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Animais silvestres vivos são enviados pelo correio em caixas de encomendas

Foto: Divulgação/PC-AM

Funcionários da Central de Entregas e Encomendas (CEE) dos Correios de Manaus, no Amazonas, encontraram animais silvestres vivos dentro de pequenas caixas de encomendas que chegaram à capital.

A delegada Carla Biaggi, da Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), informou ao portal Em Tempo que foram encontrados quatro peixes da espécie Betta – frequentemente explorados para entretenimento humano, sendo comprados para serem reduzidos a enfeites em aquários nas casas, em um ato de desrespeito a sua condição de seres sencientes.

Os funcionários se depararam ainda com várias formigas da espécie Tanajura e uma cobra arco-íris, também traficada para ser explorada como animal doméstico por pessoas que privam a espécie da vida em liberdade na natureza.

Os policiais da Dema atenderam o caso após um pedido de agentes do Instituto Brasileiro do meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Foto: Divulgação/PC-AM

De acordo com a delegada, os peixes vieram do Pará. A cobra, veio da Bahia. As formigas seriam levadas de Manaus para Boa Vista, em Roraima.

“Instauramos um inquérito policial para identificar e responsabilizar por tráfico de animais silvestres os remetentes e destinatários dos animais, que agora irão passar por perícia técnica. Ao término dos procedimentos, os animais resgatados serão levados para o Ibama e para o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS)”, concluiu a delegada Carla Biaggi.


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Agência dos correios se transforma em centro de regate de animais selvagens em vila

Kyle Moser alimenta canguru salvo dos mesmos incêndios que destruíram sua casa | Foto: Andrew Quilty/The Guardian
Kyle Moser alimenta canguru salvo dos mesmos incêndios que destruíram sua casa | Foto: Andrew Quilty/The Guardian

Em uma sala na parte de trás da agência dos correios da Vila de Cobargo, na costa sul de Nova Gales do Sul, Austrália, Kyle Mos e seu parceiro, David Wilson, cuidam de um filhote de canguru resgatado da bolsa de sua mãe nos incêndios que atingiram a vila na semana passada.

O pequeno ainda não tem nome, mas Moser quer dar a ele o nome de “Ali”. “Como o lutador”, explica ele. Além de Ali o casal cuida de mais dois filhotes de canguru.

Ao lado da agência estão os restos de uma cafeteria que foi toda queimada. Do outro lado da rua estão as ruínas carbonizadas do que costumava ser uma loja de couro, um estúdio de ioga e uma loja de incenso.

“Disseram-nos que os bombeiros realmente lutaram para salvar os correios porque não queriam perdê-los”, disse Moser. “É humilhante, sabia? Por que merecemos isso?”.

Moser e Wilson não tiveram muita sorte. O casal se mudou de Sydney, há quatro anos, para começar uma nova vida juntos, administrando os correios. Após o incêndio do fim de semana (04 e 05), a agência tornou-se a casa deles.

Na segunda-feira (06), eles levaram o jornal The Guardian para ver o que restava de sua casa na vizinha Wandella.

Enquanto alimentavam as ovelhas, vacas e cabras que milagrosamente sobreviveram ao incêndio em meio aos escombros do que costumava ser sua casa, eles explicaram como assistiram as primeiras horas da manhã do Ano Novo enquanto o fogo se aproximava de sua cidade.

Ruínas da casa de Moser e Wilson | Foto: Andrew Quilty/The Guardian
Ruínas da casa de Moser e Wilson | Foto: Andrew Quilty/The Guardian

“Foi aterrorizante”, disse Moser. “Nunca pensei em me envolver em um incêndio florestal e nunca mais espero. Foi tão assustador. Acabei de arrumar o carro. Dave queria lutar no começo, mas estávamos preocupados em sair. Há apenas uma estrada aqui”.

