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Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor à vida

Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor a vida
Foto: Arquivo Pessoal/Silvia Lisboa

No dia 22 de agosto de 2017, ao chegar no seu trabalho, no hotel King Cão Pet, na Cidade de Diadema, Região Metropolitana de São Paulo, a empresária Silvia Elisabete de Oliveira Lisboa se deparou com uma cena inusitada. Um cãozinho abandonado dentro de uma banheira de bebê, o animal estava debaixo de cobertores e chorando muito. Após levantar as cobertas ela encontrou um pequeno cachorro, que estava muito magro, com as patas dianteiras rígidas e as patas traseiras sem movimento.

Para a ex gestora de TI, foi um momento complicado, pois naquela hora ela não sabia o que fazer. “Fiquei com medo de mexer nele e piorar a situação. Entretanto aquele olhar eu nunca vou esquecer, ele me pedindo ajuda e chorando com muito medo, no meu coração eu sentia que ele queria viver”, relatou Silvia em uma das suas postagens na rede social.

Após realizar os primeiros cuidados, a cuidadora de animais decidiu resgatar e colocar o pequeno animal no carro e levá-lo até uma clínica veterinária. Ao chegar no consultório médico perguntaram o nome do pequeno cãozinho e na hora Silvia não teve nenhuma dúvida em batizar o animal com o nome de “Valente”.

Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor a vida
Foto: Arquivo Pessoal/ Silvia Lisboa

Foram quase 15 dias de exames, medicamentos, soro e a cada dia Valente ia melhorando. Notícias boas chegavam, ele fez a radiografia e a coluna estava perfeita, também apresentava sensibilidade nas quatro patas o que significava que ele poderia voltar a andar.

Valente tomou inúmeros medicamentos. Vivia deitado e ficava bem agitado com dores no corpo, fez algumas sessões de acupuntura e iniciou a fisioterapia. Graças amigos que colaboraram com ele, Valente ganhou uma cadeira que se adequou perfeitamente as suas necessidades.

Doença 

O pequeno cãozinho sobreviveu à cinomose: uma doença altamente contagiosa provocada pelo Vírus da Cinomose Canina (VCC) que atinge animais da família Canidae, Mustalidae, Mephitidae e Procyonidae (entre eles cães e furões) e alguns animais silvestres. A cinomose é uma doença que mata 9 entre 10 cães que o acometem. Devido a essa doença, o pequeno Valente não tem os movimentos das patinhas.

“Ele consegue comer e beber sozinho, mas eu tenho que colocar ele para comer e beber, se eu deixo ele sozinho durante o dia ele não vai ter essa possibilidade de se alimentar, até para fazer as suas necessidades ele exigi muita atenção”, declarou a empresaria em entrevista a jornal da manhã na rede Bandeirantes de Televisão.

Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor a vida
Foto: Arquivo Pessoal/Silvia Lisboa

Para Silvia, o pequeno cãozinho paraplégico dá um belo exemplo de superação e vontade de viver. “Olha eu brinco que o Valente mostra para a gente que nós não precisamos ser perfeitos para ser perfeitos, porque apesar das limitações dele, eu só enxergo perfeição. A vontade dele de viver é o maior exemplo que podemos ter nessa vida, e a resiliência porque independentemente da situação ele vai se adaptando. No olhar dele, você enxerga gratidão”, destacou a paulista em entrevista à ANDA.

Recuperação

Atualmente. Valente mora no Hotel King Cão. “Ele mora aqui no meu hotel para cães, porque aqui é mais tranquilo e ele gosta do lugar, ele associou o lugar como se fosse a casa dele, sempre fica alguém com ele, já levei ele para a minha casa para ver se ele se acostuma, mais ele prefere ficar no hotel”, explicou.

Para a cuidadora, o pequeno cãozinho lhe mostrou um mundo que ela não conhecia. “O Valente me ensinou muito, eu mudei muito depois que eu comecei a cuidar do Valente, eu sempre gostei de animais, mas, ele me mostrou um mundo que eu não conhecia. Eu não imaginava que tinha tantos cachorros com deficiência e especiais”, declarou a empresária.

