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Tubarão branco encalhado em praia é chutado por abusadores que tiram selfies com o animal

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um grande tubarão branco encontrado morto em uma praia teria sido chutado por um grupo de homens que ainda tiraram selfies com o animal moribundo.

Imagens capturadas na praia de Orewa, em Auckland, na Nova Zelândia, mostraram um salva-vidas e banhistas tentando arrastar o tubarão de volta para águas mais profundas, apenas para descobrir que ele estava morto.

Testemunhas na praia disseram que um grupo de homens foi visto chutando o tubarão na mandíbula e rindo enquanto o animal jazia ferido na areia sem ajudá-lo, informou o site de notícias neozelandês Stuff.

Os banhistas horrorizados tentaram intervir e impedir a brutalidade do grupo, mas os homens se tornaram “excepcionalmente intimidadores”, informou a publicação.

“A polícia e o Departamento de Conservação chegaram ao local enquanto outros banhistas tentavam puxar o tubarão de volta à água”, disse a testemunha.

“O grupo de homens deu detalhes falsos à polícia e se juntou ao grupo maior de pessoas que cercavam o animal”.

Um porta-voz da polícia confirmou que eles haviam recebido relatos de que o animal havia sido arrastado para a praia e chutado repetidamente.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Os salva-vidas então tentaram arrastar o tubarão de volta para águas mais profundas, na esperança de salvá-lo, mas notaram que o animal não estava se movendo.

Pouco depois, o tubarão foi levado de volta à praia e confirmado como morto.

Acredita-se que o tubarão branco ficou preso em uma rede de emalhar usada para capturar peixes.

Os grandes tubarões brancos estão protegidos nas águas da Nova Zelândia sob uma legislação que aplica uma multa máxima de 250 mil dólares e seis meses de prisão para quem mata o representante da vida marinha. As informações são do Daily Mail.

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Mais de 200 pássaros são encontrados mortos em estrada na ilha de Angsley no País de Gales

Foto: Departamento de Investigação de Crimes Rurais do Note do País de Gales
Foto: Departamento de Investigação de Crimes Rurais do Norte do País de Gales

A polícia está investigando a descoberta de uma ocorrência “incomum” de várias centenas de estorninhos mortos em uma estrada na ilha de Anglesey.

Um total de 225 pássaros foram encontrados perto de Llyn Llywenan, em Bodedern, na tarde de terça-feira (10), com diversos deles sobre uma cerca viva na beira da estrada, mas nenhum nos campos próximos.

A polícia afirma que as mortes são um mistério e convocou especialistas da Agência de Sanitária Animal e Vegetal do governo para examinar as aves.

Em um post na página do Twitter da equipe de crimes rurais da polícia de North Wales, o policial Dewi Evans disse: “Muitos de vocês já viram nas mídias sociais um vídeo mostrando um incidente em Anglesey, onde numerosos estorninhos foram mortos, muitos pássaros”.

“Nós não sabemos como isso aconteceu. Existem aproximadamente 225 estorninhos mortos na própria estrada e muitos outros ao longo da cerca de ambos os lados da estrada”, disse o oficial.

“Não encontramos nenhum estorninho nos campos de ambos os lados, o que é muito estranho. Agora temos agentes da Agência de Sanitária Animal e Vegetal que levarão alguns desses pássaros com o objetivo de examiná-los, procurar veneno, por exemplo, ou procurar qualquer outra coisa que possa ter matado esses animais”.

Foto: Departamento de Investigação de Crimes Rurais do Note do País de Gales
Foto: Departamento de Investigação de Crimes Rurais do Norte do País de Gales

Posteriormente, eles acrescentaram que acreditam ter descoberto o que aconteceu, mas não divulgaram, mantendo as pessoas com nervos à flor da pele.

A equipe de investigação do Departamento de Crimes Rurais disse no Twitter: “Obrigado a todos que nos contataram com possíveis razões para os estorninhos morrerem. Acreditamos já ter descoberto o motivo, mas estamos aguardando os resultados da toxicologia e post mortem antes de divulgá-los”.

A polícia está pedindo informações sobre o incidente que, segundo dizem, aconteceu em torno das 15h40 na terça-feira (10).

Um porta-voz da Agência de Saúde Animal e Vegetal disse: “Recebemos relatos de um grande número de estorninhos mortos na terça-feira à noite e estamos investigando possíveis causas”. As informações são do METRO UK.

