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Atriz Kristen Bell usa popularidade para mostrar importância da adoção

A atriz norte-americana Kristen Bell é uma das pessoas que valoriza a necessidade da adoção de animais abandonados. Antes dela se tornar mães de suas meninas, Kristen decidiu praticar seus instintos maternos com uma filha de quatro patas, a Lola.

Atrz aparece abraçando cadelinha idosa
A atriz adotou a cadelinha Lola há 13 anos atrás, em um abrigo (Foto: Reprodução / Instagram)

A cadelinha Lola foi adotada há cerca de 13 anos e foi o primeiro animal de Kristen em sua vida adulta. Ela conta que já teve outros cães durante a infância. “Para mim, são apenas crianças que eu não dei à luz”, diz.

A partir de todo esse amor pelos animais, a atriz conta que vê a adoção de animais como um assunto sério e de grande importância.

Atriz aparece em vídeo sentada com cadela adotada no colo
A atriz Kristen afirma que vê os cães como filhos (Foto: Reprodução / Instagram)

“Eu escolhi adotar ao invés de ir para um criador porque queria um membro da família, não uma bolsa de mão”, diz a atriz em um vídeo que aparece sentada com a cadela Lola no colo. “Deve ser menos sobre a compra e mais sobre a conexão com alguém que também precisa de alguma companhia”, defende Kristen.

Além de adotar, Kristen também está usando sua popularidade para incentivar outras pessoas a adotarem animais abandonados e resgatados, de forma responsável.

 

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Você é o Repórter

Tutora conta sobre os benefícios da adoção de animais resgatados das ruas

Jamille Avelino
jam.castroav@gmail.com

Bruce e Mel levaram muita alegria para a casa da família de Jamille (Foto: Divulgação)

A leitora da ANDA Jamille Avelino procurou a redação para contar um pouco sobre a história de adoção dos seus dois cães sem raça definida, Mel e Bruce. O objetivo é inspirar e estimular que mais pessoas adotem animais que precisam e que não gastem dinheiro financiando a venda de seres sencientes como produtos.

A mãe da empresária Jamille mostrou à filha a intenção de comprar um cão da raça maltês. Contudo, Jamille explicou à mãe sobre a importância da adoção de animais em situação de rua. “Expliquei que se ela adotasse, estaria ajudando a tirar um animal da rua, seria de graça e que este cãozinho traria a mesma alegria e com algumas vantagens por não ter raça definida, já que estes animais geralmente apresentam menos riscos de desenvolver doenças genéticas do que os cães de raça”, explica.

Um tempo depois da conversa entre mãe e filha, Jamille não acreditava que a mãe tivesse se convencido sobre os benefícios da adoção, mas foi surpreendida. “Minha mãe foi comprar itens para a casa quando se deparou com uma feira de adoção de cães. Por acaso seu coração foi tocado quando viu um cão de cor caramelo com idade aproximada de 1 ano. Ela decidiu que levaria ele. No entanto, quando voltou das compras, o cão já havia sido adotado por outra pessoa”, lamenta.

Ela achou que o acontecimento faria que a mãe desistisse da ideia de adotar, mas ela disse que aquele cãozinho tinha um irmão que não estava na feira. A empresária, então, contatou a organização da feira e, no dia seguinte, elas adotaram o Bruce: um cão muito tímido, quieto e medroso, por conta de um passado de maus-tratos.

“Ele literalmente não se mexia. Ninguém da casa simpatizou com ele por conta disso, mas eu não desisti. Depois de boas doses de carinho, atenção, conversa, paciência e dedicação, consegui ver melhoras no comportamento dele comigo, pois comecei a ganhar a confiança dele. Em 3 dias, minha mãe já tinha desistido e queria devolvê-lo”, afirma a leitora.

Mas Jamille não desistiu e convenceu a mãe de que o cãozinho assustado e recluso melhoraria seu temperamento se adotassem outro animal. “Com 15 dias que o Bruce estava com a gente, adotamos a Mel, de aproximadamente 1 ano, para ajudar o Bruce a perder seus medos, se sentir menos sozinho e aprender novos comportamentos. No primeiro dia da Mel em casa, o Bruce começou a beber água, porque viu ela beber, ficou mais próximo das pessoas da casa disputando por atenção e também mostrou estar muito feliz por ter companhia. Passeou com mais vitalidade e começou a dar menos importância aos barulhos ao redor que o assustava. Três dias depois e ele já é outro cachorro. Cada dia ele se mostra mais agradecido a todo amor, carinho e dedicação que dedicamos a ele. E isso não tem preço. Ele se sente protegido em casa e demonstra muito amor por todos que se dedicam a ele”, conta.

A cadelinha Mel é mestiça de labrador e por isso levou muita energia para a casa de Jamille. “Se puder, ela quer dar a volta ao mundo. Estou aproveitando essa energia para fazer caminhadas com ela e voltar a fazer exercícios. Desde que virei empresária engordei 30kg e a Mel está sendo minha personal trainer”, diz.

Jamille conta que todo amor é retribuído. ” Nós fazemos a vida deles melhor e eles fazem a nossa. Eu e minha mãe estamos muito mais felizes depois que adotamos o Bruce e a Mel, são como filhos e netos”, conta, orgulhosa.
“Espero que as pessoas tenham cada dia mais consciência em relação à adoção de animais”, pois segundo ela é tudo de bom!
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Notícias

Empresa é alvo de críticas após fazer campanha de financiamento para compra de animais

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Notícias ao Minuto

A empresa portuguesa El Corte Inglês, que vende roupas, acessórios e itens para casa, lançou uma campanha de financiamento para a compra de animais domésticos. Nela, é dada ao cliente a possibilidade de comprar um animal pagando seu “preço” durante 12 meses sem juros, em compras acima de 200 euros.

Ativistas e defensores dos direitos animais se colocaram totalmente contra a campanha absurda, que vende seres vivos enquanto há diversos outros na ruas e abrigos em busca de um lar.

A Organização Intervenção e Resgate Animal (IRA) está denunciando o caso em sua página do Facebook. “Isto é promover o abandono dos animais e manter os que se encontram para adoção, nos canis municipais e associações”, escreve, repudiando a campanha que “estimula a aquisição dos animais por facilitismo sem qualquer responsabilidade para com o mesmo e contraria a legislação em vigor, onde os animais deixam de ser ‘coisas'”, completa.

Críticas também foram feitas na página do Facebook da empresa. “Estou em estado de choque”, lê-se num comentário. “Se isto é verdade, é vergonhoso”, lê-se em outro.

A empresa foi tão bombardeada que se viu obrigada a voltar atrás da campanha ultrajante contra a vida animal. “Assim, queremos reforçar que, no El Corte Inglés, tudo fazemos para garantir que os animais merecem sempre o melhor tratamento. De qualquer forma, no seguimento dos comentários que recebemos e que mereceram toda a nossa atenção, já estamos a tomar as devidas medidas. Neste momento, estamos a recolher este material de comunicação e a analisar a situação internamente”, garantiu a loja em sua página na rede social.

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