Com seus quatro cães, eles se dirigiram para a cidade costeira de Bermagui, que, às 10h, estava “totalmente escura” de fumaça. Um boato dizia que as vias estavam superlotadas de carros, provocando um congestionamento. Disseram-lhes que os correios haviam sido destruídos, que toda a cidade se fora.

Quando voltaram para casa, alguns dias depois, encontraram os restos de sua casa.

“Eu estava apenas entorpecido”, disse Wilson. “Eu acho que seu corpo simplesmente se desliga. Ainda acho que não processamos o que aconteceu. Eu literalmente acabei de descobrir que estamos cobertos pelo seguro e que me sinto vazio. Acho o estresse que carreguei foi tanto que me anestesiou”.

As temperaturas amenas e o clima úmido que ajudaram os bombeiros em Nova Gales do Sul (NSW) a lidar com as dezenas de chamas ainda queimando fora de controle chegaram tarde demais para muitos lugares como Cobargo.

Na segunda-feira (06), a polícia confirmou que uma oitava pessoa havia morrido nos incêndios na costa sul, elevando para 20 o número total de mortes no estado desde o início desta temporada de incêndios florestais. Um homem de 71 anos foi encontrado em sua propriedade em Nerrigundah, uma pequena vila a cerca de uma hora ao norte de Cobargo.

Mas o que acontece com pessoas como Moser e Wilson após a crise inicial? “Esse foi meu primeiro pensamento: “O que vem a seguir?”, disse Moser. “Como, o que acontece agora? Eu ainda não sei”.

Faz uma semana que pai e filho Robert e Patrick Salway morreram lutando contra o mesmo incêndio em sua casa na vizinha Coolagolite.

Parque de exposições de Cobargo | Foto: Andrew Quilty/The Guardian
Parque de exposições de Cobargo | Foto: Andrew Quilty/The Guardian

O incêndio destruiu dezenas de casas e empresas em Cobargo e no distrito circundante, e a Vila tornaram-se objeto de foco internacional depois que o primeiro ministro australiano, Scott Morrison, foi confrontado por moradores locais durante uma visita.

Mas depois que os holofotes passaram para a próxima cidade no caminho do incêndio, a vida de muitos na região atingiu um impasse. A vila permanece sem energia e o parque de exposições local se tornou o abrigo para várias pessoas.

O local tornou-se referência para encontrar informações, conseguir um lugar para ficar e buscar suprimentos em uma barraca de doações mais bem abastecida do que a maioria das lojas locais.

“Eu nem sei de onde vem a maioria das doações”, disse Jess Collins. “As coisas aparecem e desaparecem antes que eu saiba de onde vieram. Algumas pessoas de Jindabyne (cidade vizinha a cerca de 250 quilômetros a oeste) deixaram algumas coisas antes e saíram”.

Collins está aqui quase todos os dias desde o incêndio. Embora tenha crescido em Cobargo, agora vive cerca de quatro horas ao norte, na cidade de Goulburn.

Ela voltou para casa no Natal para visitar o pai e se refugiou no parque de exposições quando as colinas ao redor de sua casa foram tragadas pelo fogo. “Vou ter que voltar para casa eventualmente, mas por enquanto só quero ajudar”, disse ela. As informações são do The Guardian.

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Lagartixa que já foi considerada extinta é encontrada em encomenda nos Correios

Uma lagartixa-de-crista (Correlophus ciliatus), que foi considerada extinta até ser redescoberta em 1994, foi encontrada dentro de uma caixa no Correios em Praia Grande, no litoral de São Paulo, informou a prefeitura no sábado (10). A espécie, que não existe no Brasil é nativa do arquipélago da Nova Caledônia, no Oceano Pacífico, a 14 mil km de distância.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande

A lagartixa, que pode alcançar até 20 centímetros de comprimento, é considerada vulnerável à extinção, de acordo com organizações internacionais. As informações são do portal G1.

Funcionários da agência desconfiaram de um barulho vindo da caixa onde estava o animal e pediram ajuda ao Grupamento Ambiental da Guarda Civil Municipal.

