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Pacas e cotias são encontradas vivendo em cativeiro em Canoinhas (SC)

Animais serão reintegrados ao habitat
Animais serão reintegrados ao habitat

A Polícia Militar Ambiental de Canoinhas encontrou um cativeiro de pacas e cotias em Major Vieira. Os policiais foram acionados no sábado, 22, para vistoriarem uma área de 11,5 hectares onde haveria desmatamento. A PM constatou a retirada da mata e encontrou um criatório com seis pacas e seis cotias. O responsável pela guarda e cativeiro dos animais silvestres foi notificado e autuado pelas infrações. Os animais ficaram no local e o guardião tornou-se fiel depositário dos animais até que eles sejam avaliados por profissional técnico para que aconteça a reintrodução deles no habitat.

Fonte: Correio do Norte

Nota da Redação: Como nós, os animais nasceram para viver livremente. Manter um animal engaiolado é um dos crimes mais cruéis do ponto de vista ético. Infelizmente as nossas leis ainda permitem que algumas espécies de aves sejam caçadas, comercializadas e aprisionadas apenas para satisfazer a ganância e os desejos inconscientes e cruéis de algumas pessoas. Não podemos mais aceitar calados este tipo de prática como também todas as outras que tratam os animais apenas como mercadoria ou objeto de decoração. As leis precisam avançar e proibir qualquer forma de manutenção de animais em cativeiro.

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PRF apreende animais silvestres com caminhoneiro

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu doze animais silvestres em poder de um caminhoneiro na manhã de terça-feira (5), na cidade de Valença. O condutor identificado como F. de A. C., 49 anos, foi conduzido à delegacia do município.

Foram encontrados com o caminhoneiro sete cotias e quatro pássaros. F. de A. C. conduzia um caminhão F 400 e deve responder por crime ambiental.

O artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais 9605/98, reza que é crime “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida” e pode render detenção de seis meses a um ano, e multa.

Fonte: Cidade Verde

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Ibama apreende mais de 120 animais silvestres no Norte da Bahia

Três homens foram presos por caçar em área de preservação. Um papagaio e um macaco-prego foram entregues voluntariamente.

Foram apreendidos 126 animais silvestres durante a operação Arara Azul, realizada entre 24 e 29 de março, por fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no norte da Bahia. No total, 111 pássaros, três cotias e 12 tatus foram levados para a sede do instituto. Além disso, segundo Roberto Capparelle, fiscal e analista do Ibama, foram feitas entregas voluntárias de um papagaio e de um macaco-prego.

Pássaros apreendidos na Bahia. Foto: Divulgação/Ibama

As apreensões foram feitas nos municípios de Canudos, Jeremoabo e Paulo Afonso. Segundo o Ibama, alguns animais foram soltos, e cerca de 50 pássaros permanecem no órgão, em Juazeiro. Os fiscais também apreenderam moto serras, armas e espingardas, facas e facões.

Na região do Raso da Catarina, em Paulo Afonso, três caçadores foram presos. Eles pagaram fiança de um salário mínimo e foram liberados, mas devem responder criminalmente por caçar em área proibida.

Fonte: G1

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Cotias sofrem confinadas em minizoo de Cubatão (SP)

Moesio Rebouças
moesioreboucas@uol.com.br

Cotias, lá se vão dois meses de enjaulamento e desrespeito. Até quando?

No dia 28 de março, completam-se dois meses que aproximadamente 40 cotias estão sem liberdade, confinadas em sub-condições e total precariedade no minizoológico instalado no Parque Ecológico Cotia-Pará, em Cubatão (SP).

Exatamente dois meses onde as “autoridades ambientais” retiraram estes animais do Parque Anilinas e os depositaram num local feio, sinistro, quando chove alaga, improvisado, pequeno, cheio de pedregulhos, com mato crescendo, sem árvores. Um ambiente muito, mas muito diferente do habitat no qual elas viviam soltas há décadas, numa área de mais de 50 mil metros quadrado, gramada, arborizada, bucólica.

Na época da “transferência” (leia-se condenação), as “autoridades ambientais” diziam que as cotias ficariam ali “temporariamente”, que elas seriam encaminhadas para outros locais no estado de São Paulo. Mas já estamos entrando no terceiro mês e até agora não aconteceu nada. E o que me deixa apreensivo e temeroso é que o histórico deste minizoológico municipal é de desrespeito, descaso e maus-tratos aos animais.

Aliás, quais os locais que as “autoridades ambientais” pretendem “transferir” estes animais? Alguma coisa me diz que a “coisa” foi feita tão no improviso, “nas coxas”, que eles nem sabem para onde vão levar estas cotias.

