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Homem mata cão ao arrastá-lo amarrado a carro e é preso por maus-tratos

Pixabay/Imagem Ilustrativa

Manoel Batista, de 32 anos, foi preso em Jaguaré, no Espírito Santo, após amarrar um cachorro a um carro e arrastá-lo pelas ruas da cidade até matá-lo. Confrontado pela polícia, ele confessou o crime e disse que matou o animal porque ele estava doente.

Os maus-tratos foram flagrados por câmeras de segurança na noite da última segunda-feira (12). No dia seguinte, o agressor foi preso. Após arrastar o cão, o homem aparece nas imagens cortando a corda que prendia o animal ao veículo e abandonando o corpo do cachorro na rua.

A presidente da ONG de Proteção a Cães de Jaguaré, Suely Izabel Dalvi, repudiou o ato de violência praticado por Manoel Batista. “Não sei como um ser humano tem a capacidade de fazer isso com um animal inocente. Ficamos todos revoltados e só esperamos que ele pague pelo crime que ele cometeu”, disse ao G1.

De acordo com o delegado Leonardo Malacarne, titular da delegacia de São Mateus, para onde o agressor foi levado, a versão de Manoel não é convincente e, mesmo se fosse verdadeira, não justificaria o crime.

“Ele mora em São Mateus. Contou que estava em Jaguaré desde sábado na casa de amigos. Ontem, por volta das 20h, ele saiu de casa, viu o cachorro na frente do carro dele, e, segundo ele, o cachorro estava aparentemente doente, com fome, agonizando. Diante dessa situação, ele achou que seria interessante sacrificá-lo. Ele pegou uma corda, um varal que tinha no carro, pegou o cachorro, amarrou no para-choque e o arrastou”, explicou o delegado.

O crime foi denunciado à polícia por uma ONG de proteção animal, que fez um boletim de ocorrência. Após o vídeo que registra o crime ser divulgado nas redes sociais, moradores cercaram o carro do agressor ao identificá-lo na rua.

Policiais receberam a informação de que Manoel havia sido localizado e levado para a sede da 5ª Companhia do 13º Batalhão. Os agentes se deslocaram até a unidade e encaminharam o agressor para a Delegacia Regional de São Mateus.

Autuado pelo crime de maus-tratos a cães e gatos, com pena de dois a cinco anos de prisão e sem direito à fiança, Manoel Batista aguardará pela audiência de custódia preso no Centro de Detenção Provisória.


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Cadela morta a tiros é carregada ensanguentada nos braços de tutor de 13 anos

Anderson Cardoso / Arquivo pessoal / GaúchaZH

Uma cadela foi morta a tiros em um mercado na cidade de Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), na frente de seu tutor, um menino de 13 anos que, desesperado, carregou Belinha ensanguentada em seus braços e tentou salvar sua vida.

O proprietário do mercado efetuou os disparos porque se incomodou com a presença da cadela, que apenas esperava seu tutor em frente ao estabelecimento. Nelson Edison Martins Fagundes, de 42 anos, foi preso após o crime, mas conseguiu na Justiça o direito à liberdade provisória, em decisão proferida na quarta-feira (14) por um juiz plantonista.

O caso aconteceu durante o Dia das Crianças, na última segunda-feira (12). Na data em que o tutor de Belinha deveria estar feliz, brincando e se divertindo, o que lhe restou foi a dor de ver sua companheira morrer em seus braços.

O menino fazia compras no mercado a pedido de seus pais e a cadela o esperava do lado de fora, como de costume, quando os disparos foram feitos. Assustado, o garoto saiu do estabelecimento e encontrou Belinha baleada. Em seguida, ele pegou a cadela ensanguentada em seus braços e caminhou até a casa dos pais. Em meio às lágrimas, a criança pediu ajuda para a cadela, mas não houve tempo para salvá-la.

Vídeos feitos por vizinhos registraram o momento em que o garoto segurava Belinha no colo e clamava por sua vida. “Ô, Belinha, tá me ouvindo?”, dizia o menino, que ficou com o sangue da cadela em seus braços.

Moradores da região ficaram indignados com o crime, que foi classificado pelo delegado regional de Canoas, Mario Souza, como uma verdadeira barbárie. O empresário confessou ter atirado na cadela e justificou dizendo que queria apenas assustá-la.