Veja no vídeo abaixo, a demonstração de amor a vida, e de grande exemplo de superação que o cachorrinho Valente passa todos os dias

Hoje em dia, Silvia participa de um grupo de apoio no WhatsApp que se chama Família de Rodinhas onde tem vários animais com deficiência, e os participantes trocam experiências. “Uma ajuda a outra, tem dia que uma está mais triste que a outra, e a outra vai lá e apoia. E participo de um grupo de consorcio, que se chama Rodinhas para Todos ele foi criado pela mãe da Olivia (uma golden muito famosa nas redes sociais). É um consorcio onde a gente dá uma quantia mínima no valor de R$ 10, e em alguns meses conseguimos ajudar os cãozinhos especiais com as cadeirinhas”, destacou a cuidadora de animais.

Para a super mãe do pequeno cãozinho, a maior dificuldade atualmente é a falta de condição financeira para manter os tratamentos necessários do cãozinho. “O Valente precisa de tratamentos como fisioterapia e acupuntura. E eu não estou conseguindo arcar com nada disso, ele está no momento sem nenhum tratamento”, pontuou Oliveira.

Reiterando que o pequeno cãozinho precisa fazer hidroterapia para conseguir relaxar os movimentos das patinhas. “Ele precisa fazer hidroterapia para melhorar os movimentos das patas, só que esses tratamentos são muito caro, e infelizmente fica inviável eu pagar sozinha esses custos”, explicou a mãe de coração do pequeno cãozinho.

Foto: Arquivo Pessoal/Silvia Lisboa

Quem puder ajudar no tratamento do pequeno cãozinho Valente pode entrar em contato com Silvia Oliveira pelo WhatsApp: (11) 97481-8784 ou pela página do cãozinho valente no Instagram @valentetetra.

Encontro Nacional de Animais Especiais

A equipe organizadora do Encontro Nacional de Animais Especiais se reúne pelo segundo ano consecutivo para realizar mais uma edição do maior evento feito para os amantes, tutores e admiradores dos animais especiais.

O objetivo do encontro é trazer visibilidade aos animais com deficiência com foco principal: ajudar os tutores a trocarem experiências, produzindo uma maior conscientização para a adoção especial, diminuindo o preconceito, o abandono e as eutanásia desnecessárias.

Todos participantes terão a temperatura controlada devido ao Covid-19, precisarão obrigatoriamente usar máscaras e será limitado a quantidade de ingressos no evento. O evento acontecerá no dia 01 de novembro de 2020, das 11 às 18 horas. No Novotel – Morumbi, São Paulo- SP.

Quem quiser maiores informações sobre a programação e sobre as vendas dos ingressos, pode acessar o link do @enpe2020 no Instagram.


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Gatinha abandonada dentro de um saco plástico é salva em SP

Gatinha é resgatada após ser jogada na rua dentro de um saco plástico na região do Butantã-SP.
Foto: Arquivo Pessoal/ Tatiana Góes

Uma gatinha foi resgatada no último no dia 26 de junho após ter sido covardemente abandonada dentro de um saco plástico nas ruas da Vila Polopoli, comunidade próxima ao bairro do Butantã, na zona Oeste de São Paulo. Felizmente, a filhote foi salva da morte certa por uma moradora que estava no lugar certo na hora certa. A diarista Eliana Silva passava pela rua quando se deparou com uma sacola plástica com algo se mexendo em seu interior. Deixando o medo de lado, ela abriu a sacola e ficou profundamente surpresa com o que encontrou: uma gatinha magra, debilitada e muito assustada.

A diarista salvou a bebê e a entregou aos cuidados da diretora de arte Tatiana Góes, que também atua como protetora de animais. Ela acolheu e batizou a gatinha de Luna, garantindo que ela tivesse os primeiros cuidados. A filhote foi levada ao veterinário para realizar exames. Tatiana afirma que a gatinha está reagindo bem ao tratamento. “Cada dia que passa ela fica mais esperta, no começo ela comia os comprimidos no meio da ração, hoje em dia ela cospe, já conseguiu ganhar mais de 500 gramas em apenas seis dias”, disse a protetora em entrevista à ANDA.

