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Homem degola cachorro e foge após ser denunciado no MS

Foto: Luiz Guido Jr

De acordo com o site O Pantaneiro, ele fugiu após ser denunciado.  Testemunhas disseram à polícia que o cão teve o pescoço cortado, tentou correr, porém, não resistiu e morreu em um matagal na região do Bairro São Francisco.

Moradores contaram que o autor já praticava maus-tratos contra o animal. Ele não o alimentava, e, com isso, vizinhos forneciam água e comida frequentemente.

Há alguns dias, ele teria cortado a orelha do cachorro por causa de sarna. Na sexta, ele alegou que o cão estava doente e que iria sacrificá-lo. Os vizinhos tentaram impedir, mas ele cortou o pescoço do animal.

Fonte: Midia Max

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Cadela é degolada com arame farpado em Pato Branco (PR)

Reprodução/ Facebook
Reprodução/ Facebook

Todos os dias, infelizmente, são publicados nas redes sociais inúmeros casos de maus-tratos contra animais, provando que a violência empregada contra a vida tem aumentado na mesma proporção que a crueldade inerente em alguns seres humanos.

O último caso que chegou até a redação do Diário do Sudoeste – que não quer dizer que tenha sido o último caso de maldade cometida contra um animal em Pato Branco – foi o de uma cadela que morreu degolada após ficar por mais de uma semana com algo preso ao pescoço. Os protetores – pessoas que se dedicam voluntariamente para proteger e cuidar dos animais abandonados na cidade – não souberam precisar qual foi o objeto amarrado ao pescoço do animal, mas foi uma espécie de fio ou arame, talvez farpado.

Eles contam que o animal percorreu por dias as ruas do bairro, agonizando, e que não deixava ninguém chegar perto, inclusive atacando algumas pessoas que tentaram ajudar. Os protetores se revezaram em busca ao animal para tentar socorrê-lo, mas tudo foi em vão. No dia 7 de outubro ele foi encontrado morto, na porta de uma igreja no bairro Gralha Azul, onde vivia, e onde possivelmente sofreu a violência.

Desabafo

Uma das protetoras de animais, Izamara Fantinel, publicou em sua página do Facebook, no dia 7 de outubro: “Encontrado nosso anjo degolado… Infelizmente morta… Agora a pouco o diretor da Escola Gralha Azul me avisou que alunos haviam visto ela caída na porta da igreja… fui ao local imediatamente, na esperança de encontrá-la com um sopro de vida… mas já estava dura e gelada… Dava para escutar os animais devorando seu corpo (nosso corpo também será devorado pelos animais e o que se leva desta vida é somente as boas ações que fizemos às pessoas e aos animais)… Chorei muito diante desta triste cena…. Morrer na porta de uma Igreja Evangélica, ao lado do ginásio da escola Gralha Azul… sua morte significa que animais são criaturas de Deus, e que tem sentimentos como todos nós. Agora nosso anjo descansa de toda a dor que passou nesses seus últimos dias… Recolhemos seu corpo e agora de meio dia será lhe dado ao menos um enterro digno, já que não pude salvá-la a tempo… Me perdoa…”.

Repercussão

O caso de maus-tratos repercutiu nas redes sociais, onde a população se disse arrasada com a situação, indignada pela crueldade do ser humano que cometeu o ato e pela falta de justiça diante desses casos.

Um dia antes da morte do animal, a protetora Izamara postou na rede social. “Ontem nosso anjo degolado foi pega pelos moradores do Gralha Azul, só que ela mordeu um dos rapazes que a soltou diante da dor (foi para o UPA e está bem), e ela se embrenhou no mato novamente… Ela esta podre… cheirando muito forte e com bicheiras em todo seu pescoço… foram feitas buscas novamente ontem, mas sem sucesso diante da chuva que impediu. Um novo grupo de buscas está se formando, quem quiser ajudar entre em contato com os protetores”.

Falta conscientização

A presidente da União dos Bairros de Pato Branco, Mari Colla, que também é uma das protetoras de animais da cidade, alertou que o que falta é conscientização, para que casos assim não mais aconteçam. Segundo ela, muitos professores da escola se sensibilizaram com a situação e ajudaram a procurar a cadela. Até os bombeiros se empenharam nas buscas.

Violência familiar pode influenciar comportamento agressivo contra animais

Questionada sobre o tipo de pessoa capaz de praticar maus-tratos contra animais, a psicóloga Juliane Varaschin explicou que a crueldade dirigida a eles, na infância, por exemplo, não é um acontecimento isolado do meio social em que a criança vive.

