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Calvin Klein e AllSaints proíbem utilização de pele animal em suas fabricações

Agora, o Global Brands Group se une a grandes marcas de vestuário que baniram peles em suas produções, como Gucci, Prada e Chanel


Skeeze/Pixabay

O Global Brands Group é uma empresa de gerenciamento de vestuário  proprietária da Aquatalia, que licencia marcas como Calvin Klein e AllSaints. No dia 19 de fevereiro o grupo anunciou que não usará mais produtos de pele animal, sendo assim, as marcas Calvin Klein e AllSaints agora estão livres de crueldade.

“A PETA (Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais) aplaude o Global Brands Group por sua decisão de compaixão em proibir peles, o que mostra que o futuro da moda é vegano”, declarou, Tracy Reiman, vice-presidente executiva da organização sem fins lucrativos em um comunicado oficial.

Agora, o Global Brands Group se une ao número crescente de grandes marcas de vestuário que baniram peles em suas produções, como a  Gucci, Burberry, Karl Lagerfeld Brand , Prada e Chanel.


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Los Angeles (EUA) está prestes a proibir a utilização de animais selvagens e exóticos para entretenimento

O projeto de lei, que ainda deve ser aprovado pelo prefeito de Los Angeles, proíbe o uso de animais selvagens ou exóticos em festas e shows ao vivo

 

Gerhard Gellinger/Pixabay

No dia 18/02, o poder Legislativo (deputados, vereadores e senadores) da cidade de Los Angeles (EUA), votou em unanimidade a favor de um projeto de lei que proíbe a utilização de animais selvagens e exóticos para fins de entretenimento. O projeto incluiu especialmente os animais de circo, além de qualquer tipo de evento  que venha ocorrer com animais dentro dos limites da cidade norte-americana.

David Ryu, membro do Conselho, disse em um comunicado à imprensa, que os animais selvagens são explorados em festas luxuosas em Hollywood Hills há anos e que ele defende a questão dos direitos animais desde 2016.

“A questão de animais selvagens e exóticos sendo usados ​​para entretenimento entrou em discussão no Conselho há quatro anos, quando um bebê girafa e um elefante estavam subindo as colinas de Hollywood em direção a uma festa luxuosa e ficamos sabendo disso”, disse o conselheiro Ryu em comunicado à imprensa . “Está na hora da cidade de Los Angeles deixar absolutamente claro que esse abuso de animais selvagens é vergonhoso, e não vamos aceitá-lo”.

O projeto de lei, que ainda deve ser aprovado pelo prefeito de Los Angeles, proíbe o uso de animais selvagens ou exóticos em festas e shows ao vivo. A proposta também proíbe as pessoas de montar animais selvagens ou exóticos para fins de entretenimento.

No entanto, a medida não afetará o zoológico de Los Angeles, que ainda pode exibir animais silvestres para fins educacionais.


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Marca de cosméticos Suave agora é livre de crueldade

Com a mudança, a Suave se junta a outras marcas da Unilever que agora são livres de crueldade, como a Dove, que adotou nova postura em outubro de 2018


Fonte: Veganagente

A marca de cuidados pessoais da empresa Unilever, a Suave, agora é livre de crueldade e não realiza mais testes em animais. De acordo com um comunicado de imprensa, a medida é resultado de conversas com a organização animal PETA (Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais).

A marca é mundialmente famosa por seus produtos de higiene pessoal, como: xampus, condicionadores, sabonetes e desodorantes.  Segundo a empresa, uma em cada duas famílias americanas compra Suave e um produto é vendido a cada 14 segundos.

“Estamos muito satisfeitos por fazer parte do programa ‘Beauty Without Bunnies’ (Beleza sem coelhos) da PETA”, disse Berengere Loubater, diretor sênior de marca da Suave, em comunicado. E completou: “Nossos consumidores se preocupam com os animais e nós também! É por isso que temos orgulho de ser certificados pela PETA como livres de crueldade e continuamos a oferecer produtos de beleza de alta qualidade”.

Com a mudança, a Suave se junta a outras marcas da Unilever que agora são livres de crueldade, como a Dove, que  adotou nova postura em outubro de 2018.