Para conseguir atendimento médico para a gatinha, Tatiana contou com a ajuda do projeto Animais Alzira, que auxiliou indicando atendimento veterinário a preços acessíveis. O futuro de Luna é otimista, mas, apesar disso, a protetora esclarece que a gatinha ainda precisa de alguns cuidados e resiliência para estar plenamente recuperada. “Ela está comendo, bebendo, sendo medicada, mais está com uma diarreia muito forte, então decidi levar ela novamente ao veterinário para fazer novos exames”, afirmou a protetora.

Foto: Arquivo Pessoal/ Tatiana Góes

Com Tatiana, a gatinha conheceu a bondade, o carinho e amor, mas o seu “primeiro lar” é temporário. A protetora, infelizmente, não poderá adotá-la, pois já cuida de quatro gatinhos, e um deles está com problemas de saúde, demandando muitos cuidados e despesas financeiras. Luna precisará encontrar um novo lar e essa missão não será das mais fáceis, pois a diretora de arte só a entregará para alguém de confiança. “É muito difícil saber para quem doar, da um receio, mas a pessoa que pretendo doar foi uma indicação de uma amiga minha”, confessa.

Abandono e maus-tratos

A protetora lembra que, lamentavelmente, o abandono cruel de Luna não é algo inusitado. Ela conta que não é incomum encontrar animais abandonados na região do Butantã. Dos quatro gatos que Tatiana tutela, três foram salvos das ruas e da maldade humana. Dados apontam que no Brasil há mais de 30 milhões de animais em situação de abandono. Apenas no Estado de São Paulo esse número pode chegar a 2 milhões, sem contar a grande quantidade de animais retirados das ruas por ONGs e protetores independentes.

Segundo o consultor jurídico da ANDA, Leandro Ferro, maus-tratos a animais é crime e precisa ser combatido através de denúncias. “Maltratar qualquer animal, mesmo que não ocorra a morte, é crime previsto no artigo 32 da e ser for reincidente, não poderá converter a pena em cestas básicas ou serviços a comunidade, tendo que enfrentar um processo criminal, podendo também ser responsabilizado na esfera civil pagando uma indenização financeira pelo crime cometido e a recomposição dos valores pagos a recuperação do animal”, assevera Ferro.

Vida nova

O exemplo dado por Tatiana mostra a importância da compaixão pelos mais indefesos. Cães e gatos são capazes de grandes gestos de fidelidade, gratidão e amor. Retirar um animal das ruas e dar a ele a dignidade e proteção de um lar é um exemplo inspirador de compaixão que precisa ser replicado em uma grande corrente do bem. “Os gatinhos são a minha vida, meus amores, minhas alegrias, restabelecem minhas energias, me dão força, e eu faço tudo por eles”, concluiu.

Sobre o projeto Animais Alzira

A iniciativa nasceu há três anos cidade de Osasco, na Grande São Paulo, durante a realização de um mutirão de castração em que voluntários alertaram a população sobre a importância da esterilização para a saúde dos animais e para o controle populacional de cães e gatos em situação de abandono. Na ocasião, uma protetora, chamada Alzira, recebeu ajuda para doar 50 animais resgatados que estavam sob sua guarda.

A protetora foi homenageada nomeando o projeto que já ajudou dezenas animais a encontrar lares definitivos e temporários, além resgatar vários outros em situação de rua. A iniciativa sobrevive com venda de camisetas, brinquedos e rifas, mas o que realmente sustenta e financia o projeto, são doações e o apoio da população. Atualmente, há uma campanha de financiamento coletivo hospedada na plataforma Vakinha. Para colaborar, basta clicar aqui.

Foto: ONG Animais Alzira/ Facebook

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Vídeo de vaquinha resgatada desfrutando de carinhos da cuidadora viraliza nas redes sociais

Foto: Santuário Hof Butenland
Foto: Santuário Hof Butenland

Algumas imagens ou vídeos nos fazem sorrir para a tela do computador ou celular mesmo quando o dia está sendo ruim ou as coisas não estão boas como gostaríamos, com certeza este clipe é uma desses momentos “reconfortantes” que enchem nosso coração de esperança e bem-estar.