“Algumas pesquisas encontraram correlações entre indivíduos com histórias de maus-tratos com animais e as condições familiares nos quais cresceram. Há, por exemplo, maior incidência deste comportamento em sujeitos vindos de famílias com históricos de algum tipo de violência, como violência doméstica. A criança tem reações, e a maneira de tratar o animal é um espelho, muitas vezes, da maneira que observa as relações em seu entorno familiar”, destacou.

Segundo a psicóloga, existe uma tendência de se tratar os animais tal qual o próximo é tratado. “Normalmente essa característica é observada desde a infância, ou seja, a pessoa não desenvolveu habilidades satisfatórias de apego. Os pesquisadores americanos Kellert e Felthous (1985) examinaram a relação entre crueldade contra animais na infância e comportamento agressivo contra pessoas entre criminosos (agressivos, moderadamente agressivos e não agressivos) e não criminosos na vida adulta, a partir de entrevistas com 152 criminosos e não criminosos. Os resultados indicaram que a crueldade contra animais na infância ocorreu mais entre criminosos agressivos do que entre criminosos não agressivos e não criminosos. Os resultados demonstraram haver relação entre maus-tratos aplicados a animais durante a infância e atos violentos praticados contra pessoas na vida adulta”, enfatizou.

Juliane disse ainda que “a maneira com a qual as pessoas se relacionam com os animais repete a forma como elas sabem se vincular, se apegar, pois animal requer cuidado, é um eterno bebê, e nesse tipo de comportamento específico a violência se mostra contra algo indefeso”.

Ela destacou ainda que “a psicologia auxilia no sentido de trabalharmos as várias questões implicadas nesse tipo de comportamento. Desde as dificuldades familiares, até os determinantes sociais que contribuem para alimentar a violência. É importante prestarmos atenção ao modo como nossas crianças se vinculam, com tudo!”.

Castração

Com o objetivo de reduzir o número de animais abandonados em Pato Branco, o município tem se empenhado em castrar e chipar os animais resgatados das ruas, que são destinados à adoção responsável.

O Programa Municipal de Controle Populacional de Animais de Rua, realizado pela Secretaria de Meio Ambiente desde 2014, estima atender mais de 1.200 cães e gatos até maio de 2017.

A realização constante de Feiras de Adoção também contribui para que esses animais encontrem um lar onde recebam cuidados adequados e afeto. As chances de serem mau tratados após a adoção responsável e consciente são mínimas, principalmente porque os animais são acompanhados de perto pelos protetores durante o convívio com as famílias.

Crime ambiental

No Brasil, maltratar animais de qualquer espécie é considerado criem ambiental, segundo prevê o art. 32 da Lei nº 9.605, de 1998, com pena de detenção de três meses a um ano e multa.

Além da violência física, são considerados maus-tratos contra os animais: o abandono em via pública; mantê-lo permanentemente acorrentado; não abrigar do sol e da chuva; mantê-lo em local pequeno, não higiênico e/ou sem ventilação adequada; não alimentar diariamente; negar assistência ao ferido; obrigar o animal a trabalho excessivo, entre outros abusos ou violências.

Segundo ativistas, apesar de a pena contra esse tipo de crime ser muito branda, é extremamente importante que os responsáveis pelos maus-tratos sejam responsabilizados. Isso para que passem a ter antecedentes criminais e para servirem de exemplo aos que acham que nada acontecerá contra quem maltrata animais. A denúncia é a melhor forma de ajudar a reduzir os índices de agressão contra animais.

Fonte: Diário do Sudoeste

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Polícia investiga morte de animais com sinais de degola em Candiota (RS)

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A polícia investiga o crime de maus-tratos contra animais após cães e gatos serem encontrados mortos com sinais de degola em Candiota, cidade distante cerca de 400 quilômetros de Porto Alegre, na Região da Campanha do Rio Grande do Sul. Na última semana, pelo menos quatro animais, entre cães e gatos, foram encontrados degolados. Dois morreram e outros dois sobreviveram aos ataques, mas ficaram gravemente feridos, com cortes profundos no pescoço.

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A delegada Daniela Borba, que investiga o caso, diz que a polícia já tem uma pessoa suspeita dos crimes.

“Iniciamos a investigação e, por enquanto, não é possível adiantar muitas informações para não atrapalhar o andamento da investigação. Colhemos alguns depoimentos e vamos ouvir mais pessoas. Há uma pessoa suspeita, mas vamos em busca de mais informações”, disse a delegada.

