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Homem é denunciado depois de torturar e matar cães em Campo Grande (MS)

Foto: Cayo Cruz

Uma casa humilde na rua Porto Rico, bairro São Jorge da Lagoa – região oeste de Campo Grande – pode ter sido o matadouro de mais de 30 cachorros, segundo moradores vizinhos. Não suportando mais ouvir os animais sofrendo, eles denunciaram o homem que mora no local à PMA (Polícia Militar Ambiental), que proibiu o criminoso de tutelar qualquer animal doméstico.

O homem mora na residência há mais de 24 anos e uma pessoa que mora próxima, que não quis se identificar, diz que após o falecimento da mãe, há cerca de dois anos, ele começou a abusar e matar os cães com mais frequência.

“Acho que ele tem algum problema mental, fica bêbado e tortura e mata os cachorros a pauladas aí dentro. Ele sai na rua e grita, xinga as pessoas. Quem mora por aqui morre de medo dele”, declarou.

As crueldades cometidas por “Sérgio Louco”, como é conhecido pela vizinhança, não são segredo para ninguém. “A gente sabe disso há anos, já pedi ajuda em igreja, para os vizinhos, chamei a Polícia Militar, fiz de tudo. Meu último passo foi postar um vídeo no Facebook. Como todo mundo tem medo dele, ninguém vai se atrever a mexer com ele”, conta Maria Aparecida da Silva, 53.

Há cenas capturadas em vídeo em que é possível ouvir o cachorro chorando. “Ele pega cachorro abandonado e deixa aí amarrado dois, três dias. Depois, quando o cachorro está fraco, mata a pauladas de madrugada, quando fica bêbado. No outro dia de manhã, embrulha num pano e leva para jogar por aí. No mesmo dia ele já arruma outro para matar. Ele agride mulheres que passam. Eu não sei mais como ajudar. Ele já agrediu até uma agente de saúde com uma garrafa de gelo”, explica.

Maria disse que a PMA esteve na residência e notificou-o. Por não se tratar de um flagrante, não havia como registrar como ato infracional, afirmou o tenente-coronel Edmilson Queiroz, da PMA.

“Quando a equipe chegou lá, não tinha cachorro nenhum, só a denúncia dos vizinhos. Logo, não havia nada que configurasse crime. Mas, em caso de condenação, a pena contra maus-tratos é de três meses a um ano de detenção e multa de R$ 500 a R$ três mil por animal”, observou.

Alguns vizinhos chegaram a acompanhar a abordagem, entre eles estava Maria, que conta que o proprietário da casa afirmou aos policiais que haviam roubado sua residência recentemente e por isso ele “precisava ter cachorro”. “Mas a gente sabe que não é isso. Ele grita enquanto mata os cachorros, não é segredo para ninguém o que ele faz. A gente nem consegue dormir ouvindo os gritos dele e dos cachorros. Porém, a polícia disse que ele estaria proibido de ter cachorro e que, se a gente visse cachorro ou gato no quintal, era para ligar”, acrescenta Maria.

Queiroz disse ter adotado atitude preventiva: “Ter um cachorro não é crime, maltratar o cachorro é. Não podemos impedir que ele tenha o animal, mas, pelas denúncias, nossa ação foi notificar e alertar os vizinhos que nos comuniquem.”

Marina Franco Cristaldo, 78, fica desolada com os maus-tratos. “Quando ele mata o animal dói o coração da gente. Eu choro e oro para Deus e imploro para Ele ouvir nosso pedido. Os animais não têm culpa para sofrer assim. Além disso, vai saber se mais pra frente ele não faz isso com mulheres ou crianças”, lamenta.

Fonte: O Estado Online

 

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Homem é denunciado por atirar em animais em Santarém (PA)

Foro: Reprodução G1
Foro: Reprodução G1

Moradores da rua Joana D’arc, no bairro Maracanã em Santarém, oeste do Pará denunciam uma ação de maus-tratos. Segundo eles, um morador tem atingido e matado animais no bairro com uma arma de ar comprimido. A preocupação é de que pessoas também possam ser atingidas pelos disparos.

