Stella McCartney
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“A vida animal é tão depreciada no mundo em que vivemos”, diz Stella McCartney

De acordo com a Clearly Veg, durante a entrevista, McCartney afirmou que possuir um negócio bem sucedido é a melhor maneira de provar a importância das empresas éticas.

Stella McCartney
Foto: Veggie Boards

“Posso falar sobre o que acredito e fornecer razões válidas para não matar bilhões de animais por ano em nome da moda, conversar sobre o consumo de água e ineficiência e quão ridículo e antiquado o sistema é. Porém, se não tenho um negócio saudável para me sustentar, então só posso ter esse diálogo por um determinado período de tempo”, declarou.

McCartney ressalta que a nova geração possui uma “abordagem mais consciente do consumismo” e que ela ainda está “abismada com essa mentalidade antiquada de que couro é sinônimo de luxo”, já que, para ela, a moda significa mudança.

“Todos nós queremos ter ambições, mas a vida animal é tão depreciada no mundo em que vivemos. Um pedaço de nylon orgânico reciclado a partir de garrafas de plástico encontradas no meio do oceano é provavelmente o dobro do preço de um animal morto e isso é impressionante”, adicionou.

McCartney não utiliza couro, pele ou PVC e relata que agora existem pessoas que querem trabalhar com sua marca devido aos valores de sua empresa, o que a deixa bastante orgulhosa.

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Sem censura. Com respeito.

A palavra tem força. Uma palavra na novela das nove na rede Globo tem muita força. Hoje elas são escritas com uma série de cuidados para que se tornem (odeio essa expressão) “politicamente corretas”. Toda novela tem hoje sua “campanha”, seja contra preconceitos, seja a favor de campanhas públicas.

Eu já tinha comentado aqui há muito tempo, e sou obrigado a repetir: essa “correção política” ainda não chegou aos (outros) animais. Apesar de todas suas qualidades, Passione abusou do direito de usar animais como referência de coisas ruins entre os humanos.

“Sua cadela!”. “Vaca!”. Fred, o vilão, era “o cachorro”. Clara, a vilã era “a piranha”. Quando os personagens não sabiam mais como ofender seus desafetos, partiam para a generalização: “Você é pior que um canalha, você é um… um… animal!”.

A atual Coração Insensato tem briga que não acaba mais. Também tem qualidades, mas é alta a possibilidade de que os personagens acabem se “ofendendo” de “galinha” ou “cavalo” com tanto barraco armado.

Não acredito em nenhum tipo de censura para esses casos. Acredito em opinião pública. Precisamos de uma ação como a realizada pela PETA nos EUA. Seria ótimo ter uma entidade que premiasse quem respeita animais na mídia e que fizesse campanhas educativas junto a quem trabalha em TV, rádio, cinema, internet, games, teatro etc.

Os (outros) animais, como você sabe, não fazem lobby, não escrevem e-mails nem participam do Facebook.

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