Anderson Cardoso / Arquivo pessoal / GaúchaZH

“Quando as guarnições chegaram, havia várias pessoas, em um tumulto grande que se formou. O autor, em seguida, se apresentou. Ele entregou a arma, uma carabina de pressão. O indivíduo foi autuado em flagrante com base na lei de maus-tratos aos animais“, disse ao jornal GaúchaZH o capitão Renato Rafell de Brito Fell, subcomandante da corporação em Sapucaia do Sul.

O caso passou a integrar a Operação Arca da Polícia Civil, por meio da qual crimes contra maus-tratos a animais cometidos na região são investigados. A operação tem caráter permanente.

“O crime já é grave, e, nesse contexto, com a morte do animal e na frente da criança, chama ainda mais atenção e destaca mais a gravidade do crime. Não é algo a ser tratado como simples, certamente a criança terá um trauma devido a essa situação”, afirmou o delegado. “Isso é barbárie, o que não pode ser permitido. Vamos atuar com todo o rigor da lei”, completou. Caso seja condenado pela Justiça, Fagundes pode ser condenado a uma pena de 2 a 5 anos de prisão.

Oito anos de amizade

Desde 2012, Belinha e seu tutor eram inseparáveis. O menino adotou a cadela após encontrá-la abandonada na rua. Ela ainda era filhote quando passou a fazer parte da família e construiu um laço de amizade com a criança.

Juntos, eles brincavam na praça que hoje abriga o corpo de Belinha, enterrado no local. Com a ajuda de adultos, o garoto providenciou uma cruz com o nome da cadela e cavou sozinho a cova de sua amiga.


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Mulher morre após ser agredida por denunciar maus-tratos a cachorro

Reprodução/RPC Maringá

Viviane Andrea dos Santos, de 33 anos, foi morta por defender um cachorro agredido a pauladas em Campo Mourão, no Paraná. Após ser denunciado pela protetora de animais, o agressor do cachorro usou um pedaço de tijolo para ferir Viviane, que foi internada em estado grave e morreu quase um mês depois do crime.

A presidente da Associação dos Protetores de Animais Independente (PAIS), Amanda Tonet, lamentou o caso e contou que os animais que eram cuidados por Viviane estão sentindo a falta dela. Na casa da protetora, cerca de 10 a 12 cães e gatos viviam em lar temporário.

“Estamos desolados. A Viviane oferecia lar temporário a animais e desde que foi internada esses animais já estavam sentindo a sua falta. Estamos prestando assistência, ajudamos até a pagar o aluguel, mas agora será muito triste tirar esses animais da casa e levar para um abrigo. Eles até dormiam com ela. Estamos arrasados”, lamentou Amanda em entrevista ao portal Catve.

No dia 19 de setembro, Viviane presenciou o vizinho espancando um cachorro no Jardim Paulista e acionou a Associação de Defesa dos Animais e a Polícia Militar. Os policiais, no entanto, não encontraram o acusado, que retornou ao bairro quando os agentes foram embora e se dirigiu à casa de Viviane, onde a agrediu a tijoladas.

Após a agressão, a PM foi novamente acionada e, desta vez, localizou o homem, que foi levado à delegacia. Depois de prestar depoimento à polícia, o agressor foi liberado.

Socorrida pelo Samu, Viviane foi levada à Santa Casa de Campo Mourão, onde permaneceu internada em estado grave até a madrugada desta quarta-feira (14), quando morreu em decorrência dos ferimentos.

Os crimes são investigados pela Polícia Civil, que deve indiciar o agressor por homicídio e maus-tratos a animais.


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Grupo detido por explorar galos em rinhas é multado em R$ 2,7 milhões

Foto: Polícia Militar Ambiental

A Polícia Militar Ambiental encontrou 90 galos em situação de maus-tratos em uma fazenda no bairro Camanducaia, em Jaguariúna, no interior de São Paulo, e multou o grupo responsável por explorar as aves em rinhas.

Detidos, os criminosos foram encaminhados à delegacia e, além de terem sido multados em R$ 2,7 milhões, responderão por maus-tratos a animais.

Os galos viviam em ambientes pequenos e insalubres, sem ventilação e condições básicas de higiene. No local, a polícia encontrou quantidades insuficientes de água e comida disponibilizadas para os animais e apreendeu itens usados para intensificar os ferimentos entre os galos durante as brigas.

Até o momento, as aves permanecem com um dos envolvidos nas rinhas. Segundo a polícia, os animais esperam um local adequado que possa recebê-los.

Foto: Polícia Militar Ambiental

Levados à delegacia, os criminosos foram autuados pelo crime de maus-tratos, mas foram liberados após a assinatura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência.

