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Fogos de artifício são motivo de pânico para animais domésticos

Foto: Divulgação
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As festas de São João se tornam um tormento para os animais por conta do barulho dos fogos de artifício. A audição deles é afetada por conta da sensibilidade.

A empresária Jane Rêgo é apaixonada por cachorros e diz que o mês de junho é um sofrimento para os animais. “Eles são muito sensíveis e um barulho que para os humanos não incomoda, para eles incomoda, ao ponto de ficaram desesperados”, diz.

A audição dos cães podem chegar até 40 mil Hz e alguns truques são utilizados para tentar fazer com que eles não sofram ainda mais com o barulho.

“A gente tenta amenizar um pouco isso com carinho, aconchego, deixando-os em locais fechados para amenizar o barulho, tudo para amenizar esse momento difícil na vida deles”, acrescenta Jane Rêgo.

O veterinário Thiago Guerreiro dá algumas dicas para deixar o seu cachorro longe desses transtornos. “Os tutores podem procurar um veterinário para ajudar. Existe tranquilizantes para acalmar os bichos, o veterinário é a melhor pessoa para passar a dose ideal para o seu animal”, afirma.

Fonte: G1

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Conheça mais sobre a “Síndrome do Cão Nadador”

Foto: Reprodução
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A síndrome do cão nadador não tem nada haver com o nadar propriamente dito. A Síndrome do Cão Nadador, ou também conhecida dentro da medicina veterinária como Hipoplasia Miofibrilar, é uma alteração anormal no desenvolvimento dos filhotes de cães. A SCN pode acometer cães de todas as raças, no entanto estudiosos afirmam que existem raças que são mais predispostas que outras, como por exemplo: Cocker Spaniel, Bulldog Inglês, Bulldog Francês, Basset Hound, Dachshund, YorkShire Terrier, entre outras. Existem outros estudos que, por sua vez, relatam que a maior ocorrência acontece em cães de patas curtas, porém não existe nada comprovado.

As causas para o aparecimento da Hipoplasia Miofibrilar, na sua grande maioria, estão relacionadas com genes passados dos pais para os filhotes. Outro fator bastante importante, que também pode ser responsável pela anormalidade no desenvolvimento, é a alteração no metabolismo muscular, devido à insuficiência de Glicose-6-Fosfatase. Fatores ambientais também podem contribuir ao agravamento do quadro, como por exemplo o chão escorregadio.

Antes mesmo de um mês de vida do filhote, variando entre a segunda ou terceira semanas, os tutores já começam a notar facilmente os sinais clínicos que os pets apresentam, pois é nesse momento que o animal tende a se locomover usando suas patas. Os principais sinais clínicos observados pelo tutor, são: O sintoma da hiperextensão dos membros, acometendo tanto os anteriores quanto posteriores, fazendo com que o abdômen e o tórax do pet fiquem em constante em contato com o chão; Dificuldade de locomoção; A dispnéia (dificuldade respiratória) também pode ser observada ; O animal pode apresentar a constipação intestinal; Devido ao contato constante com o piso, pode apresentar escoriações ou úlceras; O sopro cardíaco pode ser encontrado nesses cães, porém conforme forem crescendo, o sopro tende a diminuir.

Os cães acometidos pela Síndrome do Cão Nadador, normalmente tendem a se desenvolver menos e ter perda de peso, pois no momento da disputa entre os filhotes pela comida, a dificuldade de locomoção prejudica severamente. É importante que esse cão tenha uma assistência do tutor constantemente, tanto no momento do banho de sol quanto na refeição.

O diagnóstico deve ser feito unicamente por um médico veterinário. É feito o exame clínico do animal minuciosamente, a fim de perceber mais alterações no corpo do animal. Alguns profissionais solicitam exames para que se possa ver o desenvolvimento da SCN, e nesse caso é bastante utilizado o raio-X.

