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Transportadora demite funcionário suspeito de decepar patas de pit bull Sansão

Foto: Ticiana Lima Dornas

Um dos homens investigados pelos maus-tratos cometidos contra o pit bull Sansão, em Confins (MG), foi demitido da empresa na qual trabalhava. Desde segunda-feira (6), quando o cachorro teve suas patas traseiras decepadas e foi amordaçado com arame farpado, o funcionário não apareceu na transportadora.

Conforme explicou a advogada Maeve Jasper Zappellini, o homem “não fará mais parte do quadro de funcionários da empresa”. Ele era responsável por executar serviços gerais na unidade de Confins da transportadora Zappellini, que tem sede em Santa Catarina.

“Não conseguimos contato com ele, não temos informações de onde ele está. Ele sumiu”, afirmou a advogada da empresa em entrevista ao portal G1.

A transportadora emitiu uma nota de repúdio (confira na íntegra abaixo) por meio da qual defendeu a punição de crimes de maus-tratos a animais, firmou compromisso em fortalecer campanhas de conscientização e reiterou que respeitar e proteger os animais “é um dever de todos”.

Violência brutal

Sansão foi brutalmente agredido na última segunda-feira (6). O animal vivia em uma empresa vizinha à transportadora na qual o suspeito trabalhava. Outro homem que não era funcionário da empresa também é investigado por mutilar as patas traseiras do cão. Uma foice foi usada no crime.

Um dos tutores do pit bull, Gleidson Justino da Silva, de 40 anos, afirmou ao G1 que Sansão foi torturado pelos homens porque brigou com um cão tutelado por eles. Após ser socorrido, o animal foi internado, passou por cirurgia e está se recuperando. Ele já ganhou uma cadeira de rodas para que possa voltar a caminhar.

“Nós queremos justiça por todos esses cachorros que sofrem maus-tratos e não têm voz que falem por eles”, disse o tutor. Após um boletim de ocorrência ser registrado, um dos investigados prestou depoimento. O outro fugiu.

Foto: Ticiana Lima Dornas

De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, “o procedimento foi realizado pela Polícia Militar, em Confins, e remetido à Justiça. A PCMG não teve acesso ao procedimento e aguarda a manifestação do Ministério Público para, se for o caso, dar continuidade às investigações”.

Através de uma rede social criada para Sansão, Nattan Braga, que também é tutor do animal, publicou nota sobre o caso. “Na data do ocorrido, ainda no local dos fatos, o agressor Júlio Cesar foi abordado pela PM e disse aos militares que o Sansão não havia mordido nem ele e nem os outros cães. O mesmo foi conduzido à delegacia, onde foi registrado o boletim de ocorrência. Na delegacia foi dada outra versão, ele informou que o Sansão foi agredido pois ele havia atacado os seus cães, porém nem ele e nem os cães possuíam lesões que comprovassem o alegado”, escreveu.

“Após depoimento, ele foi liberado. De acordo com a polícia, ele não agiu sozinho. Porém, seu irmão, que é o suspeito, conseguiu fugir do local. Infelizmente as leis de proteção aos animais ainda são brandas e os atos praticados são considerados de menor potencial ofensivo. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já está apurando o fato. Seguimos com fé, acreditando que a justiça será feita”, completou.

Braga falou ainda sobre o amor que ele e sua família sentem pelo cão, contou que Sansão nunca foi explorado para proteger a empresa, que sempre foi tratado como um membro da família e que vivia no local apenas por conta do espaço, onde ele brincava e se divertia. O animal, no entanto, não voltará para a empresa. “Muitas pessoas estão questionando sobre a possibilidade do Sansão voltar a viver no mesmo local, e deixo claro desde já que isso não acontecerá. Com nossos esforços, o apoio e parcerias que conseguimos, o Sansão terá todos os cuidados necessários”, explicou.

Foto: Uarlen Valério/O TEMPO

“Em primeiro lugar, afirmamos que o Sansão não é um cão de guarda (…) O Sansão nunca foi estimulado a ter comportamentos agressivos, nem condicionado a ter comportamentos protetores e defensores, muito pelo contrário, sempre o estimulamos a ser dócil e amigável. O Sansão é considerado um membro da família, o qual compartilha de momentos felizes com todos nós familiares e amigos”, afirmou o tutor, que publicou um vídeo com imagens que mostram a rotina do cão antes da agressão (veja abaixo), incluindo o dia em que seu aniversário de dois anos foi celebrado, com direito a bolo e vela.

