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Cachorrinha é salva após ser jogada em rio com uma pedra amarrada ao corpo

Foto: Raymonds/Facebook
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A mulher que pulou em um rio para salvar uma cachorrinha que se afogava com uma pedra amarrada ao corpo descreveu a missão de resgate “horrível”. Jane Harper, de Newark, Nottinghamshire, Inglaterra, diz que pensou que a cadelinha da raça pastor belga, Bella, estaria morta antes que ela pudesse fazer qualquer coisa.

A cabeça da cachorra foi avistada pelo amigo de Jane enquanto os dois caminhavam ao longo do rio Trent em Farndon, Nottinghamshire, com três cachorros por volta das 8h45 da segunda-feira (6).

Jane mergulhou no rio e tentou puxar Bella para fora, mas ficou chocada ao encontrar uma corda presa ao animal e a uma sacola com uma grande pedra dentro. Ela disse: “Eu olhei e pensei que era um cachorro morto” – então ela piscou os olhos para desanuviar a visão. “A água estava tão turva que não consegui tirá-la. Vi uma corda enrolado em sua perna que levava a algo submerso.

Foto: Raymonds/Facebook/BPM Media
Foto: Raymonds/Facebook/BPM Media

“Eu coloquei meu braço embaixo dela e tentei levantá-la. Imagino que ela literalmente lutou para colocar a cabeça acima da água e conseguiu descansá-la a um passo de morrer afogada”.

“Como alguém pode fazer isso com ela?”, Jane se perguntava, “Não sei quanto tempo ela esteve na água, mas não acho que ela poderia ter sobrevivido por muito mais tempo. Que crueldade”.

A polícia foi chamada ao local e a cachorra foi identificada como Bella através de um microchip. Atualmente, ela está se recuperando em uma clínica veterinária local. Um homem, 32, e uma mulher, 31, presos sob suspeita de crimes de crueldade contra animais foram libertados sob investigação.

Foto: Raymonds/Facebook/BPM Media
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Os oficiais apelam para que quem viu algo suspeito na área de Long Lane, que leva a uma trilha e a uma área de pesca em frente à Estação de Energia Staythorpe, contate a polícia. O policial Adam Pace disse: “Foi uma atitude cruel e desagradável o que foi feito com este pobre cachorro.

“Temos sorte de que alguém a tenha encontrado e resgatado”.

“A cachorrinha ainda está muito mal e se melhora lentamente mas ela tem mostrado alguns sinais encorajadores, comeu, andou e todos estão esperançosos que ela se recupere totalmente”, disse o oficial.

A inspetora Heather Sutton, que trabalha com a polícia da vizinhança da área de Newark, acrescentou que os policiais receberam “apoio total da população para ajudar Bella e colaborar com nossos policiais na investigação deste caso particularmente triste”.

Ela disse: “Gostaria de agradecer ao público por seu apoio, o que significa que temos várias linhas de investigação que seguiremos como parte de nosso trabalho contínuo para entender as circunstâncias que envolvem esse incidente”.

“As investigações de crueldade contra animais costumam ser muito complexas, por isso é importante que compreendamos adequadamente esse caso para garantir que sejam tomadas as medidas apropriadas contra quem possa ser responsável e levar os infratores à justiça”.

“Embora tenhamos feito duas prisões, a polícia permanece encorajando qualquer pessoa com qualquer informação a se apresentar à polícia o mais rápido possível”, concluiu a oficial. As informações são do METRO UK.

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Cachorrinha sobrevive após ser baleada e arrastada com uma corda por seu tutor

Foto: ONG Mundo Vivo
Foto: ONG Mundo Vivo

Um caçador que, segundo relatos, atirou em sua cachorra duas vezes e a arrastou presa a uma corda depois que ela deu à luz, está sendo investigado pela polícia. Dois motoristas chocados com a cena pararam o carro enquanto testemunhavam o tutor cruel que arrastava a cachorrinha sangrando – ainda viva – pelo chão. Eles gravaram a agressão em vídeo.

