Destaques

Canadá proibirá sacos plásticos até 2021 para proteger o meio ambiente

Sacolas plásticas serão banidas do Canadá | Foto: Reprodução Pixabay

A partir de 2021, os canadenses precisarão se lembrar de levar sacolas reutilizáveis ao irem aos supermercados. Isso por que o país anunciou que proibirá sacolas plásticas até o final do próximo ano. Também incluídos na proibição estão produtos plásticos de uso único, como colheres, canudos, anéis de lata de refrigerante de seis embalagens, utensílios e recipientes de comida.

A proibição radical do plástico de uso único faz parte do compromisso do país em atingir zero resíduos de plástico até 2030.

Lixo plástico | Foto: Reprodução Pixabay

Em coletiva de imprensa, Jonathan Wilkinson, Ministro do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do Canadá, declarou: “A poluição do plástico ameaça nosso ambiente natural. Enche nossos rios ou lagos e, mais particularmente, nossos oceanos, sufocando a vida selvagem que ali vive. Os canadenses veem o impacto que a poluição tem de costa a costa”.

Segundo informações do governo canadense, cerca de três milhões de toneladas de plástico são desperdiçadas a cada ano. Desse total, apenas nove por cento são reciclados; o resto acaba em aterros ou no meio ambiente.

Em um artigo de opinião publicado no jornal canadense The Chronicle Herald, o ministro Wilkinson disse que esse número é “o equivalente a 570 sacos de lixo cheios de plástico a cada minuto, todos os dias”. E continuou: “Estima-se que, se não fizermos nada a respeito, em apenas 30 anos, poderá haver mais plástico do que peixes no oceano”.

Poluição de praias com lixo plástico | Foto: Reprodução Pixabay

Além disso, Wilkinson apontou que os resíduos plásticos representam cerca de US$ 8 bilhões em valor investido e perdido no meio ambiente, sem qualquer função real.

Mas o ministro acrescentou que a proibição não se aplicaria a equipamentos de proteção individual e a vários plásticos usados ​​na área médica.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Pessoas estão consumindo menos proteína animal na Europa

Hambúrguer vagano | Foto: Reprodução Pixabay

De acordo com estudos publicados pela revista New Food Magazine, pessoas em todo o continente europeu, estão reduzindo o consumo de carne ‘muito mais rápido do que se era esperado’.

A empresa holandesa responsável pela pesquisa, a Griffith Foods realizou uma pesquisa sobre comportamento do consumidor, entrevistando cerca de 4.000 pessoas no Reino Unido, Alemanha, França e Holanda.

Segundo a organização houve uma mudança significativa no consumo das pessoas, este comportamento foi classificado como “flexibilização emergente” que são indivíduos que desejam ativamente reduzir o consumo de carne e experimentar proteínas alternativas   .

Além disso, pesquisa descobriu que as pessoas estão buscando opções veganas e vegetarianas não convencionais, como alimentos de origem asiática, mediterrânea ao invés dos tradicionais hambúrgueres vegetarianos.

Jantar vegano | Foto: Reprodução Pixabay

Em relação a carne, estes consumidores têm buscado alimentos com texturas mais semelhantes a proteína animal e diferente de muitas opções disponíveis no mercado atualmente.

O presidente da Griffith Foods, conta que: “Isso tem implicações importantes para os fabricantes e produtores de varejo de alimentos e sua resposta para capturar e atender a esse mercado de massa recém-descoberto” e demonstra estar otimista com a mudança de hábitos populacional “É empolgante para nossos clientes, pois esse novo grupo demográfico, ainda em sua infância, tem um grande apetite por opções e mudanças”.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Queda no consumo de leite leva fazendeiros a optar pelo cultivo de vegetais

Entre 1986 e 2016, o consumo anual de leite diminuiu cerca de 42 quilos por pessoa, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

John Urbanchuk, professor de agronegócio da Delaware Valley University, comentou sobre a mudança do mercado: “O consumo de leite fluido per capita caiu 9,7% nos últimos cinco anos, o consumo de sorvetes caiu 3,3%. As pessoas simplesmente não estão consumindo leite e a indústria de laticínios sente os impactos”.

O leite de arroz é uma opção que têm sido amplamente adotada após a queda no consumo do leite comum.
O leite de arroz é uma opção que tem sido amplamente adotada por consumidores veganos. Foto: Divulgação

Esses dados proporcionam às empresas de laticínios um futuro incerto. No mês passado, a cooperativa internacional de lácteos, Arla Foods, encerrou os contratos de 11 empresas de laticínios devido à superprodução e à “volatilidade do mercado”.