“Só Deus sabe o quanto estamos sofrendo e estamos abalados com a situação. O Sansão continuará tendo todo o amor, carinho e cuidados necessários, ainda mais agora que precisará de cuidados especiais. Eu e minha família não iremos medir esforços para continuar garantindo a ele uma qualidade de vida”, disse Braga.

Nota de repúdio

“A empresa TRC ZAPPELLINI, vem publicamente, após conhecimento dos fatos, expressar toda indignação, tristeza e solidariedade diante dos atos de extrema crueldade, ocorridos no último dia 06 de julho de 2020 que vitimou o cão da raça pitbBull ‘Sansão’.

Esperamos que toda forma cruel de tratamento aos animais seja combatida e punida. Tais condutas, além de moralmente condenáveis, são legalmente vedadas. Classificamos como absurdos e inaceitáveis os atos praticados com tamanha covardia.

A crueldade das ações, confirmadas pelas autoridades competentes, são inadmissíveis, consequência da fatídica e inexorável crueldade humana, impossível de ser compreendida. Lamentamos profundamente, não somos e jamais seremos coniventes com quaisquer praticas cruéis.

Esclarecemos que todas as providências necessárias e legais já estão sendo tomadas pela empresa, em relação aos fatos e a conduta praticada. Por fim, que sejam responsabilizados os envolvidos pela terrível crueldade apontada e que com a conclusão das investigações, finalmente se ouça a voz da Justiça.

Parabenizamos a rápida e necessária atuação dos ativistas, dos órgãos de defesa e proteção animal, pois são verdadeiros fiscalizadores e defensores que, de forma assertiva, defendem seres indefesos, assegurando assim a punição aos agressores.

Firmamos ainda o nosso compromisso em fortalecer campanhas que já são desenvolvidas de conscientização sobre maus tratos e outros temas ligados a proteção dos animais, bem como coibir e aplicar todas as medidas legais dentro de nossas atribuições e competências.

Os animais são nossos fieis companheiros, merecem nossa defesa e proteção, respeitá-los e protege-los é um dever de todos”.

Confira o vídeo que mostra momentos vividos por Sansão antes da agressão:

 

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Chefe de órgão ambiental é afastado do cargo após manter tartaruga em cativeiro

A tartaruga foi encontrada dentro de uma pequena porção de água, presa por uma corda atada a um buraco feito em seu casco


O chefe regional do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), Mario Correia de Sena, foi afastado do cargo após ser flagrado, por uma fiscal do próprio órgão, mantendo uma tartaruga-da-amazônia aprisionada em cativeiro.

O animal estava nos jardins da sede do Imac em Feijó (AC), dentro de uma pequena porção de água, preso por uma corda atada a um buraco feito em seu casco.

Reprodução

O caso foi descoberto no dia 18 de fevereiro e, segundo o portal AC24Horas, a chefe do setor de fauna, Paula Joseanny da Silva, encontrou o animal ao passar pelos jardins do escritório do órgão.

O Imac abriu uma sindicância e, na última segunda-feira (02), afastou o funcionário, que se apresenta como jornalista, é filiado ao Solidariedade e já foi vereador.

O presidente do Imac, André Hassem, assumiu a responsabilidade pela nomeação através da assessoria do órgão.

Apesar do órgão receber animais silvestres doados e resgatados, Sena cometeu um delito ao impedir que a tartaruga fosse encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, do Ibama. No entanto, após discussão entre os dois, Sena cedeu e permitiu o encaminhamento do animal. O Ibama avalia, agora, se irá multar o ex-funcionário.

A atitude do ex-chefe do Imac fere o artigo 24 do decreto 6.514 e o artigo 25 da Lei de Crimes Ambientais. Ambos proíbem a manutenção de animais silvestres em cativeiro sem licença.


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Médico veterinário será demitido após prisão em rinha de cachorros

A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), para a qual o veterinário prestava serviços, informou que as “atitudes do colaborador divergem dos preceitos da agência”


Um médico veterinário que foi preso por envolvimento em uma rinha de cães em Mairiporã (SP) será demitido do Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), para o qual prestava serviços.

Foto: Marcelo Assunção/ TV Globo

O profissional tem registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Amazonas (CRMV-AM). Ele foi um dos 41 presos em uma rinha de cães. Todos, no entanto, foram liberados pela Justiça para responder ao processo em liberdade, com exceção de um homem apontado como o responsável por organizar o evento.