O tratamento, na maioria dos casos, consiste na fisioterapia diária. Outros fatores podem ser importantes na melhora do quadro, tais como: Nutrição correta, Peso ideal, Piso que não seja liso , entre outros. O prognóstico da Hipoplasia Miofibrilar vai de bom a ótimo, tendo 95% dos animais recuperados sem nenhuma seqüela. Em casos mais graves da SCN, a intervenção cirúrgica deve ser adotada, e conseqüentemente a fisioterapia intensiva. É importante que a fisioterapia seja feita por um médico veterinário especialista na área, para que o tratamento seja mais rápido e preciso.

Fonte: Portal do Dog

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Dicas para evitar o estresse dos fogos de artifício para cães e gatos

fogos de artificio
(Imagem: Notícias do Dia)

5, 4, 3, 2, 1… Vai começar mais um ano, com muitos brindes e fogos de artifício para comemorar! Mas será que os animais também gostam daquela “barulhada” toda? Segundo a médica veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhéa Cassuli Lima dos Santos, pequenas bolinhas de algodão são boas opções para tentar amenizar o problema, mas ela alerta para alguns cuidados.

“É preciso tomar muito cuidado com a introdução de materiais estranhos dentro dos ouvidos dos animais: não devemos colocar nada pontiagudo ou duro, nada pequeno que possa “se perder” lá dentro, e não deixar o objeto por muito tempo”, explica.

Segundo a veterinária, outra dica importante é nunca deixar o animal sozinho. “O principal problema é que o medo dos fogos leva o animal a fugas, podendo ocasionar machucados, automutilações, hiperexcitação e brigas com outros cães, por exemplo. Em casos mais extremos, podem ocorrer paradas cardíacas em cães mais propensos, além de falta de ar, taquicardia, náuseas e convulsões”, esclarece Rhéa.

Para a consultora comportamental de cães da Comportare Karla Raphaela Voltolini, na hora do barulho, alterações de ordem comportamental envolvem principalmente agressividade e são comuns relatos de briga entre animais que convivem diariamente juntos. “O ideal é acostumar o filhote desde pequeno com barulhos altos, associando desde o início os fogos como sendo coisas legais. Esse reforço pode ser feito através de petiscos ou oferecendo ao cão o seu brinquedo preferido”, comenta a especialista.

Karla listou outras dicas para tentar manter o bichinho um pouco mais calmo na hora da virada. Confira!

:: no final de ano é interessante deixar o máximo de portas e janelas fechadas para abafar o som dos fogos ou utilizar tampões nos ouvidos dos animais;

:: para cães adultos que possuem a fobia desde pequenos, a solução é consultar um médico veterinário que poderá fazer a indicação do uso de um antiansiolítico para esses dias mais barulhentos;

:: não pegue o animal no colo para fazer carinho: essa atitude só irá reforçar para o animal que ele realmente deve ter medo do barulho causado pelos fogos;

:: deixe o animal  à vontade para escolher o seu local de preferência. Caso ele esteja tão atordoado a ponto de não conseguir fazer a escolha, deixe-o preso em um quarto com sua caminha, água e brinquedos.

:: lembre-se de manter janelas fechadas e qualquer coisa que ele possa se ferir ou derrubar em um pico de medo longe do seu amiguinho;

:: para evitar que seu bichinho fuja, deixe todos portões bem trancados e lembre-se que, no desespero, seu cão irá correr por vários quilômetros, por isso é importante deixar o animal com uma coleira de identificação, assim se alguém resgatar seu cão você poderá ser informado.

Com esses cuidados, é possível curtir a virada e amenizar o estresse do seu animal.

Fonte: Parana Shop

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Cuidados que se deve ter após adotar um animal

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Dentre os animais domésticos que uma pessoa pode optar por cuidar, está o gato. Como sempre deve ser feito antes de adotar qualquer animal, é necessário ter a certeza de que está apto a cuidar dele por mais de 15 anos e é claro, preparar toda a casa para a chegada do gatinho.

