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Mamãe panda é vista carregando seu filhote para que ele não tenha contato com a neve

Uma câmera infravermelha registrou, em uma reserva natural da China, uma panda carregando seu filhote com a boca para protegê-lo das baixas temperaturas do solo coberto de neve.

Os pandas costumam carregar seus filhotes pela nuca, agarrando-os com a boca, porque os nervos atrás do pescoço da espécie enviam sinais calmantes para o cérebro quando são estimulados. De acordo com especialistas, carregá-los desta forma faz com que os filhotes se sintam seguros e calmos.

Uma mãe panda carregando seu filhote com a boca
Foto: Getty Images

A primeira coisa que uma mãe panda faz quando seu bebê nasce é segurá-lo pela nuca e mantê-lo de encontro ao seu peito. Isso impede que a temperatura corporal dos filhotes caia, segundo especialistas da Chengdu Giant Panda Breeding Research Foundation (Fundação de Pesquisa e Criação de Pandas Gigantes de Chengdu).

As imagens foram registradas no começo do ano, mas divulgadas recentemente como forma de conscientização para a proteção dos pandas selvagens. Os dados mais recentes mostram que existem 1.864 da espécie no mundo.


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Saiba como cuidar dos animais domesticos nos dias mais quentes

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Antes mesmo da chegada oficial do verão, as altas temperaturas já estacionaram nas cidades do Norte de Minas. Com os dias quentes e abafados, usamos roupas leves, banhos frios e bebidas geladas, que ajudam a aliviar a sensação de calor. Mas imagine se não conseguíssemos suar, mesmo com o corpo quente, e estivéssemos cobertos por um casaco de pelos durante todo o dia? Essa realidade faz parte da vida dos cães e gatos, por isso os animais merecem atenção redobrada durante esses dias desconfortáveis.

A veterinária Cláudia Pormann explica que os cães e gatos não possuem glândulas de suor, ou seja, não suam como os humanos. “O suor faz a temperatura do corpo cair para as pessoas. Os cachorros fazem isso através da língua, por isso ficam de boca aberta e ofegantes o tempo todo”.

É justamente por precisar da língua para se manterem menos quentes que o uso de focinheira pode prejudicar a saúde dos cachorros. A veterinária explica que os modelos muito curtos podem impedi-los de por a língua para fora, então as mais compridas são mais indicadas.

Com a dificuldade de regular a temperatura, dá para imaginar como é difícil para os animais passarem por estes dias de calor. Os mais peludos, adaptados a invernos rigorosos, têm, além da pelagem, uma camada de gordura para se protegerem do frio, conforme esclarece Cláudia.

“Os cães mais peludos precisam ser tosados neste calor. Raças como poodle, shitzu e yorkshire têm o crescimento de pelo muito rápido, não justifica os tutores quererem evitar a tosa. Já o chow chow é uma raça que o ciclo do pelo despende um tempo maior. Demora um ano e seis meses para crescer. Ainda assim, ele precisa passar por uma tosa, ainda que não tão curta”, afirma a veterinária.

Ela faz uma alerta em relação aos horários dos passeios com os animais. As patas podem se queimar no asfalto ou calçamentos muito quentes, por isso sair com eles durante tardes quentes pode ser uma ideia ruim. “O ideal é escolher as primeiras ou últimas horas do dia para sair com os animais. Um bom termômetro para saber se a temperatura do chão está adequada é pisar descalço com os próprios pés. Se estiver quente demais para a pele humana, para os cachorros e gatos também vai estar”, orienta.

A hidratação também é indispensável. A veterinária afirma que o mais importante é manter a água sempre fresca. E dá até para oferecer um gelo de vez em quando. “Umas pedrinhas de gelo na água pode fazer bem, e deixá-los brincar com elas às vezes também não tem problema”.

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Cuidando com amor
A economista Vânia Vilas Boas aprova as dicas da veterinária. Ela tem um poodle, de 13 anos, que é saudável e cheio de energia. Para manter o amigo Spock tão bem ela toma uma série de cuidados. “Ele é um poodle cheio de manias, acostumado a ficar com nossa família dentro de casa. Temos cuidado redobrado com alimentação, higiene, e nesse calor procuramos prestar ainda mais atenção nisso”, conta.

