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Morre cachorro resgatado de escombros de prédio que desabou em Fortaleza (CE)

O cachorro que foi resgatado dos escombros do Edifício Andréa, que desabou em Fortaleza (CE), morreu na madrugada de sexta-feira (18).

(Foto: Neto Ribeiro/O POVO )

Lucky tinha 10 anos e era tutelado por Kátia Ramos Nogueira, de 40 anos. Apenas ele estava na residência no momento do desabamento. De acordo com a nutricionista Cibele Nogueira, irmã de Kátia, o cão aparentava estar bem quando foi resgatado. Após ser retirado do prédio, ele foi levado ao veterinário e foi feito um curativo em sua cabeça por conta de um ferimento que sofreu. Horas depois, ele passou mal e morreu.

“Um dia de cada vez. Agora, cada um vai ter que tocar a vida, juntando os pedacinhos”, disse Cibele. As informações são do jornal O Povo.

Comovida com a situação, a empresária Raissa Vasconcelos, diretora do crematório de animais Anjo Eterno Pet, entrou em contato com a família e doou um funeral para Lucky, com direito à cremação do corpo.

“A gente imagina o quanto eles devem estar sofrendo e esse seria mais um motivo para eles ficarem mais abalados. Pensamos em fazer essa doação para que o Lucky tenha um destino digno”, disse.


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Projeto de lei prevê criação de crematório para animais em Campinas (SP)

O vereador Vinicius Gratti (PSB) protocolou, na Câmara de Campinas (SP), um projeto de lei que institui um crematório público para animais de pequeno e médio porte na cidade. Caso a pessoa não tenha condições, a prefeitura deverá assumir os custos.

(Foto: Alexandra Zakharova / Foter / CC BY)

De acordo com o PL, animais de pequeno e médio porte são aqueles que não excedem um metro e cinquenta de altura – notadamente cães e gatos.

As despesas serão do PROAMB (Fundo de Recuperação, Manutenção e Preservação do Meio Ambiente). O fundo foi instituído pela lei municipal nº 9.811, de 23 de julho de 1998, com o objetivo de desenvolver o uso racional dos recursos naturais com base no princípio do desenvolvimento sustentável.

Campinas passou a arrecadar valores referentes ao licenciamento ambiental, que antes eram transferidos para a Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

“O poder público não deve se furtar de disciplinar o assunto que caracteriza, acima de tudo, uma questão de saúde pública e ambiental. Ele evitará que muitas pessoas descartem os animais em locais impróprios”, justificou o parlamentar.

O PL ainda vai passar pelas comissões antes de ir à votação.

Fonte: A Cidade On

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Deputado solicita crematório público para animais

Na manhã desta terça-feira (7) o deputado estadual Marcio Fernandes (PTdoB) solicitou através de indicação os estudos para a construção de um crematório público de pequenos animais em Campo Grande.

O pedido será encaminhado ao governador André Puccinelli com cópia para o secretário de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia Carlos Alberto Negreiros Said Menezes para que tenha relevância no intuito de fazer bem a dois lados.

Segundo Marcio Fernandes, o objetivo do crematório é para minimizar a dor da perda, garantindo um destino digno ao fiel companheiro. “A medida também seria importante para o saneamento básico. Muitas pessoas que perdem o animal doméstico não sabem o que fazer com o corpo do bichinho”, disse o parlamentar.

É o caso do gerente Humberto Moretto. No início do ano ele perdeu o cachorrinho de estimação para uma doença chamada cinomose. Em uma clínica veterinária foi feita a eutanásia no animal. Segundo Moretto após a eutanásia os corpos dos bichinhos ficam em uma sala refrigerada onde a prefeitura fica encarregada de buscar e dar um destino aos animais.

Mas no dia após a morte do cachorro, a veterinária teria dito que a sala estaria com problemas e que o ele mesmo teria que dar um destino ao corpo do animal, mas que não recomendado enterrar no quintal por conta do perigo de contaminação. “Fiquei horas com o corpo dele dentro do carro procurando algum lugar que eu pudesse enterrá-lo. Foi muito pesada a cena. Porque os animais domésticos são como família”, relatou Humberto.

O gerente ainda afirmou que um local para que pudessem ser destinados os animais após a morte seria bom. “Acho ótima a ideia de um crematório. Aqui em Campo Grande não há lugar para a destinação do corpo deles”, disse.

