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Cão é resgatado após ficar 5 dias sem água e comida em MS

Um cachorro da raça pastor alemão foi encontrado em situação de maus-tratos em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. O animal foi resgatado na terça-feira (5).

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

Mantido em uma casa há cinco dias sem água e alimentação, o cachorro estava bastante debilitado. O caso aconteceu no bairro Maria Leite. As informações são do portal Mídia Max.

O resgate aconteceu após a polícia ser avisada, durante rondas no bairro, sobre o caso de maus-tratos. Diante da situação, os policiais acionaram os agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município.

Na residência, o cachorro foi encontrado sem água e comida. A informação de que ele era mantido naquela situação há cinco dias foi repassada por testemunhas.

O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Corumbá e o cachorro foi resgatado e encaminhado para receber os cuidados necessários.

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Égua é amarrada sem água e comida e tutor é multado em Corumbá (MS)

Um homem de 60 anos foi autuado administrativamente e multado em R$ 500 pela Polícia Militar Ambiental (PMA) por maus-tratos a uma égua, em Corumbá (MS). O homem teria abandonado o animal sem água e sem alimento, amarrado.

(Foto: Reprodução / PMA)

Segundo a PMA, o animal estava em um terreno baldio, no bairro Cristo Redentor, amarrado, sem água, sem alimento e extremamente debilitado, com ferimentos pelo corpo devido ao uso de equipamentos para puxar carroça.

A égua, da raça tordilho, é o segundo animal encontrado em situação de maus-tratos. No dia 23 de janeiro, a PMA de Corumbá já havia autuado um homem de 33 anos por maus-tratos a um cavalo.

O suspeito foi notificado a encaminhar o animal a um médico veterinário para devido tratamento e foi proibido de usar o cavalo para puxar carroça até que o animal restabeleça a saúde por completo. Maus-tratos a animais pode resultar em pena de três meses a um ano de detenção.

Nota da Redação: a ANDA é veementemente contra a exploração de animais para puxar carroças, mesmo quando eles estão em boas condições de saúde. Os animais existem por propósitos próprios e não para servir aos seres humanos. Forçá-los a carregar peso é uma prática anti-ética.

Fonte: Correio do Estado

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Procuradoria cobra DNIT na Justiça para proteção a jacarés, cervos e macacos do pantanal (MS)

Jacaré atropelado na BR-262. Foto: Wagner Fisher (UFMS)

O Ministério Público Federal em Corumbá (MS) ajuizou ação civil pública para que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) cumpra ‘diversas condicionantes’ da licença ambiental da BR-262 – no trecho entre Aquidauana e Corumbá, no pantanal sul-mato-grossense -, para assegurar proteção da fauna e também a segurança do tráfego.

As informações foram divulgadas pela Procuradoria em Mato Grosso do Sul – Referência processual na Justiça Federal de Corumbá: 5000680-75.2018.4.03.6004

Embora as obras da estrada tenham sido finalizadas, as obrigações assumidas pelo DNIT na Licença de Instalação nº 733/2010 ‘continuam sendo descumpridas’, segundo a Procuradoria.

BR 262/MS: mais mortal do país, rodovia tem 3 mil atropelamentos/ano. Foto: Wagner Fisher (UFMS)

As medidas do Ministério Público Federal visam conter a alta mortalidade de animais silvestres ao longo da BR 262, que cruza o país no sentido leste-oeste e interliga os estados do Espírito Santo, Minas, São Paulo e Mato Grosso do Sul, chegando até Corumbá, na fronteira do Brasil com a Bolívia.

No trecho em que atravessa o pantanal sul-mato-grossense, entre Aquidauana e Corumbá, a BR-262 ostenta o título de estrada mais letal do país para a fauna silvestre, destaca a Procuradoria.

O pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Wagner Fischer, há 20 anos monitora aquele trecho de estrada, classificando-a, em relação à vida selvagem, como ‘a mais mortal no Brasil e uma das mais mortais do mundo’.

A recente estimativa de Fischer e seus colegas da UFMS é de que, entre atropelamentos reportados e não reportados, o número já ultrapasse 3 mil mortes por ano, que atingem até 88 espécies de animais silvestres, entre elas algumas ameaçadas de extinção, como o macaco prego e o cervo do pantanal.

Segundo informações divulgadas pela Procuradoria, o DNIT chegou a promover algumas medidas para diminuir a mortalidade da rodovia, como a instalação de radares e sinalização horizontal e vertical – placas – nos trechos mais críticos. Essas medidas, porém, ‘não foram suficientes para conter o problema, e ainda estão pendentes as obrigações de instalação de cercas para passagem de fauna e outras medidas previstas na licença ambiental’.