Muitos são os cuidados necessários para que ele chegue a uma casa adequada e com uma família realmente preparada para recebê-lo. Alimentação, caminha, proteção, brinquedos entre outros cuidados básicos são essenciais. Só assim, o gatinho poderá viver feliz e por muitos anos alegrando a todos. Quem cuidará desse animal pela primeira vez, certamente terá algumas dúvidas antes de levá-lo para casa e por isso listamos aqui alguns cuidados básicos para fazer desse animal um bichano feliz.

Caixinha de areia

O gato é um animal muito limpinho e aprende a fazer as necessidades no local certo com rapidez. Antes de levar um gato para casa, seja ele filhote ou adulto, é necessário ter uma bandeja retangular e areia própria para gato. O tutor deve colocar, preferencialmente, a bandeja em um canto da casa, assim ele se sentirá mais seguro ao frequentá-la. Com ela em um canto, ele poderá ficar de costas para as paredes e observando o restante da casa, enquanto faz às necessidades, isso o deixará mais seguro.

Há diversas areias no mercado, desde as mais finas até as com granulados maiores e todas elas ajudam a eliminar o cheiro da urina e das fezes do animal. Além disso, elas formam blocos duros, após o gatinho fazer xixi, que ajudará o tutor a limpar a caixa com a pá apropriada. Depois que o gato acostumar com uma delas, é indicado não tentar trocar a espessura, pois o bichano poderá estranhar e até mesmo se recusar a usar a caixinha. Como as fezes de filhote têm um odor mais forte, adquirir as areias perfumadas pode ser uma boa opção para eliminar ainda mais o cheiro desagradável.

Caminha

Há diversas caminhas feitas especialmente para eles e podem ser encontradas com facilidade em pet shops, mas certamente a cama preferida do bichano será a do tutor. Caso não queira comprar uma caminha, o tutor poderá colocar uma almofada ou panos dentro de uma caixinha para que ele possa dormir. Gatos adoram caixas tanto para dormirem, quanto para brincarem.

Ração

É importante que o animal tenha uma vasilha para água e outra para ração. A vasilha para água não precisa ser muito larga, pois esses animais não gostam de molhar o bigode. A água deve estar sempre bem fresquinha e precisa ser trocada várias vezes por dia, pois eles não gostam de água parada. Se o gato tiver até 12 meses de idade, deve receber ração de filhotes e a partir disso, ração para adultos. A ração deve ser de acordo com o indicado pelo médico veterinário do animal.

Segurança e brinquedos

O tutor deve colocar telas nas janelas, para que ele não fuja de casa e se for deixar um dia o animal ir ao quintal, ter a certeza de que ele está acostumado com o local, para que não se perca. Deve-se esperar pelo menos duas semanas para soltá-lo.

Se já tiver outro gato na casa, deixe-os se cheirarem aos poucos. O tutor deve colocar o novo morador na caixinha de transporte e deixar o outro chegar perto para cheirar. Fazer isso diariamente, mais de uma vez ao dia e sempre acariciar os dois, para que eles liguem o animal “estranho”, a algo bom. Isso deve ser feito por mais de uma semana ou até que a convivência esteja melhor e enquanto isso, cada um deve ser colocado em um ambiente diferente da casa. O tutor só poderá unir os dois quando já estiver seguro de que eles não brigarão e assim mesmo, deverá estar presente nesse encontro. Se o antigo morador da casa for um cão, o cuidado precisará ser infinitamente maior, pois naturalmente eles têm a relação “caça x predador”. Com carinho e cuidado dado pelo tutor, poderão se tornar grandes amigos.  É importante preparar brinquedos para o novo morador da casa. Bolinha de papel, rolinho de papel higiênico e caixinhas de papelão podem ser ótimas opções. Em pet shops existem alguns brinquedinhos e bolinhas também que eles costumam adorar.