Spock gosta de esfriar a barriga na cerâmica. Em dias quentes, gosta de ficar deitado, parece até fazer pose. Como não consegue por água e se refrescar sozinho, a Vânia se esforça para melhorar a vida dele. “Renovamos a água sempre a cada duas horas, sempre fria, um pouco da geladeira e um pouco natural. Ele também dorme no ar-condicionado, para que fique mais tranquilo à noite. Com o gelo ele adora brincar, então procuro dar a cada dois dias, para não ter problemas”, explica.

Como o poodle é mais peludo e sente mais os dias quentes, a Vânia não se esquece deste detalhe e mantém a tosa em dia. “Procuro deixar a pelagem dele mais baixa, para que não fique tão incomodado com o clima. A higienização, principalmente na área íntima, também é um fator que tem muita influência. Sei que esses cuidados podem deixar ele melhor, e como faz parte da família, todo mundo se esforça para fazer”, diz.

O companheiro Spock tem festa de aniversário todo dia 13 de julho, dá para imaginar como ele é feliz? Já deu alguns sustos na Vânia, mas com certeza faz da vida dela mais leve. “Ele já fugiu, foi atropelado, mas graças a Deus está aqui conosco. É o menino da casa e vai ser por muito tempo”, brinca.

Fonte: Jornal Floripa

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Turista vai passear no Egito mas acaba ficando para cuidar dos cavalos feridos e explorados

Cavalos em tratamento na clínica veterinária de Jill Barton, ao sul das pirâmides de Gizé, no Egito
Cavalos em tratamento na clínica veterinária de Jill Barton, ao sul das pirâmides de Gizé, no Egito

Em um estábulo abafado à sombra das Pirâmides, um garanhão jazia ao chão, com uma pata quebrada em um ângulo estranho apesar do gesso que a envolvia.

O tutor, Farag Abu Ghoneim, rondava o animal enquanto ele era cuidado por uma enfermeira australiana conhecida por seu jeito com cavalos, e sua defesa ferrenha de animais em sofrimento. O garanhão vinha sentindo dores há uma semana, depois de ter sido chutado por uma égua.

“Ele não vai ficar melhor”, disse a enfermeira, Jill Barton, que veio para as Grandes Pirâmides de Gizé em 2013, mas ficou para ajudar cavalos explorados como carga e maltratados em Nazlet el-Samman, uma favela em ruínas nas proximidades. “Você precisa deixá-lo descansar.”

Barton enfrenta uma resistência forte de uma comunidade empobrecida que durante muito tempo viu os cavalos e os jumentos como animais de trabalho, com poucos sentimentos pela dor deles.

A enfermeira costuma defender a morte induzida, ou, como ela chama, levar os animais “para o outro lado do arco-íris”. Os homens querem que eles trabalhem até a morte.

Depois que ela deu a Abu Ghoneim sua recomendação, seu rosto assumiu um ar sombrio. “Só Deus pode tirar a vida”, ele disse.

Durante gerações, os homens de Nazlet el-Samman ganharam a vida oferecendo cavalos — e camelos — a turistas para dar voltas em torno das Grandes Pirâmides. Ou, como Abu Ghoneim, eles alugam seus cavalos para fazer aparições, todos decorados, em barulhentos casamentos de rua.

Os homens recebem o equivalente a US$ 7 (R$ 22) por um passeio de uma hora em torno das Pirâmides e US$ 20 por uma dança de casamento de 20 minutos. No entanto, não importa o quanto os homens precisem dos animais, eles os fazem trabalhar até morrerem de cansaço. As carcaças são então jogadas sem cerimônia nas dunas das proximidades.

Depois dos levantes da Primavera Árabe em 2011, o turismo no Egito despencou, com 3,3 milhões de turistas até o momento este ano, em comparação com os 14,7 milhões de 2010. Cavalos passaram fome, e camelos foram vendidos pela carne.