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Governo Trump aprova importação de troféu de caça de leão da Tanzânia

A descoberta foi divulgada pelo Centro de Diversidade Biológica que teve acesso a documentos que mostram que o caçador Carl Atkinson teve sua solicitação autorizada, com base no argumento de que a caça ao troféu ajuda na conservação das espécies


 

Caçador Scott van Zyl com leão morto | Foto: Wildwatch.org
Caçador Scott van Zyl com leão morto | Foto: Wildwatch.org

O governo dos Estados Unidos aprovou a importação de um troféu de leão da Tanzânia, que nada mais é que o corpo (ou partes dele, como garras e cabeça) embalsamado do animal morto em uma caçada naquele país. Este é o primeiro caso desde que os leões passaram a ser protegidos pela Lei de Espécies Ameaçadas em janeiro de 2016, segundo um grupo conservacionista.

Documentos obtidos pelo Centro de Diversidade Biológica por meio de uma solicitação com base no Ato de Liberdade de Informação e compartilhados com a CNN na quinta-feira mostram que o caçador, Carl Atkinson, foi representado pelo advogado John Jackson III, membro do Conselho Internacional de Conservação da Vida Selvagem do Departamento do Interior, em um controverso painel convocado para deliberar sobre como a caça aos troféus ajuda a conservação.

O grupo também diz que as descobertas nos documentos sugerem que o governo Trump está se preparando para aprovar a importação de outras espécies – como elefantes – da Tanzânia. Segundo os documentos, o troféu, que teve sua importação aprovada nos EUA entre 11 de julho e 8 de agosto, não pode ser vendido dentro do país.

Jackson disse à CNN que Atkinson queria trazer de volta o troféu, porque é fundamental que os caçadores “comemorem a experiência”. É “antiético desperdiçar qualquer parte da caçada” ou “deixar para trás qualquer parte”, disse ele. Jackson disse ainda que seu cliente pagou 100 mil dólares pelo safari de 21 dias. Os documentos mostram que Atkinson enviou sua solicitação inicialmente em novembro de 2016 para a importação de um troféu de caça esportiva entre 11 de julho e 8 de agosto deste ano.

O governo Trump já havia sinalizado uma abertura para permitir algumas importações de troféus de caça analisadas “caso a caso”, decidindo uma questão que dividiu o presidente Donald Trump e seu Departamento do Interior em 2017. A decisão de permitir algumas importações veio depois que o público mostrou uma reação contrária às restrições da era Obama à importação de troféus de elefantes e leões de alguns países africanos pelo Serviço de Pesca e Vida Selvagem do Departamento de Interior.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem disse em um comunicado que está “tomando decisões sobre importações de troféus caso a caso”.

Tanya Sanerib, diretora jurídica internacional do Centro de Diversidade Biológica, disse à CNN que a aprovação “é uma notícia trágica para a conservação de leões, e sugere que o governo Trump poderá em breve abrir as portas para a importação de todo tipo de troféus da Tanzânia”.

“A Tanzânia é uma fortaleza para os leões, mas tem sido criticada por cientistas por corrupção e proteção inadequada da vida selvagem. Abrir o mercado dos EUA a essas importações não é um bom presságio para os leões da Tanzânia”, acrescentou ela.

Na semana passada, um caçador americano enfrentou uma reação negativa depois de receber uma permissão para importar o corpo de um rinoceronte preto que ele matou na Namíbia como parte de uma viagem de caça. O caçador também foi representado por Jackson.

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Filhotes de leão e tigre que seriam vendidos pelas redes sociais são resgatados pela polícia

As autoridades chegaram até os animais por meio de uma denúncia feita para o departamento de meio ambiente, os filhotes era mantidos em péssimas condições e estavam aterrorizados


 

Foto: Khaleej Times/Reprodução
Foto: Khaleej Times/Reprodução

Um filhote de leão branco, dois filhotes de tigre e dois macacos foram resgatados antes de serem vendidos com a ajuda das mídias sociais. Os animais estavam em péssimas condições e pareciam aterrorizados quando a equipe do Departamento de Meio-ambiente e Áreas Protegidas (EPAA) e a Polícia de Sharjah invadiram o local que os mantinha presos em Dubai, nos Emirados Árabes.

Depois de receber uma denúncia com informações sobre os filhotes há algum tempo, os policiais da EPAA colocaram o suspeito sob vigilância antes de invadir sua casa e encontrar os animais que ele estava mantendo em cativeiro.

