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Dia Mundial do Coração: saiba como prevenir doenças cardíacas em cães e gatos

Dia Mundial do Coração: 3 maneiras de prevenir doenças cardíacas em cães e gatos
Foto: Reprodução/pixabay

No dia 29 de setembro, celebra-se o Dia Mundial do Coração, data que chama atenção para a principal causa de morte no mundo: as doenças cardiovasculares. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), estima-se que, somente em 2015, mais de 17 milhões de pessoas morreram por essas enfermidades.

Mas não é somente os humanos que sofrem com problemas cardíacos. Entre os animais, também são comuns as doenças relacionadas ao coração, em especial nos animais mais idosos: pelo menos um em cada dez cães tornam-se cardiopatas quando envelhecem, entre os 9 e 11 anos de idade.

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Então previna seu cãozinho e seu gatinho de possíveis doenças cardíacas: confira abaixo três dicas:

Faça exames regularmente: faça exames, de preferência o exame de eletrocardiograma (ECG) uma vez por ano, durante a vida adulta, e a cada seis meses a partir dos 8 anos. Essa é a melhor forma para evitar que um problema que começa pequeno se instale e só seja percebido tardiamente. Através do (ECG) é possível diagnosticar possíveis falhas congênitas, que podem levar mesmo filhotes a óbito, ou adquiridas em qualquer idade, identificando e iniciando o tratamento mais adequado rapidamente, garantindo a qualidade de vida do animal.

Dia Mundial do Coração: 3 maneiras de prevenir doenças cardíacas em cães e gatos
Foto: Reprodução/ Pixabay

Preste atenção no comportamento: observar o animal na rotina diária é uma boa forma de perceber se há algo de errado com ele. Assim como nos humanos, as cardiopatias também se refletem no comportamento. Nos cães, elas provocam sintomas de cansaço ou fadiga em excesso, tosse crônica, aumento do volume abdominal, gengiva pálida ou arroxeada, dificuldade respiratória, redução de apetite e consequentemente emagrecimento, tonteiras e desmaios. Nos gatos, os maiores sintomas são paralisia nos membros e dificuldade respiratória.

Promova uma alimentação adequada: uma alimentação saudável e balanceada também colabora para a prevenção de doenças cardíacas. Evite alimentos gordurosos ou com excesso de sal. Dê preferência às rações secas e evite os snacks, ricos em calorias, sódio, açúcar, conservantes, corantes e cafeína. Faça seu animal se movimentar, faça ele correr e praticar exercícios físicos diariamente.

Foto: Reprodução/Pixabay

# Cuide do seu animalzinho, como se tivesse cuidando de si próprio.


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Setembro Amarelo: morte de gatinho acende discussão sobre o suicídio animal

Setembro amarelo: morte de gatinho acende discussão sobre o suicídio animal
Foto: Arquivo Pessoal/ Priscila Nogueira

Em 1845, uma história curiosa apareceu nas páginas do Illustrated London News, um jornal da capital britânica. Um cachorro preto, descrito como “fino, bonito e valioso” teria “se jogado na água” em uma provável tentativa de suicídio. Suas pernas e patas estavam “perfeitamente imóveis” – algo incomum para um cão em um rio.

Mais estranho ainda: após ser retirado da água, o cachorro “rapidamente correu para a água e tentou afundar mais uma vez”. O cachorro acabou morrendo, segundo noticiado no jornal britânico da época.

Mas quem pensa que esse caso da capital inglesa é incomum se engana. Para a consultora empresarial Priscila Nogueira, 58 anos, essa triste realidade foi presenciada em 2013. Na época, a ela cuidava de 11 gatos na sua residência no Rio de janeiro e após pedidos de protetores que relataram que não podiam ficar com o animal, ela decidiu adotar o pequeno gato Samir.

No começo, o pequeno gatinho não tinha muito interação com os outros gatos, ficando em um quarto separado por ser filhote. Mas, segundo relatos da tutora, foi a partir do momento que Samir começou a conviver com os outros gatos que começaram os problemas.

Setembro amarelo: morte de gatinho acende discussão sobre o suicídio animal
Foto: Arquivo Pessoal/ Priscila Nogueira

“Quando ele passou a ter mais interação com os outros gatos, ele começou a apanhar muito. Na época eu cuidava de mais de 11 gatos e três deles eram muito territorialistas e não gostavam dele de jeito nenhum”, relembrou a consultora empresarial em entrevista à ANDA.

