abre mão, tem muito amor pelos animais. Duas voluntárias foram até a casa dele e relatam que os gatos são bonitos e bem tratados, só que o espaço onde vivem na área urbana é inviável”, contou.

Ivânia afirmou que a situação do soldador é delicada. “Ele precisaria de um espaço para ser realocado, para viver dignidade. Os animais então nem se fala. Ele está lutando para manter esses gatos, mas quando for despejado vai ter que entender que parte desses bichos a gente vai ter que doar. Sabemos que vai ser difícil”, disse.

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Fonte: G1

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Cães e gatos disponíveis para adoção correm risco de despejo em Belo Horizonte (MG)

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Mais de 100 cães e gatos correm o risco de serem “despejados” de um albergue voluntário na Pampulha, em Belo Horizonte, que está fechando as portas por não ter condições de pagar as despesas. “Devido à dificuldade financeira para manter o imóvel onde são albergados temporariamente cães e gatos resgatados da situação de maus-tratos e abandono, estamos fazendo uma campanha desesperada para encontrar adotantes para os animais e fechar o espaço”, disse o ativista Franklin Oliveira.

Quase metade dos apoiadores que contribuíam para a manutenção do local, com ração e outras despesas, deixaram de ajudar, segundo ele. “Muitos voluntários ficaram desempregados e outros tiveram de assumir sozinho a manutenção de suas casas, pois seus companheiros ou outros familiares também ficaram desempregados”, completa.

O imóvel alugado tem 1,1 mil metros quadrados, onde vivem cães e gatos sem raças definidas e que esperam adoção. “O consumo diário de ração chega a 35 quilos. Todos os animais estão castrados, vacinados e vermifugados. Alguns, resgatados recentemente, estão em tratamento veterinário”, disse o ativista.

Do total de animais, 20 são cães resgatados pelos bombeiros no mês passado na casa de um idoso encontrado morto no Bairro Concórdia, Região Nordeste da capital. “Eles foram vacinados, vermifugados e castrados. Agora, estão sendo socializados”, disse Franklin.

Os animais estarão disponíveis para adoção em uma feira neste sábado, das 9h às 12h, durante rua de lazer na Avenida Brasil, 460, no Bairro Funcionários, Região Centro-Sul da capital. Para adotar um cão ou gato, o interessado deve ser maior, passar por uma entrevista e assinar um Termo de Compromisso de Ação. A pessoa contribui com R$ 40 para ajudar nos custeios de vacina do animal.

Fonte: Em

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Cães que vivam embaixo de viaduto em Mauá (SP) são levados para CCZ

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A Prefeitura de Mauá removeu 27 dos 54 cachorros de área localizada embaixo do Viaduto Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, na Avenida Papa João XXIII, na Vila Noêmia. Os animais, que estavam sendo tratados pela ONG (Organização Não Governamental) Lar Anjos de Patas, foram encaminhados para o Departamento de Controle de Zoonoses do município sob alegação de que permaneciam em condições sanitárias inadequadas no local.

Os animais ficaram sem lar desde que a ONG foi despejada de imóvel na Vila Itapeva após não conseguir arcar com o aluguel mensal. Na visão da advogada e integrante do conselho consultivo da entidade, Roseni Senhora Del Mondes, 41 anos, a ação da Prefeitura foi “desnecessária”. “Eles chegaram do nada, sem aviso, transportaram os cães de forma inadequada e para local improvisado com condições parecidas com às da área embaixo do viaduto. A área não é totalmente coberta e, quando chove, molha tudo”, destaca.

Já a administração do prefeito Donisete Braga (PT) esclarece que os cachorros serão devolvidos posteriormente, assim que os representantes da ONG colocarem a documentação da entidade em ordem. Por isso, os cães não podem ser disponibilizados para adoção nas atividades promovidas pela Prefeitura da mesma forma que os animais do canil.

Enquanto isso, ONG e Prefeitura negociam nova área disponível para a instalação dos cães. A administração ofereceu espaço no bairro Sertãozinho para abrigar os animais, mas o local foi negado. Conforme Roseni, o terreno, que seria emprestado por apenas seis meses, é aberto e não oferece a estrutura necessária.

Para que os animais fossem recebidos no Departamento de Controle de Zoonoses, o espaço público precisou passar por ampliação, tendo em vista que estava com sua capacidade esgotada. Os animais do canil municipal estão castrados e disponíveis para interessados em adoção, mediante preenchimento de formulário que incentiva a guarda responsável. A próxima campanha vai ocorrer no dia 5 de junho, das 9h às 12h, na Rua Oscarito esquina com Rua Forte de São Gonçalo, no Jardim Sonia Maria.

Fonte: Diário do ABC

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Você é o Repórter

ONG é despejada e animais continuam embaixo de viaduto em Mauá (SP)

Ana
anamechetti@gmail.com

A área localizada embaixo do Viaduto Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, na Avenida Papa João XXIII, na Vila Noêmia, em Mauá, se tornou lar para 54 cachorros. Os animais, disponíveis para adoção, são tratados pela ONG (Organização Não Governamental) Lar Anjos de Patas, que foi despejada do imóvel na Vila Itapeva, após não conseguir arcar com o aluguel mensal.

Os animais ainda continuam no viaduto e precisam de doações de rações, potes para água, casinhas e cobertores, Todos os cães estão para adoração, a espera de um lar feliz e seguro, muitos são de porte pequeno e médio.

Se você está interessado em ajudar entre em contato.

viaduto

Telefones para contato:
99816-5897 Tim Roseni
99820-1288 vivo Denise

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