Neste contexto de lambanças, vale lembrar uma fala da autoridade máxima do Ibama Baixada Santista, Ingrid Öberg: “Verificamos que o recinto construído no Horto [minizoológico] é satisfatório e ali elas [cotias] estarão recebendo os cuidados veterinários necessários, diferentemente do que ocorria no Parque Anilinas”.

Sábado (dia 26 de março) eu fui ao minizoológico. Tenho nojo deste lugar. É muita desconsideração aos animais.

Para protestar e entender melhor o “caso cotias” entre nos links abaixo.

Autoridades de Cubatão (SP) tratam cotias de forma indigna ao transferi-las de parque para minizoo

Mais de 50 cotias são vítimas da covardia e estupidez humana em Cubatão

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Autoridades de Cubatão (SP) tratam cotias de forma indigna ao transferi-las de parque para minizoo

Moésio Rebouças
moesioreboucas@yahoo.com.br

O descaso com os animais é gritante!

As autoridades, neste caso a prefeita de Cubatão, Marcia Rosa, o secretário municipal de Meio Ambiente, José Roberto Baldini e a chefe do Ibama Baixada Santista, Ingrid Furlan, não podem tratar os animais dessa forma tão vergonhosa, humilhante e indigna.

Dias atrás acabou a “remoção” de dezenas de cotias do Parque Anilinas para um recinto de alguns poucos metros quadrados instalado no minizoológico do Parque Ecológico Cotia-Pará, em Cubatão (SP) (Leia mais aqui). Provavelmente algumas cotias ficaram para trás ou morreram, pois a prefeita Marcia Rosa exigiu (depois de uma pesquisa do “IPAT-Instituto de Pesquisa de A Tribuna” onde seu governo era reprovado por mais da metade da população cubatense) que os animais saíssem de lá rapidamente para o início das obras de reforma do Parque Anilinas.

A “retirada” das cotias foi realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente com “acompanhamento” do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

O novo local (com aval do Ibama) para onde as cotias foram “transferidas” é deprimente. O lugar foi feito às pressas e com o “famoso jeitinho brasileiro”: é reduzido, o terreno é cheio de pedras, não tem árvores, a casinha que construíram para as cotias se protegerem das intempéries do tempo são de blocos e com telhados “eternit” (provavelmente feitos com fibras cancerígenas, com amianto), que em dias de calor deve “ferver”. Um ambiente artificial totalmente diferente de onde os animais viviam, que ficava num espaço arborizado, gramado, de 54 mil m².

As imagens, captadas no dia 29 de janeiro, mostram confinamento onde as cotias estão sobrevivendo. Tudo muito triste!

Lamentável também a cobertura do jornal A Tribuna (o maior da Baixada Santista) sobre a “remoção” das cotias. Se quer ouviram algum ambientalista sério e muito menos foram conhecer o local para onde os animais foram transferidos. Só basearam seus escritos em informações das “autoridades”. Péssimo jornalismo! Péssimo jornalismo ambiental!

Será que mais uma vez vamos fechar os olhos diante do sofrimento de seres que estão sendo violados em seus direitos fundamentais à vida, à liberdade e ao bem-estar?

Endereços “úteis”:

• Marcia Rosa, Prefeita de Cubatão: prefeitacubatao@ig.com.br

• José Roberto Baldini, Secretário Municipal de Meio Ambiente: r_baldini@hotmail.com

• Ingrid Furlan, Chefe do Ibama Baixada Santista: ingfurlan@gmail.com

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Mais de 50 cotias são vítimas da covardia e estupidez humana em Cubatão

Moésio Rebouças
moesioreboucas@uol.com.br

Parque Anilinas, onde vivem as cotias

Sou uma jovem cotia. Estou escondida no Parque Anilinas, em Cubatão, litoral paulista. Há décadas dezenas de cotias vivem neste Parque, soltas, numa área arborizada de 54 mil m². Mas estou apavorada, com medo, estressada e sendo caçada por muita gente estranha, pois a prefeita Marcia Rosa (PT), muito vaidosa, arrogante e especista, resolveu realizar uma faraônica reforma (menos vida natural, mais concreto e aço) do Parque e nos expulsar deste local. Ela, com apoio do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), está nos cuspindo para o minizoológico do Parque Ecológico Cotia Pará, para sobrevivermos em cativeiro, num local improvisado, pequeno, sem árvores, muito diferente do habitat que vivíamos.

Este minizoológico não é lugar para se viver. Zoológicos não deveriam existir! O que queríamos e deveríamos ter é um lugar de verdade, não alheio à nossa natureza. Queremos viver numa floresta, correndo entre a vegetação, cavando buracos no chão da mata e nas raízes das árvores, nos alimentando de frutas, sementes e raízes. Não queremos uma vida tediosa, artificial, expostas a curiosidade mórbida dos humanos. Queremos ser livres, longe da maldade humana!

