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Cutia ferida é encontrada dentro de condomínio em Manaus (AM)

Uma cutia foi encontrada dentro de uma casa em um condomínio de alto padrão em Manaus, no Amazonas.

Cutia foi encontrada em casa do Alphaville (Foto: Divulgação)

Moradores do Alphaville, localizado no bairro Ponta Negra, acionaram o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb). A cutia, que é adulta e fêmea, estava com um ferimento em uma das patas quando foi salva.

Resgatada pelo Batalhão, ela foi encaminhada para a sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), onde receberá cuidados médicos para, depois, ser devolvida à natureza.

Denúncias relacionadas a animais silvestres devem ser feitas diretamente ao Batalhão por meio do telefone (92) 98842-1547 ou no endereço da unidade, localizada na Vila Olímpica, acesso pela Rua Álvaro Maia, Alvorada 1, Zona Centro-Oeste da capital.

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Homens chutam e matam cutia em Macapá (AP)

Reprodução

Um vídeo registrado por uma câmera de segurança eletrônica chocou os moradores de Macapá (AP). As imagens mostram dois homens maltratando uma pequena e indefesa cutia.

Uma moradora do local onde foi realizada a filmagem registrou uma ocorrência na Delegacia de Meio Ambiente (Dema). Ela identificou os homens.

“Ao ver o vídeo, me deparei com uma cena absurda de alguns trabalhadores que foram contratados por um vizinho para fazer reparos na casa dele. Porém, eles aproveitaram para cometer um crime ambiental e isso nos revoltou”, disse em entrevista ao G1.

Nas imagens é possível ver dois homens encurralando a cutia, a agredido com chutes e depois a matando com golpes de tijolo.

A moradora explicou ainda que cutias são comuns no local e vivem em paz com os moradores. Ela afirma que nunca ouviu nenhum morador reclamar da presença dos animais ou se queixar de qualquer infortúnio por parte deles.

O delegado Sávio Pinto, da Dema, afirma que a pena em casos de maus-tratos contra animais pode chegar até 1 ano e 4 meses de detenção. Ele disse ainda que os homens ainda não foram identificados, mas que a investigação segue em andamento.

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Em vídeo, PMA registra resgate de cutia atropelada em Campo Grande (MS)

Animal foi encontrado no canteiro central da avenida Afonso Pena. (Foto: Reprodução / Vídeo PMA)
Animal foi encontrado no canteiro central da avenida Afonso Pena. (Foto: Reprodução / Vídeo PMA)

Uma cutia foi atropelada nesta quinta-feira (13) de manhã no Parque dos Poderes. Bastante machucada e sem conseguir se mover, ela foi resgatada pela PMA (Polícia Militar de Campo Grande).

A cutia é um mamífero roedor de pequeno porte, e chega a 64 centímetros. De acordo com a PMA, o animal foi encontrado no canteiro central da avenida Afonso Pena, nas proximidades do Bope (Batalhão de Operação Especiais).

Casos de atropelamento de animais silvestres no Parque dos Poderes são comuns. No local está o Parque Estadual do Prosa, um fragmento do bioma Cerrado, com vegetação nativa e nascentes de córregos como o Desbarrancado e Joaquim Português, que formam o Córrego Prosa.

Policiais gravaram o momento em que o animal foi retirado do canteiro e encaminhado ao Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres).

Fonte: Campo Grande News

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CRAS realiza soltura de animais silvestres em floresta de RO

Os animais foram soltos na Floresta Marginal do Lago da Represa de Samuel

Policiais militares do  Batalhão de Polícia Militar Ambiental realizaram a soltura de animais que estavam no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS do BPA. Foram soltos jacaré, tracajá, cobras, macacos, bicho preguiça, ouriço-cacheiro, tamanduá-mirim, cutia e pássaros, totalizando 16 animais de várias espécies.

Os animais relacionados acima estavam no BPA – Batalhão de Polícia Militar Ambiental e, após o período técnico de avaliação médica veterinária, foram considerados aptos para retorno ao seu habitat natural por estarem gozando de boa saúde e sem limitações físicas que impusessem dificuldades de sobrevivência, conforme atestado médico veterinário.

