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Unidade vai atender gatos e cachorros de famílias de baixa renda na próxima segunda

Unidade hospitalar veterinária vai atender animais de pessoas com baixa renda (Foto: Jaelson Lucas/SMCS)
Unidade hospitalar veterinária vai atender animais de
pessoas com baixa renda (Foto: Jaelson Lucas/SMCS)

Nesta sexta-feira (1º), foi inaugurada a unidade hospitalar veterinária da Faculdade Evangélica do Paraná (Fepar), em Curitiba. O local atenderá exclusivamente gatos e cachorros de pessoas de baixa renda, além de animais encaminhados pela Rede de Proteção Animal, da Prefeitura de Curitiba. O atendimento começará a ser feito na segunda-feira (4).

De acordo com o coordenador do curso de medicina veterinária Eros Luiz de Souza, a unidade deve atender 2.800 animais por semestre. “É o dobro do que atendíamos na clínica, onde este serviço era realizado antes”, explicou. As consultas serão feitas por alunos do curso e supervisionadas por professores e veterinários que trabalham no local.

O espaço também realizará cirurgias, ecografia, raio-x e exames laboratoriais em animais de pessoas que recebem até três salários mínimos. O preço do atendimento varia conforme a renda do tutor. “Não é uma cobrança, é uma doação em dinheiro que a pessoa faz conforme o salário que recebe”, explicou o coordenador. Já os animais encaminhados pela Rede de Proteção terão atendimento gratuito, devido a um convênio entre a faculdade e a prefeitura.

A unidade funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h as 18h, na rua André Zanetti, 144, Vista Alegre. O atendimento é feito por ordem de chegada, porém a instituição sugere que a pessoa ligue antes para saber o local estará aberto. “O calendário escolar é diferente do normal, então, peço que liguem antes”, comentou Eros. O número de contato é (41) 3373-4056.

Fonte: G1

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Denúncias de maus-tratos contra animais aumentam em Curitiba (PR)

Segundo dados da Prefeitura Municipal de Curitiba, os números de denúncias de maus-tratos contra animais (domésticos e silvestres) vêm aumentando nos últimos anos. Em 2011, a Secretaria Municipal do MEIO AMBIENTE contabilizou 318 denúncias. No ano seguinte, o total de registros foi 2.178. Em 2013, foram 3.966 casos.

Para Esther Dias da Costa, Mestranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Veterinárias pela UFPR, o aumento tem relação com a Lei Municipal 13.908, que foi aprovada no final de 2011 e estabelece sanções para quem pratica maus-tratos contra animais em Curitiba. Ela explica que acha necessário que as pessoas saibam que os animais têm algumas necessidades básicas (alimentação, ambiente adequado, etc) e especiais (vacinação, aparecimento de doenças, entre outros).

“Avaliando 2.165 denúncias que foram encaminhadas pra Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba referentes aos meses de abril a setembro de 2013, chegamos nesses resultados: 511/2165 (23.60%) situações em que a alimentação era inadequada, 368/2165 (17.04%) em que o ambiente era inadequado e 335/2165 (15.47%) referentes a animais que eram mantidos em espaço restrito. O que nos leva a concluir que mais de 50% das denúncias eram por falta de cuidados básicos”, conta.

Camila Moraes, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, conta que quase 90% das denúncias recebidas não procedem. “A maior parte das denúncias que são reais é feita pela SPAC e são ou o abandono, ou animais feridos que não recebem a assistência necessária”, explica Camila.

Soraya Simon, presidente da Sociedade Protetora dos Animais (SPAC), também concorda que o aumento no número de denúncias está relacionado à criminalização dos atos. Para ela, o fim dos maus-tratos precisa contar com a ação do poder público, com a educação da sociedade e também com uma fiscalização mais rígida.

Fonte: Teia Notícias

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ONG resgata cães e gatos das ruas de Curitiba e Região há 13 anos

A ONG Amigo Animal há 13 anos resgata cachorros e gatos em situação de risco em Curitiba e na Região Metropolitana dando tratamento veterinário e abrigo para os animais até que eles sejam adotados. Atualmente, 1.500 cachorros estão sob os cuidados da ONG em uma chácara em Campo Magro, na Região Metropolitana da capital paranaense. Por mês, são compradas 15 toneladas de ração, o que significa um investimento de R$ 35 mil. Os recursos vêm de doações e de vendas de um bazar promovido pela organização.