A notícia é semelhante para a Grassland Dairy Producers, que se desligou de 75 fornecedores independentes de laticínios no ano passado, e para a Dean Foods, que encerrou contratos com dezenas de seus fornecedores de laticínios, também devido à queda nas vendas.

De acordo com dados publicados pelo Center for Dairy Excellence, o número de fazendas leiteiras na Pensilvânia diminuiu em 800 desde 2012, com 80 delas fechadas nos últimos dois anos.

A notícia é animadora para os animais. A queda na indústria de laticínios indica que milhões de vacas deixarão de ser exploradas.

Urbanchuck sugere que os agricultores utilizem seus conhecimentos no campo para o cultivo agrícola. “Os agricultores com bom solo podem produzir outras culturas, o que pode proporcionar uma oportunidade para permanecer na agricultura”, comentou o acadêmico.

Dessa forma, vários produtores de leite estão considerando mudar para negócios baseados em plantas. A marca de leite baseada em vegetais,Elmhurst, é um exemplo de empresa que fez exatamente isso. Após 92 anos de fabricação de laticínios, reformulou a marca em 2016 com a mudança do leite de vaca para bebidas à base de vegetais. “Estava na hora de abraçar um novo modelo e olhar para o futuro”, disse o CEO Henry Schwartz no ano passado.

Outros dados refletem uma forte preferência do consumidor por produtos à base de produtos lácteos veganos e vegetais. Os resultados da pesquisa divulgados em abril revelaram que metade dos consumidores norte-americanos que compram produtos lácteos também consomem alternativas veganas.

​Read More
Marca Hugo Boss criou nova coleção de sapatos com couro vegano de abacaxi (Foto: Hugo Boss)
Notícias

Popularidade do couro vegano ameaça o mercado de couro de vaca

Em décadas passadas, a demanda do consumidor por couros tradicionais era alta, especialmente quando se tratava de calçados. Mas, nos últimos anos, muitos compradores se conscientizaram das implicações ambientais e éticas do uso de couro de vaca e começaram a rejeitar o material.

Marca Hugo Boss criou nova coleção de sapatos com couro vegano de abacaxi (Foto: Hugo Boss)
Marca Hugo Boss criou nova coleção de sapatos com couro vegano de abacaxi (Foto: Hugo Boss)

Essa mudança nas atitudes do consumidor levou inúmeras marcas a introduzir sapatos feitos de materiais que não vêm de animais. As alternativas ao produto são diversas, como plástico, cogumelos, abacaxi, microfibra, entre outros.

Além disso, a qualidade do couro sintético aumentou tanto que a maioria dos consumidores não consegue sequer distingui-lo do verdadeiro.

De acordo com Jocelyn Thornton, vice-presidente sênior de serviços de criação de uma empresa de consultoria de moda e varejo chamada Doneger Group, os consumidores mais jovens estão na vanguarda da tendência de abandonar o couro real.

Como Thornton explicou, nos dias de hoje, as pessoas nesta faixa etária preferem sapatos mais casuais como tênis, ao invés de sapatos sociais, diminuindo naturalmente sua demanda por couro.

Além disso, acrescentou Thornton, os compradores mais jovens estão procurando marcas com uma “história boa” por trás de sua produção. Isso sugere um desejo por sapatos produzidos com responsabilidade entre esses consumidores.

“Eles não estão necessariamente procurando sintéticos. Eles estão apenas procurando por coisas que são melhores para o meio ambiente, melhores para o futuro “, disse Thornton.

Dessa forma, a busca por alternativas reduziu significativamente a demanda por couro genuíno.

A grande seca de 2014 nos Estados Unidos, que diminuiu consideravelmente o número de bois, e consequentemente aumentou o preço do couro, também é um fator no encolhimento do mercado.

Em 2016, as vendas de calçados de couro caíram 12%, enquanto as vendas de calçados esportivos tiveram um aumento de 14,3%, de acordo com a Statista, uma empresa de pesquisa de mercado sediada em Hamburgo.

Logo, essa indústria está perdendo espaço para a crescente popularidade das alternativas veganas.

É animador saber que muitos consumidores estão mudando seus hábitos de compra em prol do bem-estar animal ​​e do planeta.

​Read More
Notícias

Empresas australianas se adaptam à demanda de produtos veganos no país

São vários os estudos que trazem dados sobre o aumento do veganismo no mundo. Seja pelo aumento de adeptos desse estilo de vida no Reino Unido, nos Estados Unidos, e até mesmo no Brasil, ou então pela dieta ser enxergada como uma ameaça por produtores de carne. O crescimento é real.