Os momentos de carinho e troca de afeto entre a vaquinha e a cuidadora são plenos e intensos, não só entre as duas mas para quem assiste também. É possível ver a reciprocidade do animal em relação ao amor que recebe.

Este doce vídeo mostra uma vaca resgatada que atualmente vive no santuário Hof Butenland, na Alemanha. A vaquinha demonstra toda a felicidade que está sentindo ao poder passar os dias ao sol ao lado de sua melhor amiga humana. É possível dizer, apenas por suas expressões faciais que esta vaca está desfrutando de um prazer imenso. Confira o rosto feliz dela em 37 segundos – e se isso não é pura felicidade, não sabemos o que é.

Essa é praticamente a rotina diária das vacas no santuário de animais Hof Butenland. Nesse belo e imenso lugar, eles acreditam que todos os animais merecem a chance de serem amados e respeitados e certamente fazem o possível para garantir que seja esse o caso – como você pode ver nas imagens.

Para saber mais sobre o santuário Hof Butenland, consulte o Facebook e visite o site.

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Dona de abrigo cuida de 180 animais vítimas de maus-tratos em Goiânia

A cuidadora Lívia dos Passos acolhe 180 animais vítimas de maus-tratos no Abrigo dos Animais Refugiados, em Goiânia. Ela conta que começou a adotar bichinhos há cerca de 25 anos, quando adotou uma cadela machucada com vários filhotes. Desde então ela se dedica aos cães e gatos.

Reprodução | TV Anhanguera

Conforme apurou a TV Anhanguera, ela tem gastos mensais de cerca de R$ 17 mil por mês com ração, atendimentos veterinários, remédios, entre outros. Por isso, ela precisa de doações para manter o local. Uma das ajudas que recebe é do grupo de voluntários Um Abrigo Por Mês, que já fez entrega de rações e remédios no local.

Lívia conta que a casa em que mora com os animais precisou até ser adaptada para abrigar todos os bichos. Ela recebeu filhotes abandonados, gatos maltratados e até cachorros atropelados, que não têm mais o movimento das patas traseiras e precisam usar fraldas.

“Se me doar 5 kg já está me ajudando. Por dia eu gasto 22 kg de ração para cachorro. Para gato são 11 kg”, contou.

Para ajudar abrigos como o da Lívia, o engenheiro Arthur de Oliveira criou o projeto Um Abrigo Por Mês. Ele e outros voluntários arrecadam, todo mês, materiais que as unidades precisam e fazem uma doação.

“Depende do mês, entre 150 a 200 kg de ração, bastante jornal, material de limpeza, algum remédio, alguma coisa que a gente consegue”, afirmou.

Segundo apurou a TV Anhanguera, o grupo escolhe uma instituição por mês e se mobiliza pelas redes sociais para arrecadar os produtos e fazer a entrega das doações.

Fonte: G1

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Você é o Repórter

Protetora de cães e gatos abandonados precisa de ração em São Paulo

Valeria Santos
valcira.rsantos@yahoo.com.br

cachorro em pirituba (SP)
Foto: Divulgação

A Valeria Santos é uma protetora que cuida de trinta cachorros e vinte gatos em uma casa em Pirituba, São Paulo. Ela precisa de ração para os cachorros, pois esse mês está sem renda para alimentar a todos. Os interessados em ajuda-la devem entrar em contato com a mesma, através do e-mail: valcira.rsantos@yahoo.com.br ou pelo telefone: 958185334.

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Presa suspeita de assaltar e espancar idosa cuidadora de 70 cães no Rio Grande do Sul

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A Polícia Civil prendeu na tarde desta sexta-feira (6) uma mulher de 28 anos suspeita de espancar e assaltar uma idosa de 79 anos no último domingo (1) em São Leopoldo, no Vale do Sinos do Rio Grande do Sul. Ela havia invadido a residência da vítima, que cuidava de cerca de 70 cães e 20 gatos abandonados, e roubado R$ 100.

A prisão aconteceu dentro da delegacia. No momento em que a mulher prestava depoimento, a Justiça aceitou o pedido de preventiva. De acordo com o delegado Heliomar Franco, responsável pelo caso, a suspeita confessou o crime. Ela tinha um relacionamento com um irmão da idosa, e imaginava que havia dinheiro na residência.