Uma manifestação, na tarde da última quinta-feira (6), contou com tutores dos animais agredidos, apoiadores da causa animal e crianças. Os manifestantes caminharam, com cartazes que pediam mais segurança e respeito, até a Delegacia de Polícia de Candiota, onde registraram boletim de ocorrência.

A pena para o crime de maus tratos contra os animais varia de três meses a um ano de prisão, além de multa.

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Gato agredido é adotado
O gato Chico vivia nas ruas de Candiota e era monitorado por instituições de proteção animal. Mesmo assim, foi uma das vítimas de maus-tratos e precisou levar 60 pontos na região do pescoço após ser degolado.

O animal sobreviveu e terá um lar.

“Ele ia todos os dias lá na porta pedir comida, e eu dava para ele. Agora eu vou cuidar dele”, conta a estudante Nilza Machado.

Fonte: G1

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A degola

Todo país parece civilizado ou ético porque sua forma de degola de animais está velada aos olhos dos consumidores. Mas, quando puxamos os véus, todos os povos ainda têm a cor do horror sanguinolento da crueldade contra os animais não humanos, estampada em suas faces.

Matamos, aqui no Brasil, seis bilhões de indivíduos por ano. Todos apunhalados ou degolados em câmaras secretas, bem longe dos olhos do público que os consumirá em seguida. Para que o sangue desses seis bilhões de animais escoe e não fique escurecendo a carne, envenenando-a, é preciso apunhalar ou degolar o animal. E o freguês, atendendo apenas ao próprio gosto e indiferente ao jorro e escoamento do sangue dos outros, preserva seu próprio sangue pulsando vivo por todo seu corpo.

A chacina das baleias a céu aberto, no Japão ou na Noruega, no Canadá ou seja lá em qual país for, não ganha, em derramamento de sangue, da praticada em câmaras fechadas, com sistema de escoamento de sangue de modo a que olhar algum consumidor o veja. Ela apenas acresce mais litros de sangue derramado em águas abertas. Um bovino abatido para bife tem em média 12 a 15 kg de sangue. Matamos mais de 34 milhões de bovinos por ano aqui no Brasil, o equivalente a 400 a 500 milhões de kg de sangue derramados às escondidas, algo que não choca o comedor de carnes, como pode chocar ver as águas do mar tingidas de vermelho do sangue das baleias. E, do ponto de vista ético, é tão brutal assassinar uma baleia quanto o é assassinar um boi ou um porco.

Querem imaginar o que seja uns 10 bilhões de litros de sangue derramados todos os anos pelo abate no Brasil? Quantos Maracanãs seriam necessários para conter todo esse sangue derramado?

Se não vai por bem, vai aos trambolhões? Quando me perguntam se creio que um dia o mundo vai se tornar vegano, penso em duas possibilidades: a primeira, belíssima, seria todo ser humano olhar para qualquer animal e ver-se ali representado, abolindo o que implica em forçar esse animal a nascer, manter esse animal preso e sem chance de viver plenamente seu espírito específico e matar esse animal para comer, ou servir-se de qualquer coisa, extraída do seu corpo ainda vivo; a segunda, catastrófica, seria uma peste geral afetando a população humana em tal magnitude que vire crime criar animais para o abate.

Os humanos não fazem viradas éticas por nada. Precisam de algum motivo forte, às vezes, de “força maior” para entender que estão atolados até o gogó numa moralidade obsoleta, que é preciso abolir qualquer criação e matança de animais, não para proteger os humanos da morte, mas exatamente para proteger da morte todo animal condenado ao abate pelos humanos.

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Cão degolado por fio de nylon corre risco de morte

Cão passou por cirurgia. A expectativa é de que ele passe pelo menos mais três semanas no hospital veterinário. (Foto: G1 DF)
Cão passou por cirurgia. A expectativa é de que ele passe
pelo menos mais três semanas no hospital veterinário.
(Foto: G1 DF)

A dentista Natália Taranenko se deparou com uma situação trágica quando encerrava o expediente em seu consultório, em São Sebastião, no Distrito Federal, no início da semana: um cachorro estava encolhido em um canto da sala, com um fio de nylon amarrado ao pescoço.

O fio provocou um corte profundo no pescoço do animal – “dois dedos”, segundo a mulher dentista. O cachorro foi encaminhado para o Hospital Veterinário Dr. Antônio Clemenceau e ainda corre risco de morrer.