Hana Saif Al Suwaidi, presidente da EPAA, disse: “Com a cooperação da polícia de Sharjah, conseguimos resgatar os cinco animais – três deles felinos. Mantivemos o criminoso sob vigia até que finalmente o prendemos. A EPAA está trabalhando continuamente para prender os infratores da leis de proteção aos animais selvagens e verificar os atos que não apenas violem essas leis, mas que também prejudiquem seriamente o meio ambiente”.

Al Suwaidi explicou que o resgate de animais selvagens só ocorre depois de garantir a existência de evidências concretas, uma vez que eles também recebem denúncias maliciosas. “A EPAA pode levar até dois ou três meses para agir sobre uma reclamação antes de verificar se ela é genuína. O processo de resgatar animais selvagens começa depois de garantir mandado de busca do Ministério Público”.

Al Suwaidi acrescentou que a EPAA resgata esses animais (como leões, tigres) também com o objetivo de garantir a segurança das pessoas. Ele ressaltou que os animais devem ser acolhidos em centros preparados para oferecer cuidados especiais a essas espécies. O departamento possui um centro de abrigo e assistência em Desert Park, que cobre uma área de 27 mil metros quadrados.

A EPAA havia resgatado anteriormente quatro leões, uma leoa, três pítons e dois crocodilos, disse Al Suwaidi, observando que a regra impõe uma multa estrita de Dh100.000 (cerca de 107 mil reais) a quem abriga animais selvagens. Pessoas que entregam voluntariamente qualquer animal selvagem que tenha em seu poder, evitará a multa posteriormente, acrescentou Al Suwaidi.

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Governo Trump aprova permissão para importar troféu de caça de rinoceronte negro

O animal pertence a uma espécie criticamente ameaçada de extinção, o caçador Chris Peyerk pagou 400 mil dólares para matar o rinoceronte na Namíbia


 

Foto: ABC News/Reprodução
Foto: ABC News/Reprodução

O pedido de permissão solicitada por um caçador de troféus de Michigan (EUA) para trazer o crânio, a pele e os chifres de um rinoceronte negro criticamente ameaçado de extinção morto por ele na África para os Estados Unidos, será aprovada pelo governo Trump, de acordo com um relatório feito pela Associated Press.

Chris Peyerk, de Shelby Township, localizada no estado no Michigan, solicitou a permissão de importação em abril. “O requerente solicita uma permissão para importar o troféu esportivo de caça de um rinoceronte negro (Diceros bicornis) do sexo masculino da Namíbia com o objetivo de melhorar a propagação ou sobrevivência da espécie”, diz o texto do documentos do departamento de Serviços de Pesca e Vida Selvagem dos EUA.

Peyerk teria pago 400 mil dólares a um programa de combate à caça para que pudesse obter permissão para caçar “espécies criticamente ameaçadas” dentro de um parque nacional da Namíbia, informou a AP (Associated Press).

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) diz que restam cerca de apenas 5.500 rinocerontes negros na natureza.

As notícias da aprovação pelo governo Trump foram recebidas com uma reação de indignação e revolta por grupos de defesa dos direitos animais em todo o mundo, que acusam os EUA de incentivar a matança de animais em extinção com essa medida.

“Pedimos ao governo federal americano que encerre esse esquema de pagamento para matar, que permite que rinocerontes criticamente ameaçados sejam mortos por americanos ricos, enquanto desfere um golpe devastador à conservação dos rinocerontes”, disse Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society em um comunicado. “Embora não possamos atrasar o relógio para salvar esse animal, o governo pode impedir que os EUA contribuam ainda mais para o fim dessa espécie, recusando futuras licenças de importação de troféus de rinocerontes negros. Rinocerontes negros devem estar fora dos limites para caçadores de troféus”.

“O governo Trump deu outro golpe na proteção da vida selvagem ao conceder sua terceira permissão para importar um troféu de rinoceronte negro, uma espécie criticamente ameaçada”, disse Sara Amundson, presidente do Fundo Legislativo da Humane Society, em um comunicado.

O rinoceronte negro, que pode pesar entre 1.760 e 3.080 libras, é uma espécie em risco de extinção. No entanto, a tendência atual da população é de crescimento, de acordo com a National Geographic.

Os rinocerontes negros são conhecidos por seus dois chifres, que podem crescer até 5 pés de comprimento, o NatGeo diz que esses chifres são a razão pela qual suas vidas estão em risco.