“Essa moça frequentou a casa da idosa há um tempo, teve um relacionamento com um familiar da idosa. Imaginou que teria dinheiro, conhecia a rotina dessa senhora, e mora na mesma rua”, disse o delegado. No momento da prisão, a suspeita tinha uma marca no pulso, possivelmente causada pela mordida de um dos cães que estavam na casa.

Após sofrer as agressões, Marina Cândida Pereira havia sido internada em São Lepoldo, mas, devido ao estado de saúde, foi transferida para o Hospital Porto Alegre, na Zona Leste da capital gaúcha. Segundo a instituição, no início da noite desta sexta ela estava em estado estável.

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Vizinhos viram fumaça
Marina morava sozinha na residência. Segundo o relato de uma das netas, a avó cozinhava comida para os animais, quando uma pessoa invadiu sua casa e a agrediu, pedindo por dinheiro.

A panela que estava no fogão começou a queimar, e foi a partir da fumaça que os vizinhos encontraram Marina dentro da casa, no bairro Campestre, e acionaram a Brigada Militar e o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

De acordo coma família, a vítima teve dentes quebrados e ossos da face fraturados. Apesar de ter problemas de visão, ela conseguiu descrever aos netos que o agressor se tratava de um rapaz jovem. A polícia ainda investiga a autoria do crime.

Segundo familiares, Marina está hospitalizada, aguardando um leito e a data da cirurgia pela qual precisará passar. Uma vez recuperada, passará a dividir a casa com algum familiar, ou irá se mudar para a casa dos netos. “Com certeza, sozinha ela não vai ficar”, garante a neta Daiane Sperb Seganfredo, analista de projetos.

Feira será realizada para doar animais
O bairro Campestre é conhecido pelo abandono de animais. A neta de Marina relata que, especialmente nas proximidades da casa da avó, muitos cães e gatos são largados. “Já virou ponto de depósito. Minha avó não tem condições financeiras, mas não quer deixar os animais na rua”, conta.

Assim que a idosa sair do hospital, a família não pretende mais aceitar os animais, tanto pelo alto custo com ração, quanto por falta de espaço. Pensando nisso, ONGs ligadas à causa animal da região, com o consentimento da família e apoio da Secretaria de Proteção Animal (Sempa), se mobilizaram para organizar uma feira de adoção na cidade.

O evento aconteceu neste sábado (7), das 9h às 16h, na esquina das ruas Conceição e Independência, em frente ao colégio Visconde, no Centro de São Leopoldo. Até lá, a Secretaria deve dar suporte veterinário e encaminhar as castrações.

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Fonte: G1

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Idosa cuidadora de 70 cães tem casa invadida e é espancada em São Leopoldo (RS)

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Uma idosa de 79 anos teve a casa invadida por um homem, foi espancada e teve R$ 100 levados em São Leopoldo, no Vale do Sinos do Rio Grande do Sul, no último domingo (1), segundo a Polícia Civil. Marina Candida Pereira vive sozinha e cuida de pelo menos 70 cães abandonados e, aproximadamente, 20 gatos. Ela está internada em um hospital.

Segundo o relato de uma das netas, a avó cozinhava comida para os animais, quando um homem invadiu sua casa e a agrediu, pedindo por dinheiro.

A panela que estava no fogão começou a queimar, e foi a partir da fumaça que os vizinhos encontraram Marina dentro da casa, no bairro Campestre, e acionaram a Brigada Militar e o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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De acordo coma família, a vítima teve dentes quebrados e ossos da face fraturados. Apesar de ter problemas de visão, ela conseguiu descrever aos netos que o agressor se tratava de um rapaz jovem. A polícia ainda investiga a autoria do crime.

Segundo familiares, Marina está hospitalizada, aguardando um leito e a data da cirurgia pela qual precisará passar. Uma vez recuperada, passará a dividir a casa com algum familiar, ou irá se mudar para a casa dos netos. “Com certeza, sozinha ela não vai ficar”, garante a neta Daiane Sperb Seganfredo, analista de projetos.

