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Vídeo que flagra momento de carinho entre gatinho, canguru e pombo viraliza nas redes sociais

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

Imagens adoráveis de um gato, um pombo e um bebê canguru que se aconchegaram juntos, como se fossem os melhores amigos, se tornou viral na internet.

A australiana Anandii Macrides já vivia com Michonne, o gato, quando seu parceiro trouxe Anya, um pombo filhote do sexo feminino resgatado, um ano atrás.

Logo eles se juntaram a Taro, o canguru filhote, e uma improvável amizade entre o trio começou.

Provando que três “nem sempre é demais”, Anya estabeleceu um vínculo estreito com os outros dois animais, apesar das pombas serem reconhecidas por sua natureza agressiva.

Imagens recentes compartilhadas por seus tutores mostram “os três patetas” como foram apelidados, amontoados na sala do casal.

Enquanto Taro tenta dormir, Michonne decide que seu companheiro marsupial precisa de um banho enquanto Anya retribui o favor “banhando” o gato e o canguru.

“Chovia e trovejava lá fora e Taro estava no sofá dormindo”, disse Macrides ao Daily Mail em matéria de 12 de dezembro.

“Saí para fazer algo e, quando voltei, o vídeo mostra o que encontrei”.

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

“Michonne está acariciando Taro e Anya tenta acariciar os dois e ser acariciada em troca”.

“Normalmente, mantenho os gatos longe do canguru pois eles podem causar problemas de saúde, mas isso foi tão bonito de se ver que eu tive que gravar um vídeo”.

O adorável vídeo atraiu quase 4 mil visualizações desde que foi enviado ao YouTube nesta semana.

Foto: ViralHog
Foto: ViralHog

“As criações de Deus são perfeitas”, comentou um espectador online.

Outro acrescentou: “Aww, tão doce, obrigado por filmar e compartilhar conosco.”

Esse vídeo é o exemplo do amor, da ternura e da entrega incomparável de que são capazes os animais, não importando a espécie ou o local, seja na natureza em uma casa: eles estão sempre de coração aberto. As informações são do Daily Mail.

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Gato e ratinha descobrem um ao outro e se tornam os melhores amigos

Foto: MacKenzie Allmon
Foto: MacKenzie Allmon

MacKenzie Allmon da cidade de North Little Rock, no estado do Arkansas (EUA), é uma verdadeira amante dos animais – ela ama tanto gatos como cães, e como orgulhosa cuidadora de quatro ratinhos domésticos, ela é também uma ardosa amante de ratos.

Allmon diz que seus animais são tudo para ela. Mas ela mal sabia o quanto alguns de seus bichinhos se amariam, entre eles mesmos, até que um dia ela encontrou seu gato Jagger no mais inesperado dos lugares.

Foto: MacKenzie Allmon
Foto: MacKenzie Allmon

Jagger entrou na vida de Allmon um ano atrás, quando ele era apenas um pequenino gatinho. Na verdade, ele nasceu na garagem de Allmon.

“No nosso antigo bairro havia um mercado de pulgas por perto e as pessoas costumavam dar filhotes lá – mas no final do dia, se eles ainda tivessem algum sobrando, eles simplesmente os deixavam por ali mesmo[soltos], o que fazia com que nosso bairro fosse preenchido gatos selvagens “, disse Allmon ao The Dodo.

Foto: MacKenzie Allmon
Foto: MacKenzie Allmon

Um desses gatos em situação de rua era manso – e um pouco arredondado demais ao redor da cintura. “Nós a levamos e a gata, que estava grávida, acabou tendo seus gatinhos em nossa garagem”, disse Allmon.

Allmon e sua família encontraram lares e adotantes para a gata mãe e todos os seus gatinhos – com exceção de um gatinho com quem Allmon sentia uma ligação particularmente forte. “Eu simplesmente não podia desistir dele”, disse ela.

Foto: MacKenzie Allmon
Foto: MacKenzie Allmon

Oito meses depois, Allmon veio buscar alguns ratos domésticos frutos de resgate. Então ela pegou mais um par deles. Ela criou um habitat grande e protegido para seus quatro novos membros peludos da família, Willow, Jasmine, Eevee e Sadie – mas ela não sabia exatamente como Jagger reagiria aos novos moradores da casa.

“Desde que Jagger era pequeno ele ama outros animais, especialmente cachorros”, disse Allmon. “Mas quando eu peguei meus ratos, eu não sabia o que esperar, pois a rivalidade entre gatos e ratos é bem conhecida”.

Foto: MacKenzie Allmon
Foto: MacKenzie Allmon

Então, um dia, Willow conseguiu escapar do habitat dos ratos.

Allmon olhou por toda a casa e descobriu algo adorável.