No local onde a rinha era realizada foram encontrados 19 cães vivos e um morto. As informações são do jornal A Crítica.

A Adaf informou que o veterinário apoiava ações do ‘Projeto de Apoio ao Fortalecimento da Defesa Agropecuária e Florestal’, da Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (AADES).

“Tais atitudes do colaborador divergem dos preceitos desta agência, ao passo que a Adaf repudia e não compactua com qualquer ato relacionado aos maus-tratos de animais (…) Informa ainda que já adotou as medidas cabíveis para o desligamento do colaborador, uma vez que o perfil profissional do mesmo se mostra impróprio com os princípios norteados por esta agência”, diz nota divulgada pelo órgão.

O CRMV-AM também se posicionou, publicando nota por meio da qual afirma que “tomará as medidas necessárias para a apuração dos fatos e as providências cabíveis no que tange à ética profissional, sobretudo, em bom nome do Sistema CFMV/CRMVs, responsável por normatizar e fiscalizar o exercício da Medicina Veterinária no Brasil”.

O órgão disse ainda que não há “justificativas racionais para o envolvimento de um profissional da Medicina Veterinária em rinhas de cães”.

“Ademais, o CRMV-AM ressalta que, de acordo com a Resolução nº 1.236/2018, do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o profissional que comete ou é conivente com atos de crueldade, abuso e maus-tratos aos animais deve responder por falta ético-profissional. Esta Regional enfatiza, ainda, que a resolução é clara em seu texto quanto ao dever do médico-veterinário de prevenir e evitar quaisquer atos que configurem maus-tratos”, diz a nota.


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Mulher é demitida por faltar ao trabalho após morte de sua cachorrinha

Os animais domésticos são mais do que um adorno, um brinquedo fofo que uma pessoa pode curtir quando quiser, uma moda passageira que não faz diferença se está ali ou não. Os animais são parte da família, e a dor de perdê-los é tão grande quanto a dor de perder qualquer parente.

A mulher e sua cachorrinha deitadas em um sofá
Foto: Extra

Uma jovem de 18 anos foi demitida após faltar ao trabalho, motivada pelo luto em relação à morte de sua cachorrinha Mia, considerada sua melhor amiga. Emma McNulty é escocesa e trabalhava em uma rede de fast food.

Ela afirma ter avisado seu chefe sobre a morte de Mia, mas o superior afirmou que “não há licença para o luto de pets”. Emma não conseguiu trocar de turno com seu colega de trabalho, então acabou faltando. Pouco tempo depois, recebeu um e-mail de seu chefe, dizendo que estava demitida por “conduta grosseira”.

Inconformada com a situação, Emma criou uma petição online, onde pede para que sejam permitidos dias de luto pela morte de animais queridos.

“Após a morte inesperada, informei o meu gerente que não podia trabalhar porque estava muito devastada e fisicamente doente para isso. Em vez de demonstrar a compaixão e simpatia indicadas no contrato, recebi várias mensagens desagradáveis e me disseram que tinha de fazer o meu turno porque nenhum tempo de luto é permitido para animais de estimação”, desabafou na petição.

Emma ainda acrescentou que a maneira que as empresas tratam seus funcionários, sem remorsos ou consideração, é horrível. “Um animal doméstico (no meu caso a minha cachorrinha) tem tanta importância como um familiar humano. É tempo de as empresas reconhecerem isto e darem tempo às pessoas para que elas façam o luto sem preocupações de perder o emprego”, afirmou.


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Demissão de ministro mostra força do lobby dos caçadores de animais na França

O pedido de demissão do ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot, trouxe novamente à tona o debate sobre a caça de animais selvagens no país. A pressão do lobby dos caçadores foi apresentada como a gota d’água que provocou sua saída do governo e chamou a atenção para a ação dos grupos de influência na vida política.

(Foto: JEAN-FRANCOIS MONIER / AFP)

Ao anunciar sua demissão, Hulot relatou que havia participado de uma reunião de trabalho para discutir a situação dos caçadores e, ao entrar na sala, deparou-se com a presença de Thierry Coste, famoso lobista que atua junto à Federação Francesa dos Caçadores. O objetivo do encontro era falar do preço da licença obrigatória para os caçadores, que atualmente custa 400€ (quase R$ 2 mil). Depois de muito debate, o valor da autorização foi cortado pela metade. Para o ministro, o resultado da negociação foi mais uma prova da influência dos lobbies na vida política francesa e, diante da situação, preferiu renunciar.