Cavalos explorados em torno das pirâmides de Gizé, no Egito; negócios decaíram após a Primavera Árabe
Cavalos explorados em torno das pirâmides de Gizé, no Egito; negócios decaíram após a Primavera Árabe

Juntamente com um veterinário do Hospital Veterinário Brooke, que fez visitas semanas gratuitas durante anos, uma série de grupos de ativistas da proteção animal correram para ajudar.

Um grupo alimentou os cavalos gratuitamente até ficarem sem dinheiro. Ahmed al-Shurbaji, 34, que administra um abrigo para cães local, às vezes aparece com um veterinário para cuidar de ferimentos leves. E Barton, 56, que se tornou uma jillaroo, ou ajudante de fazenda, aos 15 anos de idade na Austrália.

Em uma visita recente a Nazlet el-Samman com Barton, a sensação de que ela quase não havia mudado desde 1931, quando Dorothy Brooke, uma inglesa que vivia no Cairo, escreveu uma carta a um jornal britânico solicitando fundos para induzir a morte de cavalos da Primeira Guerra Mundial que foram vendidos a egípcios.

“A maioria deles passam dias desgraçados de labuta com tutores pobres demais para alimentá-los, que estão eles mesmos acostumados demais com as dificuldades para se sensibilizarem em qualquer grau que seja com o sofrimento de seus animais”, escreveu Brooke, que depois criou a Brooke, uma entidade de caridade internacional.

Havia cavalos para todos os lados na favela, amarrados em árvores e seus cochos enfileirados como se fossem estacionamentos equestres. Muitos deles estavam macilentos, com as costelas aparecendo. Um potro passou galopando e fungou para uma mulher. Os homens pegavam seus filhos em carroças puxadas por cavalos e carregavam compras para casa.

Quando começou a correr a informação de que havia turistas nas Pirâmides, alguns dos homens pegaram seus cavalos e foram para lá.

Recentemente, Barton deu a Mamdouh Abu Basha acolchoados coloridos para enrolar em volta das correntes que envolvem o focinho de seus cavalos, criando correias. Ela elogiou a pelagem saudável e brilhante deles.

Salem Abu Basha perguntou a Barton se ela poderia cuidar de sua égua cinza, que estava com uma infecção na pata. A égua não estava respondendo a um cataplasma de iogurte e amido, um tratamento faraônico que, insistiu, costumava funcionar.

O animal foi levado às pressas para a clínica de Barton, onde havia um cavalo deitado no chão. Barton queria induzi-lo à morte, mas os tutores o pegaram de volta alguns dias depois e o puseram para trabalhar. Havia jumentos reunidos em uma pastagem perto das pirâmides de Abusir, um dos vários agrupamentos de pirâmides que pontuam a área.

Um adolescente queria saber se Barton poderia curar seu jumento, cujo casco havia caído devido a uma infecção. Ela se ofereceu para ficar com ele por seis meses, mas o jovem Gomaa recusou. Ele precisava do jumento para puxar sua carroça, que ele usava para recolher plástico reciclável por US$ 5 ao dia. “Eu já o deixei descansando por um mês”, disse Gomaa, levando embora o jumento manco.

Então dois homens apareceram, trazendo uma égua com uma ferida onde uma sela havia esfolado sua pele. O rosto de Barton endureceu quando ela reconheceu a égua pelos cortes sangrentos em seu corpo. Ela disse que as feridas eram da pata de um garanhão, porque ela havia visto os homens forçando a égua a acasalar durante a noite. Estaria ela sendo castigada?

Em um inglês imperfeito, um dos homens explicou: “Ela faz coisa ruim, então a gente precisa ensinar ela.”

“Ensinar o quê?”, perguntou Barton. “Ela se comporta mal e você manda o garanhão cobri-la? É assim que você a ensina como não se comportar mal?”

Shurbaji, que administra o abrigo para cães, disse que a abordagem de Barton não era inteiramente bem vista. “Ela é muito dura e áspera com as pessoas”, ele disse. “Embora precisem da ajuda dela, ninguém gosta de procurá-la.”

