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Cão idoso realiza seu último desejo antes de morrer: ser amado pela primeira vez em sua vida

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/PawshPal, Youtube
Reprodução/PawshPal, Youtube

Um vídeo comovente publicado pelo PawshPal, um site de Cingapura dedicado a arrecadar dinheiro para causas de proteção animal, conta a história de partir o coração de Ol Boy, um cão abandonado, solitário e negligenciado que foi encontrado ferido e deitado em seus próprios excrementos pela equipe da organização Save Our Street Dogs (SOSD ).

Um exame veterinário descobriu que ele tinha vários problemas de saúde, incluindo anemia, febre do carrapato e câncer. Ele também era incapaz de andar devido a uma doença muscular.

No entanto, Ol Boy deixou claro, por meio de um comunicador animal, que não queria ter sua morte induzida. Tudo o que ele almejava era sentir o amor e o calor de uma família pela primeira vez em sua vida e falecer naturalmente.

De acordo com este desejo, o cão foi levado para casa por membros da equipe SOSD, que permaneceram ao seu lado até o último momento, confortando-0 sempre que ele gritava de dor.

Sua última ação foi levantar-se e beber um pouco de água às 2 horas antes de morrer duas horas depois com seus novos amigos – humanos e caninos – ao seu lado. Mais tarde, ele foi cremado e suas cinzas foram espalhadas em um campo aberto ao lado de uma praia, onde, como seus cuidadores disseram, ele poderia “finalmente correr livre”.

A mensagem de despedida contundente deste vídeo é: “Os cães abandonados não pedem nada material, nem fortuna ou fama. Tudo o que eles pedem é nosso amor e compreensão”, informou o One Green Planet.

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Você é o Repórter

Gatinha abandonada em fábrica finalmente conhece o amor em São Paulo (SP)

Vânia Lopes
Vanialopes05@gmail.com

Muitos devem se lembrar da história da gatinha Nina. Ela vivia em situação de abandono em uma fábrica na zona Sul de SP. Protetores cuidavam de Nina local devido à falta de lares temporários. Nina foi castrada e após uma intensa mobilização de protetores e voluntários, Nina finalmente teve a chance de encontrar uma família e receber amor. Atualmente, Nina tem um lar seguro e um companheiro de quatro patas para brincar. Um verdadeiro final feliz possibilitado pela adoção e a solidariedade.

Nina
Divulgação
Nina+mimada!
Divulgação
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Artigos

Animais. Quem conhece, ama

Quando o assunto é defesa de animais, Nina Rosa Jacob, fundadora do Instituto Nina Rosa – Projetos por Amor à Vida – em São Paulo, não tem meias palavras: o ser humano deve respeitar os animais assim como deseja ser respeitado. É por isso que ela acredita que a criação da Delegacia do Animal é uma necessidade.
 
O que a levou à decisão de criar o Instituto Nina Rosa?

O amor pelos animais e a necessidade de servir de voz para eles. Esse amor foi revelado pela convivência com a cadela Chica. Em 1994 iniciei trabalhos de protetora solitária e voluntária em outras ONG’s. Em 2000  materializou-se o Instituto.
 
Quais as atividades básicas do Instituto Nina Rosa atualmente?

Produção de material educativo para a valorização da vida animal e educação humanitária com objetivo de informar e sensibilizar a sociedade.
 
Qual a importância de um trabalho assim numa cidade como São Paulo?

Valores como compaixão, solidariedade, respeito a seres de todas as espécies, tornaram-se imprescindíveis para a conquista de sociedade mais justa e pacífica.
 
Que leis você considera importantes em relação aos animais?

Que o ser humano abandone o especismo que vem aprendendo e praticando ao longo de muitos anos e passe a coabitar na terra com outras espécies em termos de igualdade de direitos.
 
O que ainda falta, em termos de legislação?

O que falta no Brasil é a seriedade na fiscalização do cumprimento das leis. Creio, também – a exemplo da Delegacia da Mulher –, que deveria ser implantada a Delegacia do Animal, pois a maioria dos policiais que atendem nas delegacias desconhece leis que hipoteticamente os protegem. 
O que cada um pode fazer pelos animais?

Acredito que infratores poderiam prestar (por longos períodos) serviços monitorados em abrigos de animais para terem a oportunidade de acompanhar a vida daqueles animais e suas necessidades. Acho que seria muito difícil resistir a amá-los, o que provocaria uma mudança interna.

O amor incondicional de que os animais são capazes pode ser poderosa fonte de cura. Há animais que trabalham em penitenciárias nos Estados Unidos, no sentido de despertar ou resgatar nos presidiários afeto e ternura perdidos.

Animais têm sido utilizados como produtos de alimentação, diversão, vestuário e muitas outras finalidades egoístas e imorais, visando lucro. Cada um de nós, como consumidor, pode mudar essa realidade e contribuir para libertá-los, se  optar por um consumo ético. Há que se informar e ser responsável pelas próprias escolhas.


Fonte
Vida Integral

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