Fonte: Correio do Estado

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Tutores de animais passam a contar com crematório em Uberlândia (MG)

Foto: Eduardo Araújo/Divulgação
Foto: Eduardo Araújo/Divulgação

Eles são tratados como “membros da família”. Recebem carinho, cuidados e por que não respeito na hora “da despedida”? Foi pensando nisso que o médico veterinário Eduardo Soares Araújo, de 35 anos, com a ajuda de uma sócia, inaugurou há dois meses o crematório de animais Anjos de Patas, no Bairro Nossa Senhora das Graças, em Uberlândia.

O empreendimento, segundo ele, é o primeiro do Triângulo Mineiro e o segundo de Minas Gerais. Desde junho, 20 animais já foram cremados. “Perder um animal doméstico é uma situação difícil para todo mundo. Além da tristeza de ficar sem o amigo, nem todos têm ideia do que fazer e para onde levar o corpo do bichinho. Nossa empresa foi criada com o propósito de minimizar a dor da perda, garantindo um destino digno ao fiel companheiro”, disse o veterinário.

A empresa, que recebe qualquer tipo de animal até 100 kg, oferece serviços de busca, despedida/velório, cremação, urnas e também um cinerário, onde são alugados espaços para as urnas com as cinzas. Esses espaços podem ser visitados pelos tutores.

A assistente administrativo Karina Katharine de Camargo usou o serviço de cremação há pouco mais de duas semanas. Ela perdeu a cachorrinha Hanna, companheira de seis anos. A cadela ficou doente e não resistiu. “Apesar do sentimento de tristeza, consegui oferecer algo digno para Hanna. Meu marido havia visto o crematório e quando o inesperado aconteceu, entramos em contato com a empresa. Optamos por uma cremação individual e hoje Hanna continua ao nosso lado, só que agora em forma de cinzas e dentro de uma caixa”, disse.

Antes do empreendimento em Uberlândia, quem queria cremar os animais domésticos precisavam ir até Goiânia (GO), Campinas (SP), Brasília (DF) ou Belo Horizonte (MG), que eram os locais mais próximos que oferecem o serviço.

Preocupação ambiental

O veterinário Eduardo Soares destaca ainda a importância do crematório no cuidado e respeito ao meio ambiente e aos animais. “Se esses mesmos animais que cremamos fossem enterrados, por exemplo, haveria o perigo da contaminação do solo e lençol freático, uma vez que os corpos liberam necrochorume, um líquido que possui substâncias altamente tóxicas. Outro agravante é que enterrar animais ou descartá-los em terrenos baldios é considerado um crime ambiental”, explicou.

Além de ser ecologicamente correta, o veterinário acrescentou que a cremação também é uma solução para a questão de espaço, já que, ao fim do processo, o volume de cinzas equivale a menos de 5% do volume original do corpo do animal. “Acreditamos no serviço de cremação, pois além de todas os aspectos positivos relacionados à preservação ambiental, também entendemos a relação de carinho e afeto entre tutores e animal doméstico”, salientou.

Fonte: G1

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Uberlândia ganha o segundo crematório de animais de Minas Gerais

Há duas semanas, os uberlandenses têm a opção de cremar os animais domésticos na cidade. Foi inaugurado o crematório de animais Anjos de Patas, que oferece os serviços de busca, despedida (velório), cremação, urnas e até um cinerário, onde são alugados espaços para as urnas com as cinzas dos animais e que pode ser visitado pelos tutores para levar fotos e flores para os animais.

O Anjos de Patas é o segundo crematório de Minas Gerais e recebe qualquer tipo de animal até 100 kg. Antes, os tutores que queriam cremar os animais domésticos precisavam ir até Goiânia (GO), Campinas (SP), Brasília (DF) ou em Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte, que eram os locais mais próximos de Uberlândia que têm o serviço. “É uma forma de respeito e de dar uma destinação correta ao animal que morreu. Também é uma forma de conforto para o tutor, que pode guardar as cinzas. Antes, tinha de andar longe para fazer esse processo, por isso, começamos esse negócio. Em duas semanas, já fizemos seis cremações e recebemos ligações de clínicas e pessoas até de outras cidades da região perguntando sobre os serviços”, afirmou a veterinária e sócia do crematório Fernanda Mura.