Embora a Unilever não tenha eliminado totalmente os testes cosméticos em animais, está “trabalhando para mudanças regulatórias”, de  acordo com a PETA, que apoia uma proibição global de testes em animais há mais de 30 anos.

A Unilever é uma das principais fornecedoras mundiais de produtos de beleza, alcançando 2,5 bilhões de consumidores em mais de 190 países todos os dias. Em 2018, firmou uma parceria com a Sociedade Humana Internacional (HSI), uma organização sem fins lucrativos de proteção animal, para ajudar a empresa adotar métodos de teste sem o urso de animais.

A empresa, juntamente com a HSI,  também está estudando para treinar futuros cientistas a realizarem testes sem crueldade. Os dolorosos  testes cosméticos incluem irritação da pele e dos olhos dos animais porque ingredientes são pingados ou esfregados em coelhos, porquinhos-da-índia e ratos.

Esses testes causam dor e angústia aos animais, que podem incluir cegueira, olhos inchados, sangramento na pele, sangramento interno, danos a órgãos, convulsões e morte”, de acordo com o HSI. “O alívio da dor raramente é oferecido, e no final de um teste, os animais são assassinados, normalmente por asfixia, quebra de pescoço ou decapitação”.

A organização espera que a parceria “acelere a mudança de políticas no setor de cosméticos globalmente”. Atualmente, mais de 40 países adotaram proibições totais ou parciais em testes cosméticos em animais. Isso inclui a União Europeia, Israel, Índia, Turquia, Taiwan, Nova Zelândia e Guatemala e o estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Em São Paulo, uma lei estadual também proíbe o testes de cosméticos e de produtos de limpeza em animais.


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Mais estados americanos proíbem cosméticos testados em animais

Califórnia foi a primeira unidade federativa a criar legislação específica


Pixabay

A proibição de venda ou importação de cosméticos testados em animais cresce nos Estados Unidos. Aprovada na Califórnia em 2018, a lei estadual que proíbe testes em animais entrou em vigor no dia 1° de janeiro deste ano e também foi adotada por Nevada e Illinois. A expectativa é de que Havaí, Maryland, Nova Jersey, Nova York e Virginia criem legislação semelhante, de acordo com o grupo de direitos animais Cruelty Free International.

A legislação se refere a produtos como loções, xampus e maquiagem, usualmente testados em coelhos, camundongos e ratos. Introduzida no Congresso em 2014 para que se torne lei federal, o argumento é de que os métodos são cruéis e desatualizados. O projeto foi inspirado em leis vigentes na Europa e Índia. Acredita-se que uma proibição nos Estados Unidos, uma das maiores economias do mundo, significa mais pressão global sobre as empresas estrangerias, principalmente as chinesas.

Para Monica Engebretson, líder de assuntos públicos da Cruelty Free International na América do Norte, a China é “um grande fator complicador”. De acordo com ela, a política no país asiático se aplica a todos os cosméticos importados, incluindo produtos de maquiagem, perfumes e produtos para o cabelo, como tinturas. Protetor solar e produtos para clareamento de pelos também estão inclusos.

Getty Images

O projeto introduzido há seis anos tem demorado a avançar no Congresso. No entanto, em novembro de 2019 o principal grupo de cosméticos do país, o Conselho de Produtos Para Cuidados Pessoais, tornou-se o defensor da proibição. Este apoio deve aliviar as preocupações dos legisladores sobre a oposição comercial. Segundo os defensores do projeto, as leis não devem impactar negativamente no setor de cosméticos, já que muitas empresas aboliram os testes em animais.

Grupos de direitos animais, como a Cruelty Free International e a Humane Society dos Estados Unidos, esperam que mais estados aprovem leis como a que vigora na Califórnia, primeiro estado a aprovar a legislação, ainda em 2018. As leis da Califórnia, Nevada e Illinois exigem que os vendedores de cosméticos informem a não utilização de animais em testes para comprovar que seus produtos são seguros.