Feira será realizada para doar animais
O bairro Campestre é conhecido pelo alto número de animais em situação de abandono. A neta de Marina relata que, especialmente nas proximidades da casa da avó, muitos cães e gatos são largados. “Já virou ponto de depósito. Minha avó não tem condições financeiras, mas não quer deixar os animais na rua”, conta.

Assim que a idosa sair do hospital, a família não pretende mais aceitar os animais, tanto pelo alto custo com ração, quanto por falta de espaço.

Pensando nisso, ONGs ligadas à causa animal da região, com o consentimento da família e apoio da Secretaria de Proteção Animal (Sempa), se mobilizaram para organizar uma feira de adoção na cidade.

O evento vai ocorrer no próximo sábado (7), das 9h às 16h, na esquina das ruas Conceição e Independência, em frente ao colégio Visconde, no Centro de São Leopoldo. Até lá, a Secretaria deve dar suporte veterinário e encaminhar as castrações.

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Fonte: G1

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Chimpanzé abraça cuidadora após anos de solidão em ilha africana

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Um chimpanzé chamado Ponso demonstrou ter ficado muito feliz com a visita de uma cuidadora à ilha onde vive sozinho desde a morte de seus familiares. O animal, que parecia estar sorrindo, recebeu a francesa Estelle Raballand com um abraço caloroso, conforme mostram as fotos do encontro.

Ponso, segundo o jornal “Daily Mail”, está há cerca de três anos sem a companhia de outros chimpanzés desde que uma fêmea, com quem teve três filhotes, faleceu junto com a cria. Todos eles, assim como outros 20 animais da espécie, foram abandonados na ilha após um laboratório de Nova York tê-los deixado na região após usá-los para testes. Ponso foi o único sobrevivente da espécie.

Um morador local chamado Germain era a única companhia do chimpanzé durante os últimos anos. Ele levava banana e pão para sustentar o animal, que não tinha outras fontes de alimento desde o ano passado na pequena ilha pertencente à Costa do Marfim.

No site GoFundMe há um financiamento coletivo para ajudar no sustento de Ponso. Já foram arrecadados cerca de R$ 93 mil reais, um valor mais do que suficiente para garantir uma dieta adequada. O restante será destinado ao deslocamento do animal quando a justiça definir um futuro para ele.

O laboratório New York Blood Center usou os chimpanzés em pesquisas sobre hepatite, mas, ao encerrar as pesquisas em 2005, enviou os animais à ilha. Desde então, eles usavam um avião para garantir a sobrevivência dos chimpanzés. Em maio do ano passado, no entanto, o laboratório anunciou o fim do suporte por conta de disputas com o governo local.

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Fonte: Revista Marie Claire

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Projeto “O Melhor Amigo do Homem” visita cuidadora de animais

Recolhimento-18-07-250x167Nesta sexta-feira, 18 de julho, o projeto “O Melhor Amigo do Homem”, da prefeitura, visitou uma cuidadora de animais na Vila Emil e recolheu mais um cachorro. Dona Ana Gilda de Souza possui 20 cães em casa e recebe apoio do projeto para castrá-los e colocar alguns para adoção. Dois cães já foram recolhidos e levados ao veterinário.

A cuidadora disse que começou com apenas cinco animais. Porém, muitos cãezinhos nasceram na casa dela. “Eu e minha filha cuidamos dos cachorros e todas as despesas são por nossa conta. Chegamos a ter 40 sob nossa proteção, mas, infelizmente, 20 morreram, vítimas de uma doença”, explicou dona Gilda.

Após o tratamento, os animais serão cadastrados no site para adoção. As ações de recolhimento nas ruas de Mesquita seguem em andamento, de segunda a sexta-feira. Alguns animais já foram adotados e receberam um novo lar.

Fonte: Prefeitura de Mesquita

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Cuidadora dedica amor e trabalho infinito aos cachorros uspianos

Beth dedica seus dias só aos cães há dois anos. Foto: Felipe Higa
Beth dedica seus dias só aos cães há dois anos. Foto: Felipe Higa

Entre ruidosos latidos de cães é possível ouvir a voz amigável de Elizabeth Raboczkay, ou Beth, cuidadora encarregada do abrigo de animais na Prefeitura do Campus da Capital. “É assim o dia inteiro”, comenta Beth apresentando sua segunda casa.