“Eles estranharam o fato de haver barulho dentro da caixa. Quando a equipe abriu a encomenda, identificou o tipo de réptil exótico comumente traficado no mercado clandestino”, explicou o inspetor Fábio Rogério Marques. Após ser resgatado, o réptil foi encaminhado ao Centro de Pesquisa e Triagem de Animais Selvagens (Ceptas) em Cubatão (SP).

Chefe do Ceptas, o médico veterinário Lucas Porto afirmou que o animal está desidratado, abaixo do peso e perdeu a cauda. “É um animal onívoro e é uma das únicas espécies de lagartos que não tem regeneração da cauda, como ocorre com as lagartixas. É um indivíduo que vai ser tratado e terá que ser mantido em cativeiro”, explicou.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande

“Existem pessoas que gostam de criar cachorros, aves ou cavalos. Há quem gosta de répteis. O mercado de animal exótico, principalmente dos répteis e das aves, está crescendo muito nos últimos anos”, alertou Lucas Porto.

Após tratamento, a lagartixa deve ser levada para um local que tenha autorização para manejo da espécie e condições de cuidar dela. Não há, porém, prazo para isso.

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Praia Grande. A prefeitura não informou de onde vinha e para onde seria levada a encomenda. Denúncias que colaborem com a investigação podem ser feitas pelos telefones 199 e 153.


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Animais tutelados por funcionários dos Correios viram selos

Animais tutelados por funcionários dos Correios passaram a fazer parte da “Série América: Animais Domésticos”. As melhores fotos dos animais foram transformadas em 30 selos. O tema foi definido pela União Postal das Américas, Espanha e Portugal – Upaep, da qual os Correios fazem parte.

Foto: Correios/Reprodução

Para emissão dos selos foi realizado um concurso interno com os funcionários, que enviaram fotos dos animais que tutelam. Foram analisadas 1,7 mil fotografias. As informações são do portal OP9.

A série é composta por 15 cachorros, 10 gatos, um coelho, um peixe, uma galinha, um trio de periquitos australianos e uma calopsita. Os selos foram produzidos a partir de técnicas de fotografia e computação gráfica.

A emissão tem tiragem de 600 mil selos, com valor de R$ 1,55 cada, que podem ser adquiridos nas agências e no site oficial dos Correios.

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Animais encontrados durante operação
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Receita Federal resgata mais de mil animais enviados pelos Correios

Animais encontrados durante operação
Foto: Reprodução, Mídia Bahia

Técnicos do Ibama de várias partes do país fizeram plantão no setor de remessas internacionais dos correios para a Operação Hermes. Especialistas do Ibama treinaram os funcionários dos Correios para ajudar a reconhecer os malotes contrabandeados.

Nos pacotes foram encontradas duas cobras, salamandras e escorpiões imperadores, todos ainda vivos. Chifres de kudu, um mamífero africano, que vieram de Israel foram localizados antes de chegar ao destinatário final.

Casacos de pele de um animal chamado mink e caixas com cílios postiços, feitos com o pelo desse mesmo animal vieram da China. A operação também interrompeu exportações irregulares.

No setor internacional dos Correios, que funciona como uma fronteira entre o Brasil e os outros países são 8 mil remessas diárias só de exportação – um volume gigantesco.

A operação chegou a interceptar malotes que enviariam mais de mil borboletas e mariposas do Brasil para o exterior.

“O que está entrando pode ser algo nocivo à fauna e flora do Brasil. Então, é importante esse papel de identificação para ajudar o Ibama na tutela da fauna e flora brasileira”, explica José Edilson Marques Dias, superintendente do Ibama de São Paulo.