Barton disse que quando ela chegou aqui pela primeira vez, ela foi voluntária em um abrigo de animais, mas percebeu que eles negligenciavam os cavalos e jumentos que diziam estar salvando. Então ela usou suas economias e doações para abrir o Egypt Equine Aid. A clínica gratuita no subúrbio desértico do Cairo tratou cerca de 300 cavalos e jumentos em dois anos.

Foi por vocação que ela permaneceu no Egito. Ela havia decidido muito tempo atrás que gastaria suas economias com os animais.

Também era “uma dívida”, disse Barton, que acreditava que os cavalos das pirâmides descendiam em parte dos walers australianos. A raça foi deixada para trás por tropas britânicas depois da Primeira Guerra Mundial, o último conflito a usar equinos em grande escala.

A maioria deles foi vendida para o Exército britânico na Índia, e os soldados que estavam de partida atiraram no resto, de acordo com o Memorial de Guerra Australiano. Mas pelo menos centenas deles foram vendidos para os egípcios, de acordo com a carta que Brooke escreveu em 1931.

Barton disse que alguns devem ter sobrevivido, apontando para a cabeça curvada de um cavalo que ela estava tratando, algo que seria típico de um waler, segundo ela.

Jill Barton olha exames de raio-x de um cavalo com a perna quebrada em sua clínica
Jill Barton olha exames de raio-x de um cavalo com a perna quebrada em sua clínica

E agora em Nazlet el-Samman, Barton teve de se segurar ao falar com Abu Ghoneim.

O cavalo provia a única renda para a família estendida de 12 pessoas de Abu Ghoneim, cerca de US$ 100 por semana em casamentos egípcios. Ele vendeu seu estábulo de 36 cavalos anos antes, quando o turismo despencou. Esse seria seu último animal.

Mas com o cavalo se contorcendo, Abu Ghoneim concordou em induzir a morte do animal. No dia seguinte, ele mudou de ideia, depois de sonhar que seu cavalo havia se recuperado. Enquanto tomava um chá, um “médico” ligou e mandou que ele não matasse o cavalo. “Mais um sinal”, ele disse com um sorriso.

Mas não era um veterinário. Era Shurbaji, que administra o abrigo para cães. Ele era contra matar animais e havia ouvido falar no plano de Barton.

Mais tarde, quando Shurbaji viu quão ruim era o estado do cavalo, ele mudou de ideia. Tarde demais. Barton levou mais uma semana tentando persuadir Abu Ghoneim a finalmente deixar seu cavalo ir para o outro lado do arco-íris.

“Agora acabou”, ele disse depois. “Não tem mais festas. Não tem mais nada.”

Ele disse que queria comprar outro cavalo em breve. “Com sorte, amanhã”, ele disse esperançoso.

Fonte: Notícias UOL

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Gato abraça todos os filhotes órfãos que sua tutora leva para casa

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Instagram/The Cat LVT
Instagram/The Cat LVT

Benedict Cumbercat sabe o que é conseguir ajuda em um momento crucial. Quando ele era apenas um filhote abandonado e com problemas de saúde, Ellen Carozza lhe deu uma chance.

Como uma técnica veterinária que salvou inúmeros gatos, ela não pôde resistir e levou-o para casa. “No momento em que eu o vi, me apaixonei mesmo com seu nariz irritado e sua terrível infecção ocular. Eu sabia que ele deveria ficar comigo”, contou.

Benny encontrou o lugar certo no coração de Carozza. Conforme ele cresceu, manteve seu próprio coração aberto para outros animais em necessidade e se tornou o pai adotivo ideal. Sempre que Carozza traz para casa uma caixa cheia de gatinhos, ele entra em cena. Até agora, Benny já cuidou de dúzias de filhotes.

Instagram/The Cat LVT
Instagram/The Cat LVT

“Benny se dá muito bem com os bebês. Ele realmente fica muito deprimido quando não temos filhotes, eu acho que ele está retribuindo a ajuda que lhe demos alguns anos atrás”, disse a tutora.

Um dia, Carozza levou para a residência uma gatinha como nenhuma outra e  que precisaria de toda a compaixão de Benny. Ela se chama Winifred, segundo o The Dodo.