A aposentada Maria das Mercês de Barreto da Rocha ainda está abalada com a falta do cachorro de mais de 12 anos, que faleceu no último dia 8 e foi cremado no dia seguinte, mas gostou de ter um lugar em Uberlândia para o processo de cremação do animal. “Gostei muito. É um jeito de dar um destino correto e decente a ele. Fiquei com as cinzas e aluguei um espaço lá no Anjos de Patas mesmo para guardar a urna. Achei melhor assim”, disse Maria das Mercês.

Fonte: Correio de Uberlândia

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Sete Lagoas (MG) pode ter cemitério ou crematório público para animais

Foi aprovado em turno único na Câmara Municipal o anteprojeto de lei de autoria do vereador Ismael Soares (PSOL) que autoriza o poder executivo a construir um cemitério ou crematório público para animais. A proposta foi uma das 33 apresentadas e aprovadas na reunião parlamentar da última terça-feira (8). No encontro foram divulgadas ainda outras 83 matérias entre pedidos de providência, requerimentos, moções e indicações.

Como justificativa para a proposta, Ismael explica que Sete Lagoas não possui um “lugar onde as famílias possam enterrar adequadamente os seus animais domésticos mortos”. Além cunho do sentimental, segundo o vereador, a medida tem também caráter ecológico e de saúde pública. “Diariamente dezenas de animais são deixados ou jogados nas vias públicas em sacos de lixo para recolhimento do serviço de coleta de lixo municipal uma vez que inexiste a alternativa de enterrá-los em local apropriado”, explica.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Agora a proposta de Ismael segue para apreciação do prefeito Marcio Reinaldo. Se o chefe do executivo entender que o projeto é de relevância para o município ele voltará para a Câmara como projeto de lei para ser novamente apreciado e votado pelos vereadores.

Fonte: Sete Lagoas

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Mais de 40 animais mortos foram encontrados queimados em uma estrada

Por Flávia Velloso (da Redação)

As autoridades estão investigando como os restos mortais de mais de 40 animais de um crematório para animais em Tulsa acabaram queimados em uma estrada no Condado de Okmulgee neste mês. As informações são do Tulsa World.

No dia 12 de setembro, um xerife suplente do Condado de Okmulgee viu um veículo suspeito perto da interseção da Estrada 120 do Condado com a Estrada Herrick, algumas milhas ao sudeste de Beggs e logo depois localizou o fogo, conforme divulgou o Escritório do Xerife em nota para a imprensa.

O suplente viu então os corpos de 40 cães, 3 gatos e um coelho sobre uma lona que aparentava ter sido queimada.

As autoridades do Condado de Okmulgee, com a ajuda de fazendeiros locais, deram um destino adequado aos restos mortais, conforme divulgado em nota.

Uma investigação revelou que o crematório Pets at Peace, localizado no 9241 S. da 94th East Ave. havia sido contratado para cremar os animais.

De acordo com as autoridades, o proprietário do Pets at Peace disse aos investigadores que utilizou um serviço subcontratado para dispor dos animais porque o seu equipamento estava passando por reparos.

Foi também identificado um cão golden retriever usado para trabalho que estava entre os animais “impropriamente descartados”, uma vez que seu proprietário estava esperando que os restos mortais fossem devolvidos, conforme informaram as autoridades.

Os restos mortais deste cão foram localizados, apropriadamente cremados e devolvidos ao proprietário do crematório.

Phillip McArthur, que é proprietário do Pets at Peace por 12 anos, disse que não tinha “absolutamente nenhum conhecimento” de que os animais estavam sendo tratados desta maneira.

Apesar de ter dado um tratamento não adequado aos animais, sua preocupação eram sobre seu estabelecimento. “De forma alguma eu colocaria minha empresa em risco”, disse McArthur, que explicou em uma entrevista por telefone que um amigo recomendou a utilização dos serviços de uma empresa de destinação de resíduos depois que ele não conseguiu manter as cremações.

“Só quero me desculpar por ter causado algum constrangimento”, ele disse. “Eu me sinto muito mal a respeito de tudo isso”.

O Tulsa World entrou em contato com várias organizações na quinta-feira – incluindo o Departamento de Qualidade Ambiental, o Conselho de Veterinária de Oklahoma, o Conselho de Funerais e Embalsamadores de Oklahoma e o Departamento de Saúde – e não encontrou ninguém que seja responsável por permitir ou regulamentar crematórios para animais.

A Promotoria de Okmulgee vai determinar a multa a ser aplicada.