“A secretária gritou, avisando que havia um cão dentro da sala. Cheguei perto para chamá-lo para sair, e ele estava muito abaixadinho, encolhidinho, sem se mexer. Chegando mais perto, notei gotinhas de pus e de sangue e vi que tinha uma corda de nylon azul enterrada nele”, conta a dentista. “Parece que ele sabe que eu ajudo cães, que veio até o meu consultório pedindo socorro.”
Para fazer o resgate, Natália acionou a presidente da ONG Sociedade Humanitária Brasileira, Vanusa Rocha, que entrou em contato com a clínica veterinária e conseguiu vaga para interná-lo.

O cachorro foi levado de carro, enrolado em uma coberta, até o local. Lá, foi sedado para a retirada do fio e tosado, para dar início ao tratamento.

Exames feitos na clínica mostraram que o cão está desnutrido, desidratado, com uma infecção e tem doença do carrapato. O animal aparenta um ano de vida e está abaixo do peso – ele tem 7,5 kg, quando o ideal, para o porte dele, seria ter 11 kg.

Como não come sozinho, o animal tem sido alimentado com a ajuda de uma seringa e passa 24 horas por dia recebendo soro. Ele acabou virando o xodó dos funcionários e foi batizado de Joca.

Responsável pelo tratamento, a veterinária Ana Paula dos Reis Damião disse acreditar que a corda tenha sido colocada no cão quando ele ainda era filhote.

A hipótese é de que o machucado tenha surgido porque ele cresceu e engordou com o fio no pescoço.

“Não é que seja comum, mas eventualmente acontece. A gente tem animais que ficam internados e que a gente usa corda de identificação, que é frouxinha. Um mês depois, no retorno, tem cachorro que ainda volta com ela”, diz a profissional. “Pode ter acontecido de colocarem quando ele era novinho e terem esquecido ou ele ter fugido.”

A expectativa é de que o animal passe pelo menos mais três semanas no hospital veterinário. Depois, ele volta para a responsabilidade da ONG, que vai tentar encontrar um lar temporário ou um tutor definitivo para ele.

“Eu sou apaixonada por cães, então a gente acaba criando aquele afeto, quer logo a recuperação. E, principalmente, quando é bonzinho como o Joca. Todo mundo quer cuidar, quer fazer o curativo. Ele, se Deus quiser, vai ser fácil de arrumar alguém para adotar”, disse Ana Paula.

Presidente da ONG, Vanusa informou que não denunciou o caso à polícia, já que não sabe quem amarrou a corda no pescoço do animal. Interessados em ajudar no custeio do tratamento podem procurá-la pelo telefone (61) 8172-2817.

Fonte G1

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Brigitte Bardot denuncia crueldade aos animais em matadouros

Brigitte Bardot, em foto recente

A atriz francesa Brigitte Bardot passou a denunciar nesta quarta-feira a crueldade do sacrifício de animais em matadouros franceses, iniciativa que faz parte de sua campanha ecológica lançada em janeiro.

A intérprete reivindica às autoridades que acabem com essa situação, em um grande anúncio publicitário manuscrito da Fundação Brigitte Bardot publicado nesta quarta-feira pelo jornal francês “Le Parisien”.

“Este massacre em nossos matadouros é diário. Não suporto mais. Peço a vocês que lutem comigo contra ela”, escreve Brigitte de próprio punho, no anúncio de página inteira em que exige ao Governo que “aplique a legislação francesa e europeia”.

Ela considera “inadmissível e ilegal” que, na região metropolitana de Paris, “100%” dos animais sejam sacrificados por degola, sem antes serem deixados inconscientes, “em condições de violência e de inumanidade abjetas”.

Brigitte contesta “a vontade manifesta de esconder este escândalo aos consumidores”, para que ninguém saiba o método utilizado para o sacrifício.

Ela critica particularmente o Ministério da Agricultura da França, que, em sua opinião, não cumpre o dever de fiscalizar os matadouros e, sobretudo, “vigiar que os animais não sofram maus-tratos adicionais”.

Símbolo sexual nos anos 50 e 60, Brigitte Bardot se dedica ao ativismo pelos direitos dos animais desde que deixou a carreira de atriz e cantora.

Fonte: Terra

Nota da Redação: É importante frisar que o assassinato de animais para consumo deve ser combatido sempre e independente da forma como seja realizado.  Assim como nós, eles têm direito à vida, à liberdade. Defendemos absolutamente a vida de todos os animais.

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