Nascida pesando metade do que deveria, Winifred, ou Winnie, foi rejeitada por sua mãe. Seu irmão, também nascido muito pequeno, morreu, deixando-a sozinha no mundo.

Até que Carozza a acolheu: “[Gatinhos tão pequenos] não seguem as mesmas regras que os outros, então você não pode dizer o que esperar. Eles exigem muito mais cuidado e atenção aos detalhes”, afirmou.

Instagram/The Cat LVT
Instagram/The Cat LVT

Ela já usou tubos para alimentar muitos gatinhos famintos e possui uma incubadora para ajustar o ambiente para eles. Além disso, Carozza pode contar com Benny, que não perdeu tempo e colocou Winnie em seus braços, dando à frágil gatinha uma sensação de calor e proteção.

“Quando os gatinhos não estão com Benny, conseguem uma mamãe artificial para conforto, mas que não ronrona, não os limpa, não lhes ajuda a ser gatos e ele preenche essas lacunas”, explicou Carozza.

Quando estiver mais forte – e preenchida pelo amor de seu pai adotivo – Winnie será adotada pela irmã de Carozza em Nova York (EUA). Quanto a Benny? Ele estará esperando os próximos gatinhos entrarem pela porta.

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Protetora pede ajuda para manter 28 cães e continuar resgatando animais debilitados

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O amor e a empatia de Cinthia Amorim pelos animais transformou sua rotina. Há quase dois anos ela se dedica a resgatar e cuidar de cães abandonados e debilitados em sua própria casa. Assumindo todos os gastos, ela precisa de doações para continuar os resgates e também para manter o cuidado e tratamento dos cerca de 28 animais que estão sob sua responsabilidade.

Tudo começou quando uma amiga lhe perguntou se poderia adotar dois cães em fase de tratamento. Como já tinha outros três cachorros relutou no começo, mas acabou por adotá-los, depois disso passou a ser procurada pelas pessoas para realizar resgates e ajudar no cuidado de animais debilitados. “O problema é que as pessoas vinham até mim e traziam os animas e diziam que iam ajudar, mas depois sumiam”, diz Cinthia.

Ela contou que chegou a ficar dois dias sem ração para alimentar os cães, foi então que fez as postagens no Facebook pedindo ajuda. “Eu gasto um saco de ração a cada quatro dias, isso me custa R$ 120 reais, eu não consigo mantê-los sozinha”, desabafa.

A falta de um local específico e de recursos para tratar e manter os animais dificulta o trabalho de Cinthia. “Gostaria de poder fazer mais, resgatar mais. Se eu pudesse queria ter um lugar para cuidar deles. Eu não consigo ver o sofrimento deles e não ajudar”, conta a protetora que já cuidou de mais de 115 cães desde que começou o trabalho.

A revolta de Cinthia é também com a falta de atenção que os animais possuem da sociedade e de políticos, que ignoram sua existência e sofrimento, não assumindo suas responsabilidades. “Essa situação dos animais abandonados é muito grave, até pelas doenças que eles podem transmitir para o ser humano. Os políticos não estão nem ai para os animais porque eles não votam, mas eu sou protetora e eu voto”, enfatiza.

A maioria dos cães adotados por Cinthia está em fase de tratamento, sofreu agressões, abandono e demais maus-tratos. Todos estão debilitados e apenas um esta disponível no momento para adoção. Por isso, toda ajuda é bem vinda, seja financeira, remédios, rações e carinho também, já que visitas podem ser agendadas.

Mais informações de como ajudar pelo facebook ou pelo telefone de Cinthia (65) 9 9683-4983.

Fonte: Olhar Conceito

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Você é o Repórter

O que você deve fazer quando não puder mais cuidar de um animal doméstico

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A primeira coisa a se perguntar é: eu realmente não posso ficar com o animal doméstico? Muitas pessoas resolvem se desfazer do animal por problemas que poderiam ter solução. Pense bem — às vezes alguma flexibilidade e disposição para ajustes de sua parte podem evitar dor e sofrimento.