Além de alertar para os lobbies, o episódio levantou novamente a questão da caça de animais selvagens na França. Segundo os últimos números oficiais (que datam de 2015), o país conta com mais de um milhão de praticantes cadastrados.

Essencialmente homens, eles vêm de todos os meios profissionais, sociais e econômicos. Além disso, a tradição de consumir carne de caça (gibier) é mantida em todo o país e são inúmeros os restaurantes onde é possível consumir javali, lebre ou gansos e patos selvagens.

Deputados “caçadores”

Organizados, além dos lobistas profissionais, os caçadores também têm presença efetiva na Assembleia Nacional. Atualmente, 118 dos 577 deputados franceses fazem parte do chamado “Grupo da Caça”, formado por políticos que discutem e geralmente defendem abertamente os interesses da Federação dos Caçadores franceses. Eles representam um dos maiores grupos de parlamentares.

Durante as campanhas políticas, inclusive a presidencial, muitos candidatos também tentam seduzir esse eleitorado. Afinal, esses mais de milhão praticantes registrados, assim como seus familiares e amigos, podem pesar numa eleição. Por essa razão, os privilégios dos caçadores são raramente questionados.

Caça presidencial e espécies protegidas em risco

O próprio presidente francês, Emmanuel Macron, disse durante sua campanha que gostaria de desenvolver as atividades de caça de animais selvagens. O chefe de Estado pretende, inclusive, ressuscitar uma velha tradição francesa: a Caça Presidencial nos arredores do castelo de Chambord, no Vale de la Loire. O ritual, que data da monarquia e que havia sido abolido por Jacques Chirac em 1995, tinha sua lista de convidados mantida em segredo, mas sabe-se que costumava reunir chefes de Estado, funcionários do alto escalão do governo e grandes empresários.

A Caça Presidencial ainda não foi oficialmente retomada, mas a prática continua em todo o país, inclusive em Chambord, a cerca de duas horas de Paris. Atualmente, durante 12 fins de semana por ano dezenas de caçadores se reúnem para caçar na região. Cerca de 40 javalis e cervos são mortos diariamente nesse período de caça, que começa em setembro.

Os ecologistas geralmente contestam a tradição e lembram que a França é uma exceção na Europa: o país autoriza a caça de 64 espécies de pássaros, enquanto a média europeia é de apenas 14 espécies autorizadas. Entre os animais que podem ser mortos, 20 espécies são consideradas em risco pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN, na sigla em inglês).

Nota da Redação: a ANDA se posiciona veementemente contra a caça de animais, seja por controle populacional ou pelo sádico divertimento humano, e reforça que todos os animais devem ter resguardados os direitos à integridade física, à dignidade e à vida, sendo esses direitos que devem ser considerados invioláveis. 

Fonte: RFI

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Entregador é demitido após jogar caixa em cima de filhote de cachorro

Um entregador foi demitido após jogar uma caixa em cima de um filhote de cachorro da raça labrador. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento. O caso aconteceu em Homestead, nos Estados Unidos.

Entregador joga pacote em cima de cachorro (Foto: Reprodução)

Segundo Roly Andrade, tutor do cachorro, o produto havia sido comprado pela internet. Ele lembra ainda que em sua casa há um espaço destinado especificamente para entregas, sem haver, portanto, a necessidade de jogar a caixa por cima da grade.

O cachorro não sofreu nenhum ferimento grave. Seus tutores, Roly e Brittany, entraram em contato com a Amazon, empresa na qual o produto foi comprado, para denunciar a atitude do entregador, que tentou ferir um dos cães tutelados por eles. As informações são do Metro Jornal.

A empresa enviou uma resposta aos tutores do cão no mesmo dia, afirmando que seria responsável pelas despesas médicas que o filhote necessitasse e que o entregador havia sido demitido.

“Isso não reflete os altos padrões que temos para os nossos parceiros de entrega, e este indivíduo não está mais entregando pacotes da Amazon”, afirmou a empresa.

Confira o vídeo abaixo:

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Casal pede demissão para velajar pelo mundo com seu cão e estreia canal no YouTube

Foto: Reprodução/Sailing Around The World

Muitas pessoas sonham em se tornar um alto executivo, ter equipe e um ótimo salário mas não imaginam o quanto de trabalho, foco e dedicação é necessário para chegar tão longe. Os encontros com os amigos se tornam raros, mal vê a família e praticamente vive dentro do trabalho. Afinal o que é este sucesso que tanto buscamos?