Segundo os moradores, o homem que se mudou para o local recentemente, anda com uma arma cuja a munição é uma espécie de ‘chumbinho’. Por toda a extensão da rua é possível achar animais como pássaros e urubus mortos. Gatos e cachorros também estão sendo alvo das agressões.

Divulgação
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O cachorro da autônoma Bruna Pedroso, chamado ‘Pingo’, foi atingido na perna nos últimos dias. Ela relata diversos casos. “A gente acabou percebendo que ele atirava nos urubus no poste em frente à casa dele e gatos também já foram baleados, inclusive uma vizinha nossa teve um gatinho com olho perfurado. Atrás da casa dele tem um terreno baldio, aonde encontramos muitos animais mortos”, ressalta Bruna.

Outros moradores também ficaram indignados com a situação, entre elas a dona de casa Maria Pinheiro. “Uma pessoa assim não tem coração, não tem amor aos animais. Não é assim que se leva a vida”, afirma.

Muitos temem o risco de crianças serem atingidas.“Tenho uma sobrinha e uma filha, que vão direto ao comércio para comprar as coisas e elas passam pela frente da casa dele e temos medo de atirarem nas crianças” declara a dona de casa, Eliene de Almeida.

O caso foi registrado na delegacia de Polícia Civil e a comissão de defesa e proteção dos animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acompanha a situação. Segundo a advogada Jakelyne Costa, que faz parte da comissão de defesa e proteção dos animais da OAB, se ficar comprovado o crime de maus tratos aos animais, o suspeito será punido.

“A partir do momento que a OAB tomou conhecimento da denúncia, ouvimos a versão da tutora do cachorro. Nos dirigimos até a delegacia aonde foi prestada a queixa. Conversamos com o delegado para saber sobre o procedimento, que está tudo dentro da legalidade e as partes já foram chamadas para depoimento para apurar o que aconteceu. É crime sim, maltratar animais. É considerado criem previsto na legislação ambiental, com pena de detenção de seis meses a um ano e multa”, conclui a advogada.

Fonte: G1

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Caso de maus-tratos a animal é denunciado em Itabira; saiba como agir

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Muitas pessoas presenciam casos de maus-tratos a animais no dia a dia. É aquele cachorro que vive sem água e comida, em um ambiente sujo, preso na coleira o dia inteiro ou que ainda apanha. Abandono e maus-tratos a animais é crime, legitimado no Código Penal. Mas muitas não sabem como agir ou denunciar. Em Itabira, Minas Gerais, a pessoa pode denunciar via telefone, pelo 190.

O tenente Wellignton Caldeira, do 26º Batalhão de Polícia Militar de Itabira, que comanda o policiamento de Meio Ambiente e Rodoviário, explicou que o crime contra animais vai além de uma infração ambiental, mas que o infrator também responde por maus-tratos. “Então não é somente a Polícia Ambiental que está apta para atuar nesses casos, mas também todo Batalhão”, disse.

Segundo Caldeira, o seu comando atende, em média, dois casos de maus-tratos a animais por mês. “Mas se formos contabilizar de todo Batalhão, esse número será maior”. O tenente também disse que esse número é omisso, pois na cidade deve haver muitos casos de maus-tratos, mas que não são denunciados. “As pessoas devem denunciar”, salientou.

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Caso real
Nessa terça-feira (6), a equipe do Tenente Caldeira foi até a casa de um suspeito de maus-tratos a um cachorro no bairro Gabiroba. Eles receberam uma denúncia anônima, de que o cachorro estaria muito magro, sem comida e água, em um ambiente muito sujo e lotado de fezes e urina. Como o acusado não estava em casa, os policiais foram até seu serviço e o conduziram para a Delegacia. “Ele foi preso, mas pagou fiança. Agora vai responder o processo judicialmente”, contou Caldeira.

