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Campeões olímpicos chineses apoiam campanha da PETA contra maus-tratos animais

Os campeões do skate de velocidade, Fan Kexin, Zhou Yang e Wu Dajing são, também, campeões para os animais. Partindo de campanhas publicitárias, ajudaram a lançar novas camisetas do Ano de Mutt da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), desenhadas pelo artista Han Lili, para apoiar a campanha do Ano Novo Chinês da organização.

A campanha da PETA lembra ao público: a cada vez que um cachorro é comprado de um criador de filhotes, um lar é tirado dos cães de raça mista que enchem abrigos e ruas em toda a China. Os criadouros de filhotes – de onde vêm os animais vendidos em lojas, geralmente são ambientes apertados e escuros. São usados ​​como nada mais do que máquinas de reprodução sem quaisquer cuidados veterinários. Além disso, os cães de supostas “raças puras” também correm maior risco de desenvolver certas doenças e outras condições médicas.

Chineses apoiam PETA em campanha publicitária

“Os abrigos estão repletos de cães maravilhosos que esperam uma casa”, diz Fan Kexin. “Meus amigos da PETA e eu encorajamos qualquer pessoa interessada a encontrar um amigo novo e amoroso para correr ao abrigo animal mais próximo e mudar sua vida para melhor.”

Nas ruas, animais desabrigados lidam com fome, condições climáticas variantes, são expostos a doenças, trânsito caótico e humanos que podem ser bastante cruéis.

“Não há nada como se identificar com um animal em um abrigo e saber que você encontrou um membro da família”, diz Zhou Yang. “Encorajamos todos a abrir seus corações e as portas de suas casas para um cão ou gato adotado este ano e ver suas vidas serem enriquecidas por coisas maravilhosas apenas com essa atitude”.

Os cães sofrem não só nos criadouros, mas também nas fazendas de peles chinesas, onde mais de 2 milhões de cães e gatos são esfolados – muitos enquanto conscientes – para produzir produtos de peles a cada ano.

Não há leis de proteção para animais em fazendas de peles chinesas. Os animais usados ​​pela indústria de peles passam a vida inteira confinados a gaiolas imundas até serem envenenados, eletrocutados, esfolados vivos ou terem seus pescoços quebrados.

O medalhista de ouro Wu Dajing sabe: vencedores de verdade não prejudicam uns aos outros.

“Todo casaco de pele, colar e qualquer outro adereço representa a vida miserável e a morte dolorosa e aterrorizante dos animais que sofreu em uma fazenda de pele”, diz Wu Dajing. “Nós encorajamos todos a vestirem peles falsas e outras opções veganas acolhedoras neste inverno, em vez de peles roubadas de animais assassinados”.

Que em 2018, o ano do cão tenha algo a comemorar. É importante se recusar a comprar animais de criadouros, reprodutores ou lojas de filhotes e enviar uma mensagem poderosa para a indústria de peles.

Lembre-se: se você tem recursos para fornecer um lar a um animal, adote um de um abrigo ou resgate um da rua e sempre castre-os.

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Cadela é resgatada após viver a vida inteira em uma gaiola

Filhote de poodle preso em gaiola no porão
Cadela era mantida em criadouro de animais | Foto: Reprodução Facebook

Após passar anos preso em um criadouro de animais na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, um filhote de poodle chamado B.B foi resgatado. O cão era mantido dentro de uma gaiola num porão.

Assim que foi resgatada a cadela foi encaminhada até um hospital veterinário. Quando chegou lá, chamou a atenção da recepcionista do local, Brenda Tortoreo que decidiu adotá-la. “B.B. estava num canto. Ela estava num estado lamentável. Estava com medo de tudo. E eu disse: ‘É ela que vou levar para casa’.

Cadela presa dentro de gaiola em condições precárias
De acordo com especialista, cadela é resultado de mistura de cães de raça | Foto: Reprodução Facebook

Na casa da nova tutora, a cadela parecia desorientada, só andava em círculos. “Eu a coloquei no chão e ela continuou andando em círculos, não correndo, apenas caminhando. Acho que isso era tudo que ela sabia fazer“.

O animal que foi encontrado pela Sociedade Humanitária dos Estados Unidos, era uma mistura de diversas raças, de acordo com a análise de especialistas. “Ela era muito pequena, parecia uma criatura indefesa“, contou Jessica Lauginiger.

“Ela não sabia o que era o sol e nunca tinha corrido na grama, ela morria de medo“, contou Brenda sobre a fase de adaptação da filhote de poodle. Aos poucos, no entanto, a B.B. começou a se acostumar com sua nova vida: “Agora, ela corre pela casa inteira. Ela realmente saiu de seu casulo, é a minha princesinha“, contou a tutora.

Cadela na casa de nova tutora
Cadela foi adotada por recepcionista de clínica veterinária | Foto: Reprodução Facebook

Um dos grandes problemas que vivenciamos hoje, é o fato de que grande parte das pessoas escolhe os animais domésticos pela aparência, comportamento ou de acordo com moda vigente. Cães, gatos e outros animais acabam fazendo parte de um desejo de consumo impulsionado muitas vezes pela mídia e pela cultura.

Quando o filme “101 Dálmatas” estreou no cinema, a busca pelos cães com pintas pretas explodiu nos Estados Unidos. As fábricas de filhotes aumentaram drasticamente e também os criadouros de cães da raça Dálmata.

 

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Cadela resgatada cria relação de companheirismo com bebê de 11 meses

Após trauma, cadela é adotada e cria relação de companheirismo com criança
Cadela foi resgatada de criadouro de filhotes | Foto: Instagram

Uma cadela que foi vítima de exploração quando viveu em um criadouro de filhotes, teve uma segunda para superar seus traumas. A cadela Nora foi adotada e criou uma relação forte com o filho de 11 meses da tutora.

Elizabeth Spence, responsável pela adoção do animal, e mãe de três filhos, havia dado a luz a Archie de 11 meses. Ela conta que quando a cadela chegou na casa, tinha medo de tudo. Mas foi a partir das interações com seu filho que ela começou a ganhar confiança.

Vivendo em uma casa que conta também com outros três gatos e três cães adotados, Nora aprendeu a ser feliz ao lado de Archie, e essa relação gerou um lindo ensaio fotográfico que mostra o esse incrível exemplo de companheirismo.

A tutora aproveita o amor entre os dois para compartilhar imagens do dia a dia deles na rede social Instagram. Segundo ela, o animal sempre está próximo de Archie, não importa qual seja o local. “Se ele está tomando banho, Nora está esperando ao seu lado. Se estou amamentando, ela fica deitada junto, no meu colo”, conta Elizabeth, que tem feito sucesso no Instagram com a postagem de fotos da família.

Animais que foram vítimas de exploração ou maus-tratos precisam ter uma atenção redobrada quando são adotados. Pois o trauma faz com que se tornem animais ariscos e arredios, nesse sentido é importante que na etapa de re-socialização do animal com o novo ambiente e as novas pessoas que ele conviverá, haver o máximo de paciência e acompanhamento de sua afetividade. A adoção, além de ser um gesto de compaixão e empatia com os animais, é uma forma de transferir afeto e carinho para seres que foram marginalizados e banidos de um novo começo dando a eles o tão esperado final feliz.

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