O novo animal doméstico deve ser levado ao médico veterinário para que possa ser vacinado, tomar o vermífugo e obter os demais cuidados que se façam necessários. Isso é essencial para que ele permaneça saudável e faça parte da família por muitos anos.

Fonte: Yahoo

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Alunos são voluntários em abrigo de animais nos EUA

Apesar de muito estudiosos, os alunos da Educação Infantil de uma escola de Virginia Beach, nos Estados Unidos, costumam comemorar o cancelamento de uma aula ou a falta de um professor. Isso porque, nestas situações, eles são levados para um abrigo da SPCA (Society for the Prevention of Cruelty to Animals) e lá, como voluntários, trabalham como veterinários.

(Foto: Divulgação SPCA Virginia Beach)
(Foto: Divulgação SPCA Virginia Beach)

Eles aprendem a cuidar de bichinhos como cães e gatos, além de pesar, alimentar e entender resultados de exames. Crianças que já participaram do programa mais de uma vez são convidadas até a acompanhar pequenas cirurgias.

A iniciativa ganhou o nome de “Vet For a Day”, ou “Veterinário Por um Dia”, na tradução para o português.

Kathy Shambo, responsável pelo programa, disse em comunicado de divulgação do “Vet For a Day” que seu grande objetivo é fazer com que as crianças entendam a importância dos bichos e os tratem com grande respeito.

Fonte: Revista Globo Rural

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Saiba o que fazer se o seu animal engolir algo estranho

Com toda a energia que os cães têm, é difícil acompanhar todas as peripécias que eles fazem durante o dia. Assim, sem que os tutores percebam, é possível que o cachorro engula algo inapropriado, como lixo, plantas do quintal ou até mesmo pequenos objetos. Sendo assim, como podemos saber se o cãozinho ingeriu alguma bobagem no seu caminho? E o que fazer?

Nos casos menos graves, especialistas explicam que o próprio organismo encarrega-se de eliminar o corpo estranho, pelas fezes ou por vômito, sem causar danos à saúde canina. Às vezes isso ocorre mesmo sem que os tutores cheguem a notar qualquer alteração. Há situações, no entanto, em que uma apatia repentina do cachorro pode despertar dúvida sobre a sua saúde. A médica veterinária Juliana Joia, que atende no bairro de Higienópolis, em São Paulo, dá quatro pistas que devem ser seguidas pelos tutores se quiserem identificar se o animalzinho ingeriu o que não devia. Se a suspeita se confirmar, o animal deve ser encaminhado para atendimento. São elas:

Comportamento: é importante perceber se o cão mudou sua atitude geral e as suas reações. “Dependendo do que tiver ingerido, o animal pode ficar prostrado, agitado ou inquieto”, diz a especialista. Perda de apetite, por exemplo, pode demonstrar que algo não anda bem no sistema gastrointestinal.

Fezes: alteração de consistência, de cor ou de odor também pode indicar a ingestão de uma substância imprópria.

Urina: fique atento à coloração. Xixi claro ou escuro demais às vezes é sinal de intoxicação.

Dor abdominal: é preciso estar de olho no sintoma mais clássico de todos, que é a dor. “Um tutor atento percebe a dor abdominal e o famoso olhar de ‘me ajuda?’“, diz a veterinária.

E se tiver sido veneno?

Agora, alerta! Se o cachorro estiver vomitando incessantemente, é preciso redobrar a atenção. Esse sintoma pode revelar algo mais grave, como envenenamento. “Os sinais mais característicos deste caso são vômitos intensos com sangue, diarreia com sangue ou muco e alterações comportamentais (convulsão, tremores, e dificuldade para andar e respirar)“, diz a veterinária Marcela Barbosa.

Para essas situações, a recomendação é deixar o cãozinho em jejum e levá-lo imediatamente a uma clínica ou hospital, para que as causas do mal-estar sejam investigadas por meio de exames específicos, como ultrassonografia e raio-x. Marcela diz que, nesses casos, dar água ou leite para o cachorro é algo a ser evitado, mesmo com a melhor das intenções. “Os líquidos podem acelerar ainda mais a absorção da substância tóxica”, diz a veterinária, acostumada a prestar assistência em prontos-socorros de animais.

