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Cadelinha com deformação no maxilar mostra que há beleza em ser diferente

Erin Webb

A cadelinha Zipper aprendeu desde cedo a suportar o peso de ter uma característica especial. Ela possui uma deformação no maxilar que afeta a posição de seus dentes e a deixa com um sorriso exclusivo e singular.

Erin Webb

Ela foi encontrada em situação de abandono quando tinha oito anos no Alabama (EUA). Apesar de estar saudável, ela não escondia as cicatrizes da dura vida nas ruas. Zipper sofreu com alergias, parasitas e suportou várias gestações.

Erin Webb

A cachorra foi resgatada por uma equipe da Huntsville Animal Services, que ficou surpresa com a formação dentária da cadelinha, que apesar do dano agressivo, não a prejudicava em nada. Ela se alimenta e late normalmente, como qualquer cão.

Erin Webb

Erin Webb, voluntária da instituição, afirma que a má formação do maxilar da cadela é um verdadeiro mistério e revela que Zipper aprendeu a ter resiliência e a não se importar por ser diferente, apesar de ainda ser vítima de preconceito e preterida por candidatos.

Erin Webb

Ela realmente encontrou um lar no abrigo e fez amizade com vários cães idosos. Apesar da idade, a cadela adora se aventurar e passear. Voluntários do local afirmam ter esperança que ela seja adotada e acreditam que a cadela saberá valorizar quem a amar do jeito que ela é.

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Cão com rosto deformado devido à agressão é salvo de sacrifício

Um cão de quatro meses, com o rosto deformado, foi deixado aos cuidados do Cuyahoga County Animal Shelter em Ohio, nos Estados Unidos. O estado de saúde e as lesões do cachorro eram graves a ponto de colocarem sua vida em risco.

(Foto: Reprodução / Instagram)

A princípio, os profissionais da clínica acreditaram que a deformação tivesse sido gerada por uma infecção que teve início após uma mordida de outro cão. Entretanto, quando um especialista examinou o filhote, ele descobriu que, na verdade, ele havia sido brutalmente agredido, o que levou a uma fratura no crânio e na mandíbula.

O estado do filhote era tão crítico que ele mal conseguia abrir a boca e, por consequência, não podia comer. Apesar disso, ele balançava o rabo, demonstrando felicidade mesmo em meio a sérios problemas de saúde.

(Foto: Reprodução / Instagram)

A médica veterinária Eileen Heldmann administrou antibióticos no cão, que passou a ser chamado de Squish. Mas o tratamento não estava sendo eficaz e o filhote ficava cada vez mais fraco, o que fez com que a veterinária decidisse marcar um dia para sacrificá-lo.

Um dia antes do cão ser submetido à morte induzida, a estagiária Danielle Boyd resolveu levá-lo para casa para que ele passasse a última noite de sua vida em uma casa, com amor e conforto, ao invés de ficar preso em uma gaiola. O olhar de Squish, entretanto, encantou a mulher, que decidiu que ele não poderia ser morto.

(Foto: Reprodução / Facebook)

Ao informar a veterinária sobre sua decisão, Heldmann concordou em não mais sacrificar o filhote, que passou por uma cirurgia.

Recuperado da operação, Squish voltou a comer sozinho. E apesar de ter perdido alguns dentes, um pedaço de seu maxilar e um dos olhos, o cão não perdeu a vontade de viver. Feliz, hoje ele passa o dia brincando, cercado de amor.

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Porcos com patas em forma de pés de galinha chamam atenção em Vitória (ES)

(Foto: Afonso Carlos da Silva)
(Foto: Afonso Carlos da Silva)

Quatro porcos com as patas em “formato de pés de galinha” chamaram a atenção do aposentado Afonso Carlos da Silva, morador de Vitória. Ele contou que foi até a propriedade de amigos no interior de Nova Venécia, município da região Noroeste do estado, neste domingo (10) e ficou surpreso com os bichos, que têm as unhas alongadas.

Nas imagens é possível ver quatro dedos alongadas em cada pata dos animais, tanto nas dianteiras quanto nas traseiras. O aposentado não soube dizer se todos eram na mesma linhagem.

Afonso contou que foi até a casa dos amigos para ajudar na reforma de uma casa. “Fui para trabalhar e quando cheguei lá fiquei sabendo dos porcos. Fui para os fundos da casa e tirei foto dos animais. É uma coisa muito diferente”, contou o aposentado.

Fonte: Idest

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Gatinho nasce com quatro orelhas na Rússia

O gato Luntik chama a atenção dos habitantes de Vladivostok, na Rússia. O animal, de apenas três meses, tem quatro orelhas, um par a mais que o comum.