A cadelinha, chamada Alma ou “alma” em espanhol, deu à luz seis filhotes antes de ser submetida a um terrível e covarde ataque, como resultado do qual teve duas pernas quebradas, ferimentos na cabeça e arranhões ao ser arrastada pelo chão.

Vendo que a cachorra sobreviveu aos tiros, acredita-se que o tutor e caçador a tenha atingido na cabeça e a arrastado para casa para que ele pudesse terminar o trabalho lá. Mas ele foi parado por Ramon Feijoo e sua esposa Virginia Gonzalez que podem ser ouvidos discutindo com o caçador no vídeo, que grita: “Pare de me filmar”.

Ramon responde: “O que você está fazendo é desumano, não estou filmando você, estou filmando o animal e o que você está fazendo com ele”. Segundo a mídia local, o incidente ocorreu no sábado em Chantada, no noroeste da província espanhola da Galiza.

Virginia disse a uma emissora de TV local: “Ouvimos um tiro e depois um cachorro latindo e vimos esse homem com uma arma. Ele disse que estava levando o animal para casa, que era um caçador e que podia fazê-lo. Quando dissemos que íamos chamar a polícia, ele começou a arrastá-la pelo chão com uma corda em volta do pescoço. Meu marido começou a filmá-lo porque não sabíamos o que ia acontecer.”

A Mundo Vivo, organização de bem-estar animal, disse na segunda-feira (02) que havia denunciado o caçador não identificado à polícia e que estaria realizando ações legais.

Foto: ONG Mundo Vivo
Foto: ONG Mundo Vivo

Ele disse que os filhotes estavam indo bem e, embora a mãe tenha sofrido ferimentos horríveis, acredita-se que ela esteja em condição estável. A ONG com sede nas Astúrias, norte da Espanha, publicou uma foto dos filhotes de Alma – que têm apenas três semanas de idade – e imagens do incidente no sábado (30).

Um porta-voz da ONG acrescentou: “Esses são os bebês da cachorrinha que está lutando por sua vida – o animal que foi baleado, espancado e arrastado pelo chão por um caçador em Chantada, Lugo. Esperamos que esse homem cruel receba a justiça que ele merece. Precisamos de sentenças exemplares para esses monstros”.

Também foi lançada uma petição em favor de Alma, que já conseguiu milhares de assinaturas, pedindo “cooperação de todos para que esse crime não fique impune e todo o peso da lei recaia sobre esse criminoso”.

Foto: ONG Mundo Vivo
Foto: ONG Mundo Vivo

Laura Duarte, Presidente dos direitos animais espanhol, o PACMA, disse: “A repulsa e raiva que essas imagens me fazem sentir são indescritíveis. Neste condado, essa selvageria nem sempre é punida por meio de uma sentença de prisão. Estamos lutando contra isso. Nas próximas horas, informaremos vocês sobre a ação que pretendemos tomar”.

Foto: ONG Mundo Vivo
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Capivara ferida aguarda resgate há quase uma semana em São Paulo

O animal está com uma corda presa ao seu abdômen que cortou sua pele, causando um ferimento


Uma capivara ferida está há quase uma semana esperando por resgate na região da ciclovia da Marginal Pinheiros, em São Paulo.

Reprodução / Twitter

Mariana Aidar encontrou o animal com uma corda presa ao abdômen no último dia 20 e, desde então, monitora a capivara. Segundo ela, a corda cortou a barriga do animal.

De acordo com a denunciante, na segunda-feira (25) uma ação de resgate fracassada por realizada por ela e por outro ciclista. Juntos, eles tentaram cercar a capivara para retirar a corda, mas não conseguiram. As informações são do portal R7.

A Guarda Civil Metropolitana afirmou que “por meio da unidade ambiental, esteve nesta segunda no período da tarde no perímetro das ciclovias entre as pontes Ary Torres e Cidade Universitária, porém o animal citado não foi localizado”.

Ainda segundo a GCM, o resgate de capivaras requer o apoio de técnicos da Divisão da Fauna Silvestre da Secretaria do Verde e Meio Ambiente.