Começou com um grupo de pessoas que gostava e se preocupava com os animais, buscando um lar ou encaminhando para ONGs. Na época em que a famosa “Carrocinha” recolhia os cães abandonados, ajudava a escondê-los e ri ao lembrar dessas aventuras. Na USP há 38 anos e sempre auxiliando no cuidado dos animais abandonados, Beth trabalhava no setor administrativo da FFLCH e sempre arranjava tempo para os cães.

Há dois anos foi contratada exclusivamente para o projeto. Nele, cachorros uspianos abandonados pelo campus são resgatados, passam por avaliação clínica, são vacinados, vermifugados, castrados e postos para doação. A maior ocorrência de abandonos ocorre nos finais de semana e próximo ao Natal. Mesmo no período de férias, Beth faz questão de ir ao abrigo para olhar os animais doentes, os que precisam de curativos. “O duro é a virada do ano, eles morrem de medo dos fogos”, acrescenta.

O amor pelos cães vem desde a infância, aos dois anos de idade foi a uma feira com a mãe e viu um cachorro atropelado. “Aí eu fiz um escândalo, porque eu queria socorrer o animal, ajudá-lo. Sempre fui assim”, relata a cuidadora. Sua empatia maternal com os cães que a impulsiona a seguir com esse trabalho.

Mesmo depois da adoção Beth mantém contato com os cães, ligando para os donos e acompanhando cada um. “A gente se apega, quanto mais tempo eles ficam no abrigo, mais apegados ficamos. Tem cachorro que está aqui desde filhote”.

Beth comenta que a tristeza é um sentimento corrente em seus dias, por tratar sempre de animais abandonados, doentes ou idosos. Para ela, a possibilidade de dar uma nova esperança a esses animais supera as incertezas do dia-a-dia. “No fim, isso se tornou um objetivo na minha vida, um hobbie. Faço com muito amor e carinho, gosto do que faço.”

Funcionária de longa data da USP, ela hoje trabalha exclusivamente no cuidado de cães. É responsável pelo abrigo de animais abandonados da Prefeitura do Campus da capital, lar de cachorros idosos, doentes e desabrigados. Ela garante o bem estar dos cachorros e ajuda no processo de adoção.

Fonte: Jornal do Campus

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Matança de gatos em Ribeirão Preto (SP) pode ser maior

A advogada Walesca Maria, que é “cuidadora” dos gatos do Morrro de São Bento, no Jardim Mosteiro, em Ribeirão Preto (SP), acredita que pelo menos 46 gatos e uma cachorra foram mortos na noite do último domingo (8) e não apenas os 26 gatos encontrados mortos no local e recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), na segunda-feira (9).

A constatação foi feita após Walesca voltar ao local no dia seguinte à mortandade e sentir falta do restante. “Pelo menos dez gatos que ficavam na praça em frente ao Cristo e dez entre o teatro e o portão do bosque não apareceram para comer, como acontece diariamente. Além da ‘Priscila’, uma cachorrinha que se uniu aos felinos depois que o tutor, um mendigo, morreu”, diz.

De acordo com a chefe do CCZ, Eliana Collucci, serão enviadas equipes ao Morro de São Bento para fazer novas buscas na área e tentar localizar os animais desaparecidos.

A cuidadora afirma que há 11 anos ela alimenta os gatos no São Bento e nunca viu uma ação como esta. “É a primeira vez que presenciei um envenenamento em massa como esse aqui. Foi uma ação premeditada, tanto que a pessoa que fez isso não deixou nem resquícios”.

A possibildiade de envenenamento está sendo investigada pela Delegacia de Proteção aos Animais de Ribeirão Preto, que aguarda o resultado do exame toxicológico dos gatos e busca por um possível culpado. Esse tipo de ação é crime previsto no artigo 32 da Lei Ambiental, que trata da punição de abusos contra animais domésticos e silvestres.

Fonte: EP Ribeirão

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