Fonte: Mídia Bahia

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Répteis maltratados são encontrados em encomenda dos Correios

Cobra e lagarto estavam sendo enviados de SP em tubos de PVC (Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Ibama)

Uma cobra da espécie “corn snake” e um lagarto conhecido popularmente como “dragão-barbudo” foram resgatados depois que agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Uberlândia receberam a denúncia de que os répteis estavam sendo transportados, sob condição de maus-tratos, pelos Correios.

A encomenda tinha como remetente uma moradora da cidade de São Paulo e foi enviada com destino a Uberlândia. Os animais estavam dentro de uma caixa de papelão envoltos de fitas adesivas, panos, algodões e tubos de PVC, no intuito de não serem identificados pelo aparelho de raio-x dos Correios.

A Polícia Militar de Meio Ambiente foi acionada e deslocou até a casa de um jovem de 24 anos, no Bairro Mansões Aeroporto, para fazer o flagrante. No local foi encontrado um jabuti, animal da fauna silvestre brasileira, sem a devida licença. Aos militares ele negou que os répteis lhe pertenciam, ainda que no embrulho estivesse destinado ao nome e endereço dele.

O suspeito foi levado à Delegacia de Polícia Civil e acabou assumindo a guarda dos animais, porém afirmou que não iria comercializá-los, apenas que gosta de animais exóticos e que iria cuidar. Ele pagou fiança de R$ 2 mil e vai responder pelo crime ambiental em liberdade.

Os três animais resgatados foram levados ao hospital veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) para atendimento no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Animais Silvestres (Lapas). Porém o dragão-barbudo chegou morto à unidade.

Como medida administrativa, o escritório regional do Ibama lavrou três autos de infrações e dois termos de apreensão contra o jovem.

Fonte: G1

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Lagartos enviados de SP para MT via Correios são resgatados pelo Ibama

Lagartos têm origem australiana e foram examinados na UFMT (Foto: Divulgação/Ibama-MT)
Lagartos têm origem australiana e foram examinados na UFMT (Foto: Divulgação/Ibama-MT)

Dois lagartos que eram transportados dentro de uma caixa, via Correios, foram resgatados por fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na quinta-feira (4), em Cuiabá, após serem detectados pelo aparelho de raio-x. Os animais eram enviados de São Paulo para Rondonópolis, a 218 km da capital.

De acordo com o coordenador de Fiscalização do Ibama em Mato Grosso, Jean Carlos Corrêa Figueira, os animais têm origem na Austrália e foram identificados, após serem examinados na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), como sendo da espécie Pogona vitticeps (‘dragão barbudo’).

Lagartos foram identificados pela UFMT como da espécie Pogona vitticeps (Foto: Divulgação/Ibama-MT)
Lagartos foram identificados pela UFMT como da espécie Pogona vitticeps (Foto: Divulgação/Ibama-MT)

Segundo Jean, os lagartos foram encontrados dentro de uma caixa. “Eles estavam presos dentro de uma meia-calça cortada, em uma caneca de inox, a fim de despistar o equipamento de raio-x”, disse.

Conforme o coordenador, os lagartos dessa espécie, apesar de já existirem no Brasil, são exóticos e não podem ser soltos no nosso meio ambiente, razão pela qual ainda está sendo avaliado para qual local eles serão enviados.

Os fiscais tentam, agora, identificar os responsáveis pelo envio e recebimento dos animais. Segundo o Ibama, além de pagar uma multa, eles podem responder por transporte ilegal de animais exóticos e maus-tratos.

Animais foram enviados pelos Correios, presos em pedaços de meia-calça (Foto: Divulgação/Ibama-MT)
Animais foram enviados pelos Correios, presos em pedaços de meia-calça (Foto: Divulgação/Ibama-MT)
Animais estavam presos em uma caneca de inox, dentro de uma caixa (Foto: Divulgação/Ibama-MT)
Animais estavam presos em uma caneca de inox, dentro de uma caixa (Foto: Divulgação/Ibama-MT)

Fonte: G1

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Raio-X identifica cobra exótica dentro de caixa enviada do Piauí para Mato Grosso

Raio-X identifica cobra exótica dentro de caixa enviada do Piauí para Mato Grosso (Foto: Batalhão Ambiental)
Raio-X identifica cobra exótica dentro de caixa enviada do Piauí para Mato Grosso (Foto: Batalhão Ambiental)

Uma cobra exótica foi identificada no Raio-X de uma encomenda que chegou na quarta-feira (8) na agência dos Correios, do Bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. De acordo com a Polícia Militar Ambiental, a cobra é da espécie Corn Snake, conhecida no Brasil como a ‘cobra do milho’.