Os animais foram soltos na Floresta Marginal do Lago da Represa de Samuel, localizado no município de Candeias do Jamari-RO, após 15 km da barragem de Samuel por sobre o dique da represa. O local escolhido é ideal, pois apresenta todas as condições de acolhimento dos animais em questões de amplitude de área e existência de espécimes similares. A equipe do CRAS estava composta pelo major  PM VET Ronaldo e soldado PM  Luiz e Antonio Nóbrega, funcionário da  Eletronorte e estagiário da UNOPAR.

Fonte: Rondônia Dinâmica

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Ministério Público alerta a população sobre cativeiros de animais silvestres

A prática de cativeiro de animais silvestres em ambientes domésticos está cada vez mais frequente em todo o país. Visando mudar essa situação que está arraigada, o Ministério público (MP) em parceria com o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) vem trabalhando no sentido de educar contra esse hábito.

Segundo a promotora do MP e responsável pela campanha “Animal Silvestre não é Pet”, Dalva Tenório, é preciso levar a informação para essa geração, de que animais silvestres têm que viver em seus habitats naturais.

Os animais silvestres mais utilizados como pets são: jacaré, galo de campina, papa-capim, canário, sagui, tatu, tejo, capivara, porco espinho, cutia, cobra-jibóia, tucano, gavião, bicho-preguiça e, principalmente, o papagaio. “É uma coisa muito comum e os nordestinos gostam de uma forma geral. É uma cultura”, declara Dalva.

A promotora alega que jamais uma pessoa poderá reproduzir o ambiente natural dentro de casa. Existem alguns casos de pessoas que têm condições financeiras privilegiadas, que reportam o habitat do animal para seu sítio (ambiente doméstico), desta forma, o IBAMA concede a autorização, porém, não é uma coisa simples, uma vez que exige uma série de critérios, dentre eles a exigência de veterinário, relatório mensal, um local mais próximo do ambiente natural dele. “Mas de qualquer forma está se evitando essa prática, para não se incentivar esse criatório do animal que é uma prisão para ele”, lembra a promotora.

A partir do momento que a pessoa tira o animal do local em que ele vive e se reproduz livremente, e o coloca em um local que não é adequado, já é caracterizado como sendo maus tratos, e isso está previsto na lei de crime ambiental, no artigo 32, da Lei federal de n° 9.605 de 1998.

Vale lembrar que o MP está na fase de educar a sociedade. “É uma situação muito complexa, você invadir a casa do outro para fazer fiscalização/autuação. Estamos trabalhando em outra linha, a de educar e por enquanto não estamos punindo”, expõe a promotora acrescentando que o núcleo esta lançando esse trabalho de educação ambiental.

“Por enquanto não estamos trabalhando na base da lei, mas sim na educação, porque se não educar não adianta. Não queremos chegar logo punindo. As pessoas sabem que existe uma lei, e que é crime inafiançável, mas há insistência muito grande por conta da educação, uso e costume”, finaliza.

Lei

Abusos e maus-tratos contra animais configuram crime ambiental e devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito. O artigo 32 diz que praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime. De acordo com a “Lei de Crimes Ambientais”, quem tem um animal silvestre em casa está sujeito a prisão de seis meses a um ano, além de multa.

Dalva afirma que este é um trabalho contínuo, e que tem que ser ensinado em casa e nas escolas. É um trabalho que tem que ser feito pela Prefeitura, Estado, ONGs. “É um trabalho de sociedade, de educar o cidadão”, conclui.

Os animais silvestres são protegidos pela lei. Denúncias podem ser encaminhadas à Polícia Florestal (onde houver), ao MP, através do endereço denunciasambientais@mp.al.gov.br, ou ao próprio IBAMA, para onde são levados quando capturados.

Fonte: Alemtemporeal

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Fiscalização no Pará apreende armas e encontra animais em cativeiro

Está em andamento, no Leste do Pará, uma operação do Ibama que visa conter a caça e outros crimes ambientais naquela região do País.

Numa dessas investidas, fiscais do órgão federal apreenderam 32 armas de caça e, junto delas, as evidências desta prática: 23 rabos de tatu e uma cutia abatida, além de um jacaré e um jabuti vivos (que foram devolvidos à natureza).

A fiscalização ocorreu basicamente em quatro cidades (Goianésia do Pará, Moju, Redenção do Pará e Tailândia). Além dos crimes relacionados à fauna, foram encontradas 16 áreas de floresta com retirada de madeira (cerca de 60 metros cúbicos já cortados). Agora os responsáveis terão de apresentar licença, sob o risco de serem multados.

