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Baleia de 10 metros é encontrada morta em praia do Sul

Baleia em estado de decomposição foi encontrada na beira da praia de Oásis do Sul (Foto: Tenente Aurélio Freitas de Carvalho/Patram/Tramandaí)
Baleia em estado de decomposição foi encontrada na beira da praia de Oásis do Sul
(Foto: Tenente Aurélio Freitas de Carvalho/Patram/Tramandaí)

Uma baleia de cerca de 10 metros de comprimento foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira (27) na beira da praia de Oásis do Sul, no município de Tramandaí, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Segundo a Patrulha Ambiental (Patram), o animal estava em estágio de decomposição avançado, e a suspeita é que tenha morrido há mais de cinco dias e tenha sido levado para a orla gaúcha pelas correntes marítimas.

Segundo a patrulha, técnicos da Fundação de Amparo à Pesquisa Ceclimar irão ao local para recolher amostras da baleia para efetuar exames. O animal deve ser enterrado durante a tarde pela Prefeitura de Tramandaí.

Com informações do G1.

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Correntes marítimas separam populações de golfinho

Pesquisadores descobriram populações geneticamente distintas do golfinho-corcunda do Indo-Pacífico, que podem ter sido criadas pelas correntes marítimas, diferenças de temperatura de superfície e outras barreiras ambientais nas águas oceânicas.

O golfinho-corcunda do Indo-Pacífico é um parente distante do golfinho mais comum. Ele está listado como “quase ameaçado” pela União Internacional para Conservação da Natureza.

Os habitats costeiros estão sendo prejudicados pelo desenvolvimento, de forma que a compreensão da estrutura populacional do golfinho corcunda do Indo-Pacífico em conjunto com fatores ambientais é um passo importante para proteger a espécie.

Porém, ao contrário do estudo das espécies terrestres, ou seja, em ambientes facilmente observáveis, as espécies marinhas são difíceis de seguir, e os obstáculos com que se deparam muitas vezes são invisíveis para os humanos.

Mesmo assim, usando tecnologias moleculares, dados de sensores, genéticos e satélites, os pesquisadores começaram a entender o que estava ocorrendo. Eles encontraram correlações entre as diferenças regionais de oceano e a quebra genética entre as populações de golfinhos de Moçambique e Tanzânia, na África, e Omã, na Península Arábica.

As duas regiões costeiras sem distinção genética detectada entre as populações de golfinhos, Moçambique e África do Sul, não tinham significativas diferenças ambientais. Mas eram diferentes da população de Omã e Tanzânia.

Os cientistas acreditam que as correntes oceânicas desempenham um papel importante na separação dessas populações. A corrente sul-equatorial, que vai para o oeste através do Oceano Índico, parece representar uma barreira entre as populações geneticamente distintas de Moçambique, Tanzânia e Omã.

A estação das monções também pode contribuir para que os pesquisadores disseram ser uma falta de migração para o sul (ou gene detectável de miscigenação) ao longo do litoral africano.

Os pesquisadores também descobriram que as diferenças de temperatura, clorofila, turbidez e matéria orgânica dissolvida coincidiram com as diferenças genéticas entre as populações de golfinhos.

O próximo passo da equipe é melhorar sua compreensão sobre como o ambiente marinho afetou a evolução desses animais.

Fonte: Hypescience

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