Reprodução | Plant Based News

Agora a Austrália tem sentido os efeitos: uma grande rede de mercados, a Woolworths, se viu obrigada a colocar mais produtos veganos nas prateleiras das lojas. O aumento da procura por esse tipo de alimento foi tanto que ela não teve outra opção.

“Nós vimos um forte aumento na demanda por produtos veganos no ano passado, e estamos trabalhando para criar mais opções e variedade para os nossos consumidores,” disse um porta-voz da empresa em entrevista ao portal 7 News.

“Nos últimos 12 meses, nós adicionamos dezenas de novos produtos, incluindo queijos, sorvetes e refeições veganas.”

Reprodução | Rota do Canguru

De acordo com relatórios da empresa, o crescimento foi de 10% no período de um ano, e a estimativa é de que essa porcentagem se eleve cada vez mais.
“Tudo indica que essa categoria só vai continuar a crescer e estamos focados em alcançar alta qualidade de produtos convenientes e acessíveis a eles,” completa o porta-voz.

No início deste ano, foi divulgado uma pesquisa feita por empresa de mercado na Austrália que, de fato, registrou um crescimento muito grande do setor de comidas de origem vegetal no país. De acordo com ele, esse setor de mercado foi o 3º com crescimento mais rápido do mundo.

Isso significa que a realidade vivida pela Woolworths não será única, e em breve cada vez mais empresas e estabelecimentos australianos terão que buscar mais alternativas livres de crueldade animal para satisfazer a demanda dos consumidores do país.

​Read More
Notícias

Procura por cosméticos e opções veganas cresce na Índia

Informações de um relatório da empresa Market Research Future revelaram que o mercado dos cosméticos veganos, ou “cruelty-free”, deve crescer cerca de 6,1% entre os anos de 2017 e 2023. A Índia é o principal exportador deles.

Em entrevista para o veículo Indian Express, Shankar Prasad, criador da marca de cosméticos Plum, afirma que o “veganismo é um segmento relativamente recente na área da beleza, e coincidiu com a chegada do consumidor consciente.”

Reprodução | Indian Express

A Plum foi a primeira loja online de cosméticos no país a vender produtos 100% veganos. Para Prasad, o consumidor consciente é aquele que vai além do egocentrismo, e se importa com o que está em jogo na produção do que irá comprar. E a preocupação com os impactos que as próprias ações têm no meio ambiente e na sociedade, tem tudo a ver com veganismo.

No final do ano passado, o empresário se juntou a um colega, Piyush Grover, e lançou mais uma marca vegana, chamada Svana Therapy. Assim como a Plum, Svana Therapy “explora a natureza e seu potencial curativo”. É uma forma não apenas de gerar menos impactos, como também de conectar as pessoas ao meio ambiente.

Captura de tela | VOGUE

A popularidade do veganismo já era inegável decorrente dos cenários de queda na indústria da beleza. No Reino Unido, os cosméticos veganos tiveram um aumento de 38% em 12 meses, já que os consumidores adotam estilos de vida mais focados no bem-estar geral, segundo informações do portal Livekindly. 

“O veganismo está dominando mais do que só as opções no cardápio esse ano”, relatou a Vogue, em resposta a esses resultados. Moda e cosméticos veganos são as principais tendências de investimento esse ano.

​Read More
Notícias

Loja online portuguesa inova ao oferecer alimentos e produtos veganos

A marca foi criada quando Joana Souza procurava incessantemente por produtos veganos em supermercados e não encontrava o que queria, o que fez com que ela fosse buscar na Internet. Ao se unir com suas amigas Cristina Cardoso e Magali Villars “de repente surgiu esta ideia”.

“A Veganize Box nasceu de uma necessidade de encontrar alternativas saudáveis”, afirma Joana Souza uma das fundadoras da marca.

Alimentação vegana
A marca vende produtos saudáveis e conscientes (Foto: Reprodução / Nit.pt)

Inicialmente, elas criaram uma loja online, mas em pouco tempo já haviam expandido para outros segmentos fora da área de alimentação, passando de uma simples pesquisa para algo profissional.

“Eu procurava muitas opções fora do país e comecei a encontrar produtos de beleza veganos, como desodorizantes, e decidimos aventurar-nos”.