“Eu encontrei ela e Jagger aconchegando-se em um caixote”, disse Allmon.

E isso não foi um acaso de uma só vez.

“Desde então, eles têm sido inseparáveis”, disse Allmon. “Eles seguem um ao outro pela casa e adoram brincar um com o outro”.

Jasmine, Eevee e Sadie também fizeram amizade com Jagger.

Mas Willow ainda ocupa um lugar especial no coração do gato.

“Eu definitivamente diria que Willow é a sua favorita”, disse Allmon. “Ela é quem começou tudo, o que saiu de sua casinha e começou a trocar carinhos com ele. Eles inegavelmente se amam”, conclui a tutora orgulhosa.

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Protetora pede ajuda para continuar cuidando de animais resgatados em Cuiabá (MT)

Divulgação
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Com dificuldades para conseguir um espaço próprio e até mesmo verba para pagar as dívidas, a fundadora da Organização de Proteção Animal de Mato Grosso (OPA-MT), Michelle Scopel, lançou uma campanha de socorro nas redes sociais para pedir recursos e até mesmo alimentos para manter os animais que já foram resgatados da rua em situação de risco.

Em outras ocasiões, os organizadores da OPA fizeram inclusive eventos para facilitar a adoção e até mesmo bazar para arrecadar fundos para pagar as despesas mensais, como por exemplo, clínicas veterinárias, boletos atrasados e manutenção do local, além de tentar guardar dinheiro para comprar um terreno e iniciar a construção da sede do abrigo.

Mas, devido à falta de recursos e ‘padrinho’ a administração só afundou em mais dívidas que beiram os R$ 90 mil. Primeiro porque vários cães adoecem e precisam de medicamentos e até mesmo cirurgias. Outros foram espancados pelos donos e necessitam de atendimentos especiais.

Agora, Michele precisou interromper o sonho de resgatar os animais sem ter condições de manter e de fato ‘vai fechar as portas’.

Ao HiperNotícias, a fundadora do local contou que a Ong não tem mais o espaço onde era o abrigo, pois a proprietária pediu a casa há três meses. Nesse local, ficavam 103 animais.

“Ao longo dos quatro anos de existência foram centenas de resgates. Muitas pessoas pediram ajuda, se compadeceram e disseram que ajudaria, Mas, no decorrer do processo foi diferente. Inclusive muitos resgates foram realizados por membros da instituição, e, com isso, dívidas foram se acumulando. Depois dessa situação, sobraram 55 animais que ficam em minha casa, o que acaba se tornando insustentável manter a maioria desses animais que tem problemas de locomoção são paraplégicos, outros tem séquelas de cinomose, gatos cegos e inclusive o Bolinha que tinha emagrecido voltou engordar”, destacou.

Esses animais foram ficando ao longo dos anos porque foram rejeitados para adoção. Porém, por ser uma das responsáveis do abrigo e por amor Michele foi assumindo e tratando dos animais.

“Só que agora eu não posso mais manter sozinha. Tem as dívidas antigas que foram deixadas e as novas que ainda podem surgir porque são cães especiais. Por isso, venho pedir encarecidamente ajuda”, contou.

Entre as soluções que Michele pensou é fazer rifas e continuar com os bazares para pagar as dívidas acumuladas. “Acho injusto. Afinal, os serviços foram prestados. Centenas de vidas foram salvas, por isso conto com ajuda de todos, porque após pagar tudo a ONG deixará de existir, a não ser que nesse tempo alguém doe um espaço ou ajude na construção de um novo abrigo”, afirmou.

A OPA-MT continua recebendo 10 pedidos diários de resgate. “É humanamente impossível salvar todos. Faço o que posso e até o que não posso, mas infelizmente não é o suficiente”, concluiu.

Como doar
Quem quiser doar basta entrar em contato através do telefone (65) 99934-9151. A OPA-MT precisa de doações de rações para gatos, cães, areia de gato, toalhas usadas, lençóis, caminhas, roupas para bazar, bijouterias e artesanatos para montar o bazar.

Espaço
O espaço onde hoje funciona a OPA-MT foi cedido por uma mulher, já alguns anos, porque a organização não recebe apoio de órgõas públicos.

No entanto, a dona do local pediu a casa de volta, por necessidades próprias, e o prazo estabelecido pela proprietária já foi encerrado em maio deste ano.

Segundo a fundadora, várias pessoas vão visitar a instituição e fazem o cadastro para adoção. No entanto, os animais que elas procuram não batem com o perfil que o abrigo tem disponível. Em agosto deste ano, por exemplo, cinco pessoas adotaram cães do abrigo e resolveram devolvê-los.

Fonte: Hiper Notícias

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