“Muitos animais foram mortos pelos seus chifres, que são usados na medicina tradicional na China, Taiwan, Hong Kong e Cingapura. O chifre também é valorizado no norte da África e no Oriente Médio para ser usado na confecção de adagas ornamentais”, de acordo com o National Geographic. “O rinoceronte negro já percorreu a maior parte da África subsaariana, mas hoje está à beira da extinção devido à caça, impulsionada pela demanda comercial por seu chifre”.

O departamento de Serviços de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, que é a agência que recebe as licenças de caça de troféus, defendem esse tipo de “caça de conservação”, dizendo que realmente beneficia as espécies a longo prazo.

Sob o governo presidente Barack Obama, o departamento de Serviços de Pesca e Vida Selvagem emitiu a primeira permissão de importação de troféu de rinoceronte preto criticamente ameaçada em 33 anos.

A ABC News, fonte original da matéria, não recebeu imediatamente uma resposta do governo Trump ou do Departamento do Interior para comentar o assunto.

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Burro preso em ilha minúscula e desabitada aguarda resgate há mais de dois anos

Foto: CBS
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Equipes de resgate estão furiosas com o tempo que esta levando para que um burro ferido seja resgatado de uma pequena ilha no Lago McClure, no condado de Mariposa, a cerca de 64 quilômetros a leste de Modesto, na Califórnia (EUA).

“Como você pode ignorar um animal que está machucado com uma perna quebrada como ela (a barrinha) esta e não a ajuda?”, Disse Bobbie Carne, especialista em resgate de cavalos.

Ela está entre o grupo de pessoas que querem resgatar o burro da ilha e oferecer ao animal o cuidado necessário.

“Isso vem acontecendo há quase três anos”, disse o detetive da polícia aposentado de Merced, Harry Markarian que foi quem descobriu o burro na ilha.

Markarian disse que está frustrado por ver o burro ainda preso na pequena ilha depois de todo esse tempo.

“Esta ilha tem apenas cerca de um acre agora porque os níveis de água ao redor dela subiram muito”, disse ele.

Quando o ex-policial encontrou o burro em 2017, ele disse que a ilha estava conectada a outra que agora está submersa.

“Isso realmente nos assustou porque você pode ver que não há realmente muita comida para ela, somente uma vegetação escassa”, disse ele.

Markarian disse que uma família que possui uma casa flutuante no lago tem alimentado o burro várias vezes por semana. Mas eles agora têm que vender seu barco, então ele está preocupado porque ninguém será capaz de alimentar o burro quando eles se forem.

“Estamos muito preocupados com sua perna quebrada também”, disse Markarian.

Então, cerca de um mês atrás, ele entrou em contato com um centro de resgate de cavalos para ajudar e eles criaram um plano para resgatar o burro.

Foto: CBS
Foto: CBS

“É ridículo quanto tempo leva para fazer alguma coisa”, disse Carne. “Nós tínhamos tudo pronto. Tínhamos tranquilizantes, tínhamos o barco, tínhamos os veterinários, já tínhamos tudo preparado em duas semanas”.

Markarian disse que planejam resgatar o burro no sábado e que o Merced Irrigation District, que administra o lago, estava a bordo. O Bureau of Land Management, que possui parte da ilha, também deu a luz verde.

“Esta ilha em particular está dividida. Metade pertence ao MID e metade pertence ao BLM. Bem, eu tenho permissão de ambos e ambos disseram para fazer o que é melhor para o burro ”, disse Markarian.

Ele disse que o Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia os impediu porque eles precisam de tempo para interpretar a lei.

“Nós meio que ‘tiramos o vento de nossas velas’ “, disse Markarian.

A legislação da Califórnia diz que é ilegal capturar um burro selvagem, a menos que o proprietário da terra faça o pedido. Mesmo assim, apenas um oficial ou empregador de uma agência local de controle de animais pode fazê-lo. Até agora, as agências não determinaram quem deve assumir a responsabilidade pelo animal.

“Eles continuam apontando os dedos uns para os outros. É como um jogo de pingue-pongue. É ridículo. Toda essa burocracia do governo”, disse Carne.

Então, por enquanto, Markarian e Carne têm que suspender seus planos e esperam que uma decisão seja tomada em breve.

“Nós não precisamos ir ao tribunal para isso, estamos apenas tentando fazer o bom senso prevalecer”, disse Markarian.

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia disse que está ciente do caso e planeja enviar alguém para avaliar a condição do jumento e elaborar um plano.