Em 18 de junho de 2018, o Ministério Público Federal expediu Recomendação para que o DNIT ‘adotasse todas as medidas necessárias para atender as recomendações do Ibama’.

O DNIT alegou restrições orçamentárias para o descumprimento, segundo a Procuradoria.

Para o MPF, ‘não é a simples alegação de ausência de recursos, destituída de qualquer comprovação nesse sentido, ou de outra que corrobore a impossibilidade da aplicação orçamentária na prestação de um direito fundamental, que impeça a implementação deste direito’.

Pedidos à Justiça

O Ministério Público Federal pede liminar à Justiça ‘obrigando o DNIT a retomar imediatamente o serviço de limpeza sistematizada de 7 metros, a partir do acostamento, ao longo de todo o trecho da rodovia, de forma a evitar a ocupação (abrigo, reprodução e alimentação) da fauna local neste perímetro’.

A multa diária por descumprimento deve ser de no mínimo mil reais, sugere a Procuradoria.

A ação pede ainda à Justiça, na decisão final, a condenação do DNIT à instalação de duas Cercas de Proteção e Condução de Passagens Inferiores de Fauna pelas pontes de vazantes, uma entre os km 697,26 – km 700,46 e outra entre os km 712,90 – km 717,014, obra que deverá ser acompanhada pelo Ibama.

Pede também condenação à instalação de 60 m de Cercas de Proteção e Condução de Passagens Inferiores de Fauna, bem como defensas metálicas para cada uma delas, pelas pontes de vazantes do Córrego Acogo, Córrego Laranjal, Córrego Agachi, Córrego Bananal, Córrego Rio Verde e Córrego das Pedras; instalação de duas Passagens Superiores de Fauna, uma no km 734 e uma no km 755, destinada à redução dos riscos de atropelamento da espécie Sapajus Cay, popular Macaco-Prego.

E, ainda: realocação de dois radares, um entre os km 577 – km 578 e outro entre os km 739 – km 740, além da instalação de dois novos radares, um no km 624,5 e um no km 680,5, destinados à redução dos riscos de atropelamento da espécie Blastocerus Dichotomus, popular Cervo-do-Pantanal; apresentação de novo cronograma de execução dos trabalhos, de forma a contemplar prazo razoável para as exigências.

Após a instalação de todos os dispositivos de proteção da fauna, o Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna na BR 262 terá de, obrigatoriamente, ter continuidade.

No trecho em que atravessa o pantanal sul-mato-grossense, entre Aquidauana e Corumbá, a BR-262 ostenta o título de estrada mais letal do país para a fauna silvestre, destaca a Procuradoria.

O pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Wagner Fischer, há 20 anos monitora aquele trecho de estrada, classificando-a, em relação à vida selvagem, como ‘a mais mortal no Brasil e uma das mais mortais do mundo’.

A recente estimativa de Fischer e seus colegas da UFMS é de que, entre atropelamentos reportados e não reportados, o número já ultrapasse 3 mil mortes por ano, que atingem até 88 espécies de animais silvestres, entre elas algumas ameaçadas de extinção, como o macaco prego e o cervo do pantanal.

Segundo informações divulgadas pela Procuradoria, o DNIT chegou a promover algumas medidas para diminuir a mortalidade da rodovia, como a instalação de radares e sinalização horizontal e vertical – placas – nos trechos mais críticos. Essas medidas, porém, ‘não foram suficientes para conter o problema, e ainda estão pendentes as obrigações de instalação de cercas para passagem de fauna e outras medidas previstas na licença ambiental’.

Em 18 de junho de 2018, o Ministério Público Federal expediu Recomendação para que o DNIT ‘adotasse todas as medidas necessárias para atender as recomendações do Ibama’.

O DNIT alegou restrições orçamentárias para o descumprimento, segundo a Procuradoria.

Para o MPF, ‘não é a simples alegação de ausência de recursos, destituída de qualquer comprovação nesse sentido, ou de outra que corrobore a impossibilidade da aplicação orçamentária na prestação de um direito fundamental, que impeça a implementação deste direito’.

Fonte: Estadão

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Macaco é encontrado em pia de cozinha de residência em MS

Um macaco-prego foi encontrado na pia da cozinha de uma casa em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.

Macaco foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação)

A moradora da residência acionou o Corpo de Bombeiros ao ver o animal. Assustado, o macaco-prego tentou fugir enquanto o resgate era realizado mas, por fim, os militares conseguiram pegá-lo.

O macaco foi solto em uma área de mata, distante da residência, sem ferimentos. As informações são do portal G1.