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Empresário confirma 1° crematório de animais em Araçatuba (SP)

O diretor do grupo Cardassi, Guilherme Cardassi, afirma que pretende instalar o primeiro forno crematório para pequenos animais da região no município de Araçatuba (SP). O projeto, para ser executado em curto prazo, é da ordem de R$ 400 mil, sendo R$ 150 mil apenas com o equipamento principal que, conforme ele, está sendo comprado.

“Percebemos que há necessidade de se fazer alguma coisa no setor dos animais, cuja demanda aumentou muito nos últimos anos. O morador quer dar um fim decente para o animal doméstico que sempre cuidou. Além disso, se trata de uma destinação ambientalmente correta para todos”, justifica, sobre os motivos do empreendimento.

Para a manicure Dionice Braz Gomes, 43 anos, tutora do Poodle Pituxo, que morreu no mês passado aos 17 anos, por complicações naturais da idade, é necessário instalar um crematório para bichos em Araçatuba. No caso do cachorro dela, a única saída foi entregá-lo para uma clínica. “Foi doído deixar ele lá e ficar na dúvida para onde ele iria. Ele nunca foi arteiro, parece até que me entendia”, diz.

Dionice deixou ‘Pituxo’ (no porta-retratos) na clínica veterinária onde era tratado, mas preferia a cremação (Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região)
Dionice deixou ‘Pituxo’ (no porta-retratos) na clínica veterinária onde era tratado, mas preferia a cremação (Foto: Paulo Gonçalves/Folha da Região)

Fonte: Folha da Região

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Crematório de animais auxilia ONG de proteção animal em São Paulo

Perder um animal doméstico é sempre um momento muito triste para os tutores, mas pode ser também uma oportunidade de realizar um gesto de amor por outros animais. Esta é a proposta do Pet Memorial com sua nova campanha em parceria com a ONG Adote um Gatinho. A cada pessoa que contratar um dos serviços de cremação do Pet Memorial e dizer que foi indicada pela ONG, o primeiro crematório da América Latina especializado em animais vai doar de R$ 50 a R$ 100 para a entidade. Os planos disponíveis são o emergencial, quando o animal falece de forma inesperada, e preventivo, quando o tutor paga parcelas mensais com antecedência e utiliza o serviço quando precisar.

“Esta foi a forma que encontramos para divulgar a importância de dedicar uma despedida cheia de amor e respeito aos animais”, destaca Marcia Maltese, assessora comercial do Pet Memorial. Segundo a profissional, a ONG tem feito um trabalho importante não só no resgate e cuidado com os animais, mas também de conscientização. “Muitos não sabem dos malefícios para o meio ambiente de animais enterrados nos jardins e o quanto isso pode causar a contaminação no solo”.

A bonificação que será destinada mensalmente à Adote um Gatinho ajudará a cuidar dos quase 450 animais até que encontrem um lar. “Todos os meses conseguimos realizar de 80 a 90 adoções, mas também recebemos esse mesmo número de novos gatinhos, muitos machucados e com necessidades de cuidados especiais. Como vivemos apenas de doações, é de extrema importância parcerias como esta”, conta Susan Yamamoto, uma das fundadoras da entidade.

Susan explica que sua relação com o Pet Memorial é antiga e que a cremação de seus gatinhos é um ato de respeito e gratidão. “Como os meus gatos são como filhos para mim, faço questão de me despedir deles com respeito. O luto é um momento difícil que muitos não sabem como agir. As pessoas se chocam em saber que muitos animais podem acabar no lixo ou descartados pela prefeitura, por isso indico o Pet Memorial”, finaliza.

Com 12 anos de história, o Pet Memorial é considerado o primeiro crematório individual de animais domésticos da América Latina. Localizado em São Bernardo do Campo, em São Paulo, o espaço dispõe de uma infraestrutura de ponta, que garante todo o conforto e tranquilidade aos tutores na hora do último adeus a seus cães, gatos, roedores e animais maiores, como cavalos e até leões.

Fonte: Segs

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Prefeitura aprova projeto de empresários para crematório de animais em Londrina (PR)

Um grupo de empresários pode vir a construir um crematório para animais em Londrina (PR). O prefeito Alexandre Kireeff (PSD) e o secretário municipal do Ambiente, Cleuber Moraes Brito, já foram procurados pelos interessados e aprovaram a ideia.