“Ele era um gato que não saia do meu colo, porque ele tinha medo dos outros gatos. E para a minha infelicidade teve um dia que eu já estava no meu apartamento em São Paulo, trabalhando no meu escritório quando eu vi o Samir correndo para a janela e uma gata preta correndo atrás dele”, disse.

“Dali a pouco, uns cinco minutos depois toca meu interfone, o porteiro do meu condomínio perguntando se eu tinha um gato preto e branco, eu disse que sim. Ele infelizmente me disse que tinha caído um gato das janelas dos apartamentos e tinha vindo à óbito. Mas até o momento não acreditava que seria o Samir, fiquei desconfiada e decidi ir no quarto e olhar a janela, e para minha triste surpresa, quando olhei a janela, ela estava toda cortada, o Samir roeu a tela e pulou”, declarou Priscila.

Para a consultora empresarial esse momento foi um dos episódios mais difíceis da sua vida. “Para mim foi chocante, foi uma situação que nunca tinha presenciado na minha vida e olha que tenho gatos desde meus nove anos de idade”, relatou.

Priscila ainda conta que após o acontecido começou a prestar mais atenção na rotina e no convívio entre os seus gatos. “Meus gatos sempre foram muito tranquilos e sociáveis. Mas pela primeira vez eu pensei no que o veterinário falava, que eu tinha gatos demais e que os gatos são animais territorialistas”, salientou a cuidadora.

Atualmente, a consultora tutela sete gatos, os mesmos gatos que tinha na época do acidente. “Não adotei nenhum gato depois do acidente do Samir, respeitei o fato de que poderia causar muito estresse aos gatos da minha casa”, concluiu Priscila.

Gatos podem se suicidar?

Para a bióloga, mestre e doutora em psicobiologia Juliana Damasceno, 32 anos, especialista em comportamento e bem-estar dos gatos, é improvável que um gato possa se suicidar.

“Os gatos, como qualquer animal, são extremamente ligados à sua ancestralidade e ao seu comportamento selvagem. Eles têm um instinto de sobrevivência acima de tudo. Então nesse caso, do gato (Samir), ele roeu a tela na tentativa de fugir daquele ambiente hostil, onde ele estava sendo expulso”, declarou a especialista.

“Jamais um gato vai se jogar de um ambiente, o estresse desse gatinho foi tão alto que ele roeu a tela para escapar daquele espaço no qual estavam os agentes estressores prejudiciais a sua saúde física e psicológica”, afirmou a bióloga.

Para a bióloga, as pessoas têm que ficar atentas ao comportamento e ao manejo dos gatos quando existem mais de um felino em casa, prática conhecida como “multicat”.

“Quando a gente força os gatos a saírem das suas colônias e coloca esses animais para conviver em sociedade isso pode provocar conflitos, pois, eles vêm de origens diferentes, então é essencial um manejo adequado em casas que existem mais de um gato”, ressaltou Juliana.

Foto: Arquivo Pessoal/ Priscila Nogueira

Segundo a pesquisadora, existe outro problema muito comum em um relacionamento entre humanos e os gatos, que é a transferência de características humanas para os animais, conhecido como “humanização”.

“As pessoas têm que procurar profissionais capacitados para auxiliar a identificar as questões que acontecem com os gatos, em níveis comportamentais e fisiológicos, para que consigamos ter um manejo adequado desses animais e não transferir emoções e sentimentos humanos para os animais”, concluiu a especialista.


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Rinocerontes têm chifres removidos para protegê-los de caçadores na África do Sul

Pixabay

Com a caça crescente de rinocerontes, fator que vem ameaçando a maior colônia da espécie, localizada na África do Sul, a organização Save the Rhino organizou uma campanha de prevenção com o objetivo de evitar a prática.

A iniciativa retira os chifres dos animais, de forma indolor e não prejudicial à saúde, para eliminar o interesse dos caçadores, os quais comercializam por preços entre 60.000 e 80.000 dólares o quilo no mercado negro. Na maioria dos casos, os compradores vêm de países do continente asiático, o qual enxerga esse material como um símbolo de status econômicos e detém propriedades medicinais, de acordo com eles.