Bombeiros suspeitam que o filhote de gavião tenha caído de uma árvore (Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação)

A suspeita é que o macaco tenha ido até a residência à procura de alimentos. A destruição do habitat dos animais silvestres é a responsável pela migração desses animais para áreas urbanas que, inclusive, tem sido algo comum em Corumbá e Ladário, município vizinho. Este ano, já foram realizados 52 resgates. Em 2017, foram 328.

No mesmo dia em que o macaco-prego foi resgatado, foi feito também o resgate de um filhote de gavião, que foi encontrado no quintal de uma casa e levado para a Polícia Militar Ambiental. A suspeita dos bombeiros é de que ele tenha caído e uma árvore.
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Um animal por dia é resgatado em área urbana de Corumbá (MS)

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Somente nesta terça-feira (7) foram três animais resgatados pelo Corpo de Bombeiros em menos de 24 horas na área urbana de Corumbá, no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

 

A rotina das equipes de resgate é mais ou menos esta todo dia. Ontem, eles atenderam ao chamado de moradores após uma cobra (jararacuçu) ser encontrada em um portão de uma casa, no centro, e uma jiboia em uma avenida do município. As duas tinha 1,5 metro de comprimento soltas na mata nativa.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Também foi resgatada uma tartaruga andando na calçada do bairro Previsul e um macaco-prego na fiação elétrica. Infelizmente esse último foi capturado já sem vida, após ser eletrocitado em um padrão de energia no bairro Guarani.

Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Desde o início do ano foram 39 animais resgatados, a maioria é silvestre. É uma média de um por dia. Em 2016, foram 324 durante todo o ano. Após o resgate e atendimento, os animais são reencaminhados para a mata nativa.

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Bombeiros resgatam cachorro em despenhadeiro e coruja no emaranhado de fios de pipa em Corumbá

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A central de operações do 3º Grupamento dos Bombeiros de Corumbá, registraram nas últimas 24 horas 26 Ocorrências, além de seis combates a incêndio na vegetação na área urbana, foram resgatados um cachorro que caiu em um despenhadeiro, uma Coruja presa em linha de pipa.

Por volta das 18h30, a central 193 recebeu uma ligação relatando que um cachorro havia caído em um despenhadeiro que fica entre rochas. Os militares se deslocaram até a Rua Antônio João no centro, diante da situação de risco a guarnição utilizou técnicas de resgate de descida vertical e conseguiu resgatar o cão, o animal não apresentava lesões e foi deixado aos cuidados de sua tutora.

Às 22 horas a central recebeu outro chamado para resgate de animais, dessa vez, a solicitação informava que uma coruja estava presa em emaranhado de fios de pipa próximo a rede elétrica na Rua 13 de Junho perto do viaduto no Bairro Dom Bosco.

No local a equipe realizou o resgate da ave e verificou que estava machucada nas asas, foi encaminhada a PMA para tratamento e recuperação. De acordo com os bombeiros, esse emaranhado de fios estavam com cerol, podendo tornar não só os humanos como vítima mas também a fauna.

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Fonte: Correio de Corumbá

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Polícia começa a ouvir tutores de cães mortos no mesmo bairro em Corumbá (MS)

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A polícia começou a ouvir nesta quinta-feira (21) os tutores dos cães mortos na última semana em Corumbá, município distante 415 quilômetros da capital de Mato Grosso do Sul. Eles suspeitam de que os animais tenham sido envenenados.

Pelo menos nove cachorros do mesmo bairro morreram em uma semana na cidade pantaneira. Depois da divulgação de alguns casos, outras pessoas entraram em contato com a TV Morena dizendo que os cães delas também apresentaram sintomas de convulsão. Mas, apenas duas vítimas registraram o caso na polícia.

A cadelinha “Atena” foi encontrada pela dona de casa Suzy Mara agonizando no quintal no último domingo (17). Agora ela brinca como se nada tivesse acontecido. A recuperação do animal de estimação foi um alívio para a família de Suzy que perdeu outros cinco na mesma semana.

O estudante Odinei de Arruda disse que o cachorro dele também apresentou os mesmos sintomas antes de morrer, também na semana passada. Na mesma rua, outra morte. A cadela foi encontrada morta no quintal pela moradora que não quis dar entrevista. Ela disse apenas que encontrou um resto de comida perto da cachorra e desconfia que estava envenenado por causa de um pó branco.

Fonte: G1

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Em mais um caso de atropelamento jaguatirica é encontrada morta em Corumbá (MS)

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Uma jaguatirica foi encontrada morta na BR-262 em Corumbá, distante 419 km de Campo Grande, na tarde de ontem (6) na BR-262. Em menos de um dia, este é o segundo caso de animais silvestres mortos, vítimas de atropelamento na mesma rodovia.