E se os tutores flagrarem os animais ingerindo aqueles conhecidos venenos sólidos para ratos e baratas, que muitas vezes ficam espalhados pelos cantinhos da casa? Neste caso, a regra é uma só: ajude o mais rápido possível o seu animal a vomitar, o que diminui a chance de intoxicação.

A dica de Marcela é dar pequenas doses de vinagre morno, com uma colher de chá. Também vale uma pequena quantidade de água oxigenada de volume 10. O gosto desagradável desses produtos vai acelerar o vômito. Porém, depois disso, corra para uma clínica! Mesmo a assistência correta em casa não substitui o atendimento especializado. É sempre bom lembrar que substâncias tóxicas podem levar à morte em pouco tempo, dependendo da quantidade ingerida.

Cuidados redobrados

Com as particularidades que cada raça tem, é difícil ter regras gerais sobre a saúde de todos os tipos de cães. Porém, alguns cuidados devem ser seguidos independentemente do perfil do animal. Sobre alimentação, por exemplo, veterinários dizem que produtos ricos em gordura, como embutidos e queijos, devem ser evitados. Fuja de alimentos como cebola e frutas como uvas vermelhas, que costumam ser tóxicos para os cães. Chocolate e açúcar, então, nem pensar!

Afetuosos e brincalhões, os cachorros naturalmente gostam do convívio com pessoas e adoram participar de eventos caseiros, como o almoço de domingo com a família ou amigos. O agito desses encontros pode deixar os cães superagitados, dificultando o controle pelos tutores. Nesses momentos, é preciso redobrar a atenção, pois é comum que o animal acabe roubando algum alimento da mesa sem que os responsáveis percebam.

Os próprios convidados, que não conhecem a rotina do animal, muitas vezes dão a eles esses alimentos, que podem causar problemas.

Fonte: Yahoo

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Sagui que foi eletrocutado em São Paulo recupera-se após cirurgia

O sagui híbrido, chamado carinhosamente de “Purê”, é um novo morador do Projeto Mucky em Itu (SP). O pequeno animal chegou à cidade dois dias após receber os primeiros socorros por ter sido eletrocutado na capital de São Paulo. Com muitas queimaduras pelo corpo causadas pelo acidente, o sagui teve uma das pernas e a cauda amputadas.

Purê se recupera após cirurgia no Projeto Mucky (Foto: Fernanda Inukai)
Purê se recupera após cirurgia no Projeto Mucky (Foto: Fernanda Inukai)

Atualmente Purê recupera-se muito bem da cirurgia e, como os demais animais do Projeto, está recebendo muito amor, carinho e dedicação de toda a equipe Mucky, principalmente do seu novo companheiro “Jiló”, com quem tem dividido um gaiolão até que seja possível construir um viveiro com adequações especiais e mais conforto para ele.

“Nesse contexto ressaltamos a importância dos corredores ecológicos entre os fragmentos florestais, para facilitar o fluxo entre as mais diversas espécies. Em locais onde houve uma ‘interrupção do tráfego’ num ambiente natural, devido às atividades humanas, os acidentes se repetem. Não é a primeira vez que nos deparamos com situações como esta e são nesses momentos que refletimos até que ponto vão às ações humanas. Será que não estamos nos excedendo, ou seja, invadindo um espaço que não nos pertence, desnecessariamente, sem planejamento adequado? Está na hora de deixarmos nosso egoísmo de lado e considerarmos, igualmente, o bem estar de todos”, alerta a equipe Mucky.

O Projeto

O Projeto Mucky existe há 28 anos com o objetivo de reabilitar os primatas brasileiros que sofrem de maus-tratos em função do tráfico de animais. É o principal programa voltado a saguis no Brasil.

