Você é o Repórter

Cadela com filhotes lactentes precisam ser resgatados da rua, em SP

Monica
monicamonica2015@hotmail.com

Foto: Divulgação/ Monica

Quando cheguei do trabalho, tem numa rua em frente da minha casa uma cachorra com 2 filhotes pequeninos, entrei em contato com outras ONGS e CCZ para pedir ajuda e infelizmente não consegui. Tenho 3 cachorras em casa e não posso adotar mais 3 por falta de espaço. Me ajude, posso contribuir com doações mensais, por favor.

Estou desesperada já chorei muito com o choro das cachorrinhas a noite com frio. Elas estão com muito piolhos e pulgas, a mãe está só pele e osso. Estamos localizado na Zona Leste, próximo de São Mateus, Bairro Jardim Santo Andre, Rua Vitoria Regia n º 06, Ponto Final do Jardim Santo, próoximo a Avenida Jasmim (Morro do Sabão), em SP.

Contato: Monica (11) 2753-8151 ou 8324-3653, estou a disposição para ajudar no que eu puder.

Foto: Divulgação/ Monica
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Você é o Repórter

Cocker é abandonado durante a noite em ONG, em SP

Shirley
shymac.mac@terra.com.br

Foto: Divulgação/ Shirley

Esse “black beautiful” é o gostoso do Yuri, um cocker mais que fofo. Ele foi abandonado na porta de uma ONG, na calada da noite. Foi recolhido, recebeu todos os cuidados necessários e agora espera por um lar. Tem aproximadamente entre 3 e 5 aninhos, já está castrado, vacinado e vermifugado. É extremamente amoroso, tranquilo, bonzinho e convive bem com outros cães.

Por favor, ajude-nos a encontrar um lar para esse menino lindo. Ele está em um abrigo, esperando por família cheia de amor.

Contato: Shirley – 11 9559.4739 – shymac.mac@terra.com.br

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Notícias

Número de animais abandonados causa superlotação no CCZ de Ribeirão Preto (SP)

Abandono é crime previsto em lei federal

O crescente número de cães e gatos abandonados em Ribeirão Preto (SP) preocupa o poder público e ONGs destinadas a proteção animal. Apesar de iniciativas, como a realização de feiras de adoção, para diminuir a superlotação nos canis e gatis do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), o resultado não tem sido positivo.

Constantemente, a unidade atende um número próximo de sua capacidade máxima de 100 animais. A Zoonoses dispõe de oito canis coletivos, com capacidade para abrigar cinco cães cada, e 30 canis individuais, além de quatro gatis coletivos, também com capacidade para cinco gatos, e 14 gatis individuais.

Durante a feira realizada em 30 de abril foram doados apenas 12 animais, sendo sete filhotes de cães, quatro cachorros adultos e um filhote de gato. Ao todo, continuam disponíveis para adoção 75 cães e 16 gatos.

De acordo com a chefe da Divisão de Controle de Zoonoses, Eliana Collucci, a situação pode se complicar ainda mais, já que o local tem recebido animais perigosos capturados pelo Corpo de Bombeiros e que devem ser isolados. Já são oito pit bulls que foram levados pelos bombeiros.

“Quando a corporação detecta que o animal apresenta perigo ao tutor, imediatamente encaminha para a Zoonoses. O critério de avaliação deles é diferente do nosso. Vai chegar um ponto em que vamos ter que recusar esses animais trazidos pelos bombeiros”, disse. Para se chegar a uma solução, segundo Eliana, foi encaminhado um ofício para o secretário da Saúde solicitando uma reunião com o Corpo de Bombeiros.

Outro aspecto que preocupa é o abandono de ninhadas de filhotes em frente ao CCZ. “As pessoas deixam muitos filhotes aqui na porta da Zoonoses e não temos como recusar”. Para isso, está em processo de licitação a instalação de câmeras de monitoramento no local.

Para a presidente da ONG Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias, existem três fatores que contribuem para esse crescimento populacional desordenado de animais em Ribeirão Preto. “Faltou o município ter uma campanha efetiva de castração em anos anteriores, responsabilidade dos tutores – a conhecida “tutela responsável” – e o comércio indiscriminado de animais”, explica.

A avaliação feita pela presidente da ONG Cãopaixão, Ana Cláudia Garcia Vicente, é a mesma. A situação da cidade é crítica. “A solução está sem dúvida na castração em massa de animais de rua e em feiras de adoção. O poder público tem que realizar campanhas com maior número de castrações.”

A representante da ONG Murilo Pretinho, Flávia Fernanda Frederico, acredita que outros fatores têm que ser levados em consideração, como a conscientização de que os animais são como os seres humanos e que para combater a impunidade é preciso denunciar. “Temos uma delegacia especializada em Ribeirão. É preciso que a comunidade perca o medo de denunciar.”

Delegacia

Criada em 25 de outubro de 2010, a Delegacia de Proteção de Animais funciona na Rua Goiás, 656, nos Campos Elíseos. O local recebe denúncias de pessoas que infringem o artigo 32 da Lei n.º 9.605, que protege os animais de atos de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, sob pena do infrator sofrer detenção de três meses a um ano, inclusive multa.