As rinhas de galos são proibidas pela Lei de Crimes Ambientais, que prevê pena de três meses a um ano de detenção e multa para quem “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”.

A palavra “detenção”, neste caso, é usada para crimes considerados de menor potencial ofensivo, o que impede que os casos sejam punidos com rigor. Normalmente, os agressores de animais recebem punições alternativas, como a prestação de serviços à comunidade.

Foto: Polícia Militar Ambiental

Por conta dessa lei, que antes era usada não só para os galos, mas também para casos envolvendo cães e gatos, uma nova legislação foi proposta. Após alterações no Senado, a Lei Sansão passou a proteger apenas cachorros e gatos.

Com a recente sanção, a medida permitiu que a prisão em flagrante de um homem que agrediu o próprio cão a pauladas fosse convertida em preventiva pela Justiça em Maceió (AL), o que garantiu a manutenção da prisão.

Os galos, no entanto, não são contemplados pela nova lei e, por isso, os crimes cometidos contra eles não serão punidos com o mesmo rigor.


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Cães são espancados com cabo de vassoura e arremessados contra muro

Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil de Olinda, Pernambuco, recebeu uma denúncia anônima em formato de vídeo em que quatro animais são vítimas de maus-tratos. De acordo com a testemunha, trata-se de quatro cães, um deles agredido com uma toalha e um cabo de vassoura, conforme imagens enviadas.

O casal responsável pelas agressões, segundo o denunciante, girou um dos animais, jogando-o contra o muro e essa não é a primeira vez, a situação acontece com frequência.

A vice-presidente da Comissão de Defesa e Proteção dos Animais da Seccional Pernambuco da Ordem dos Advogados do Brasil (AOB), Laura Ferraz, lembra que já existem penas para crimes de maus-tratos.

“Hoje é possível que essas pessoas passem a responder com penas mais graves. Podem ficar presos de dois a cinco anos, pagar multa e perder a guarda dos animais, além da proibição de adotar outros animais”, comenta.

A representante da OAB resgata também que o abandono também se enquadra no crime de maus-tratos e o tutor responde, não apenas por atos praticados contra o animal como também por abandoná-lo.

Laura explica que é preciso ter cautela e comprometimento ao adotar um animal, principalmente com a proximidade do Dia das Crianças na segunda-feira (12), quando muitos animais são dados como presentes.

“Animal não é brinquedo. É um ser que sente dor, tristeza, medo, frio. Tem que ser tratado como um ser vivo”, concluí ela.


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Presos em gaiolas, galos explorados em rinhas são resgatados no Paraná

Foto: Divulgação/PC-PR

A Polícia Civil resgatou 50 galos explorados em rinhas na última sexta-feira (2) em Campo Largo, no Paraná. As aves eram mantidas aprisionadas em gaiolas ou espaços pequenos.

Pelo menos dez galos apresentavam graves lesões pelo corpo, com características de exploração em rinhas. O caso passou a ser investigado por conta de uma denúncia anônima.

Policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) estiveram no local e constaram os maus-tratos. Na chácara onde os galos estavam foram encontradas estruturas para receber visitantes e para treinar as aves para as brigas.

De acordo com a polícia, o local era monitorado. O dono da chácara foi levado à delegacia para prestar depoimento. Ele responderá em liberdade pelo crime de maus-tratos a animais.

“Aqui nós encontramos galo agonizando, em condições extremamente precárias. Agora a gente vai tentar dar uma sobrevida a esses animais e dar uma qualidade de vida aos que têm condições, além de responsabilizar quem fez isso”, disse ao G1 o delegado Matheus Laiola.

As aves que estavam debilitadas foram encaminhadas para clínicas veterinárias. O restante foi levado para o abrigo da ONG Força Animal, que os submeterá a um processo de reabilitação.


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Cães famintos e desnutridos são resgatados de casa na Bahia

Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

A ONG Nossa Arca resgatou na última sexta-feira (2) sete cachorros que sofriam maus-tratos em uma casa no bairro Bela Vista, em Teixeira de Freitas, na Bahia.

Desnutridos e famintos, os cachorros foram encontrados com os corpos repletos de pulgas e carrapatos.

A Guarda Civil Municipal deu apoio à entidade durante a operação de resgate que salvou a vida de dois cachorros e de uma cadela com quatro filhotes. Os animais eram tutelados pelo filho da dona da casa, que não estava no local.

Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

Debilitados, os cães tinham ossos expostos pelo corpo devido à magreza extrema. Examinados por uma veterinária, eles tiveram o sangue colhido para a realização de exames e foram encaminhados para uma clínica veterinária

O caso foi registrado na delegacia como maus-tratos a animais. Os cães devem permanecer em um lar temporário até que sejam adotados.


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Cadela é resgatada por ONG após tutora induzi-la a comer maconha

Filhote é induzido a comer maconha (Reprodução/Instagram)

Maya, uma cadela da raça pit bull com cerca de dois meses de idade, foi resgatada em Americana, no interior de São Paulo, após sua tutora induzi-la a comer maconha. Ana Beatriz Rocha, moradora do Jardim Terramérica, foi levada à delegacia e responderá em liberdade pelo crime de maus-tratos a animais.

O consumo de maconha pode causar sonolência e depressão nos animais, além do risco de afetar a coordenação motora, podendo causar acidentes, e de morte em casos extremos.

No dia 19 de setembro, Ana Beatriz publicou vídeos no Instagram nos quais aparece dando maconha para a cadela ao lado do namorado, que ainda não foi identificado. “Aqui ó”, diz o rapaz ao se referir à maconha. “Come tudo, mano”, diz a tutora à cadela. “Ela come, parece um aspiradorzinho de pó”, completou o rapaz. Depois de consumir a erva, a cadela aparece desanimada em um vídeo.

Delegado Bruno Lima segura o filhote de pit bull após levar tutora à delegacia (Reprodução/Instagram)

Após receber uma denúncia sobre o caso, o deputado estadual Bruno Lima (PSL), que é delegado da Polícia Civil, esteve em Americana e conduziu Ana Beatriz à delegacia. Em depoimento prestado na Central de Polícia Judiciária de Americana, a jovem afirmou que deu maconha “porque o animal era dela, e ela daria o que quisesse”. Além do crime de maus-tratos, Ana Beatriz também responderá criminalmente por posse de drogas e será multada.

Resgatada, Maya está sob a responsabilidade da ONG “Animais Têm Voz”. Apesar dos maus-tratos, ela não apresenta sequelas e passa bem. Enquanto a Justiça não decidir o destino da cadela, a pit bull não poderá ser disponibilizada para adoção, mas permanecerá em um lar temporário da entidade.

 

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Cinco mil animais são encontrados mortos em caixas de papelão na China

Reprodução/Wutuobang

Cinco mil animais, entre coelhos, porquinhos-da-índia, gatos e cachorros, foram encontrados mortos em um depósito no município de Luohe, na China. Os corpos estavam dentro de gaiolas de plástico ou metal embrulhadas em caixas de papelão com alguns orifícios.

O caso foi descoberto pelo projeto Wutuobang, que atua no resgate de animais. Voluntários conseguiram salvar 200 coelhos e 50 cachorros e gatos com vida. Parte deles foi adotada e os mais feridos foram internados em clínicas veterinárias. A retirada dos corpos dos animais mortos e a desinfecção do depósito ficou sob a responsabilidade das autoridades locais.

Hua, como preferiu se identificar a fundadora do projeto, que não quis expor seu nome real, afirmou à CBS que “o depósito estava abarrotado de caixas com milhares de animais que já haviam morrido, e todo o lugar cheirava a corpos apodrecendo. Era como o inferno. Certamente morreram de asfixia, desidratação e fome”.

Apesar das leis da China não permitirem que animais sejam enviados dentro de embalagens comuns, a suspeita é que eles tenham sido comprados através da internet e deixados no depósito após uma empresa de logística se negar a realizar as entregas para não violar a legislação.

Nas caixas foram identificadas etiquetas que mostravam que o transporte até o depósito foi realizado pela empresa de entrega expressa Yunda. Os animais chegaram ao local no início de setembro.

Ao jornal Global Times, dois funcionários da empresa disseram que não tinham conhecimento do caso. Segundo eles, a Yunda permite o transporte de animais vivos, que “são transportados em caixas com buracos”.

“A regras sobre o transporte de animais foram impostas décadas atrás, em 1990, sem uma pena equivalente ao crime. Por isso não é fácil punir diretamente os infratores”, disse o advogado Zhang Bo ao jornal chinês. O caso é investigado pela polícia.


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Pendurada em muro, gata morre enforcada após ser vítima de armadilha

Reprodução/Facebook

Uma gata morreu enforcada na cidade de Bodoquena, no Mato Grosso do Sul, após ser vítima de uma armadilha. O corpo do animal foi encontrado pendurado no muro da casa de um casal de protetores de animais.