O procedimento de remoção dos chifres dos rinocerontes é complexo e conta com a participação de um grupo com cerca de 20 pessoas, incluindo veterinários especializados e pilotos de helicópteros. Os animais são localizados e recebem uma dose de sedativo, além de terem os olhos cobertos para evitar assustá-los. Segundo a Save the Rhino, a operação não interfere no comportamento ou autodefesa dos animais após ter passado pela cirurgia.

Por mais que a medida tenha sido efetiva em ocasiões anteriores, a caça desses animais ainda é intensa e seus defensores pedem que os rinocerontes possam estar a salvo dos caçadores em abrigos seguros a todo o momento.


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Com humanos em isolamento, pássaros reaparecem na Nova Zelândia

Kiwi, ave rara que vive na Nova Zelândia (Reprodução/Pixabay/PROMobilePictuers)

O isolamento social imposto aos humanos pelo coronavírus mudou o comportamento da fauna silvestre na Nova Zelândia. Pássaros começaram a ser vistos com mais frequência em uma reserva e sugiram até mesmo nas cidades e na casa das pessoas.

O fenômeno foi notado durante o “lockdown” (bloqueio total que impediu a saída das pessoas às ruas). Apesar da quarentena vivida pela população, o trabalho de conservação às espécies nativas do país, conhecido por defender a biodiversidade, não foi interrompido.

Cinco pássaros da espécie tūturuatu viajaram de avião em uma missão que teve autorização para ser realizada em meio à pandemia por ser considerada essencial pelo Departamento de Conservação. Os animais, que integram uma população composta por apenas 250 aves, foram levados para um santuário em Wellington, capital da Nova Zelândia.

O Zealandia é o primeiro ecossistema urbano totalmente vedado do mundo, segundo informações do portal Catraca Livre. Com 225 hectares, o santuário tem o intuito de restaurar ecossistemas e preservar espécies. O trabalho realizado pelos funcionários do local já levou à reintrodução de 18 espécies de animais selvagens nativas.

E a mudança no comportamento de animais foi notada, também, neste santuário. Por ser aberto à visitação, o local sofreu alterações com a quarentena. Fechada, a reserva não recebeu visitantes, o que abriu espaço para que os animais se sentissem mais tranquilos para circular livremente.

Uma das situações que revelam a mudança no comportamento dos animais foi vivida por um guarda florestal. Ele trabalhava no local quando aves sentaram no guidão de seu quadriciclo – cena nunca registrada antes.

Pássaros também passaram a ser vistos em regiões urbanizadas do país. Mas na opinião da guardiã chefe do santuário de pássaros Zealandia, Ellen Irwin, esse fenômeno pode não estar ligado apenas à mudança de comportamento dos animais.

Nova Zelândia (Reprodução/Pixabay/Andrew-Art)

“Com a vida mais silenciosa e lenta, é possível que as pessoas também estejam desacelerando e percebendo mais os pássaros e a natureza. Talvez eles tenham estado sempre por lá, mas só agora conseguimos vê-los”, comentou Irwin.

Das 168 espécies de aves que vivem na Nova Zelândia, 93 são nativas. Dentre elas, o pássaro kiwi. Raro, o animal é protegido pelo Departamento de Conservação da Nova Zelândia (DOC). O órgão, que é líder mundial em ciência de recuperação de aves, protege os animais do país, incluindo aqueles que estão sob ameaça de extinção e os considerados raros e únicos.


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Cães que dormem na cama do tutor são mais obedientes, revela estudo

Reprodução/Pixabay/Pexels

Cachorros que dormem na cama de seus tutores criam um laço afetivo mais forte com eles. Por conta disso, sentimentos como a ansiedade de separação são amenizados no animal, o que melhora a sensação de conforto e segurança.

Estreitar os laços de companheirismo e amizade com o cão, ao colocá-lo para dormir na cama, resulta, segundo um estudo publicado no periódico científico Human Nature, em animais mais obedientes e comportados.

De acordo com o zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, o Dr. Pet, quanto mais próximo o cão está do tutor, mais fácil é educá-lo.

O especialista afirmou, em entrevista à Revista Casa e Jardim, que há estudos que descrevem o relacionamento entre tutor e animal levando em consideração o local onde o cachorro dorme.

Segundo Rossi, cachorros que dormem no quarto do tutor costumam ser tratados como verdadeiros membros da família, uma espécie de filhos. Aqueles que não dormem no quarto, mas têm sua área de descanso localizada dentro de casa, são vistos como amigos dos tutores. Os que dormem na área externa da casa costumam ser tratados apenas como cães.