Cansados deste círculo vicioso, onde se gasta mais para buscar a paz e por isso é preciso trabalhar mais para poder gastar ainda mais, Beto e Thais resolveram buscar uma vida simples, próximos a natureza, a essência humana de sobrevivência e gratidão de poder viver dia após dia como se fossem finais de semana.

O plano de morar em um veleiro e viajar pelo mundo no final de 2015 foi inspirado em jovens casais que tem feito o mesmo não apenas a bordo de veleiros mas também em Kombis, hostels e bicicletas.

Depois de estudar as possibilidades, o casal optou pela vida a bordo pois um veleiro é praticamente auto-sustentável e, no caso do Shogun (um veleiro Peterson de 33 pés), há espaço suficiente para eles e principalmente o cachorro – um Golden Retriever chamado Google.

“Nós queríamos uma casa móvel, com quintal infinito. Eu amo praia e o Google ama nadar. O Beto desde pequeno adora consertar coisas e tecnologia. Um Veleiro tem coisas para consertar todo dia e construído sob muita tecnologia”, comenta Thais.

Durante o ano de 2016, eles executaram o planejamento da viagem, praticamente em segredo. Começaram a procurar o barco em janeiro, curso de vela em fevereiro, compra do Veleiro Shogun em abril, Arrais em junho e passaram vários finais de semana a borda para realizar algumas reformas.

O desapego das coisas materiais também começaram desde o início de 2016. Thais concentrou-se nas roupas e nos eletrodomésticos e Beto no carro e nos imóveis. Praticamente tudo foi vendido até o fim do ano e o dinheiro aplicado rendeu o suficiente para navegar pelo mundo.

De acordo com o planejamento, em janeiro de 2017, ambos iriam pedir demissão e começar a viagem a partir de maio.

Beto Toledo, 35 anos, era diretor geral de mídia, trabalhava há nove anos na VML, a melhor agência digital do Brasil segundo uma avaliação de clientes na pesquisa do grupo consultores. Foram necessários três meses para sua saída, tempo suficiente para ser substituído e não gerar problemas para os clientes.

Já Thais Cañadó, 25 anos e designer de moda na Scarfme, conseguiu se organizar para ficar até a troca da coleção e se desligar da empresa um mês antes da viagem.

A viagem começa a partir de Santos (litoral de SP) com destino ao Caribe, à Austrália e à Europa.

Porém diferente das travessias mais conhecidas, como da Familia Schurmanm, eles irão velejar pela costa, parando nas melhores praias do caminho, como por exemplo nos primeiros meses em Ilha Bela, Ubatuba, Angra e Paraty. A cada semana publicarão um vídeo no canal “Sailing Around The World” do YouTube mostrando o dia a dia da vida a bordo e principalmente os lugares visitados, sempre na perspectiva de quem chega na praia pelo mar e não pela terra.

Fonte: Terra

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SeaWorld demite centenas de funcionários após queda drástica de visitantes

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Asif Islam/Shutterstock.com
Foto: Asif Islam/Shutterstock.com

A SeaWorld Entertainment, empresa que possui 12 parques temáticos nos Estados Unidos, incluindo os SeaWorlds em Orlando, San Antonio e San Diego, irá demitir um total de 320 funcionários.

A companhia anunciou sua decisão na última terça-feira (6), segundo a CNN. Trabalhadores de todos os 12 parques temáticos serão afetados e o SeaWorld anunciou que eles foram notificados sobre a decisão no mesmo dia.

Esta é uma repetição dos cortes de funcionários em 2014, quando mais de 300 pessoas foram demitidas. A empresa apresentou uma SEC mostrando que a decisão mais recente é uma parte de um programa previamente divulgado que pretende reduzir os custos em US$ 65 milhões.

As demissões serão feitas até o final deste ano e o SeaWorld disse que os trabalhadores afetados receberão um pacote de desligamento e “assistência”.

Os últimos anos não foram os melhores para a SeaWorld Entertainment que viu seu público despencar em números recordes, principalmente após o lançamento do documentário “BlackFish” em 2013.

O documentário, que foi distribuído pela CNN, revelou as terríveis condições das orcas mantidas em cativeiro que eram exploradas para entretenimento, o que despertou vários protestos do público e de ativistas.