Fonte: EPTV

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32 armas usadas para caça são apreendidas no interior do Pará

Uma fiscalização que aconteceu em Goianésia do Pará, Moju, Redenção do Pará e Tailândia, no leste paraense, levou à apreensão de 32 armas de caça artesanais. Outras evidências de crime contra a fauna foram encontradas: 23 rabos de tatu e uma cutia abatida.

 

Foto: Ibama/Divulgação

Um jacaré e um jabuti ainda vivos foram devolvidos à natureza pelos agentes do Ibama. A operação começou no dia 8 de junho e segue em andamento.

 Foram encontradas 16 áreas de floresta com retirada de madeira, para as quais os proprietários terão de apresentar licença, sob pena de levar multa. Cerca de 60 metros cúbicos de madeira já cortada foram apreendidos.

 O Ibama multou ainda em cerca de R$16 milhões cinco fazendas por falta de Cadastro Ambiental Rural (Car), um registro em que está indicado qual é a área de cada propriedade reservada para produção e qual ficará com a mata conservada (na Amazônia, esta porção tem de equivaler a no mínimo 80% do total da fazenda). 

Fonte: Portal Amazônia


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PMA autua três caçadores em Terenos/MS

Foto: Jornal Dia Dia
Foto: Jornal Dia Dia

Policiais Militares Ambientais de Campo Grande foram acionados por policiais do Pelotão da Polícia Militar de Terenos, que tinham prendido, no sábado à tarde, em uma estrada vicinal, três caçadores com animais abatidos e armas, quando retornavam de uma caçada. No local os policiais verificaram que os animais abatidos eram um cateto e uma cutia. Os elementos presos foram Juracy Almeida Andrade, residente em Campo Grande, Natanael Silvino dos Santos e Fabrício Garcia Lemos, residentes em Terenos. Com eles foram apreendidos, além dos animais, um veículo, marca Fiat/Strada, placas HRP 4983, uma espingarda calibre 22, uma espingarda calibre 28, cinco cartuchos calibre 22, três de calibre 28 e um calibre 32.

Diante do crime e infração ambiental, os policiais encaminharam os autuados, juntamente com o material e o veículo que foram apreendidos, à delegacia de polícia civil de Terenos, para as providências criminais. Caso sejam condenados, poderão pegar pena de 6 meses a 1,5 ano de detenção. Os policiais militares ambientais também autuaram administrativamente os caçadores e arbitraram multa de R$ 5.500,00 contra cada um.

Fonte: Jornal Dia Dia

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Mamíferos ajudam a regenerar áreas desmatadas na Amazônia

Pesquisa realizada em clariras artificiais abertas para exploração de petróleo e gás natural na região do Rio Urucu, no Amazonas, mostra que a solução para a degradação da região pode estar na ecologia da própria floresta.

A jovem cientista Fernanda Santos, sob orientação da mastozoóloga Ana Cristina Mendes de Oliveira (UFPA) analisou os registros de mamíferos encontrados ao longo de quatro trilhas percorridas diariamente, nos períodos seco e chuvoso, ao longo de 2008. Ela descobriu que diversas espécies ajudam a restaurar a floresta, principalmente por meio de dispersão de sementes. O veado vermelho, a onça pintada e os primatas são algumas delas.

Segundo Ana Cristina, as clareiras abertas para prospecção de petróleo e gás natural são pequenas (no máximo 3 hectares), e não causam grandes impactos à fauna de mamíferos. A área estudada está situada no município de Coari, a 600 km de Manaus.  A região abriga a Base Operacional “Biólogo Pedro de Moura” (BOGPM) ou Base Petrolífera de Urucu, mantida pela Petrobrás para prospecção e transporte de petróleo e gás natural.

As pesquisas de campo, empreendidas ao longo de 2008, possibilitaram, num primeiro momento, identificar as 40 espécies de mamíferos de médio e grande porte que vivem na região do Rio Urucu. Do total de espécies inventariadas, apenas sete foram vistas dentro das clareiras.  São elas: paca, cutia, tatu, veado, onças-pintadas e onças.  As demais, como os primatas, foram vistos no entorno dessas áreas devastadas.  “Esta região é uma das que apresenta a maior riqueza de primatas da Amazônia e uma das maiores do planeta”, revela Ana Cristina.