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Cavalos e cães usam expressões faciais para se comunicar durante brincadeiras

Foto: Sercan Kucuksahin/Anadolu Agency via AFP/Arquivo

Um estudo da Universidade de Pisa, na Itália, publicado na revista “Behavioral Processes”, concluiu que cachorros e cavalos imitam as expressões faciais uns dos outros para se comunicarem durante brincadeiras.

Estudos já fizeram descobertas semelhantes sobre primatas, cães domesticados, suricatos e ursos-malaios. O novo estudo, porém, pode indicar que existem padrões estabelecidos para uma “linguagem universal da diversão”.

“Brincadeiras são uma atividade recorrente para mamíferos e aves, e representam um campo em que é possível desenvolver um caminho comum para comunicação”, afirmou uma das autoras do estudo, a pesquisadora Elisabetta Palagi, sociobiologista da Universidade de Pisa. As informações são do G1.

Foram usados 20 vídeos de cavalos e cães brincando por no mínimo 30 segundos, sem interação humana, para avaliar o comportamento dos animais.

Os pesquisadores também descobriram que cães e cavalos mantêm suas bocas abertas e relaxadas constantemente, uma reação considerada comum entre mamíferos durante brincadeiras. Se colocar em posições vulneráveis, rolando e expondo a barriga e o pescoço, também foi uma atitude verificada pelo estudo.

A suspeita dos cientistas é de que as brincadeiras estejam relacionadas com o desenvolvimento de habilidades sociais e de caça, além de servirem para aliviar o estresse dos animais.


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Babuínos aprendem a cavar buracos ao conviverem com cadela em santuário

Reprodução/Vídeo/Dogs With Extraordinary Jobs/Channel 5/

Um grupo de 40 babuínos que passou a conviver com uma cadela em um santuário na Namíbia aprendeu a cavar buracos após observá-la escavando o solo.

A relação de cooperação entre espécies, exibida pelo programa Dogs With Extraordinary Jobs do canal britânico Channel 5, foi registrada no Santuário da Vida Selvagem de Naankuse.

Nati, como é chamada a cadela de quatro anos de idade, é conhecida por exercer seu instinto materno cuidando dos animais órfãos ou feridos que chegam ao santuário. Além disso, ela fez amizade com os babuínos, que a aceitaram muito bem.

Reprodução/Vídeo/Dogs With Extraordinary Jobs/Channel 5/

Após observarem a cadela cavando o solo – por conta de seu instinto natural de caça, usado para tentar encontrar presas no subsolo -, os babuínos passaram a imitá-la.

“Tenho certeza que eles aprendem um com o outro. A Nati não vai comer o que eles [os babuínos] gostam”, explicou Marlice van Vuuren, fundadora do santuário.

“Mas, o fato de eles estarem curiosos com o que ela procura, ajuda os filhotes a ganharem confiança a olhar através de um buraco. Caso contrário, eles normalmente acham que há cobras lá embaixo”, concluiu.

Reprodução/Vídeo/Dogs With Extraordinary Jobs/Channel 5/

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Pesquisadores utilizam drones para medir efeito de lama da Samarco em golfinhos e baleias do rio Doce

Cientistas da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) estão utilizando um drone para auxiliar nos estudos referente aos efeitos da lama que atingiu a foz do rio Doce após o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), tem causado na biologia e no comportamento de golfinhos e baleias que vivem próximos ao local. Os testes com o aparelho começaram em setembro de 2018: “O objetivo é conhecer o ‘uso do habitat’ das espécies de golfinho que frequentam a região, sendo que pelo menos duas delas, o boto-cinza e a toninha, estão bastante ameaçadas de extinção”, conta Agnaldo Martins, biólogo e líder do grupo de pesquisa.

Foto: Pixabay

Conforme uma exigência dos órgãos ambientais do Espírito Santo o monitoramento será feito a longo prazo, para compreender se os efeitos da lama cessaram ou não. Através dos resultados obtidos, será possível aplicar medidas mitigatórias e compensatórias, como por exemplo, a criação de áreas protegidas em locais preservados.

Segundo Agnaldo o estudo é de grande importância para medir o uso do habitat por esses animais e assim ser possível calcular os reais impactos dos dejetos sobre a vida marinha do local: “Com isso, saberemos o potencial impacto que a lama de rejeito da Samarco pode ter sobre essas espécies. Quanto mais usarem a região, mais delicada será a situação”, informa.