Em seu segundo par de orelhas não há canal auditivo, apenas um excesso de pele.

Luntik vive na garagem de uma loja que presta serviços automotivos.

O site britânico Daily Mail diz que em Chicago, nos Estados Unidos, um gato chamado Yoda também tem orelhas extras. Muita gente costuma se referir a esses animais como “gatos com asas”.

Fonte: R7

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Arara azul resgatada do tráfico sofre sequelas e recebe cuidados especiais

Foto: Correio Braziliense/ Reprodução

Raíto representa uma vitória contra a ameaça de extinção: foi salvo de uma operação de tráfico internacional e sofre sérias sequelas das más condições de transporte, mas é bem assistido.

De uma ninhada de sete ovos, somente aquele em que estava este filhote vingou. Mesmo assim, a ave apresenta anomalias. Visto de longe, Raíto é um pomposo representante da rica fauna brasileira. Sua brilhante plumagem cor de anil, os olhos caídos e o bico em formato de gancho não deixam dúvidas: ele é um espécime de arara-azul, ave ameaçada de extinção e símbolo da exuberância natural das terras tupiniquins. Um olhar mais atento, porém, revela que Raíto é especial. Seu corpo não é tão uniforme e proporcional quanto o de seus semelhantes. O bico não saiu reto como o dos demais. No começo de sua ainda breve história, ele virou alvo de contrabandistas e fez parte de uma carga de ovos apreendida pela Polícia Federal. Os maus-tratos que sofreu antes de romper a casca impuseram limitações eternas ao seu desenvolvimento.

Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek, 17 de agosto de 2009. Um passageiro português é preso ao tentar embarcar com sete embriões de aves silvestres, atados à cintura por uma meia-calça e embalados em papel, na tentativa de manter a temperatura interna. Na manhã seguinte, os ovos foram entregues ao Zoológico de Brasília para serem pesados, lavados e numerados. Um exame detalhado, feito em um equipamento chamado ovoscópio, que permite ver o grau de desenvolvimento do animal mesmo dentro do ovo, indicou que um dos embriões não havia vingado. Os outros seis foram colocados na chocadeira e, 10 dias depois, Raíto nasceu.

“Ele foi o primeiro e o mais fortinho. Provavelmente estava em estágio mais avançado de desenvolvimento e pode ter sido o que menos sofreu com a manipulação inadequada”, avaliou a veterinária Ana Cristina de Castro, coordenadora da Curadoria de Aves do Zoológico. Prova disso é que todas as outras cinco aves, que nasceram no intervalo de um mês, não resistiram às deformações físicas. Para manter Raíto vivo, a dupla de veterinários Ana Cristina e Ricardo Alves o alimentou a cada duas horas, com papinha processada especial para psitacídeos, durante os meses em que ele foi mantido na Unidade de Tratamento das Aves (UTA).

Má formação

A arara pode ter tido melhor sorte do que os outros embriões apreendidos, mas não ficou livre das sequelas. Por debaixo das penas, a coluna do animal se calcificou em formato de “S”, com uma acentuada curva para o lado esquerdo das costas, formando uma corcunda. A deformação prejudica alguns movimentos, como o abrir e o fechar dos dedos. Sem essa habilidade, ele não consegue manusear a própria refeição, e até hoje é alimentado pela equipe do zoológico, três vezes ao dia. Em razão das atrofias musculares, o corpo de Raíto entorta para a esquerda, quando ele caminha. A arara também não pode voar.

O bico dessas aves geralmente é perfilado, permitindo que a mandíbula e o maxilar se encaixem com perfeição. No caso dele, o bico superior também é encurvado para a esquerda e não encontra com a porção inferior, o que reduz sua força e a capacidade de triturar superfícies rígidas. “Mesmo com o bico deformado, ele triturou um coquinho, outro dia”, revelou Ana Cristina. Sem o atrito natural, o bico cresce e Raíto acaba se ferindo. Por isso, a cada dois meses, ele é sedado com uma anestesia inalatória, para que o bico seja lixado. Como a região é enervada, o procedimento é doloroso e causa sangramentos.

O desenvolvimento de Raíto também o diferencia das outras aves. Seu porte é menor do que a média e, enquanto animais da mesma idade chegam a pesar dois quilos, ele não ultrapassa os 800 gramas. Uma das características das aves criadas na natureza é a capacidade de regular a temperatura do próprio corpo, aprendida durante as trocas de calor com a mãe. Por ser criada em cativeiro, a arara demorou a controlar a temperatura corporal e foi mantida na Unidade de Tratamento de Aves (UTA) até cerca de seis meses de idade, quando as penas surgiram. Depois de ganhar vida independente, ainda sofreu com uma infecção causada por bactérias e outra ocasionada por um fungo. Foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um abcesso no papo. Por problemas circulatórios, perdeu dois dedos. Há 20 dias, deixou a sonda e voltou a se alimentar normalmente.