O Corpo de Bombeiros acionou a PMA (Polícia Militar Ambiental) informando que o animal havia sido atropelado. Ao chegarem no local, encontraram a jaguatirica, um macho adulto que já estava morto.

O animal foi recolhido e levado ao quartel da PMA em Corumbá. Na terça-feira (5) uma onça parda foi encontrada morta por ciclistas também na BR-262, mas na região do Indubrasil. O animal também foi recolhido pela PMA.

Fonte: Campo Grande News

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Prefeitura de Corumbá (MS) faz parceria o grupo de proteção para realizar castração de animais

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O prefeito Paulo Duarte assinou na tarde desta sexta-feira (01), um termo de cooperação com o GAPA (Grupo de Apoio de Proteção aos Animais de Corumbá e Ladário), para castração de cães e gatos na região. As cirurgias estarão a cargo da Secretaria de Saúde, por meio do Centro de Controle de Zoonoses.

De acordo a secretária Desiane Silva, o objetivo do convênio é controlar a população canina e felina na região, além de garantir melhor saúde dos animais. O trabalho será desenvolvido em parceria com o GAPA, que já possuiu um cadastro desses animais.

“Queremos deixar bem claro que o programa vai atender animais que possuem tutor, que tem cadastro e são acompanhados pela ONG. Aquelas pessoas que desejarem castrar seu animal, mas não fazem parte desse cadastro, devem procurar o GAPA para que seja feito esse procedimento legal”, explicou Desiane.

Pelo convênio, o Centro de Controle de Zoonose (CCZ) disponibilizará una equipe técnica e espaço físico, atendendo assim as normas e exigências do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/MS). Como contra partida, o GAPA fornecerá os equipamentos permanentes, material de consumo e medicamentos necessários para a realização da esterilização em cães e gatos encaminhados pela própria ONG.

O prefeito Paulo Duarte reconheceu o trabalho que é desenvolvido pela organização e disse que merece todo o respeito da população. “Hoje as coisas estão andando da maneira correta, com o aval do Conselho. Por isso estamos firmando esse convênio com o GAPA por ser a única instituição regular e por já ter um trabalho sério de acolhimento e cuidado com os animais”, explicou.

“Agora, o que falta, é a conscientização das pessoas que tem animais. É preciso conscientizar que eles são seres vivos e não podem ser abandonados como objetos em qualquer lugar, e muito menos no CCZ”, colocou Duarte.

A presidente do GAPA, Elizangela de Oliveira Campos Cifuentes, agradeceu o apoio e lembrou que essa é uma luta de muitos anos, que hoje está sendo alcançada. “Agora esperamos a visita do Conselho Regional de Medicina Veterinária para aprovar o projeto, para iniciarmos nosso trabalho”.

A ONG existe há nove anos e atende, por dia, 15 animais. Todos são resgatados e recebem acompanhamento. As pessoas que quiserem fazer o seu cadastro no GAPA, ou que precisem de ajuda, podem ligar para o número 98466-0336, falar com Zenilda, ou com Leia pelo número (67) 99964-5936.

Fonte: Portal da Prefeitura de Corumbá

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Corumbá (MS) registra mais quatro casos de raiva animal

A Secretaria Municipal de Saúde confirmou nessa quarta-feira, 1º de abril, mais quatro casos de raiva animal em Corumbá. A doença foi detectada laboratorialmente em cães encontrados nos bairros Aeroporto, Cristo Redentor, Universitário e em um bovino, no assentamento Tamarineiro II.

Em 2015, seis casos da endemia já foram detectados na cidade. No mês de março, outros dois cães atestaram positivamente para a doença nos bairros Nova Corumbá e Popular Nova. Houve agressões em pessoas e todos já iniciaram o protocolo preventivo (soro + vacina).

Os animais, de acordo com o levantamento feito pela equipe de Vigilância em Saúde da Prefeitura, eram semi domiciliados e não domiciliados, na faixa etária de 3 meses a 3 anos, sendo que cinco apresentavam sintomatologia neurológica (raiva furiosa) e um cão teve o comportamento compatível com a raiva paralitica (sintomatologia leve).

Medidas de Controle

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) já providenciou o bloqueio de foco nos bairros onde os animais foram localizados, realizando vacinação no raio preconizado. Também foi feita a busca ativa de pessoas que tiveram contato com os animais, seguido de tratamento dos mesmos.