Semelhante às leis estaduais, a proibição proposta perante o Congresso isentaria os cosméticos submetidos a testes na China. Isso permitiria que esses produtos fossem vendidos nos EUA desde que os vendedores confirmem testes adicionais que não incluem animais como forma de comprovação de segurança. Os apoiadores da nova legislação dos EUA defendem que a ciência avançou e que, hoje, existem muitas alternativas para os testes, como a utilização de células humanas ou pele e tecidos oculares humanos cultivados em laboratório.

Os produtos podem ser aplicados ao tecido sintético para determinar se causam irritação na pele, danos, sensibilidade ou outros problemas. O método pode ser usado no lugar do teste de um produto nas costas de um coelho, por exemplo. Muitas empresas internacionais começaram a fazer isso quando a União Europeia aprovou uma série de proibições semelhantes, culminando na proibição, em 2013, da venda dos produtos testados em animais. Grupos comerciais e advogados impulsionam um movimento de pressão sobre a China por novas regras, ajudando na familiarização com os procedimentos e resultados dos novos testes.

A senadora de Nevada, Melanie Scheible, uma das defensoras da pauta que corre no Congresso, esclarece que o objetivo não é punir as empresas multinacionais, mas aumentar a conscientização e pressionar outros governos, como a China, a agir. Para ela, a sociedade americana pensava que os testes em animais já eram coisa do passado. “Não estamos tentando criar uma ilha aqui em Nevada. Estamos tentando nos unir a um grupo de outras comunidades que se levantaram e disseram: ‘Não apoiamos testes em animais’”, afirmou.

O Conselho de Produtos Para Cuidados Pessoais apoia a maior parte da legislação estadual, mas está pressionando por uma lei nacional em vez de uma colcha de retalhos de regras em todo o país. Francine Lamoriello, vice-presidente executiva de estratégias globais do Conselho, entende que se trata de um processo lento, mas que os legisladores chineses estão trabalhando para aceitar testes em pele sintética. “Eles estão tendo conferências, eles realmente parecem estar bastante motivados a fazer o melhor possível para validar certos métodos”, acredita.


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Kendall e Kylie Jenner lançam linha de jaquetas veganas na Macy’s

A coleção das irmãs Jenner “chocantemente acessível” inclui casacos puffer, jeans desfiados e jaquetas e está disponível nas principais lojas varejistas como Macy’s, Ardene e Selfridges, de acordo com a revista de moda e beleza Seventeen.

Foto: Reprodução | Instagram

Alguns itens da coleção apresentam peles falsas, como o Kendall & Kylie Crop Fur Jacket. A jaqueta é feita com acrílico e possui um fecho de gancho e bolsos externos. O forro completo é feito com poliéster. A coleção também inclui versões veganas de peles de animais específicas, como a jaqueta de pele falsa de coelho e o casaco de pele de vison. Coletes veganos, carteiras e mochilas também estão disponíveis.

Foto: Reprodução | Instagram

A pele vegana está se tornando mais popular à medida que mais consumidores procuram apoiar marcas éticas e evitar produtos ligados à crueldade contra animais. A indústria de pele é conhecida pela falta de padrões de bem-estar animal, por submetê-los a eletrocussão, gaseamento, armadilhas e serem esfolados vivos.

Várias celebridades se manifestaram sobre a causa, incluindo Kendall e a irmã de Kylie, Kim Kardashian West. Kardashian e Melania Trump deixaram de usar pele depois que a atriz vegana e ativista Pamela Anderson falou sobre os horrores da indústria de peles. Bill Bailey, Lucy Watson, Judi Dench e Ricky Gervais também encorajaram os fãs a abandonar peles de animais enquanto faziam campanha por uma “Grã-Betanha livre de peles“.

Juntamente com essa mudança na preferência do consumidor, grandes nomes do mundo da moda decidiram descontinuar o uso de peles de animais em seus produtos. O designer Jean Paul Gaultier a abandonou em seus desenhos por questões de bem-estar animal, assim como a designer de luxo Diane von Furstenberg. A gravadora Burberry prometeu remover as peles de futuras coleções e a Chanel disse que também deixaria de usá-las em seus produtos.

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