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Filhote de cachorro desce as escadas com três patas copiando o irmão mais velho

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Depois de perder a perna em agosto devido a algumas complicações de saúde que se prolongaram, Bowie, de 2 anos, teve que reaprender a fazer praticamente tudo. Com a ajuda de sua família, ele descobriu novas maneiras, com um pequeno ajuste, de fazer coisas mais comuns do dia a dia, incluindo subir e descer as escadas.

Desde que perdeu sua pata traseira, Bowie se encosta na parede e salta um pouco ao descer as escadas, a fim de facilitar o processo de descida – e, como ele repetiu esse processo várias e várias vezes, sua irmãzinha assistia a tudo.

Bowie | Foto: Karisa Maxwell
Bowie | Foto: Karisa Maxwell

Quando Zeppelin se juntou a sua família em janeiro, Bowie já estava acostumado a viver com três pernas e, claro, imediatamente ela se tornou uma melhor amiga e ele o modelo para sua nova irmãzinha mais nova. Os dois se tornaram inseparáveis desde o começo, e por isso não é surpresa que Zeppelin tenha aprendido como ser um cachorro com seu irmão mais velho Bowie.

Eles estão sempre se aconchegando um no outro ou brincando juntos, mesmo quando há outros cachorros por perto”, disse a mãe dos irmãozinhos, Karisa Maxwell, ao The Dodo.

“Estávamos nervosos e temíamos que Bowie tivesse medo de brincar com ela quando ela ficou maior do que ele, mas ela é tão gentil com Bowie, brinca no ritmo dele, sem força-lo e protege-o sempre.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

A medida que Zeppelin ficou maior, parecia que ela queria mais e mais ser como seu irmão mais velho – e um dia, seus pais notaram algo absolutamente adorável sobre a maneira como ela desce as escadas.

“Zeppy sempre descia as escadas desse jeito, mas quando ela era pequena, nós pensamos que era porque suas pernas não eram longas o suficiente”, disse Maxwell.

“Mas quando ela ficou maior, notamos que ela se encosta na parede como Bowie e mantém as pernas juntas.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Como o Zeppelin tira todas as suas dicas de Bowie, ela agora desce as escadas como se tivesse apenas três pernas, assim como seu amado irmão mais velho.

Enquanto seus pais tentam mostrar a ela que ela não precisa descer as escadas dessa maneira, Zeppelin não parece se importar com isso, e continua a descer as escadas exatamente do mesmo jeito que Bowie faz, porque não importa o quê ou como, ela sempre quer ser como ele.

“Essa é a única maneira que ela sabe”, disse Maxwell. “Nós tentamos fazê-la andar um pé na frente do outro, mas ela apenas olha para todos nós confusa e continua a pular”.

Zeppelin ama tanto seu irmão mais velho Bowie mais do que qualquer coisa no mundo. Para ela, nunca importará que ele tenha apenas três pernas. Ele é o favorito dela e, como ela continua a crescer, não há dúvida de que ela continuará sempre tentando ser exatamente como ele.

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Notícias

Testes no Instituto Royal eram feitos para liberação de cópia de medicamento

(da Redação)

Nesta quarta-feira, o doutor pela Unifesp José Sebastião Afonso comentou sobre a prática de testes em animais em seu perfil no facebook. Confira abaixo.

“Atentem para a confissão:

‘O cientista não revelou o nome do medicamento desenvolvido, que é protegido por contrato, nem para qual tipo de câncer ele seria usado. Mas informou que se tratava de um tipo de remédio produzido fora do país e que teve a patente quebrada’.

Apenas para melhor entendimento, medicação genérica é cópia de medicação original que perdeu a patente, não há inovação, nada de novo. A medicação original já foi testada no passado. Ademais, não se discute aqui a importância dos genéricos para a diminuição dos custos da saúde.