Os veterinários Ricardo Alves e Ana Cristina de Castro: cuidados especiais. Foto: Correio Braziliense/ Reprodução

Mesmo diante da coleção de contratempos, os veterinários garantem que Raíto é um bichinho feliz e saudável. “Apesar dos problemas físicos, ele não tem nenhuma doença”, revela Ricardo Alves. A ave dorme sozinha, na sala dos técnicos do Zoológico. Passa o dia tomando sol, circulando entre os funcionários da instituição e banhando-se em uma bacia — seu passatempo preferido. Nos fins de semana, reveza-se entre as casas de seus dois “pais”, Ricardo e Ana Cristina, que têm licença especial do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) para cuidar da ave. Na licença, constam os endereços deles, e não é permitido levar o animal a qualquer outro lugar

Ciumento, Raíto disputa palmo a palmo a atenção dos funcionários com os outros animais que fazem concorrência. “Outro dia, quando estava amamentando um tamanduá, Raíto subiu no meu colo e começou a puxar meus dedos”, conta Ana Cristina. Curioso, não tem medo de se aproximar de outras espécies. “Quando você bate palmas, ele vem, mexe em tudo, demonstra interesse pelos outros animais”, contou ela. Apesar disso, não tem muita noção de si mesmo. “Uma vez, o coloquei na frente do espelho e ele levou um susto”, relatou a veterinária.

Hoje, Raíto está mais próximo de um animal de companhia — um pet — do que de uma ave selvagem. Em momentos de tranquilidade, permite que estranhos cocem sua cabeça. “Se não fosse humanizado, ele não iria resistir. O caso dele é especial, pois, com as limitações, seria rejeitado pelas outras araras. Poderíamos até arrumar uma companhia para ele, mas estaríamos interferindo na vida de outro animal”, explicou Ana Cristina.

Quando manifestou as primeiras características de uma rara arara azul, os veterinários fizeram planos para ele. A idéia era tratá-lo e integrá-lo aos semelhantes. Mas nos últimos 12 meses, os sonhos mudaram. O bico está entrando no prumo, mas nunca será normal. A coluna, que, esperava-se, teria uma curvatura normal, entortou. O projeto de introduzi-lo ao habitat da bicharada ficou mais distante. “Se ele aprender a se alimentar sozinho, poderá ganhar um recinto no zoológico só para ele. Mas tudo indica que terá uma vida solitária, sem contato com o público. Se houver um animal em situação semelhante, pensaremos em estimular a interação”, revela Ana Cristina. Os esforços, agora, são no sentido de ensiná-lo a comer sozinho.

“Esse bicho, para nós, é um dos símbolos da conservação e da vida. Seria levado para outro continente, nas piores condições, e talvez nem sequer sobrevivesse. É uma das maneiras de uma forma de vida encontrar seu caminho”, resumiu o diretor do Zoológico de Brasília, Raúl González. Com todo esse prestígio, o destino de Raíto parece selado: sombra e água fresca, comida farta e muito carinho de sua grandiosa família de seres humanos.

O que diz a lei

Segundo o artigo 29 da Lei nº 9.605/98, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécies da fauna silvestre nativa ou em rota migratória sem permissão, licença ou autorização da autoridade competente é crime. A pena varia de seis meses a um ano de detenção, além de multa. Mexer ou destruir ninhos, expor animais à venda e até explorar produtos oriundos da fauna também são considerados crimes ambientais. A guarda de um animal silvestre também é considerada crime, punido também com detenção variável de seis anos a um mês, além de aplicação de multa. Quem entregar o animal às autoridades competentes poderá não sofrer as penas. Se o crime agravar ainda mais a situação de espécies ameaçadas e listadas em relatórios oficiais, o infrator será penalizado com multa que varia de R$ 500 a R$ 5 mil, no caso dos psitacídeos, de acordo com o grau de ameaça da espécie. Já o Decreto nº 3.179/99 recomenda que os animais apreendidos, se tiverem condições de sobrevivência, sejam devolvidos ao habitat natural.