Cativeiro em construção onde algumas cotias já foram jogadas.

Puxa, por que os humanos são tão ignorantes e cruéis com os animais? Por que os humanos gostam de ver bichos tristes e humilhados em jaulas? Que crime nós cometemos para ficar trancadas neste minizoológico até o fim de nossas vidas? Isto é justo? Isto é liberdade? Isto é vida selvagem? Isto é educação ambiental? Isto é bem estar animal?

Basta, humanos covardes e hipócritas!

Com todas as minhas forças e astúcia vou tentar fugir deste cativeiro imundo, deste campo de concentração. Mas eu gostaria de pedir a vocês que gostam e respeitam os animais, que escrevessem alguma coisa diretamente para a prefeita, o secretário de meio ambiente municipal e a chefe do Ibama. Digam para eles, entre outras coisas, que o lugar de cada animal é no habitat natural de sua espécie e não aprisionados, atrás das grades.

• Marcia Rosa, Prefeita de Cubatão: prefeitacubatao@ig.com.br
• José Roberto Baldini, Secretário Municipal de Meio Ambiente: r_baldini@hotmail.com
• Ingrid Furlan, Chefe do Ibama Baixada Santista: ingfurlan@gmail.com

Assinado: Uma jovem cotia

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Voluntários acusam prefeitura do RJ de cortar comida de animais do Campo de Santana

Na entrada do Campo de Santana, próximo ao Hospital Souza Aguiar, a placa de boas-vindas ao parque informa que é proibido alimentar os animais. Contudo, sem o ato generoso de dezenas de voluntários, as centenas de cotias, gatos e patos que lá habitam correm o risco de passar fome. O grupo denuncia que a prefeitura cortou 80% do alimento que era servido aos bichos, acusação negada pela Fundação Parque e Jardins.

“É um total descaso, além de reduzirem drasticamente a quantidade de comida, passaram a comprar uma ração de péssima qualidade para os gatos. Os bichinhos não querem comer e, se a gente não misturar com a ração de melhor qualidade, que nós mesmos compramos, os gatos poderiam morrer de fome – reclama Dione Gomes, que há mais de um ano presta serviço voluntário junto à clínica improvisada dentro da área do campo para fazer a esterilização dos gatos.

Dione contou ainda que a prefeitura apenas arca com o custo da anestesia, e que os voluntários pedem doação para a compra do restante do medicamento para o tratamento dos bichos:

“A maioria das cotias está com a pele ressecada. A cada semana morrem ao menos três delas aqui no parque.”

A denúncia é reforçada pela Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais (Anida). A entidade informou que até a variedade de verduras que era fornecida aos patos foi cortada e lamentou que o trabalho de castração feito nos gatos não esteja atendendo a demanda do parque. O grupo estima que apenas 40% dos 300 bichanos sejam esterilizados.

Moradora de Piabetá, a aposentada Julia Soares da Silva, de 74 anos, todos os dias acorda às 6h para chegar ao Campo de Santana às 9h e começar a alimentar os animais. Voluntária há 10 anos, ela garante conhecer a maioria dos gatos que moram no parque e chegou a colocar nome em alguns deles.

“A mais branquinha é a “Xuxa”. O rei do pedaço é o “Saddan”, todos os gatos respeitam ele. Tem também o “Cabeção” e “Angélica”. Todos eles me atendem quando chamo”, conta, orgulhosa, a senhora, que deixa o parque às 18h e circula o campo por fora para alimentar os demais animais que moram nas redondezas.

A Fundação Parque e Jardins, contudo, negou que tenha reduzido a alimentação dos bichos. Por meio de nota, o órgão garantiu que “a prefeitura é perfeitamente capaz de alimentar os animais” e afirmou que “as voluntárias precisam de motivos para pedir dinheiro à população, e muitas se valem do argumento de que precisam proteger os gatos, para pedirem dinheiro através de doações.” Ainda segundo o órgão, no campo residem cerca de 120 patos, 60 irerês, 250 cutias, dois pavões, um galo garnizé, um frango, uma galinha d’angola e cerca de 250 gatos.

Fonte: O Globo

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Quatro homens são presos suspeitos de caça no Rio de Janeiro

Apontados pela polícia como caçadores de animais silvestres, quatro homens foram presos pela Polícia Militar na madrugada deste domingo (4). Eles foram encontrados na Serra do Bengala, em Cachoeira de Macacu, na Baixada Litorânea do estado do Rio de Janeiro.

Imagem: Reprodução/G1

O grupo foi localizado em um rancho que, segundo os PMs, fica numa área de proteção ambiental, onde existem animais como pacas, cotias e aves.

Com os quatro homens foram apreendidas três espingardas e três armadilhas, além de fardas camufladas, lanternas e munição.

Fonte: G1

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