Em artigo da Folha, o pesquisar confessa que a medicação contra o câncer da qual desenvolvem é, na verdade, tentativa de cópia da original que perdeu a validade da patente há anos.

O fato reforça o óbvio, quase notório, que a Royal faz testes, diga-se cruéis, em cães para validação de drogas genéricas perante a ANVISA. Ressaltar que conforme nota, a ANVISA não só aceita métodos alternativos, como também recomenda.

Percebam, além de não haver nada de novo, nenhuma droga nova milagrosa, que teria, em tese, a imprescindibilidade de testes em cães discutida, usam esta crueldade primitiva para liberarem, pasmem, cópias do que outros inventaram.

Resta indubitável que o uso de cães se assenta na questão econômica e/ou limitação tecnológica nacional de testes alternativos, mais sofisticados e caros. Em palavras chulas, a solução cruel tupiniquim.

Ademais, causa profunda estranheza a negativa por parte da Royal de divulgação dos dados. A fórmula química e a pesquisa clínica das drogas é de domínio público para o crivo e/ou eventual contestação da comunidade científica mundial. Não se libera legalmente drogas que não divulgam os resultados clínicos, sejam eles contra ou a favor.

Sigilo, nesta área é permitido apenas no segredo industrial de sua produção, e a patente é feita com a descoberta da fórmula, lá atrás.

Assim, a publicização dos dados é imperativa pela própria natureza do ramo, e não só, o que já seria suficiente, por haver dinheiro público envolvido.

Com os dados em mãos poderemos contestar a imprescindibilidade dos testes em cães e, ademais, adquirir mais provas de atos cruéis, incompatíveis com o preceito constitucional (art. 225 da CF/88).

A mentira não resiste à luz do sol. É este o medo?”

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Peixes copiam uns aos outros para aumentar chance de sobreviver


Pesquisa constatou que espécies diferentes utilizam a técnica para enganar predadores

Espécies diferentes de peixes amazônicos copiam fisicamente umas às outras (Foto: Markos Alexandrou)

Já é conhecido entre biólogos um mecanismo de autodefesa em que uma espécie copia a aparência de outra para enganar predadores. O recurso, chamado mimetismo mülleriano e comum em borboletas, também é usado por peixes brasileiros, segundo estudo divulgado hoje pela revista Nature.

Cientistas liderados por Martin Taylor, da Universidade de Bangor, no Reino Unido, publicaram nesta quarta-feira (5) sua pesquisa descrevendo um novo exemplo desta técnica de sobrevivência em peixes cascudos que habitam a Bacia Amazônica. “Escolhemos os cascudos para este estudo pois sabíamos que existiam muitas espécies com enormes semelhanças corporais que viviam no mesmo ambiente”, afirmou ao iG Claudio Oliveira, um dos autores do estudo, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu.

Os peixes estudados (também conhecidos como peixes-gato ou lampreias) são da subfamília dos Corydoradinae que usam espinhos venenosos para se defender, e os pesquisadores descobriram que até três espécies diferentes deles com características corporais muito semelhantes chegam a conviver no mesmo local: uma forma básica de lembrar aos predadores que pode ser um mau negócio chegar perto. “Nossos resultados mostram que os processos seletivos que levam espécies diferentes a ficarem mais parecidas são muito importantes no processo evolutivo. No caso de duas ou mais espécies que têm seu mecanismo próprio de defesa ficarem parecidas (mimetismo mülleriano) isso amplia as suas chances de sobrevivência”, explicou Oliveira.

O trabalho também mostrou que a maioria das espécies que copiam fisicamente umas às outras não compete por recursos como comida, o que faz com que, apesar de toda a semelhança, consigam viver lado a lado em paz. Mais do que isso, elas geralmente não são parentes próximas. Já as espécies aparentadas têm em geral a mesma dieta, tendem a não copiar fisicamente seus parentes mais próximos e preferem viver longe uns dos outros.

Fonte: Último Segundo

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