Apesar dos piores efeitos já terem passado no momento atual a região se encontra em uma fase em que as alterações serão sentidas ao longo dos anos. E através do estudo será possível medir ou aumento ou diminuição da megafauna marinha do rio Doce: “Se aumentar, isso pode significar que os efeitos da lama estão diminuindo e eles estão voltando a usar mais. Se diminuir, quer dizer que os crônicos estão atuando e vamos ter que pensar em soluções para reparar esse dano”, disse o biólogo.

O drone escolhido para a pesquisa é de uso pessoal, um objeto mais fácil de transportar e usar em decolagens, medindo 32,2 por 24,2 cm e 8,4 cm de altura. As decolagens são feitas mensalmente e três aparelhos rastreiam os grupos de animais marinhos que vivem na região. Cada aparelho voa uma distância de cerca de 3km a partir da praia e consegue rastrear qualquer organismo a uma altura de 50m.

Além dos drones, são necessários cerca de quatro pesquisadores na operação: “O piloto do drone, que é um profissional especializado, um biólogo com olhos treinados para reconhecer a fauna, que fica com uma máscara de realidade virtual, um observador de drone com um binóculo superpotente (para termos a licença de voo, a premissa é que o aparelho não pode ser perdido de vista, pois se uma aeronave tripulada se aproxima, temos que afastá-lo imediatamente da área). Temos também um quarto componente que anota todos os resultados em planilhas”, explica Agnaldo.

É pela máscara virtual que o cientista consegue controlar o objeto, pois através de sinais de rádio emitidos pelo drone que se transfiguram em imagens de vídeo enviadas para a máscara o cientista consegue visualizar os alvos de interesse e orientar o piloto do drone para que se obtenha as melhores imagens. Dessa forma é possível monitorar as ações dos animais. Devido à baixa duração da bateria do aparelho o procedimento é realizado várias vezes ao dia.

Além do trabalho feito com os golfinhos, os pesquisadores também tem desenvolvido uma pesquisa para avaliar o uso do local pela baleia-jubarte. “Mas, como esses animais não se aproximam muito da costa, estamos fazendo a mesma coisa, só que decolando o drone a partir de um barco, o que é muito mais desafiador. Nesse caso, o monitoramento ainda não começou pra valer. Só fizemos os testes em 2019 e devemos iniciar o monitoramento agora em 2020, quando as baleias voltarem para a região”, concluiu o biólogo.


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Bezerro criado com cães passa a se comportar como cachorro

O bezerro brinca com os filhotes de cachorro como se fosse um deles, dorme de maneira semelhante e abana o rabo


Um bezerro órfão adotado por uma família australiana passou a se comportar como um cachorro devido à convivência com os cães da família.

© Facebook/ Von Rhys Kennels German Shepherd Breeders

Buddy, como é chamado o bezerro, tinha apenas um dia de vida quando foi adotado por Coral e Wayne Algie. A adoção foi realizada após a mãe do filhote ficar presa em uma represa em New South Wales, na Austrália.

Desde que foi adotado, Buddy tem sido criado com filhotes de cachorro de Bada, uma cadela tutelada pelo casal que, segundo o jornal Mirror, trata o bezerro como seu filho.

Com seis semanas de vida, o bezerro aprendeu a brincar com os filhotes de cachorro, dormir de maneira semelhante aos cães e a abanar o rabo. As informações são do Notícias ao Minuto.

O tamanho de Buddy, no entanto, impede que ele durma dentro de casa. Por essa razão, o espaço para o descanso dele fica na varanda do imóvel do casal. Coral, no entanto, garante que ele vai ser sempre parte da família, “independentemente do tamanho que fique”.


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Estudo revela que gatos exibem expressões faciais para demonstrar seus sentimentos

Foto: Catster
Foto: Catster

Não é raro ouvir de um tutor de gato que ele tem a impressão que o felino está realmente tentando lhe dizer uma coisa – mas provavelmente o humano não tem noção da mensagem que o gato está tentando transmitir.

Cientistas revelaram que os felinos têm expressões faciais como as nossas, mas poucos humanos conseguem entendê-las. Mais de 6 mil pessoas de 85 países participaram de um estudo no qual foram convidados a assistir a vídeos de gatos e a julgar o humor do animal.