Se o animal tem problemas de comportamento, já procurou alguém que possa ajudá-lo com treinamento, dicas etc? Atualmente há especialistas em comportamento de animais e livros com muitas dicas úteis para a solução de problemas comuns. Se você não tem recursos, procure ao menos conseguir dicas com tutores mais experientes. Nós também procuraremos ajudá-lo.

Se o animal tem problemas de saúde com os quais você não pode arcar financeiramente, já procurou um veterinário que possa facilitar o pagamento, ou uma clínica universitária que possa ter preços mais em conta? Lembre-se de que os médicos veterinários precisam cobrar por seu trabalho, pois são profissionais e este é seu sustento. Mas muitos estão dispostos a flexibilizar as condições, conseguir medicamentos mais acessíveis face a um problema financeiro real de um tutor que mostra disposição de fazer sua parte. Outra opção é uma “vaquinha”entre amigos que gostem dos animais para o tratamento. Afinal, se algum amigo seu estivesse gravemente doente, você faria isto, não?

Se você vai se mudar, não presuma tão facilmente que seu animal não caberá em apartamento ou não será aceito pelo novo proprietário. Muitos cães de médio/grande porte ficarão mais felizes perto de seus tutores em um apartamento — desde que tenham dois a três passeios diários — do que tendo que se ajustar a um lar com novos tutores. Quanto a ser ou não aceito em novo local, isto depende muito de sua disposição em se mostrar um tutor responsável. Termos de compromisso, depósitos de garantia, etc, são possibilidades de caminhos para mostrar ao proprietário do imóvel que você evitará problemas e que se responsabilizará por eles se ocorrerem.

Finalmente: se você realmente concluir que neste momento é realmente impossível ficar com seu animal, não o jogue na rua. É crime e é um ato cruel e degradante.

Não espere que uma “entidade” vá receber seu animal. Se souber de alguém que sai recolhendo animais, desconfie. Não recomendamos nenhuma destas iniciativas de “abrigo” da cidade que continue recebendo animais, sem limites. Todas que conhecemos colocam animais em situação de risco e baixa qualidade de vida, pois mais estocam do que protegem animais. Outras pessoas “recebem” animais dizendo ser protetores, mas na verdade os usam como fábricas de filhotes, explorando-os comercialmente.

Também não leve seu animal para um Centro de Controle de Zoonoses, achando que lá ele será adotado. As chances isto acontecer são remotas. Na verdade há boas chances de ele sentir muita tristeza e terror antes de ser morto de forma dolorosa. Mesmo que ele consiga ser adotado, (de novo, as chances são mínimas!) ele poderá sair de lá com doenças e traumas – e nada garante que ele não será abandonado mais uma vez.

Mas se você realmente precisa procurar um novo lar para o animal doméstico, procure com a maior antecedência possível. Antes de tudo, veja como anda a saúde de seu animal. Ele já sentirá a mudança, de modo que quanto mais saudável e imunizado estiver, melhor para ele!

Comunique sua intenção de achar um bom lar para o seu animal em vários meios. Ao invés de anunciar um animal “grátis!”, o que mostra disposição de se “desfazer” do animal, anuncie que você está à procura de um novo lar, e fique à vontade para especificar que lar seria .

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Aplicativo reúne tutores de cachorros com pessoas que podem cuidar deles

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Uma startup quer resolver a vida dos tutores que não têm com quem deixar seus cachorros na hora de viajar. Com um aplicativo, eles colocam os tutores em contato com pessoas dispostas a cuidarem dos animais. Tutor e cuidador combinam um preço e fecham o serviço.

Os criadores do projeto, Eduardo Baer e Fernando Gadotti, entenderam que a paixão por animais podia ser um bom negócio. “A gente é uma rede que conecta cinco mil anfitriões que são totalmente apaixonados por cachorros, que abrem suas portas para receber cachorro de outras pessoas quando elas precisam viajar”, conta Eduardo.

O anfitrião responde um questionário, coloca fotos, diz como é a casa ou apartamento onde mora e quanto quer cobrar. O aplicativo fica com uma porcentagem desse valor. Uma seleção rigorosa é feita e apenas 30% dos inscritos ficam no aplicativo como anfitriões.
Hoje Alex e Sílvia faturam R$ 3 mil por mês. Ele gostou tanto que resolveu se profissionalizar. “Estou fazendo adestramento atualmente, então quanto ao comportamento canino a gente tem que empregar bem para eles se sentirem mais confortáveis”, diz.