O espaço está voltado principalmente para a qualidade de vida dos primatas. É possível conhecer, com agendamento prévio, dentro de um contexto de aprendizagem e educação ambiental.

Para mais informações sobre o Projeto Mucky, agendamentos e colaborações, entre em contato com os responsáveis pelo e-mail coordenadora@projetomucky.com.br ou pelo telefone (11) 4023-0143.

Fonte: Itu

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Gato obeso faz dieta especial para perder peso na Escócia

(Foto: Divulgação/Scottish SPCA)
(Foto: Divulgação/Scottish SPCA)

Com quase o dobro do peso, um gato foi encontrado vagando em uma área de Aberdeenshire, na Escócia, e foi levado para um centro de defesa de animais em Drumoak, onde foi submetido a uma dieta especial e exercícios para perder peso.

O felino tem 11,5 quilos, enquanto seu peso ideal seria entre cinco e seis quilos. O gato ganhou o nome de “Sr. Pickles” e permanecerá no centro até voltar ao peso ideal. “Sr. Pickles já perdeu mais de meio quilo até agora, mas será um processo lento, pois, caso contrário, isso poderia causar sérios problemas de saúde para ele”, disse a funcionária do centro Debbie Innes.

Fonte: G1

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Otite em cães e gatos exige cuidados

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Cães e gatos apresentando sintomas como agitação da cabeça, coceira, esfregar as orelhas contra o chão, dor ao redor das orelhas e cabeça, mau cheiro, secreções e perda de audição podem configurar otite. Processo inflamatório no canal externo do ouvido que pode atingir qualquer pessoa, também atinge cães e gatos.

A otite pode parecer simples,mas requer alguns cuidados com o animal doméstico. Embora algumas raças de gatos tenham predisposição à otite, sua incidência é muito mais comum em cães, uma vez que a anatomia do ouvido dos gatos é, comparativamente, menos favorável às infecções.

A maioria das raças de cães apresenta um canal auditivo bastante longo, quando comparado ao ouvido humano, o que as predispõe a infecções e dificulta o tratamento. Entre as causas mais comuns da inflamação, estão: infecção bacteriana, fungos, alergia, presença de corpos estranhos como nódulos no canal auditivo, parasitas e carrapato.

Segundo o médico veterinário Selmar Moreira, se for detectado aspecto de vermelhidão na orelha, com secreção e muco, coceira intensa e o animal balançar a cabeça, ficando pendente para um dos lados sem motivo aparente, é indicado que o tutor procure um veterinário para diagnosticar a otite e passar o tratamento adequado.

“O tutor pode perceber a otite quando, ao fazer carinho no animal, ele se sentir incomodado e se afastar ou manter a cabeça somente para um dos lados no qual a inflamação está incomodando mais. O ideal é sempre descobrir no início, qualquer que seja a causa para que o tratamento seja realizado o mais rápido possível e o cão ou gato sofra menos com a dor”, recomenda o médico.

O tratamento da inflamação vai depender da origem. Se a causa for proveniente de bactéria ou parasita, apenas o medicamento é indicado. Mas se for detectada alergia, deve haver um controle maior sobre os produtos de limpeza, bem como da alimentação desses animais.

Cães com orelhas longas e pendulares, como os das raças Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound, são mais predispostos a problemas de ouvidos do que outros cães.

Os cães que têm a orelha pendular, ou seja, não muito coberta, não ventilada e com pouca refrigeração se torna uma ambiente de crescimento de bactérias, podendo desenvolver alguma inflamação. “O ideal é que a orelha esteja sempre limpa, o animal esteja com o pelo tosado, o que poderá evitar que bactérias se proliferem no local”, completa Selmar Moreira.

No caso de alergias, o veterinário explica que podem ser pontuais ou resultantes da ingestão de determinados tipos de alimento. Nos cães é mais comum a alergia, principalmente, quando o animal já está com idade avançada.