Embora a maioria dos pesquisados fosse de tutores de gatos, os participantes estavam corretos em apenas 60% das vezes. Nem todo mundo se saiu tão mal, no entanto, porque 13% das pessoas poderiam ser chamadas de “encantadoras de gatos” – aqueles que adivinharam corretamente como os animais estavam se sentindo mais de 75% das vezes.

Foto: Catster
Foto: Catster

“Gatos têm uma reputação de serem inescrutáveis. Mas nossa nova pesquisa mostra que eles têm estados emocionais positivos e negativos que podem ser distinguidos uns dos outros, além de apenas expressões faciais sutis”, escreveram os acadêmicos.

“Nossas descobertas indicam que os gatos, assim como os humanos, têm expressões faciais diferentes quando estão em estados emocionais diferentes (incluindo os positivos)”.

Os pesquisadores também sugerem que as pessoas podem ser treinadas para ler esses sinais, fator importante porque isso poderia ajudar a fortalecer o vínculo entre tutores e gatos e melhorar o cuidado e o bem-estar dos animais. “Então, nosso próximo trabalho agora é caracterizar formalmente essas expressões faciais felinas sutis”.

Foto: Catster
Foto: Catster

Três quartos dos participantes eram mulheres, que tiveram, inclusive, melhor pontuação do que os homens. Os jovens também se saíram melhor do que os idosos, enquanto os veterinários e outros profissionais também tiveram um bom desempenho.

Foi solicitado aos participantes que assistissem a vídeos e decidissem se cada gato estava “em um estado positivo, negativo ou se não tinha certeza”. Os pesquisadores acrescentaram: “O fato de as mulheres terem uma pontuação melhor do que os homens é consistente com pesquisas anteriores que mostram que as mulheres são boas em decodificar demonstrações de emoções não verbais”.

“Quanto às habilidades de leitura de expressões feitas pelos veterinários, eles costumam lidar com muitos gatos em sua profissão e precisam estar bem sintonizados com os sinais sutis de animais felizes ou infelizes, a fim de identificar dor e doença e também evitar de serem mordidos ou arranhados”, concluíram os cientistas. As informações são do METRO UK.

Foto: Catster
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Golfinho que exibia comportamento compulsivo após 15 anos em cativeiro finalmente é libertado

Foto: Dolphin Project
Foto: Dolphin Project

Um vídeo de um golfinho pulando acima da superfície da água e tentando se arremessar sobre os limites de seu cativeiro, que era uma piscina de hotel onde se apresentava para turistas, causou comoção mundial nas redes sociais

As imagens perturbadoras foram gravadas no Melka Excelsior Hotel fica no norte de Bali.

Cinco golfinhos ao todo eram mantidos na piscina de hotel, onde eram forçados a nadar com turistas que pagavam pela “diversão”. Os animais viveram em péssimas condições por mais de uma década.

O hotel também mantinha outros animais presos em celas de concreto e aço com o objetivo de entreter turistas e visitantes.

Entre eles estavam: três crocodilos de água salgada, dois macacos, vários pássaros, cobras e porcos-espinhos.

Os golfinhos foram finalmente resgatados pela ONG Dolphin Project e os outros animais foram resgatados pelo Ministério do Meio Ambiente e Florestas da Indonésia.

A maioria dos animais foi toda retirada do hotel em agosto de 2019.

Os últimos dois golfinhos a serem salvos, Johnny e Dewa, agora foram realocados para um santuário no Parque Nacional de West Bali.

No entanto, morar em uma piscina de cloro por um período tão longo fez com que Dewa perdesse os dentes e não conseguisse mais pegar peixes, enquanto Johnny além de ter ficado sem dentes também ficou cego, como resultado da toxicidade do cloro, e não seria mais capaz de viver em estado selvagem.

Eles foram transportados para o santuário em 8 de outubro de 2019. O santuário é um amplo compartimento fechado que fica no mar.

Um dos cinco golfinhos morreu no dia do resgate sendo que, no total, quatro golfinhos foram libertados do cativeiro.

O quinto golfinho não conseguiu sair do cativeiro vivo, o animal morreu em 3 de agosto, poucos dias antes do resgate.

Golfinhos explorados

Os mamíferos foram forçados a atuar sob condições deploráveis, fazendo truques, sendo manipulados por turistas em sessões de nado com golfinhos e usados nos chamados programas de “terapia com golfinhos” do hotel.