Nos últimos três meses, 25 mil diárias foram agendadas através do aplicativo. “A gente está resolvendo um problema enorme que as pessoas têm, então de uma maneira ou de outra estamos criando, pessoas que não faziam isso antes estão fazendo”, explica Fernando Gadotti.

Dog Hero
Endereço: Rua Rio Grande, 783 – Vila Mariana
São Paulo/SP – CEP: 04018-002
Telefone: (11)4063-3710
Site: www.doghero.com.br
Email: contato@doghero.com.br

Fonte: G1

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Com R$ 50 mil em dívidas, ONG pede doações para cuidar de 200 animais em Jundiaí (SP)

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Uma ONG da cidade de Jundiaí (SP) que resgata e cuida de animais em situação de abandono precisa de ajuda. Com falta de recursos para manter o local e os animais, os administradores do Lar SOS Animais Abandonados buscam soluções variadas, desde doações de pessoas e empresas, até rifas para salvar os 200 animais que abrigam.

A instituição, que atua a 17 anos e já ajudou mais de 2 mil animais, passa por uma situação critica, já que as dívidas de empréstimos e compras de alimentos para os animais somam mais de R$ 50 mil.

A presidente da ONG, Valéria Bianchi Siqueira, diz que eles precisam de doações de ração e uma das soluções encontradas para resolver o problema foi a venda de rifas. “São 30 kg de ração para cachorro e 12 kg para gatos. São 200 animais que não tem para onde ir, que esperam um lar e precisam de ajuda”, conta. “A rifa é uma forma de levantar dinheiro, pois não tem nenhuma empresa que ajuda. São apenas 30 voluntários associados que fazem o que podem, inclusive ficando com alguns animais em suas próprias casas.”

Valéria conta também sobre os planos para o futuro assim que saírem dessa crise. “Pretendemos tornar a instituição autossustentável, expandir nosso abrigo, criando uma espécie de minifazenda, para fazer até pequenas excursões voltadas para crianças de 2 a 12 anos, podendo gerar renda suficiente para administrar o local.”

Os pontos de venda da rifa são na Agro Vila Arens, na avenida Fernando Arens nº 23, na Vila Arens II, e na casa de rações Animalis, na avenida Comendador Antônio Borin nº 2123, no Jardim Rosaura, ambos em Jundiaí. Para mais informações, entrar em contato no número (11) 95461-4018.

Fonte: G1

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Você é o Repórter

Veterinária faz apelo por doações para cuidar de animais carentes em Mairiporã (SP)

Abigail Andrade
abigail.andrade@hotmail.com

Uma veterinária realiza um trabalho de resgate e acolhimento de animais carentes em Mairiporã, Região Metropolitana de São Paulo. São cerca de 200 cachorros, 15 gatos e 21 porcos. Todo seu trabalho conta com pouquíssimo auxilio voluntário, e ela precisa de ajuda, pois não recebe doações de ração e medicamentos.

Com o aumento dos valores da ração no mercado, a veterinária faz um apelo por ajuda para conseguir alimentar os animais resgatados. Caso alguém puder ajudar doando ração, medicamentos como vacinas e anti pulgas, e materiais de limpeza, entre em contato. Toda ajuda é bem vinda.

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Contato: Dra. Luciany
(11) 98998-3011

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Especialistas dão dicas sobre como cuidar da saúde de animais obesos

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Com a chegada das estações mais frias, os tutores de cães tendem a praticar menos exercícios com seus animais, o que pode gerar uma maior conversão calórica nos animais. Estudos recentes mostram estimativas de que por volta de 40% dos cães e gatos estão obesos, principalmente os animais domiciliados em apartamentos. Assim como nos humanos, a obesidade pode causar grandes problemas na saúde do animal e é uma doença que vem tomando espaço no dia a dia dos animais.