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Experimentos cruéis com cães continuam sendo realizados nos EUA

O secretário de Assuntos Veteranos dos Estados Unidos (VA), Robert Wilkie, defendeu os experimentos da agência com cachorros e disse que continuaria a “autorizá-los”.

A declaração foi feita oito meses depois que o Congresso aprovou uma legislação que limita os testes, apoiada por um grupo bipartidário formado por legisladores e vários grupos de veteranos.

Uma investigação dos experimentos nos cachorros encontrou falhas cirúrgicas e mortes caninas em projetos de pesquisa em uma instalação da VA na Virgínia, descobertas que estimularam o Congresso a desaprovar a prática.

Em todo o país, experimentos invasivos em três instalações do VA estavam programados para incluir cerca de 300 cães, incluindo filhotes de Beagle de seis meses.

Os procedimentos envolvem cirurgias em cérebros, espinhas e corações por pesquisadores que buscam tratamentos para doenças. Todos os cães serão mortos quando a pesquisa estiver completa.

Falando no National Press Club, Wilkie rejeitou os pedidos para acabar com a pesquisa. Ele disse que a agência usa 92 cães em experimentos, acrescentando que “todos os dias, 2 mil cães são sacrificados neste país”.

Cachorros são submetidos à experiências invasivas pelos Assuntos Veteranos e são mortos após a finalização dos testes (Foto: Pixabay)

Em março, o presidente Trump assinou um projeto de lei de gastos que incluiu a restrição de tais testes, e foi proposta uma legislação que acabaria com todas as pesquisas caninas no VA. As restrições aprovadas pelo Congresso exigem que qualquer teste canino seja “aprovado diretamente” pelo secretário.

Na semana passada, o USA Today informou que a agência continuou a conduzir pesquisas em cães em Milwaukee, Cleveland e Richmond. Em Cleveland, os experimentos envolvem cortar a medula espinhal de cães e testar seus reflexos de tosse, relatou o jornal.

Um grupo de direitos dos animais, o White Coat Waste Project, chamou a atenção para os testes no início de 2017, provocando oposição no Congresso e entre algumas organizações de veteranos.

O VA com o apoio de outros veteranos e grupos médicos recuou contra as crescentes críticas, com o então secretário David Shulkin, um médico, chamando a pesquisa de crítica “por causa das características físicas e biológicas distintas que humanos e cães compartilham”.

Justin Goodman, vice-presidente de defesa e políticas públicas da White Coat Waste, disse que foi “desconcertante que o secretário Wilkie tenha sido trazido para limpar o VA, e ainda assim ele está dobrando um programa que continua a fracassar em veteranos, contribuintes e cães”.

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Departamento de Agricultura dos EUA remove todos os relatórios sobre bem-estar animal

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Pixabay

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) removeu todos os dados de inspeções de bem-estar animal, registros de aplicação e informações relacionadas ao assunto do seu site.

A porta-voz do USDA, Tanya Espinosa, não disse se a remoção de informações ocorreu devido à nova administração presidencial, nem se a ação é temporária ou permanente.

As informações, que ofereciam registros públicos detalhados sobre pessoas ou empresas que haviam sido acusadas de casos de crueldade animal, incluíam violações e se as violações tinham sido sanadas. Os dados eram usados frequentemente pelos defensores de animais, bem como por membros do público que procuram informações sobre criadores de animais.

Uma declaração no site diz que os documentos foram removidos porque continham informações pessoais relacionadas à Lei de Bem-Estar Animal e à Lei de Proteção de Cavalos. A declaração acrescentou que a remoção foi “baseada no compromisso [do USDA] de ser transparente, permanecendo responsivo às nossas partes interessadas; necessidades informacionais e manter os direitos de privacidade dos indivíduos “.

Além disso, o site afirmou que as pessoas que desejam acessar os dados anteriormente públicos podem fazê-lo ao apresentar pedidos de informações de acordo com a Lei de Liberdade de Informação (FOIA). A instrução não especifica que dado privado estava em questão para solicitar a remoção dos documentos.

“O que o USDA fez foi acobertar as pessoas que negligenciam ou prejudicam animais e são advertidas pelos inspetores do USDA”, disse o ativista pelos direitos animais John Goodwin à CBS News.

Goodwin diz que a remoção da documentação e dos registros do site do USDA afetará imediatamente os esforços de defesa dos direitos animais, informou o Paulick Report.

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