“É muito triste saber que o ser humano chega nesse ponto”, escreveu Luara Rocco, filha da protetora, nas redes sociais. O caso foi denunciado à polícia.

O boletim de ocorrência foi registado pela professora Ivone Aparecida Rocco, que mantém o projeto “Anjos de Patas” em parceria com seu marido, Valdemar. Juntos, eles alimentam animais abandonados.

Um dos animais que recebia cuidados do casal era a gata que foi enforcada. Recentemente, ela teve filhotes na rua, que também estão sendo tratados pelo projeto. Um dos bebês foi adotado por uma policial que atendeu a ocorrência. Outros dois aguardam adoção.

Ivone encontrou o corpo após ser acordada por latidos de cachorros. Ela afirmou ao G1 que o agressor do animal planejou o crime e estudou a melhor forma de executá-lo. “Foi tudo muito planejado, para a gata passar pela corda e ainda ficar com o corpo pendurado”, disse.

“Sinceramente não consigo entender a motivação, mesmo que seja por alguém que estivesse insatisfeito com os filhotes na casa dele. Levantamos algumas hipóteses sobre o que pode ter levado alguém a fazer essa crueldade, mas agora cabe à polícia investigar”, completou.


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Pit bull é morto a tijoladas após brigar com cachorro do vizinho em Assis (SP)

Thor foi morto a tijoladas em Assis (Foto: Arquivo pessoal)

Thor, um pit bull de um ano e quatro meses, foi morto a tijoladas após pular o muro e brigar com o cachorro do vizinho em Assis, no interior de São Paulo. O agressor do animal confessou o crime e disse que “extrapolou” por ter ficado com raiva.

Um boletim de ocorrência foi registrado na segunda-feira (28). No documento, o tutor do pit bull morto conta que o vizinho conseguiu separar os cachorros e agrediu Thor quando ele tentava voltar para casa.

A briga entre os cães e a agressão ao pit bull foram registradas por uma câmera de segurança. Nas imagens, Thor aparece entrando no canil do vizinho, que joga uma pedra no chão e atinge o cão. Momentos depois, o cachorro do vizinho é retirado do local.

Vizinho matou cachorro a tijoladas (Foto: Reprodução)

Tutor de Thor, Elisio Alves Neto soube que o cão havia sido morto na noite de domingo. “Quando cheguei para tratar os cachorros, dei falta do cachorro aqui dentro. Aí comecei a procurar, pensei que ele podia ter saído na hora de fechar o portão eletrônico, mas aí minha mulher foi perguntar para o guarda e ele disse: ‘senta que a notícia é ruim’”, disse ao G1.

Ao chegar no canil, o empresário encontrou o cão morto dentro da casinha. Ele foi enterrado por funcionários do vizinho. Na manhã seguinte, ao ter acesso as imagens da câmera de segurança, Neto decidiu denunciar o crime à polícia, que iniciou investigações.

Pit bull do vizinho ficou ferido após briga (Foto: Arquivo pessoal)

Sem se identificar, o dono da empresa na qual o pit bull entrou afirmou ao G1 que não é a primeira vez que Thor briga com seu cachorro, também da raça pit bull. “Eu vi ele quase matando meu cachorro e eu tive que separar. Eu joguei as pedras para separar, mas no momento da raiva, acabei extrapolando”, disse.

Segundo ele, seu cachorro ficou ferido e foi levado ao veterinário, onde permanece internado. Ele acusa o tutor de Thor de negligência por deixar o portão aberto.


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Crocodilo é caçado, sedado e arrastado vivo pelas ruas do México

Reprodução

Um crocodilo com cerca de 2,5 metros foi arrastado em uma moto por um traficante de animais em Navolato (Sinaloa, México). Em um vídeo que está circulando nas redes sociais, é possível ver o animal sendo carregado com sua cauda no asfalto.

No início do vídeo, vemos dois homens usando cordas para prender o animal enquanto um dos rapazes diz: “Puxa! Puxa! Ele é muito pesado!”. Depois, o animal é sedado e colocado na moto. O crocodilo é tão grande que é preciso sentar sobre ele para pilotar a moto.

A polícia local está investigando o caso, mas até agora, o paradeiro do animal é desconhecido. No México, o tráfico de animais é um negocio milionário e em crescimento.

Muitas araras, tucanos, macacos, jaguatiricas, tarântulas e répteis, são traficados todos os dias.


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