Para resgatar o animal, o correto é instalar um brete – espécie de gaiola de porte grande – e depois sedar a capivara para retirar a corda. Caso necessário, o animal deve ser internado e, posteriormente, devolvido ao local do resgate.

De acordo com a CPTM, foram realizadas “rondas na tentativa de socorrer o animal e prestar o socorro devido, apesar de ser uma medida paliativa”. A companhia disse ainda que protocolou um pedido de resgate na Polícia Ambiental.

Em um comunicado, a empresa afirmou que “está à disposição para interromper o tráfego de bicicletas na ciclofaixa do Rio Pinheiros e prestar todo o auxílio aos técnicos dos órgãos ambientais durante a captura”.


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Moradores de vilarejo se unem para salvar elefanta presa em poço de água

Foto: Euronews
Foto: Euronews

Os moradores de uma comunidade na Índia estão sendo aplaudidos e elogiados nas redes sociais, após sua participação decisiva no resgate de uma elefanta que caiu em um poço ter sido divulgada em um vídeo na internet.

Aldeões residentes no distrito de Sundargarh, em Odisha, encontraram a elefanta depois que ela de alguma forma caiu na água profunda e escura no poço. Ela estava lutando desesperadamente para sair, se debatendo com quase todo o corpo submerso.

Os guardas florestais e os bombeiros compareceram ao local com ferramentas de resgate e trabalharam por duas horas ao lado dos moradores para libertá-la. Eles colocaram longas cordas embaixo das pernas da elefanta e puxaram o máximo que puderam para tirá-la da água, com membros da multidão ao redor se unindo no esforço para ajudar o animal em apuros.

A elefanta agarrou-se a um galho de árvore e se jogou na lama na beira da água, onde lutou para se equilibrar. Com um impulso final de seus socorristas, ela se levantou e correu para a floresta enquanto a multidão aplaudia.

O resgate heroico, que foi capturado no vídeo que tornou viral, nos lembra que, trabalhando juntos por uma causa comum, as pessoas podem realizar grandes coisas – especialmente quando se trata de resgatar animais.

Foto: Euronews
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Leão-marinho é salvo por voluntários após ficar preso em um pneu enquanto nadava

Foto: T&T Creative Media
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A ameaça da poluição marinha esta por todo o oceano. Flagrantes de tartarugas mortas por ingestão de plásticos, golfinhos e focas presos em redes de pesca abandonada, baleias mortas com quilos de sacolas plásticas no estômago são inúmeros.

Agora a mais recente vítima (não fatal) do lixo jogado no oceano foi um leão-marinho, um vídeo flagrou o salvamento do mamífero que lutava para se libertar após ter ficado com a cabeça presa em um pneu enquanto nadava.

Encontrado debatendo-se em uma praia movimentada, as imagens mostram dois homens usando alguns pedaços de corda e um gancho para libertar o enorme mamífero que sufocava aflito.

A filmagem foi gravada em Mar del Plata, na Argentina, um trecho conhecido de costa por ser muito frequentado por leões marinhos.

No vídeo, o animal foi flagrado por banhistas com o pneu de borracha preso em volta do seu pescoço corpulento.

Claramente, desconfortável com a situação, o animal tentava se livrar do objeto estranho, alguns banhistas pediram a ajuda de um grupo local de proteção à vida selvagem, a Fundação Fauna Argentina (FFA).

No começo, havia uma sugestão de que o enorme animal poderia ser sedado para facilitar o resgate.

No entanto, um representante da FFA confirmou que não teria escolhido essa tática por preocupações com o bem-estar do leão-marinho.

“O leão-marinho anestesiado poderia entrar na água e adormecer com um peso extra no pescoço e se afogar”, disse um porta-voz ao Daily Mail.

Foto: T&T Creative Media
Foto: T&T Creative Media

Sabendo que o pneu estava lentamente cortando o fluxo de ar do animal enquanto ele lutava para tirá-lo, eles entenderam que tinham que agir rapidamente.

Assim, o grupo – que é comporto apenas de voluntários e se dedicam a proteger a vida selvagem e o meio ambiente – pensou rápido e formou uma vara com um gancho no final.