Isso resultou em um declínio acentuado de visitantes nos parques. A empresa informou que houve uma queda de 494.400 visitantes no primeiro semestre de 2016 em comparação com o primeiro semestre de 2015, que representa uma diminuição de 7,6%. A SeaWorld Entertainment também apontou que grande parte desse declínio foi atribuída aos parques da Flórida, que dizem ter sido afetados pelo mau tempo e pelo decréscimo de turistas latino-americanos, segundo o Inquisitr.

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Petição é criada em apoio a professor vegano demitido em MG

(da Redação)

Petição pede investigação sobre o caso. Foto: Divulgação
Petição pede investigação sobre o caso. Foto: Divulgação

Após divulgação da demissão do educador vegano e colunista da ANDA Leon Denis, ativistas de direitos animais criaram uma petição que pede que Secretária de Educação do Estado de Minas Gerais, Macaé Evaristo, investigue o caso.

Assine a petição no site.

O professor soube da dispensa de sua função na cidade de São João Evangelista, Minas Gerais, no dia 20 de outubro. A ordem de dispensa foi dada pela superintendência de ensino localizada na cidade mineira de Guanhães no dia 15 de outubro. Ironicamente, o dia do professor.

Leon Denis é internacionalmente conhecido como pioneiro no ensino de direitos animais, ética animal e veganismo em escolas públicas no Brasil. Para tratar dessa temática em sala de aula, o educador usa uma abordagem filosófica, lógica, histórica e científica. Os temas apresentados e trabalhados em sala de aula questionam as tradições e os costumes e mexem com o status quo sexista, racista, especista, e muitos outros preconceitos legados como naturais.

Justamente por questionar as tradições econômicas, religiosas, culturais, políticas e científicas em aula, de modo crítico, o educador começou a receber no final do segundo bimestre letivo muitas reclamações dos pais dos alunos. Reclamações que foram registradas na escola na forma de BO (boletins de ocorrência) e se estenderam até o mês de agosto. Segundo o educador, no mês de julho, em umas das reuniões em que foi chamado para ter ciência dos BOs feitos contra suas aulas, ele pediu uma reunião com os pais dos alunos para que pudesse ouvir pessoalmente as reclamações e assim poder explicar o teor das aulas, o que ele fala e o que ele não fala, a importância dos filmes e documentários indicados aos alunos, como A carne é fraca e Não matarás. A reunião pedida pelo educador para esclarecer os pais, mesmo sendo registrada em ata, nunca ocorreu. Os pais se recusaram a ouvir o docente.

O educador, que leciona a disciplina de filosofia, sabe que apresentar uma visão crítica do mundo, exigindo de seus alunos que pensem e reflitam sobre seus costumes é algo que gera desconforto nos familiares, na comunidade escolar como um todo e, por incrível que pareça, em muitos professores, colegas de profissão. Após ler as reclamações e denúncias registradas nos BOs, Leon levanta dois questionamentos: primeiro, como alguns pais, que se recusam dialogar com o docente, têm poder sobre uma entidade representativa da Secretaria Estadual de Educação, como a superintendência, decidindo a vida funcional de um profissional? Simplesmente porque não concordam com o que o professor fala em sala de aula. Segundo o educador, os BOs estão repletos de argumentum ad hominem (argumento contra a pessoa). E o segundo questionamento do educador é sobre seu direito de resposta, de defesa. Onde foi parar um direito constitucional?

Nas palavras do educador e escritor:

“Fui informado pelo inspetor escolar que estou impedido legalmente de lecionar durante os próximos três anos no Estado de Minas Gerais. Está na resolução SEE n. 2741/15. No dia do professor, 15 de outubro, deixei de ser professor. Quanta ironia e injustiça. Sou um espírito livre, e incomodo por isso. A filosofia crítica incomoda. A verdade dos fatos incomoda. E estou pagando o preço por ser adepto da veracidade como virtude. Por defender em aula todos aqueles que estão em constante estado de vulnerabilidade. Os grandes pensadores, aqueles que são minha fonte de inspiração, na filosofia, na literatura, nas ciências, nunca foram bem vistos pela teocracia, pela oligarquia, pelos mantenedores do status quo; pelo contrário, sempre incomodaram e foram caçados pelas ideias que defendiam.”

Nota da Redação: A redação vem esclarecer que segundo informações não foi responsabilidade da escola, pois esta e o conselho de professores, quando solicitado, deram parecer favorável ao professor, (mesmo não concordando com a temática das aulas). Entretanto, a superintendência de ensino da cidade de Guanhães ignorou isso e enviou um oficio de dispensa pedindo desligamento do professor sem justificativa. Registre também sua indignação pela dispensa / expulsão do educador na Ouvidoria Geral do Estado de MG.