“O controle depende muito do ambiente em que o animal vive. Se o tutor do animal perceber que é alérgico, procurar sempre usar os mesmos produtos de limpeza, manter sempre limpos os objetos do animal, evitar perfumes, mudança de shampoo, bem como recorrer ao veterinário para recomendar o melhor alimento para o animal”, encerra.

Fonte: Portal O Dia

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Aparelho permite alimentar animais domésticos pelo smartphone

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Tutelar um animal doméstico requer muitos cuidados e uma boa dose de responsabilidade. Cuidar da alimentação dele, por exemplo, é uma tarefa que demanda tempo e organização. É importante os manter bem alimentados, com horários regulados e saudáveis. Para ajudar nessa missão e ainda auxiliar os tutores que têm uma vida mais corrida, foi desenvolvido o Pintofeed, um aparelho que fornece ração aos animais através do seu smartphone.

Através da uma conexão sem fio, o tutor pode determinar em que horários o dispositivo vai encher o pote com o alimento. Também é possível escolher a quantidade de ração que será dada ao animal. Tudo isso é feito por um aplicativo no smartphone.

Via e-mail, SMS ou notificações de Twitter e Facebook, o usuário recebe ainda dados sobre a quantidade ingerida pelo animal ou quando ele terminou de comer. Além disso, o Pintofeed pode ser conectado com mais de um aplicativo, permitindo que mais pessoas controlem a alimentação do animal.

Fonte: Portal Vitrine

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Lesões oculares em animais podem causar cegueira

Entre as raças de animais que possuem olhos mais saltados, como Lhasa Apso e Pug, no caso de cães, ou o gato Persa, pode haver uma maior incidência de traumas e lesões na vista. Isso porque os olhos desses animais ficam mais expostos e, portanto, com maior risco de serem atingidos em caso de acidente.

Os problemas vão desde arranhões, causando vermelhidão, até lesões mais graves como a úlcera de córnea, que nada mais é que uma erosão no globo ocular, como um machucado, podendo acarretar diversos sintomas, desde coceira até muita dor, inchaço, dificuldade para abrir os olhos, bem como o lacrimejamento.

Lesões na vista podem causar cegueira (Foto: Shutterstock)
Lesões na vista podem causar cegueira (Foto: Shutterstock)

Como agir de imediato?

No caso de acidente, atropelamento ou briga, os animais podem até sofrer exoftalmia (saída do globo ocular de sua cavidade), que é uma emergência veterinária. Nessa situação, deve-se embeber uma gaze estéril com água fria filtrada e colocar sobre o olho para mantê-lo úmido e com uma leve pressão para estancar uma possível hemorragia, além de procurar um serviço de urgência imediatamente.

Na hipótese de sangramento por traumas e lacerações da pálpebra, lave a região com água fria e corrente. Feita a lavagem, pressione delicadamente o local com uma gaze estéril seca para tentar estancar o sangramento durante o caminho até o veterinário. Em geral, o principal indício de diminuição da visão é o animal doméstico esbarrar em objetos a que está acostumado dentro de casa, como uma mesa, sofá ou até mesmo na parede, por exemplo. O melhor é apostar na prevenção e ter o cuidado de observar se existem locais, plantas espinhosas ou objetos pontiagudos em que o peludo possa esbarrar e, assim, lesionar os olhos. Portanto, manter o ambiente livre desses e demais perigos e evitar que seu animal se envolva em brigas é fundamental.

Fonte: Revista Meu Pet

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Vaca entra em clube e vai parar dentro da piscina, na Bahia

Uma vaca entrou em um clube na praia do Flamengo, em Salvador (Bahia), na manhã desta quarta-feira (3). O animal se assustou após entrar no local e acabou indo parar dentro da piscina do Clube dos Advogados.

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Foto: Divulgação

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi enviada ao local para tentar retirar a vaca. Não há informações sobre como o animal foi parar na piscina do clube ou de onde tenha vindo.

O tutor do animal não foi encontrado.

Fonte: iBahia

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