“Eu acredito que existe viabilidade, principalmente pensando na região metropolitana, o que significa que você não está restrito à cidade de Londrina. Eu particularmente acho que tem essa demanda. Para nós do poder público, eu acho muito interessante, é uma tentativa de destinação correta desses animais”, comentou Cleuber Moraes Brito na manhã desta segunda-feira (17).

O prefeito de Londrina, que é médico veterinário, já acenou que pode buscar a doação de um terreno para os empresários no próximo ano. O deputado Tercílio Turini (PPS), que também foi procurado pelo grupo, defendeu o crematório.

“Muitos cachorros e gatos que morrem nas ruas são enterrados em qualquer terreno baldio e às vezes até encaminhados para o aterro. É um desrespeito, risco para a saúde e também para o meio ambiente”, comentou.

O Paraná só conta com um crematório na Região Metropolitana de Curitiba. A ONG SOS Vida Animal e o Hospital Veterinário (HV) de Londrina apoiam a iniciativa. “É a maneira mais correta de destinação dos corpos. Animais que morrem por moléstias infecciosas, por exemplo, representam risco se enterrados em qualquer terreno”, ressaltou o diretor do HV, Ney Reichert Neto.

A Universidade Estadual de Londrina já pensou em instalar um crematório no município, mas não levou o projeto adiante por problemas de logística.

Fonte: O Diário

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Teresina (PI) tem cemitério público para animais domésticos

A despedida dos animais em Teresina é semelhante à de um animal humano. (Foto: Yara Pinho/G1)

Normalmente, quem tutela um animal doméstico o cuida dele com carinho. E quando ele morre? O que fazer? Em Teresina, por exemplo, existe um cemitério público exclusivo para enterrar gatos e cachorros.

Inaugurado em 2009, o cemitério Cadelinha Sasha fica localizado na Universidade Federal do Piauí (UFPI), no campus Petrônio Portela, Zona Leste da capital. Com uma área de mil metros quadrados e quase duzentos jazigos, o local é o único público no país, segundo o diretor do Hospital Veterinário Universitário (HVU), João Macedo.

“Os tutores que quiserem enterrar seus bichos, pagam apenas uma taxa no valor de R$ 60 para cobrir os custos com o jazigo e o sepultamento, ao contrário de outros cemitérios que existem no Brasil”, esclarece.

João Macedo contou ainda que cerca de 99% dos cemitérios para animais no país são particulares e neles há a cobrança de valores bem maiores para os enterros. “No estado de São Paulo, na cidade de Botucatu, o cemitério para animais cobra valores diferenciados. Cada sepultamento custa mais de R$ 200 e os bichos ficam em túmulos iguais aos de Teresina. Em Botucatu ainda é cobrada anualmente uma taxa de manutenção de mais de R$ 100”, explicou.

A despedida dos animais é semelhante à de animais humanos, com orações, velório e túmulos. De acordo com o responsável pela manutenção do cemitério, Reginaldo Sousa, a comoção é maior no Dia de Finados. “Muitos túmulos costumam receber visitas frequentemente, mas é no Dia de Finados que a movimentação surpreende. É tanta gente que o pessoal não consegue nem estacionar os carros na frente porque não tem espaço”, afirma Reginaldo.

José Lima Júnior enterrou o seu gato no Cadelinha Sasha. Em entrevista, ele contou que essa foi a única forma de amenizar a dor pela perda de um ser que considerava como parte da família. “O meu gato Pascal está enterrado há mais de dois anos, quando morreu envenenado. Optamos por enterrá-lo pelo apego e amor. Não íamos jogar no lixo um membro da família”, disse.

O serviço oferecido no local é sem fins lucrativos e exclusivo do estado. Além do sentimento existente entre os tutores dos bichos, o cemitério tem uma função importante na preservação ambiental.

De acordo com João Macedo, alguns estudos apontam que a decomposição de animais tem poder de contaminação do solo próximo ao de seres humanos. “O cemitério de animais daqui é um serviço acessível para a população. Com ele resolvemos dois problemas: os das famílias que perdem os seus queridos bichinhos e os descartes nos lixões, que acabam contaminando o solo”, conta.

Ainda conforme o diretor do HVU, para amenizar a superlotação, já existe um projeto para ampliação do local e a instalação de um crematório. “A ideia do crematório seria uma aquisição muito importante para o nosso hospital veterinário, um grande avanço. Se o reitor concordar, vou tentar realizá-la ainda este ano”, declarou o gestor.

Fonte: G1

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