A captura de cães não domiciliados e a ampla divulgação sobre o ocorrido nos meios de comunicação foi intensificada desde o mês passado.

A Prefeitura orienta que os tutores de cães e gatos mantenham os mesmos em suas residências e que atente quanto à vacinação antirrábica, levando o animal no CCZ ou facilitando o acesso dos agentes de endemias que estarão realizando a vacina casa a casa em todos os bairros da cidade.

Em caso de agressão de animais, lavar o local com água e sabão e procurar uma unidade de saúde urgente.

Fonte: A Crítica

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CCZ imunizou 1414 cães e gatos em Corumbá (MS)

(Foto:Eric Silva/Capital News)
(Foto:Eric Silva/Capital News)

O Trabalho de imunização de animais contra a raiva animal realizado no último sábado pela Secretaria Municipal de Saúde em Corumbá, alcançou o número de 1193 doses destinadas a cães e 221 gatos. O trabalho foi desenvolvido no bairro Nova Corumbá, local onde foi diagnosticado na última semana a morte de um animal contaminado por raiva animal.

O trabalho, feito de casa em casa, teve como objetivo conter o avanço da raiva animal na região. Na semana passada, um caso foi confirmado em uma cão da localidade. Já nesta segunda-feira, uma reunião na sede da Defensoria Pública definiu novas ações que serão realizadas conjuntamente em toda a cidade.

“O CCZ vai intensificar o trabalho de recolhimento dos animais não domiciliados, ou seja, aqueles que vivem soltos nas ruas”, afirmou Viviane Amettla, gerente de Vigilância em Saúde da Prefeitura de Corumbá. “Uma vez que o animal é recolhido, o proprietário tem o prazo de até três dias para resgatá-lo”, complementou a veterinária.

Nestes casos, os tutores serão chamados à Defensoria Pública para ouvirem sobre os deveres e a importância da guarda responsável dos animais. O trabalho também tem o apoio de ONGs voltadas aos direitos animais.

A Prefeitura ainda solicita apoio de toda população para manter os animais dentro de suas casas, evitando que fiquem soltos pelas ruas, sujeitos inclusive ao contágio, diante da circulação viral na cidade. Caso algum animal apresente sintomas da doença, o CCZ deve ser comunicado imediatamente, principalmente em caso de óbito do cão ou gato.

Fonte: Capital News

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Depois de monitoramento, onça é capturada em Corumbá (MS)

Foto: Comitê de Contenção de Animais Silvestres
Foto: Comitê de Contenção de Animais Silvestres

Foi capturada na noite de terça-feira (2), às 18h15, a onça-pintada que estava abrigada em uma fenda, em paredão na área próxima ao Forte Junqueira, no município de Corumbá (MS), após quase um mês de monitoramento. O animal entrou na armadilha instalada no local pelo Comitê de Incêndios Florestais e Contenção de Animais Silvestres e foi solto no início da manhã de quarta-feira (3), em área isolada do Pantanal corumbaense. A onça, que era fêmea, havia sido vista pela primeira vez no último dia 6. De acordo com o comandante da Polícia Militar Ambiental (PMA) local, major Nivaldo Pádua, antes de ser solto, o animal foi sedado e avaliado pelos técnicos da Embrapa Pantanal. Toda a operação durou aproximadamente 12 horas.

“Esse animal, que estava na região do Forte Junqueira, era o que mais nos preocupava, porque estava numa área em que havia residências numa distância aproximada de 100 metros. Há cerca de quinze dias, passamos a utilizar tecnologia, conseguimos câmeras para filmar o animal 24 horas e estabelecemos a rotina do animal”, explicou o major Pádua, durante a entrevista coletiva que detalhou a operação. A PMA, que integra o Comitê de Contenção de Animais Silvestres, coordenou nas últimas semanas o serviço de monitoramento que visava capturar o animal. O comandante da PMA ainda informou que a onça não estava prenha e as equipes do Comitê tiveram “cuidado completo” com o animal, que foi solto de “forma segura, em local longe da área urbana e seco [livre da área de cheia do rio Paraguai]”.

“Agora voltamos as atenções para as regiões da Cacimba da Saúde e da Sobramil, onde houve registros de aparições de onças. Na Sobramil, não encontramos mais vestígios do animal, que pode ser essa que foi capturada, mas não temos certeza. Na Cacimba já estamos com armadilhas armadas e monitorando. A que apareceu na avenida [Rio Branco] não dá para sabermos qual se trata, por conta das imagens, que não nos permitem identificação maior”, esclareceu o major. Veja vídeo cedido ao site Diário Corumbaense, pelo Comitê.

Fonte: Correio do Estado

 

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