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Cão espera todos os dias do lado de fora de sala de aula pelo seu amigo professor que morreu

Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução
Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução

Um cão fiel esteve esperando do lado de fora de uma sala de aula todos os dias por seu amado amigo humano que morreu recentemente.

Um vídeo comovente mostra o cão sentado na frente a uma sala de aula de uma universidade, esperando para ser recebido pelo professor Carmelito Marcelo.

O amigo de quatro patas arranha a porta na esperança de que Carmelito venha abri-la, mas infelizmente isso jamais vai acontecer de novo.

Carmelito, de 58 anos, se tornou amigo do cão em situação de rua, Buboy, há mais de dois anos, enquanto lecionava no Mabalacat City College, em Pampanga, nas Filipinas.

Tornou-se uma rotina para Buboy ir à sala de aula do professor para comer de manhã e voltar na hora do almoço para um lanchinho e petiscos.

Buboy ficava em volta do campus e vigiava os prédios à noite.

Infelizmente, Carmelito parou de ir à escola lecionar quando sofreu um derrame no início deste mês e faleceu no sábado último, 18 de maio.

Nas últimas duas semanas, o cão leal vem até a sala de aula todas as manhãs, esperando para cumprimentar o professor.

Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução
Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução

A atitude de Buboy tocou o coração dos alunos de Carmelito e eles decidiram levar o cachorro para a igreja onde o corpo do professor esta sendo mantido.

Em um ponto durante a reunião, Buboy se inclinou na beira do caixão aberto de Carmelito e choramingou com ganidos baixos e doloridos enquanto olhava para o corpo do professor.

Buboy então chegou ao chão e se colocou na frente do caixão, deitando.

O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução
O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução

O estudante Mark Christian Arceo, que tirou as fotos e fez o vídeo do momento, postou o conteúdo nas redes sociais e escreveu: “‘Um cachorro é a única coisa na terra que mais te ama do que ele ama a si mesmo’ – Josh Billings”.

“É difícil e triste ver o cachorro esperando por seu amigo. Ele não sabe que seu companheiro especial foi embora e não vai retornar”.

Foto: Metro UK/Reprodução
Foto: Metro UK/Reprodução

“Todo mundo se uniu para ajudar com a alimentação de Buboy. A equipe, alunos e professores estão fornecendo comida para ele”.

Os funcionários da faculdade Mabalacat City College disseram que agora planejam ajudar a conseguir um novo lar para Buboy.

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Você é o Repórter

Cão que vive se arrastando precisa de uma cadeira de rodas para se locomover, em SP

Janaina F. Torres
janaina_torres2011@hotmail.com

Foto: Divulgação

Hoje conheci um homem que tem um cachorro que teve derrame em dezembro e até hoje o cahorro não anda mais. Às vezes se arrasta pelo chão.

Está todo machucado! O senhor não tem condiçoes de comprar uma cadeira de rodas, pois ele tem 11 cachorros.

Quem tem alguma para doar? Dá dó do cachorro!


Contato :  janaina_torres2011@hotmail.com / (011)8665-5181

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Notícias

Maré negra ameaça ‘creche animal’ da América do Norte

A mancha de petróleo que ameaça chegar ao sul dos Estados Unidos põe em risco a existência dos pântanos que os especialistas consideram uma espécie de “creche animal”, numa época do ano na qual nascem aves, tartarugas e mamíferos.

A primavera é, para a fauna, o período no qual nascem os animais. Com as tartarugas marinhas, isso se traduz na migração e depois na postura de ovos. É também o momento em que as aves fazem seus ninhos. Para os animais, os pântanos da Louisiana, do Mississipi e do Alabama constituem um santuário.

“Os golfinhos estão particularmente ameaçados porque não têm nenhuma pele para protegê-los do petróleo. O óleo penetra em seus olhos, sua pele e nas demais mucosas”. explica Mandy Tumlin, bióloga do Departamento de Fauna do estado da Louisiana.

Seu colega, o ornitologista Michael Carloss, reafirma: “As aves aproveitam a primavera para migrar. Neste momento, os pelicanos pardos fazem ninhos e seus ovos não devem demorar a eclodir”. Sua população é estimada em 30 mil na Louisiana.

Se invadir os pântanos, o petróleo entrará na cadeia alimentar de toda a região. O “bayou” (grande região úmida do sul da Louisiana) é repleto de peixes e crustáceos, alimento para as aves, jacarés e guaxinins. “Os peixes ficariam manchados. Quando os pelicanos e outras aves comessem esses peixes, se contaminariam, e depois seus filhotes”, explicou Carloss.

Quando ingerido, o petróleo provoca inflamações e lesões internas com consequências muitas vezes fatais, lembrou Mandy Tumlin.

A isto se soma o estresse provocado pela camada de petróleo. “Um pássaro preso no meio tentará com todas as suas forças se soltar. Se não conseguir, estará completamente desorientado. E depois estarão os filhotes que, se seus pais morrem, ficam sozinhos no ninho sem nada para comer”, acrescentou Michael Carlos.

Com informações da AFP/Terra

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Você é o Repórter

Cão sofreu AVC, tutora precisa de informações

Bernadete de Lourdes Silva
silva.bernadete@terra.com.br
Por favor me ajudem. Meu cachorro teve um AVC. Somente percebemos porque seu olho esquerdo ficou caído e com a pupila dilatada como se tivesse sido picado por um inseto. Levamos ao veterinário e o diagnóstico nos assustou. Ele tem aproximadamente oito anos (foi adotado após ter sido abandonado na praia, então não sabemos a idade ao certo). Nós o adotamos em 2003. Peço informações sobre o assunto, principalmente relatos de experiências semelhantes. Também gostaria de saber se tem acupunturista para animais em São Sebastião (SP) ou perto daqui. obrigada

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