Um membro demonstrando coragem aproximou-se do leão marinho cada vez mais arisco e agitado na praia.

Foto: T&T Creative Media
Foto: T&T Creative Media

Depois de várias tentativas fracassadas, o voluntário consegue enganchar o poste improvisado na borda do pneu.

Então, com um suspiro de alívio, o grupo começa a puxar o pneu para soltar o mamífero, enquanto o leão-marinho se agita.

E, eventualmente, o pneu voa para longe do leão-marinho, que corre de volta ao oceano aplaudido pelos espectadores.

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Cão em situação de rua solta outro cachorro que estava amarrado aguardando o tutor

Foto: Dmitriy Timchenko
Foto: Dmitriy Timchenko

Recentemente, Dmitriy Timchenko testemunhou uma cena tocante de solidariedade canina no melhor exemplo possível.

Timchenko e um amigo estavam visitando uma loja no início desta semana na cidade de Novorossiysk, na Rússia, quando notaram um pit bull amarrado na frente do estabelecimento.

O filhote havia apenas ficado lá apenas momentaneamente aguardando por sua tutora, que estava dentro da loja fazendo compras – mas esse fato aparentemente não teve importância alguma para um cão em situação de rua que circulava pelo local.

O cachorro notou o companheiro preso, e talvez tendo ficado preocupado com o fato de o filhote amarrado ter sido abandonado, resolveu agir.

“Eu vi esse cachorro abandonado andando pela cidade muitas vezes”, disse Timchenko ao The Dodo. “Ele sempre usa a faixa de pedestres para atravessar a rua. Ele é um cachorro muito inteligente.”

E, como se vê, ele é muito atencioso também. Enquanto Timchenko observava, o cão em situação de rua aproximou-se do animal doméstico que aguardava pacientemente e começou a afrouxar o nó que mantinha-o preso – e em pouco tempo ele estava livre, para ir embora (embora com relutância no início) e se juntar ao novo amigo em alguma aventura canina.

Aqui está o vídeo desse momento especial:

Vendo o animal doméstico já prestes a sair com seu novo amigo, Timchenko e seu amigo rapidamente intervieram. Afinal de contas, a tutora do pit bull o havia colocado lá apenas momentaneamente e por segurança.

“Entramos na loja e chamamos o tutor do cão pelo alto-falante”, disse Timchenko. “Ela então veio correndo para fora da loja para pegar seu cachorro.”

Tudo tinha sido um grande mal entendido – mas o ato do cachorro em situação de rua não perdeu sua beleza e altruísmo.

Foto: Dmitriy Timchenko
Foto: Dmitriy Timchenko

Embora as origens desse cão que vive nas ruas não sejam exatamente conhecidas, Timchenko disse que ele aparenta estar bem de saúde, e aproveitando sua liberdade nas ruas.

No entanto, só podemos esperar que um dia, em breve, alguém lhe ofereça a mesma bondade que ele demonstrou – adotando-o em uma casa própria com uma família amorosa.

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Touros são arrastados, maltratados e banhados em cerveja

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

As imagens mostram o momento em que um touro é espancado e arrastado pelas ruas de uma cidade no Peru durante um festival bárbaro e cruel que foi banido oficialmente há cinco anos.

O vídeo filmado por ativistas da ONG Animal Defenders International (ADI) revela que, apesar da proibição, o cruel festival “Jalatoro” ainda está acontecendo em Ayacucho, no Peru.

Nas imagens, o animal aterrorizado é arrastado pelas ruas da cidade em frente a centenas de pessoas.

O touro tenta resistir enquanto é arrastado de um caminhão, preso por cordas ao redor de seus chifres, no meio da multidão em sua maioria composta de pessoas embriagadas.

A cerveja é então despejada sobre o touro e água é borrifada em seu rosto para tentar fazer o touro se mover.

Puxado por um homem montado sobre um cavalo, o animal atormentado corre para as árvores e outros obstáculos enquanto tenta escapar do seu martírio.

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

Vários touros supostamente sofreram um destino semelhante e cavalos também foram vistos escorregando e caindo nas ruas de paralelepípedos da cidade.