Como o infrator se responsabilizou a cuidar do cachorro, os policiais permitiram que ele fique com o animal. “Ele alegou que teve um descuido e que foi um vacilo. Ele limpou o local e disse que vai colocar água e comida”, disse. A equipe do Tenente irá voltar diversas vezes na casa do indivíduo para ver se ele está cumprindo o que prometeu, caso contrário o animal será retirado da residência. “Se ele continuar com o maltrato, prendemos ele de novo”, contou. Caso o homem seja condenado, ele poderá pagar multa ou pena alternativa.

Itabira não possui um centro de recolhimento de animais. A única ONG da cidade, a Associação Municipal de Proteção Animal da Região de Itabira (Ampari), não recebe recurso da Prefeitura e não possui mais espaço para receber animais. “Contamos com a boa vontade da Ampari, que já está lotada de animais”, ressaltou o tenente.

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A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal, prevê o crime de abandono de animais para aqueles que introduzirem ou deixarem animais em propriedade alheia, sem consentimento de quem de direito, desde que o fato resulte prejuízo:

– A pena prevista pelo Art. 32 da Lei de Crime Ambientais é de detenção de 3 meses a 1 ano e multa.
– A pena prevista pelo Art. 164 do Código Penal é de detenção, de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses, ou multa.

Fonte: De Fato Online

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Morador de Mato Castelhano (RS) é denunciado por matar cachorro brutalmente

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Agentes da fiscalização ambiental da prefeitura de Mato Castelhano, no Rio Grande do Sul, receberam a informação de que um morador da Rua Antônio Caetano da Rosa, no Centro daquela cidade, de 24 anos, havia matado um cachorro a golpes de facão na manhã de quinta-feira (07).

Na mesma ocasião, amarrou outro cachorro com uma corda e bateu nele com violência. Além disso, testemunhas informaram que o homem possui outros cachorros e costuma deixá-los sem comida. Teria, inclusive, jogado água quente em um dos animais na semana passada. Ele é acusado ainda de criar galos de rinha.

A Secretaria do Meio Ambiente daquele município deve tomar as medidas cabíveis. A denúncia, que foi registrada na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), é investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Diário da Manhã

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Veterinário é denunciado por maltratar cães com golpes de vassoura em Ponta Porã (MS)

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Um médico veterinário foi denunciado em Ponta Porã (MS) por maltratar três cães com golpes de vassoura, na manhã deste sábado (11). O caso de maus-tratos aconteceu nas proximidades de uma escola de idiomas, de acordo com o site Ponta Porã Informa.

Policiais militares receberam denúncias sobre os maus-tratos e foram até a rua Joaquim Pereira Teixeira. Eles encontraram o local trancado e no quintal avistaram três cachorros feridos, sendo um com lesão na cabeça perto da orelha, outro com o olho direito bastante machucado e o terceiro com lesão na orelha esquerda.

Segundo o Ponta Porã Informa, o veterinário informou ser tutor dos animais e relatou que precisou agredi-los para separar uma briga. Por esse motivo, teria desferido vários golpes nos animais, com a ajuda de um funcionário.

Conforme testemunhas, os dois homens agrediram os animais com bastante violência. Eles usaram cabo de vassoura e enquanto um segurava os animais com cordas, o outro batia.

Uma testemunha, de acordo com o Ponta Porã Informa, teria relatado que o cachorro mais machucado fugiu dos agressores e entrou no portão da escola de idiomas, deixando rastros de sangue pelo chão. Na delegacia, veterinária constatou que os animais estão muito magros e que possuem patas e pernas muito inchadas.

Fonte: Campo Grande News

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Número de animais abandonados aumenta nas férias

Em período de início das férias de verão, o número de animais abandonados aumenta em Porto Alegre. A Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Públicas para Animais Domésticos de Porto Alegre (Comppad) alerta que o abandono de animais é crime ambiental, devendo ser denunciado.

Criada há sete meses, a coordenadoria trabalha para iniciar nas escolas do município, em 2010, uma campanha educativa de sensibilização para a guarda responsável. O trabalho depende ainda da ampla participação da sociedade, das entidades de classe e das organizações de proteção e defesa dos animais.

Fonte: Zero Hora

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