Família falante e emplumada

As araras são aves da família dos psitacídeos, como papagaios, periquitos, cacatuas, maritacas, jandaias e maracanãs. Essas espécies possuem cabeça larga e robusta, bico forte, alto e curvo, próprio para quebrar sementes. Os músculos da mandíbula e da língua são reforçados, para ajudar nessa função. Os pés são curtos, articuláveis e também ajudam a manipular a comida. São frutívoros e ainda consomem grãos, sementes e tubérculos. São aves monogâmicas e possuem um parceiro durante toda a vida, que pode chegar a 80 anos. Considerados animais inteligentes, possuem cérebro altamente desenvolvido e têm a capacidade de reproduzir diversos sons, interagindo com os seres humanos. Por essas razões, e também pela plumagem multicolorida e exuberante, essas aves estão entre as preferidas dos contrabandistas de animais silvestres. Muitas delas estão ameaçadas de extinção.

Fonte: Correio Braziliense

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Campanha no Facebook salva vida de cachorra com deformação nas patas

Por Giovanna Chinellato  (da Redação)

As imagens a seguir contam a história de uma cirurgia memorável que transformou a vida de Belle, uma mestiça de greyhound.

Antes da operação ela tinha patas deformadas que a faziam andar como uma aranha. Ela nascera com a deformidade, e foram feitas várias campanhas para bancar o tratamento que fortaleceria suas pernas.

A imagem mostra Belle antes da cirurgia, com os cotovelos frontais voltados para fora; mas depois de dois rounds de cirurgia, ela agora se parece com um filhote comum e está em busca de um novo lar.

De acordo com reportagem publicada no jornal Daily Mail, Jennie Foxall-Lord, a administradora e fundadora do Mayflower Sanctuary em Doncaster, no Reino Unido, começou uma campanha há três meses no Facebook com apoio de dezenas de amantes de cães que ajudaram a erguer os três mil dólares necessários para a operação.

Jennie disse: “Quando ela andava, parecia uma pequena aranha. Agora, ela age muito mais alegre, brinca com os outros cães, antes ela só ficava deitada num canto. Ela é uma cachorrinha amável e esperamos encontrar uma família carinhosa para ela. Belle está radiante.”

O crescimento irregular dos ossos causou a deformação, mas, se o problema fosse detectado antes, a operação que envolveu quebrar suas patas, colocar pinos e duas talas poderia ter sido evitada.

“Ela não tinha vida antes dessas operações, ela realmente não tinha futuro”, disse Jennie. “Ela não seria capaz de andar. Felizmente o veterinário disse que existia uma possibilidade de melhora, caso contrário talvez a teríamos sacrificado. Mas agora as coisas mudaram completamente, que cachorra feliz ela é! Uma filhotona que não pôde viver as aventuras de filhote ainda.”

“Ela é tão cheia de vida, uma pequena guerreirinha. Se alguém era capaz de superar aquilo, era Belle.” Ela teve pinos aplicados nas pernas que foram removidos em maio. A mestiça determinada, que foi largada no santuário pelos ex-tutores, pode então, no mês passado, dar sua primeira caminhada – e recebeu alta.

A pequena, que agora procura um novo lar, precisará de monitoramento para o resto da vida, mas felizmente as operações já passaram.

Jennie, cujo santuário abriga 40 cães e uma ninhada de bebês no momento, disse que a veterinária de Belle não havia visto nada parecido antes e acrescentou que a lutadora canina não sente mais dor alguma.

Ela disse: “Jamais pensaríamos em doar Belle sem ter certeza de como seria a operação. Ela ainda é um filhote, será bem ativa e precisa de alguém que controle seu peso e exercite-a bastante. Provavelmente não uma casa com crianças, pois ela poderia derrubá-los sem intenção. Se ela precisar de outra operação, a Mayflower pagará – é assim com qualquer cão que doamos.

“Felizmente, várias pessoas foram generosas e ajudaram a pagar a operação. Ela nunca parou de abanar o rabinho, apesar de sentir dores horríveis. E ela sempre ficava contente de ver você, mesmo que não pudesse levantar para cumprimentá-lo. Ela merece um bom lar.”

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Jovens matam um animal de espécie não identificada, no Panamá

Uma criatura diferente intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por quatro adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação.

Segundo jornais panamenhos, quatro adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.

A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um ET por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem “Gollum”, da trilogia O senhor dos anéis.

Pesquisador diz que características da criatura são 'muito peculiares'. (Foto: Reprodução/Telemetro.com)
Pesquisador diz que características da criatura são 'muito peculiares'. (Foto: Reprodução/Telemetro.com)

Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são “muito peculiares”.

Nesta terça-feira (15), foi encontrado no local um animal sem cabeça, que seria um bicho-preguiça. Ainda não se sabe se há alguma relação com o caso do ser encontrado no fim de semana.

Fonte: G1

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