“Nós fazemos também bingos mensais no Circulo Militar [na capital paranaense] e as pessoas também podem fazer doações em dinheiro, em ração. Há muitas formas de colaborar com o nosso trabalho”, explicou o presidente da ONG, Marcelo Misga.

O trabalho é feito por 20 voluntários. “Na maioria das vezes, eles sofreram algum tipo de maus-tratos, então, é uma forma de ajudar”, disse a voluntária Claudiane de Souza.

Apesar do esforço da ONG, Misga afirmou que muitos nos animais nunca serão adotados. “Ainda há muitos animais abandonados procriando indiscriminadamente na periferia da cidade principalmente”, relatou o presidente.

Mais informações sobre como ajudar a ONG Amigo Animal estão disponíveis no site da organização.

Fonte: G1

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Autoridade internacional reconhece trabalho de proteção animal de Curitiba (PR)

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

A médica veterinária americana Melinda Merck, autoridade internacional em prevenção contra os maus-tratos aos animais, acompanhou de perto os trabalhos de uma equipe da Rede de Proteção Animal da Prefeitura de Curitiba. Ela está em Curitiba para o 1° Curso Nacional de Acreditação em Polícia de Proteção Animal.

Melinda acompanhou várias ações da Rede. Entre elas, participou de vistorias a denúncias de maus-tratos e visitas a instituições protetoras de animais.

“O que eles estão fazendo é louvável, principalmente porque se preocupam muito com a educação sobre a guarda responsável e a proteção animal, o que faz toda a diferença”, disse. Ela afirmou que Curitiba tem uma oportunidade única no cenário brasileiro e mundial de se tornar um exemplo bem-sucedido de proteção animal

Pela primeira vez na capital do Paraná, Melinda Merck é consultora da polícia americana da SPCA (Society for the Prevention of Cruelty to Animals) e diretora da Internacional Veterinary Forensic Sciences Association.

“O problema da proteção animal é muito complexo e não pode ser resolvido apenas pelo poder público, mas exige o envolvimento da comunidade”, comentou. “Por isso defendo a importância da educação, em especial desde a infância, em relação aos bons tratos com os animais”, explicou a médica.

A Rede de Defesa e Proteção Animal, subordinada à Secretaria Municipal do Meio Ambiente, é um programa que envolve vários agentes públicos, da iniciativa particular e do terceiro setor, na busca de melhores condições de vida para a fauna da cidade. Entre outras ações, a Rede coordena o projeto Veterinário Mirim, uma ação educativa que promove a reflexão sobre o tema junto aos alunos da rede municipal de ensino.

“O fortalecimento da Rede neste ano fez com que aumentasse o número de denúncias feitas pelo telefone 156 da Prefeitura, que chega hoje a uma média de 25 a cada dia”, explica o diretor do departamento de Pesquisa e Conservação de Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Alexander Biondo.

Todas as denúncias de maus-tratos recebidas são fiscalizadas por equipes da Rede, num prazo máximo de três dias. Os animais encontrados em más condições são castrados, microchipados, vacinados e podem ser encaminhados para a adoção.

Polícia de Proteção Animal

Ao lado de vários outros especialistas nacionais e internacionais, Melinda está em Curitiba para participar do I Curso Nacional de Acreditação em Polícia de Proteção Animal. Inédito no Brasil, o curso foi oferecido para guardas municipais, policiais estaduais, federais e peritos criminais e se encerrou nesta quinta-feira (17), no setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná.

A meta principal é dar mais subsídios aos profissionais de segurança pública que atuam em ocorrências de crime contra a fauna, para que trabalhem melhor e de forma integrada.

“O objetivo é habilitar os profissionais no atendimento de ocorrências envolvendo animais”, explicou Biondo, que fez uma das palestras. Entre os convidados internacionais, além de Melinda Merck, está o amerciano Lee Goff, diretor do programa Chaminade Forensic Sciences e membro da Academia de FBI em Quantico, Virginia. Também veio a Curitiba para participar do curso o britânico David Bailey, cientista forense, fundador e diretor do primeiro curso de pós-graduação em Medicina Veterinária Forense e Direito.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

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