São considerados maus-tratos, entre outras coisas, abandonar, espancar, envenenar, não dar comida diariamente, manter animais domésticos presos em corrente, local sujo ou pequeno demais.

Eventos

Neste sábado (7), o CCZ realiza mais uma feira de adoção na sede do local, que fica na Avenida Eduardo Andréa Matarazzo. A feira acontece das 9h às 15h. Todos os animais estão vermifugados, vacinados e alguns castrados. Os interessados em adotar um animal podem agendar uma visita na Zoonoses pelo telefone (16) 3628-2015. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Já a ONG Cãopaixão realiza um bazar beneficente do Dia das Mães, das 9 às 17h, na Avenida Presidente Vargas. Todo dinheiro arrecadado será revertido para os animais acolhidos pela entidade.

Serviço

Feira de adoção do CCZ

Local: Avenida Eduardo Andréa Matarazzo, 4255, Marincek – Ribeirão Preto

Data: 7 de maio (sábado)

Horário: 9h às 15h

Informações: (16) 3628-2015

Bazar ONG Cãopaixão

Local: Avenida Presidente Vargas, 1710 – Ribeirão Preto

Data: 7 de maio (sábado)

Horário: 9h às 17h

Informações: site da Cãopaixão

Fonte: EPTV

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Você é o Repórter

Foto que mostra três homens tirando o couro de um gato provoca indignação

Patricia Gnipper
patignipper@yahoo.com.br

Recebi essa foto, não sei se é no Brasil, mas achei de um mal gosto e crueldade absurda tão grande que não consegui fechar os olhos.

Estou divulgando no twitter e no facebook para tentar atingir o máximo de pessoas possível e ver se descobrimos se são brasileiros e, se sim, quem são para que sejam devidamente punidos. Vamos divulgar ao máximo para que possamos fazer justiça por esse inocente.

Você conhece essas pessoas?

De acordo com a legislação brasileira, maltratar animais é crime previsto no Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605:

“É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos.

Pena – Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.

Parágrafo 1°. – Incorre nas mesmas Penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

Parágrafo 2°. – A Pena é aumentada de 1 (um) terço a 1(um) sexto, se ocorrer a morte do(s) animal(s).”

Os atos de maus-tratos e crueldades mais comuns são:

– abandono;

– manter animal preso por muito tempo sem comida e contato com seus donos/responsáveis;

– deixar animal em lugar impróprio e anti-higiênico;

– envenenamento;

– agressão física, covarde e exagerada;

– mutilação;

– utilizar animal em shows, apresentações ou trabalho que possa lhe causar pânico e sofrimento;

– não procurar um veterinário se o animal estiver doente.”

Isto serve para os animais de companhia como cães, gatos e pássaros, também cavalos usados em trabalho de tração (aquelas carroças muito comuns nas ruas de grandes cidades), além de animais criados e domesticados em sítios, chácaras e fazendas. Animais silvestres estão inclusos nessa Lei, possuindo também Leis e Portarias próprias criadas pelo IBAMA.

Assim que o Policial ou Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cabe cumprir a instauração de inquérito policial. Se ele se negar a fazê-lo, sob qualquer motivo, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação e negligência, previsto no Art. 319 do Código Penal que diz: “È crime retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa da lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.” Exija falar com o Delegado responsável, que tem o dever de lhe atender e de fazer cumprir a Lei. Faça valer seus direitos e o daqueles que não podem falar e sofrem em silêncio!

Caso ainda assim não consiga atendimento satisfatório, denuncie! Denúncia ao Ministério Publico – SP Tel.: (11) 6955-4352. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço e número da delegacia, o horário, data e faça um relato em duas vias, pedindo para protocolar uma delas. Se você estiver acompanhado de alguém, este poderá ser sua prova testemunhal para o encaminhamento de queixa ao MP.

Tudo o que você conseguir como fatos e provas devem ser anexados junto à ocorrência para auxiliar no seu B.O.: relatos de testemunhas, fotografias, laudo veterinário, placa do carro que abandonou o animal, etc.

Uma questão muito comum: ” – Tenho medo de denunciar pois isso poderá causar problemas para mim e para as testemunhas, como ameaças, agressões, etc”. Sobre isso, leia abaixo:

VOCÊ NÃO SERÁ O AUTOR DO PROCESSO JUDICIAL QUE PORVENTURA SEJA ABERTO A PEDIDO DO DELEGADO.

Preste atenção: o Decreto 24.645/34 diz, em seu artigo 1° e 2º (parágrafo 3°):

“Todos os animais existentes no País são tutelados pelo Estado”;

“Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Publico, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais”

Portanto,  na verdade, não é você quem estará abrindo um processo judicial e sim o Estado. Uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura de ação, onde o Autor será o Estado.

Nota da Redação: Circula no Facebook um abaixo assinado pedindo punição máxima para eles que são da República Dominicana.

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