Por isso, a COMAC (Comissão de Animais de Companhia), do SINDAN (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal), representada pelo Dr. Mauri Moreira, coordenador da instituição, e pela Dra. Fernanda Cioffetti, gerente de Marketing da Agener União, empresa associada à COMAC, preparou algumas dicas para você ficar de olho no peso do seu animal doméstico:

Visite um médico veterinário com frequência
O veterinário é o profissional mais adequado para verificar se o peso do seu cachorro ou gato está ideal à sua idade e raça. Cada espécie possui especificidades que interferem na saúde do animal, por exemplo, a obesidade canina caracteriza-se quando um animal apresenta mais de 15% de excesso de peso.

Incentive o animal a fazer exercícios
A prática de exercícios é recomendada em todas as idades. Passeie com o animal e procure por brincadeiras que ele possa liberar energia, como bolas ou discos. Mas, lembre-se de adequar a intensidade do exercício conforme o limite físico do animal. Ouça sempre a recomendação de um médico veterinário.

Alimentação de forma balanceada
Ofereça sempre alimentos indicados para a espécie do animal, como também de acordo com a raça e condição de vida. Lembre-se que para chegar ao mercado, o produto passou por vários testes e leva em consideração a espécie, o porte e os nutrientes necessários para cada animal. Se o seu cão ou gato já tem propensão para ganhar peso, evite snacks e petiscos.

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Voluntários capixabas abrem as portas de casa para cuidar de animais carentes em Vitória (ES)

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Para muita gente, o amor aos animais ultrapassa os limites de ser tutor ou não. Na Grande Vitória, por exemplo, um grupo de voluntários resgata cães e gatos em situação de rua que precisam de tratamento e hospedam os animais na própria casa.

É o caso de Dayane Maria Lameira, que atualmente abriga em sua casa oito cachorros e quatro felinos, todos retirados das ruas. Tanto amor pelos animais a levou a fundar a União Protetora dos Animais no Estado. A ONG não mantém uma sede, um abrigo, e por isso conta com um grupo de voluntários que acolhem eles em casa, formando uma rede de solidariedade.

“Há mais ou menos sete anos a gente faz esse trabalho voluntário: resgata animais em situação de abandono, geralmente vítimas de atropelamentos, maus-tratos ou acidentes”, contou Dayane.

Além de atenção e carinho, os animais precisam de cuidados, como consultas periódicas com veterinários e remédios. Atualmente, cinco dos animais que Dayane abriga estão em tratamento e isso tem um custo que ela não consegue arcar sozinha. É aí que entra em cena a ajuda dos amigos e da família.

O que algumas pessoas não sabem é que todo animal precisa de remédios de rotina, que não podem faltar de maneira alguma. A prevenção e a orientação de um especialista são cruciais para a boa saúde dos animais.

“A rotina começa com a vacinação e vermifugação dos filhotes, não para por aí. Os animais adultos precisam de acompanhamento para prevenir doenças futuras, como tratamentos contra vermes e exames de sangue periódicos para evitar doenças futuras, reforçou a veterinária Karine Quadros.

Fonte: Folha Vitória

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Especialista de São José dos Campos (SP) dá dicas para cuidar de animais durante tempo seco

Cachorro Verao
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O tempo seco em São José dos Campos (SP) deixa a saúde dos animais domésticos em estado de atenção. Com o tempo seco, os animais também precisam de um cuidado especial. Na última terça-feira (12), a umidade do ar chegou a 22% na cidade.

Durante o inverno, é preciso evitar a prática de atividades com os animais no horário do almoço, pois apesar do tempo seco, o sol pode resultar em lesões graves.

“Como o sol no inverno continua muito forte, os animais podem até ter hipertermia e outras lesões graves. Durante as atividades, devemos sempre levar água para o animal e hidratá-lo com frequência”, afirmou o veterinário Marcos Pereira.

Segundo o especialista, o tratamento para o animal durante os dias de baixa umidade é semelhante ao do humano. “Em casa devemos ter os mesmo cuidados com os cachorros do que temos com a gente, como usar a toalha molhada perto do anima . Já fora de casa, o uso de cobertores de casinha, porque é frio de madrugada”, disse Pereira.

Fonte: G1

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