Ainda segundo a pesquisa, os primatas inventariados na região de exploração de gás no Rio Urucu são, em grande parte, dispersores de sementes, pois têm potencial para levar esses embriões vegetais para dentro das clareiras, onde poderão se desenvolver e resultar em novas árvores.

A dispersão de sementes ocorre, por exemplo, quando o animal engole a semente e, quando da defecação, ela ainda está apta para germinar.  Ana Cristina menciona, também, o exemplo da cutia – animal que tem o hábito de enterrar a semente para guardar, procedimento que acaba favorecendo a dispersão e germinação das sementes.  Assim como a anta, as cutias também foram bastante observadas nas clareiras do Urucu.

Como conclusão de sua pesquisa, Fernanda Santos afirma que “as clareiras criam novas condições ambientais”.  Ana Cristina Oliveira, orientadora do trabalho esclarece que, quando ocorre a abertura de uma clareira, a derrubada de árvores possibilita uma maior penetração do sol na localidade, o que causa mudanças na umidade, na temperatura e no solo, que fica mais exposto e, consequentemente, mais compactado.

O estudo integra a Rede CTPetro Amazônia, formada pela cooperação entre várias instituições de pesquisas, dentre elas, o Museu Emílio Goeldi e a UFPA, e coordenada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Fonte: Estadão

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20 cutias serão devolvidas ao habitat natural, na Floresta da Tijuca (RJ)

Moradoras do Campo de Santana, no centro do Rio de Janeiro, as cutias vão passar o Natal em casa.

Foto: Reprodução/SRZD
Foto: Reprodução/SRZD

Vinte delas estão de quarentena no Jardim Zoológico aguardando para serem soltas em seu antigo habitat,  Floresta da Tijuca, de onde desapareceram na década de 1970 pela ação de caçadores.

“Será feito todo um acompanhamento para evitar que sejam novamente dizimadas como as que existiam na região. Será feito um acompanhamento criterioso no processo de soltura. Apesar da transferência dos animais, não vão faltar cutias na Praça da República, já que elas se reproduzem de uma a duas vezes por ano, tendo de um a três filhotes por gestação”,  explica Henrique Zaluar – coordenador do projeto.

Fonte: SRZD

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Filhotes de cascavel e de cutia morrem no Zoológico de Goiânia

Dois filhotes, um de cutia e outro de cascavel, morreram no Parque Zoológico de Goiânia entre o último sábado e esta segunda-feira. As duas mortes foram consideradas normais pela direção do zoo, principalmente pela pouca idade dos animais. A primeira vítima foi uma cascavel macho, de aproximadamente 10 meses e 30 centímetros de comprimento, que morreu na manhã de sábado, possivelmente em decorrência de uma virose.

Segundo o médico veterinário José Carlos Fávaro Júnior, que estava no plantão do parque no fim de semana, o animal nasceu com malformação na coluna e tinha sérios problemas de saúde. “Era uma serpente que não se alimentava direito, pois tinha dificuldade para engolir”, diz.

Um laudo histopatológico foi feito e o resultado deve apontar a possível causa da morte. Os filhotes de serpente ficam em caixas separadas do ambiente onde vivem os adultos. “A mortalidade é comum por dois fatores: a seleção natural e a adaptação ao cativeiro”, enumera o diretor do zoo, Raphael Cupertino.

A serpente é o 77º animal a morrer no zoo da capital neste ano. Atualmente existem no zoológico 13 exemplares de cascavel. Duas são adultas e 11 filhotes. O animal vive, em média, 15 anos.

Interditado desde o dia 20 de julho, o zoológico ainda não tem data definida para ser reaberto ao público. De acordo com o diretor do zoo, no momento, uma das intervenções ocorre nos ninhos das araras, que estão sendo substituídos, o que também deve ocorrer com outras aves. “Estamos preocupados em adequar a parte física do zoo e melhorar as condições de saúde dos animais”, afirma o diretor do zoo.

Fonte: O Globo

Nota da Redação: A direção do Zoológico de Goiânia vem considerando normais as diversas mortes ocorridas no local desde o ano passado. Também não se pode ser tratada com naturalidade a mortalidade de animais causada pela triste e nada natural adaptação ao cativeiro.

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