Segundo o sargento Joelson de Paula, a cobra tem aproximadamente 32 centímetros comprimento e ainda não chegou na fase adulta da espécie. Os funcionários que trabalham na Central de Distribuição dos Correios detectaram um animal dentro da encomenda que chegou ao local.

O pacote foi encaminhado por um morador de Landri Sales, no Piauí. A encomenda seria entregue para uma mulher em um condomínio no Bairro Jardim Vitória, em Cuiabá.

Os policiais abriram o pacote, ainda na agência, e encontraram a cobra. O animal foi encaminhado para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas), no Batalhão Ambiental em Várzea Grande.

“É uma cobra típica da fauna nativa americana, conhecida como Cobra do Milho. Tem uma coloração muito bonita. Em média as pessoas comercializam em valores a partir de US$ 2,2 mil, o que corresponde a mais de R$ 4 mil”, explicou o sargento.

A polícia deve tentar identificar a moradora sobre a encomenda e ouvi-la formalmente. A cobra continua no Batalhão da Polícia Ambiental.

Fonte: G1

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Jiboia enviada do RJ pelos Correios é resgata em Brasília

Jiboia encontrada por fiscais do Ibram em agência dos Correios (Foto: Ibram/Divulgação)
Jiboia encontrada por fiscais do Ibram em agência dos Correios (Foto: Ibram/Divulgação)

Fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) encontraram nesta quarta-feira (30) uma jiboia dentro de uma caixa plástica em uma agência dos Correios, no Distrito Federal. A serpente foi identificada por raio X, em uma ação que prevê coibir o tráfico interestadual de animais silvestres.

O cobra estava em uma encomenda vinda do Rio de Janeiro e endereçada a uma casa no Gama, a 35 km do centro de Brasília. Segundo o Ibram, nenhum outro animal foi encontrado na casa do homem que receberia a jiboia.

De acordo com o Ibram, transportar animais vivos pelos Correios é proibido. Por isso, e porque a jiboia é uma espécie de animal silvestre ameaçada de extinção, o homem foi multado em R$ 5 mil. A serpente foi encaminhada ao Centro de Triagem e Reabilitação do Ibama.

Outro caso

No dia 22 de março, os agentes do Ibram foram acionados após um tipo de lagarto (Gecko leopardo) ter sido encontrado em outra agência dos Correios. O animal sairia do DF com destino ao Rio de Janeiro. O remetente usou endereço falso, por isso não foi autuado.

Lagarto que estava em encomenda destinada ao Rio de Janeiro (Foto: Ibram/Divulgação)
Lagarto que estava em encomenda destinada ao Rio de Janeiro (Foto: Ibram/Divulgação)

O órgão apura mais dois casos de animais silvestres apreendidos em agências postais por serem transportados de forma irregular. As situações investigadas envolvem iguanas e caramujos.

Fonte: G1

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Gata sobrevive oito dias dentro de uma caixa, após ser enviada pelo correio, no Reino Unido

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Uma gata britânica, chamada Cupcake conseguiu sobreviver por oito dias presa dentro de uma caixa no correio, depois de ter adormecido dentro da embalagem, que foi despachada pelos seus tutores sem que eles percebessem a presença do animal.