Jan Creamer, Presidente da ADI: “É revoltante e envergonha a raça humana ver essa violência e abuso bárbaros infligidos a um animal aterrorizado e inocente”.

“A ADI pede às autoridades peruanas que ajam agora e acabem com esse evento cruel e vergonhoso de uma vez por todas.”

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

Em 2014, as autoridades na província de Huamanga, em Ayacucho, proibiram esses cruéis festivais chamados de “Jalatoro”, realizados durante a Páscoa.

Mas eles simplesmente continuaram sob o nome “Pascua Toro”.

Historicamente associado a um “presente simbólico” para os pobres, este festival nos dias atuais tornou-se palco de um nível de brutalidade que não tem lugar na sociedade civilizada.

Foto: Animal Defender Internacional
Foto: Animal Defender Internacional

Em 2017, o “Pascua Toro” foi cancelado após um touro “enlouquecer”, ferindo várias pessoas, incluindo um policial.

No ano passado, foi suspenso pelo Ministério Público após o abuso de quatro animais e ferimentos em oito pessoas.

Antes do evento de 2018, a ADI e os ativistas locais receberam ameaças de morte e a polícia avisou que eles não deveriam comparecer; no entanto, eles documentaram o sofrimento inaceitável e vergonhoso desses animais, voltando a fazê-lo novamente este ano.

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Cavalo é encontrado morto com corda amarrada ao pescoço

Um cavalo foi encontrado morto com uma corda amarrada ao pescoço neste domingo (14) em um terreno do bairro Cônego, de Nova Friburgo, Região Serrana do Rio de Janeiro.

O pedreiro José Marcelo Amaral Rocha, que passava de bicicleta pelo local, foi quem encontrou o corpo do animal.

Foto: Divulgação/José Marcelo Rocha

“É um terreno íngreme, totalmente inapropriado para deixar um cavalo amarrado”, lamenta José Marcelo. As informações são do portal G1.

José conta que se aproximou do animal na esperança de ele ainda estar vivo, para poder cortar a corda e salvá-lo. O cavalo, no entanto, já havia morrido.

Com o corpo retorcido, o cavalo foi recolhido do local por uma equipe da Prefeitura de Nova Friburgo. O caso foi divulgado na internet por José Marcelo e gerou indignação entre os internautas.

A prefeitura afirmou, por meio de nota, que está em busca de informações que levem à identificação do tutor do cavalo, para que ele seja levado à delegacia para registro de ocorrência.

O corpo foi removido rapidamente do terreno, segundo a administração municipal. Ainda segundo a prefeitura, em casos em que o animal é retirado com vida de vias públicas, a liberação passa por um processo rígido.

“Animais resgatados com sinais de maus-tratos não são devolvidos [aos tutores]”, pontua a nota.

Em 10 de fevereiro, outros dois animais foram encontrados mortos nas mesmas condições em um bairro vizinho.

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Tartaruga resgatada com corda dentro do corpo volta à natureza após tratamento

Uma tartaruga resgatada com uma corda de 1,70 metro dentro do corpo, em setembro de 2018, retornou à natureza nesta quarta-feira (27) após seis meses de tratamento no Centro de Reabilitação de Tartarugas Marinhas do Projeto Tamar. A soltura foi realizada em Ubatuba, no litoral do estado de São Paulo.

Foto: Divulgação/Projeto Tamar

Da espécie cabeçuda, a tartaruga é considerada rara e está ameaçada de extinção. Ela pesa quase 50 quilos e foi encontrada presa a uma rede de pesca com uma corda atravessada no sistema digestório. O objeto estava preso na boca do animal e saía pelo ânus. As informações são do portal G1.

Os veterinários do projeto removeram, no primeiro atendimento, a corda que estava na boca da tartaruga. Após 20 dias de tratamento, ela expeliu o restante. Apesar da gravidade do caso, o animal teve boa recuperação e logo voltou a se alimentar naturalmente.

Atualmente, o Centro de Reabilitação do Tamar em Ubatuba atende sete tartarugas. Desde 1990, o projeto devolveu 12,6 mil tartarugas ao mar, após reabilitação. Elas foram resgatadas doentes, feridas ou debilitadas.