Atualmente, as amigas e sócias contam que estão dedicadas plenamente a este projeto e estão abertas a adentrar em novas alternativas veganas, biológicas e éticas. Por isso, elas reforçam o conceito através do lema da marca: “Escolhas conscientes e sem maus-tratos a animais”.

“Vemos o corpo como um todo. Isto é, queremos alternativas saudáveis para nós na alimentação, mas também nos cuidados de pele e de cabelo, por exemplo”, destaca a Joana.

Elas contam que ao comprar produtos da Veganize Box, você está fazendo uma escolha saudável e ética com o meio ambiente.

“Temos infusões alcalinas, um spray de magnésio para as dores musculares, o sumo de haloé, comprimidos para estabilizar a flora intestinal e chocolate com proteína elevada”, explica.

Além de produtos vendidos separadamente, a loja também oferece um box mensal, outro de produtos cosméticos e outro com produtos voltado para o público masculino. E para completar, o comprador tem a opção de construir um box online totalmente personalizado.

O valor dos produtos dos boxes, que são de fornecedores portugueses e estrangeiros, variam entre seis a dez euros. A quantia total fica em 24,90€.

Para acessar a loja online basta acessar aqui.

​Read More
Notícias

Ativistas fazem manifestação contra o uso do couro

Por Giovanna Chinellato  (da Redação)

Foto: PETA

A PETA Índia fez um protesto contra o uso de couro em um shopping center movimentado durante a Feira Internacional de Produtos de Couro, que acontecia nas proximidades.

As cabeças de vacas feitas em pelúcia, tingidas de vermelho para simbolizar o sangue e penduradas em ganchos, chamaram a atenção da mídia nacional e de compradores que transitavam a área. Os manifestantes aproveitaram a atenção para contar e recontar como são mortos os animais que viram sapatos – na Índia e nos EUA, eles têm a garganta cortada sem anestesia e muitas vezes são esfolados ainda vivos.

A PETA Índia pede que os consumidores optem por alternativas sintéticas e opções livres de crueldade.

Fonte: The PETA Files

​Read More
Notícias

Educação ambiental é objetivo da Patrulha Ambiental Mirim no RS

Uma atividade de integração dará início na próxima quinta-feira, 7, ao projeto Patrulha Ambiental Mirim 2010, promovido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) na Praia do Cassino (RS). O projeto será realizado no Centro de Educação Ambiental da SMMA e neste ano terá três turmas: a Dente de Leite, com crianças de 5 e 6 anos, e também turmas de 7 a 8 e de 9 a 10 anos. As atividades serão realizadas nas terças, quartas e quintas-feiras – um dia para cada turma – a partir das 15h.

Conforme a secretária de meio ambiente do município, Mara Núbia Cezar Oliveira, o encontro inaugural, na próxima quinta, irá reunir as três turmas para apresentação do projeto e atividades de integração entre as crianças.

O projeto tem como objetivo desenvolver atividades de educação ambiental, tratando de temas globais contextualizando com o local e buscando o desenvolvimento de práticas que visem à sustentabilidade ambiental.

As atividades incluem palestras, sessões de vídeo, distribuição de material informativo, dança, música, arte, caminhadas pela orla marítima, entre outras. Os participantes terão também orientações para um consumo consciente da água, cuidado com os animais, hora do conto, preservação das dunas, impactos do veraneio, entre outros. “A maioria das ações é voltada para minimizar os impactos do veraneio. O objetivo é de que as crianças multipliquem esses conhecimentos e que os familiares e amigos adotem essa consciência”, afirma.

Primeiro tema

Depois do encontro inaugural, a primeira atividade que será trabalhada com as turmas será o Viveiro de Mudas. Segundo Mara Núbia, as crianças irão aprender a preparar um minhocário para a produção de adubo orgânico e também receberão orientações para o plantio de mudas, como fazer, quais cuidados tomar, tipo de espécies recomendadas para arborização urbana, entre outras. A secretária afirma que este será o primeiro trabalho de educação ambiental voltado para o Plano Diretor de Arborização Urbana, elaborado recentemente pelo Executivo Municipal.

Vagas e inscrições

De acordo com a secretária ainda há vagas para participar do projeto. Interessados devem inscrever-se na sede da SMMA (antigo prédio da Estação Ferroviária, 1º andar), no horário das 13h às 18h30. O Centro de Educação Ambiental da SMMA, onde será desenvolvido a Patrulha Ambiental Mirim, é situado na rua Maria Araújo, 470. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (53) 3035-8375 e 3035-8376.

Fonte: Jornal Agora

​Read More