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Homem afirma que se casaria com seu cão e é demitido de empresa

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Ryan Uhler decidiu brincar na sua página pessoal do Facebook, mas esta foi uma brincadeira que lhe custou caro. O norte-americano acabou por perder o seu trabalho depois de ter escrito na rede social que queria casar com o seu cão.

A brincadeira surgiu após ter sido aprovado o casamento homossexual em todos os Estados norte-americanos.

“Amo o meu cão Rocco e ele ama-me. Espero que algum dia nos possamos casar”, disse Ryan no Facebook, segundo o La Vanguardia.

O seu chefe não entendeu o comentário e decidiu despedi-lo de imediato. A empresa para a qual trabalhava, Grace Advisory Group, em Fort Myers, levou à letra estas declarações, mas depois de saber que não se passava de uma brincadeira, nenhum esforço foi feito para readmitir o empregado.

O caso tem sido divulgado nas cadeias televisivas.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

 

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Servidor que denunciou crueldade contra animais é demitido em São Carlos (SP)

Funcionário denunciou crueldade contra bezerros (Foto: Isaac Soares de Souza/arquivo pessoal)
Funcionário denunciou crueldade contra bezerros
(Foto: Isaac Soares de Souza/arquivo pessoal)

O servidor municipal que denunciou o assassinato cruel de animais no Parque Ecológico de São Carlos (SP), em 2013, foi demitido por justa causa. A decisão publicada no Diário Oficial do Município no sábado (21) informa que o desligamento ocorreu após atos de indisciplina. O advogado do ex-funcionário informou nesta terça-feira (24) que entrará com um processo trabalhista contra a Prefeitura. Já a assessoria de imprensa da administração municipal informou que a decisão foi tomada dentro da lei.

O texto publicado no Diário Oficial diz que o servidor Isaac Soares de Souza, de 54 anos, foi desligado na sexta-feira (20) após infringir a Consolidação das Leis de Trabalho e o Código de Ética do Servidor Público Municipal. A explicação para a exoneração foi de que o servidor cometeu ato de indisciplina ou de insubordinação e lesivo a honra contra o empregador. Em 2013, ele enviou um vídeo que mostrava um bezerro sendo morto com uma marretada na cabeça e uma facada no coração. Depois de mortos, os animais eram pendurados no Parque Ecológico para fazer a sangria.

Para o advogado Flávio Lazarotto, Soares foi demitido porque a administração municipal considerou que a denúncia era falsa e que teria prejudicado a imagem do Parque Ecológico.

“Isso não corresponde aos fatos. Ele fez uma denuncia que é tão verdadeira que o Ministério Público abriu um inquérito”, disse.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Processos

O advogado ressaltou ainda Soares sofreu um processo administrativo, mas nenhuma testemunha foi ouvida. “Ele já havia passado por outro processo pelo mesmo motivo, o que não pode haver”, explicou.

Lazarotto disse que será aberto um processo trabalhista contra a administração municipal. Ele afirmou que seu cliente sofreu perseguição após as denuncias e que a intenção sempre foi demiti-lo.

“No primeiro processo, ele foi suspenso por 10 dias e a intenção era prejudicar o estágio probatório dele e assim demiti-lo. Na avaliação em 2012 o resultado ficou acima da média e quando foi fazer outra em 2014 eles tinham reavaliado a primeira avaliação e modificado o resultado para uma pontuação abaixo. Como é feita a média de todos os resultados, queriam que ele não atingisse a média para poder ser demitido”, contou. A Prefeitura não comentou o caso.

Caso

Isaac Soares denunciou em maio de 2013 a matança recorrente de gado de forma cruel no Parque Ecológico, com o objetivo de alimentar outros animais. Na época, a Prefeitura admitiu que a matança ocorria, mas disse que já havia determinado a suspensão da atividade no local.

Segundo o ex-servidor, a matança ocorria com frequência e que a morte dos bezerros era necessária para subsistência de outras espécies, como onças e outros animais, já que a carne servia de alimento. Ele afirmou, entretanto, que método usado era criminoso e que o correto seria comprar a carne preparada.

Em junho, o promotor de São Carlos Sérgio Domingos de Oliveira abriu inquérito para apurar as denúncias. Segundo ele, o vídeo e outras denúncias sobre a matança no local foram protocolados no MP.

Um inquérito policial e abertura de uma sindicância administrativa na Prefeitura também foram requisitados pelo promotor na época.