Ocorrências que envolvem tartarugas juvenis, especialmente as da espécie tartaruga-verde, que se alimentam em Ubatuba, são as mais comuns na região.

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Casal encontra cervo morto pendurado pelo pescoço em uma ponte na Austrália

Um casal que estava passeando de barco encontrou um cervo pendurado pelo pescoço em uma ponte na Austrália.

O cervo foi visto pendurado em um laço amarrado à ponte Point Road de Alford sobre o rio Georges, ao sul de Sydney.

O cervo foi visto pendurado na ponte Alfords Point Road sobre o rio Georges (Foto: Daily Mail Online)

As fotos foram tiradas por uma mulher chamada Kristie, que falou com 9 News sobre o terrível incidente.

Ela afirmou que estava curtindo a calma do rio Georges com o marido quando avistaram o cervo de longe.

“O animal estava pendurado morto por uma corda em volta do pescoço. Meu marido disse: ‘Oh meu Deus, por que alguém faria isso?'” Kristie contou ao 9 News.

Um cervo foi deixado pendurado com uma corda em seu pescoço (Foto: Daily Mail Online)

“Que tipo de pessoa faria isso com um animal?”, ela questionou também ao The Sydney Morning Herald.

O Departamento de Indústrias Primárias de NSW declara que um caçador deve possuir uma licença para caçar veados selvagens, a menos que eles sejam proprietários de terras, funcionários de proprietários de terra ou pessoas aborígenes que caçam sob o título nativo.

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Cachorro é encontrado amarrado com corda no pescoço em SP

O cachorro foi encontrado quase morto em um bananal em condições precárias — Foto: Reprodução

Um cachorro foi encontrado com uma corda amarrada no pescoço dentro de um bananal em Registro, no interior de São Paulo. O animal foi resgatado por um casal que passava pelo local.

Segundo Monique Nunes da Silva, uma das pessoas que resgatou o cão, o animal estava bastante machucado. “Ele estava praticamente morto quando a gente encontrou”, relembra.

Após encontrarem o cachorro, Monique e seu marido o enrolaram em uma coberta e levaram o animal até a própria casa, no bairro Arapongal, em uma moto.

Desde que ‘Duke’ foi encontrado, a família está cuidando do cachorro, mas é preciso ajuda especializada, já que, por conta dos maus-tratos, ele acabou perdendo parte da visão.

De acordo com Monique, é perceptível que o animal necessita de cuidados. “Ele não consegue nem se levantar para fazer as suas necessidades. Somos nós que temos que levantá-lo. É uma luta”, diz.

Monique também relata que tentou entrar em contato com o Grupo de Proteção aos Animais do Vale do Ribeira (GPA), mas que não obteve resposta.

Ela conseguiu levá-lo em um veterinário na manhã deste sábado (29), que passou um tratamento doméstico para ajudar na recuperação. Caso não surta efeito, o animal precisará ser internado.

“Tem gente querendo ajudar, mas acredito que deve ser alto o valor, então temos medo de não conseguir todo o dinheiro. Eu estou muito triste e meu maior medo é ele não resistir”, finaliza.

Fonte: G1

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Cão é salvo após ser encontrado preso a uma pedra por uma corda

Um cachorro foi encontrado abandonado em um terreno agrícola na freguesia de Farminhão, localizada no município de Viseu, em Portugal.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

Vítima de maus-tratos, o cachorro era mantido preso a uma pedra por meio de uma corda.

De acordo com um comunicado emitido pela Guarda Nacional Republicana (GNR), o cachorro foi resgatado pelo Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Viseu após uma denúncia. As informações são do portal Notícias ao Minuto.

O cachorro foi encontrado visivelmente doente, com sinais de subnutrição. Resgatado, ele foi encaminhado a uma instituição de proteção animal, onde está recebendo todos os cuidados veterinários necessários.

Uma ocorrência foi registrada e o caso deve ser julgado pelo Tribunal Judicial da Comarca de Viseu.

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