Cruzes tatuadas por ativista
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Ativista tatua 40 mil cruzes para homenagear animais mortos pela agropecuária

 

Cruzes tatuadas por ativista
Foto: Reprodução, VegNews

“No momento presente, todos precisamos enfrentar o maior desafio de nossa história: salvar um planeta que está morrendo e interromper o holocausto dos seres sencientes”, disse.

Meschi é ativista há 50 anos e um vegano dedicado há três anos. “O primeiro passo para atingir essas duas perspectivas é tornarem-se veganos éticos. Podemos fazer isso agora. Cada segundo conta”, destacou.

Segundo a VegNews, ele usava apenas tintas e tratamento de tatuagens veganos e foi inspirado pela primeira vez a utilizar seu corpo como um meio de protesto pelo grupo de justiça social Poner el Cuerpo, Sacar la Voz.

O ativista usa sua conta Instagram como uma plataforma para lutar pelos direitos animais e postou fotos que o  mostram pendurado pelos pés (semelhantemente a uma galinha) em um matadouro, mergulhado na água repleta de lama e plástico (imitando o sofrimento de um peixe) e encolhido perto de uma pintura de porcos sangrando.

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Ativistas criam memorial para 91 cães mortos por abandono e negligência

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Ativistas de direitos animais de Dallas irão chamar a atenção neste sábado para um problema relacionado a cães na cidade, colocando 91 cruzes ao longo da Dowdy Ferry Road — uma para cada cão encontrado morto no local desde o último verão.

Os voluntários esperam que o memorial, que começará às 9 da manhã, fale por aqueles que não podem falar por si mesmos.

“Aqui foi o último lugar de descanso deles”, disse Stephanie Timko, que ajudou a organizar o evento também monitorou o número de animais mortos e a sua condição.

“Nós queremos honrar as suas vidas”.

A área silvestre que circunda a rodovia Dowdy Ferry, situada próxima à Interstate 20 no sudeste de Dallas, tornou-se conhecida como um local em que as pessoas jogam lixo e corpos de animais.

Entre os 91 corpos de animais encontrados pelos ativistas desde Agosto estavam os de vacas, cabras e “sacolas e sacolas com corpos de galos”, segundo a reportagem do The Scoop Blog.

Porém o problema mais generalizado é o dos cães, jogados mortos e vivos.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Alguns deixam os animais vivos no local, para que sejam atropelados. “Eles ficam sentados do lado da rodovia esperando seus tutores voltarem”, disse Timko. “Eles ficam cada vez mais ansiosos e começam a se aproximar de carros – e é quando eles são atingidos”.

Outros morrem de doenças como parvovirose, uma moléstia extremamente contagiosa que é transmitida pelas fezes.

E há também os que são jogados depois de mortos por abusos ou negligência. Timko relata ter visto cães que foram estrangulados e deixados em gaiolas para morrer de fome.

A questão das pessoas jogarem os cães é associada à ocorrência de um grande número de cães em situação de rua no sul de Dallas. O serviço de controle de zoonoses de Dallas fez esfoços para capturá-los, porém os moradores acusam o abrigo de não ter feito o suficiente para solucionar o problema.

As cruzes postas pelos voluntários terão inscritas as datas em que os animais foram encontrados, e estarão sobre um chão florido. A Pastora Becky Porter da Igreja Heartland em Carrollton irá fazer uma oração, e os ativistas distribuirão folhetos pedindo aos moradores locais que reportem casos de despejo de cães e de abusos.

“Nós verdadeiramente queremos empoderar a comunidade para que a mesma comece a vigiar a sua região”, disse Timko.

Para mais informações, visite a página do evento no Facebook.

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