Suspensão

Souza foi afastado do trabalho por 30 dias pela Prefeitura em julho de 2013. A corregedoria da da administração municipal informou que tomou a medida preventivamente sem prejuízo de remuneração, para preservar a integridade do funcionário devido a problemas de relacionamento.

Na ocisão, Souza afirmou que o afastamento ocorreu após ele ter prestado uma queixa por intimidação no local de trabalho. “Quase fui agredido por um funcionário do parque que não gostou da denúncia e para evitar que isso acontecesse novamente prestei queixa na ouvidoria da Prefeitura”, disse o tratador.

Fonte: G1

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Notícias

Funcionária alertou donos de academia de que cachorra “jorrava sangue”

A recepcionista da academia Alta Energia unidade Pampulha, localizada no bairro Castelo, foi demitida após postar fotos da cachorra Anilha no Facebook, quando ela estava coberta de ferimentos e não estava sendo tratada, e também de quando ela foi encontrada morta.

O caso ganhou repercussão com a disseminação das imagens na rede, e causou indignação entre os usuários. Tanto que no próximo sábado (19) uma manifestação está marcada para acontecer na frente da academia às 10h, e já conta com mais de 300 pessoas confirmadas no evento intitulado “Manifestação crueldade nunca mais” no Facebook.

Thiene Melo, a recepcionista, conta que depois da repercussão do caso chegou ao local para trabalhar e foi impedida de entrar. “Me entregaram o papel da demissão e não falaram um A sobre o assunto comigo”, disse.

“A cachorra já estava com essas feridas há algum tempo e ninguém fazia nada. No dia 4 de dezembro ela foi levada ao veterinário, e voltou de banho tomado e com a receita dos medicamentos que deveria tomar, mas os remédios chegaram tarde demais. Somente na terça-feira do dia 9, data em que ela foi encontrada morta, é que trouxeram os remédios. No dia 8 os funcionários que estavam lá chegaram a ligar para a gerente, dizendo que a cachorra estava jorrando sangue. E nada foi feito”, contou a mulher.

Ela também relata que tanto Anilha como a outra cachorra que vivia no mesmo ambiente estavam com essas feridas abertas há semanas. “Mas depois disso tudo eles estão tratando bem da outra cachorra agora, que também estava com as mesmas feridas que a Anilha”.

“Quando fui tirar satisfações com a gerente sobre a morte da cachorra – que poderia ter sido evitada -, ela disse que não iria discutir comigo porque a cachorra já tinha morrido”, disse ainda.

Sobre a demissão da funcionária, a diretora administrativa da empresa, Cláudia Carvalho, disse nada teve a ver com o ocorrido. Ela também disse que a academia não teve culpa na morte do animal. “A gente tem a consciência de que não fez nada errado. Somos uma empresa que gosta de animais, nossos animais são muito bem cuidados. Ficamos tristes com a morte da cachorra, mas a gente ainda nem teve tempo de sentir o luto por conta dessa repercussão toda”, disse.

A causa da morte da cadela não foi divulgada pela empresa. No entanto, a assessoria da academia enviou o laudo da veterinária expedido nessa terça-feira (16), onde consta que o animal foi diagnosticado no dia 4 de dezembro com miíase e que foram prescritas medicações e realizada a limpeza no local do ferimento.

No verso do documento, a veterinária escreveu uma observação, onde diz que acredita que a morte da Anilha não tenha sido causada pelo ferimento no cotovelo, mas não determina o que teria causado sua morte.

“Não tem outra explicação. Não tem explicação deixar um animal sangrar até a morte, sem remédio, sem tratamento. O corpo da Anilha foi enterrado na academia. Se for o caso, a gente desenterra a cachorra para fazer uma necrópsia para provar o que aconteceu”, desabafa Thiene.

Sobre a demissão sem justa causa, Thiene afirma que a prioridade agora é denunciar o caso da cachorra para que haja uma punição para os culpados. “Ainda nem tive tempo de olhar isso, mas foi uma demissão sem justa causa. Pretendo correr atrás dos meus direitos sim, mas primeiro vou atrás desse caso até resolver”, disse.

Fotos tiradas pela funcionária da academia quando a cadela ainda estava viva, para mostrar aos responsáveis que ela precisava de tratamento
Fotos tiradas pela funcionária da academia quando a cadela ainda estava viva, para mostrar aos responsáveis que ela precisava de tratamento
(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)

Fonte: O Tempo

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