Cupcake foi enviada com DVDs por correio da cidade de Falmouth para Worthing, ambas no sul do Reino Unido. Quando abriu o pacote, o cliente de Julie, Baggott, tomou um susto quando Cupcake saltou para fora da caixa. O serviço público de proteção aos animais foi chamado, e o gato siamês foi levado para atendimento veterinário, já que apresentava sinais de desidratação graves e havia passado oito dias sem comer. O animal também apresentava sinais de estresse.

Graças ao microchip de Cupcake, sua família foi localizada. Julie procurava pela gata há dias, e havia espalhado cartazes em sua vizinhança.

“Me sinto horrível pelo que aconteceu. Coloquei tudo na caixa e a fechei logo, então não sei como a gata entrou nela”, disse Julie. “Foi um milagre ela ter estar viva, ela conseguiu sobreviver a essa provação terrível”, afirmou a tutora para a imprensa britânica.

Cupcake precisou de vários dias de tratamento, mas conseguiu se recuperar e já voltou para casa.

Fonte: Notícias UOL

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Cobra exótica é encontrada dentro de caixa do Sedex em Rio Preto (SP)

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Uma cobra foi encontrada dentro de uma caixa de Sedex nesta terça-feira (22) em uma agência dos Correios, em São José do Rio Preto (SP). O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) resgatou o animal.

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De acordo com informações do instituto, uma equipe foi acionada depois de o aparelho de raio-X dos Correios detectar que havia algo estranho em um dos pacotes despachados via Sedex. A equipe foi até o local, passou a caixa novamente pelo equipamento e constatou que parecia realmente uma cobra.

O embrulho foi levado para a sede do Ibama, onde os funcionários abriram o pacote e encontraram a cobra viva dentro da caixa plástica. O réptil estava enrolado em um pedaço de pano. Segundo os fiscais, na caixa tinham quatro CD’s, embrulhados em papel alumínio, para tentar burlar o aparelho de raio-X.

Segundo o Ibama, a cobra é um exemplar exótico da espécie conhecida como cobra-do-milho, de origem americana, com aproximadamente um metro de comprimento. O Ibama disse que é uma espécie muito dócil e, apesar dos maus-tratos, aparentava estar saudável e sem ferimentos. O pacote veio de Minas Gerais e o destino seria uma cidade da região Rio Preto. Os Ibama investiga quem seriam remetente e destinatário.

No pacote não havia qualquer tipo de documento e, segundo o Ibama, como esta serpente não pertencente à fauna silvestre brasileira não pode ser solta na natureza. Por isso, ela será levada ao zoológico de Rio Preto.

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Fonte: G1

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Correios flagram correspondência com cobra em Cuiabá (MT)

Corn Snake MT
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Funcionários de uma Agência dos Correios, do bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, descobriram uma cobra escondida em uma correspondência vinda de Minas Gerais.

De acordo com a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), trata-se de uma cobra exótica da espécie Corn Snake, conhecida no Brasil como a “cobra do milho”.

A cobra foi postada em Belo Horizonte (MG) para um endereço na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. Dentro do pacote, continha mídias de CDs e DVDs e outros materiais para tentar passar pelo aparelho de Raio X, sem descobrir a presença do animal vivo.

Segundo a Delegacia, o material metálico dificulta a identificação, mas acabou descoberto pelos funcionários dos Correios, que acionou o Batalhão Ambiental da Polícia Militar, que, por sua vez,  entregou o animal na sede da Dema, na sexta-feira (15).

O envio de animais silvestre entre estados configura tráfico interestadual e o remetente poderá responder pelo crime. Em depoimento à Dema, o destinatário do pacote disse que não tem conhecimento da encomenda e também não sabe o porquê de ter sido enviada para o endereço do trabalho dele.

A Polícia Civil de Mato Grosso irá solicitar a Polícia Civil de Belo Horizonte, por meio de carta precatória, para localizar o destinatário de lá e colher depoimento.

A cobra corn snake é  originária dos Estados Unidos e pode colocar em média entre 15 e 18 ovos.

Fonte: Mídia News

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