Os outros animais formavam um mini zoológico dentro do hotel, mantido na escuridão em gaiolas frias de concreto e aço.

Depois de receber várias reclamações sobre o Melka Excelsior Hotel, o Departamento Florestal Central de Jacarta pediu ao Dolphin Project para investigar.

Logo em seguida, o Ministério do Meio Ambiente e Florestas pediu o resgate imediato de todos os animais.

Golfinhos no limite

A Rede de Ajuda Animal de Jacarta (JAAN) disse ao Yahoo News Australia após ver as imagens, que o golfinho capturado pelas câmeras apresentava comportamento descontrolado e estava sofrendo muito.

“A piscina onde Dewa estava guardada era feita de cerâmica antiga muito afiada”, disse Femke den Haas, da JAAN.

“Ele estava cheio de arranhões e também mostrou comportamento psicótico como se estivesse tentando pular para fora da piscina”.

Ric O’Barry, do Dolphin Project, trabalhou disfarçado para observar Dewa e os outros quatro golfinhos mantidos no Melka Excelsior Hotel.

“O pessoal do hotel estava trazendo grupos da Rússia para serem curados por esses golfinhos abusados e doentes que nem conseguiam curar a si mesmos”, disse ele ao Yahoo News Australia.

“Havia muitos clientes da Austrália, pessoas que levavam seus filhos até lá para serem curados por golfinhos. Eles vendiam essas sessões para estes visitantes crédulos”.

O’Barry, que trabalhou no filme Flipper de 1996 e foi treinador de golfinhos, descreveu os compartimentos dos cetáceos como sendo um “vaso sanitário”.

“Os golfinhos urinam e defecam três a cinco vezes a quantidade de um ser humano”, disse ele.

“Então, quando você tem cinco golfinhos defecando e urinando o dia inteiro em uma piscina – os dejetos não podem ficar flutuando, se os turistas vissem isso, eles não entrariam na água”.

“Mas os dejetos se misturam com a água e a maneira como o hotel combatia a sujeira era colocando grandes quantidades de cloro, o que faz com que os golfinhos fiquem cegos”.

Cura e liberdade

Ao serem libertados no santuário, os golfinhos se moveram para o centro da piscina e se agarraram um ao outro.

O’Barry disse que o comportamento agressivo dos Dewa diminuiu imediatamente.

Foto: Dolphin Project/Instagram
Foto: Dolphin Project/Instagram

“Acho que podemos curar seus problemas mentais no santuário, pelo menos até certo ponto”, disse ele.

“Dewa agora pode experimentar a mudança das marés, os sons do mar, ver as estrelas, sentir a chuva.

“Todas essas coisas que ele perdeu nos últimos 15 anos estão agora disponíveis para ele”.

O Projeto Dolphin trabalhou com o Centro de Conservação de Recursos Naturais da Indonésia (BKSDA) e a Jakarta Animal Aid Network (JAAN).

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Filhote de lontra órfão aprende a nadar e caçar com voluntários e é devolvido a natureza

Lázaro treinando com seu cuidador | Foto: Owl Rescue Center
Lázaro treinando com seu cuidador | Foto: Owl Rescue Center

Uma lontra filhote que nunca havia se aventurado na água precisou aprender a nadar e foi ensinada pelos voluntários que a resgataram.

Lázaro nunca pegou sua própria comida ou mesmo enfiou a cabeça na água, apesar de já ter três anos de idade.

Após três semanas de treinamento, a lontra-africana-sem-garras (Aonyx capensis) agora já consegue nadar duas milhas e meia.

Levou horas de persuasão antes que o animal submergisse no rio que fica no Santuário de Pássaros de Hartbeespoort, relata o The Sunday Times.

Mas Lázaro não está sozinho nessa tarefa, um dos voluntários do centro, Brendan Murray, passa seis horas por dia incentivando e ajudando o animal.

Lázaro | Foto: Foto: Owl Rescue Center
Lázaro | Foto: Foto: Owl Rescue Center

A lontra do sexo masculino, tem 7 kg e está e sendo treinada para se tornar uma caçadora eficiente de peixes, caranguejos e mexilhões no rio Crocodile da África do Sul.

Mesmo quando não há predadores na água, Lázaro “se gruda” aos locais próximos mais rasos para garantir que ele possa tocar com as patas o leito do rio.

Murray diz que Lázaro ainda tem medo das águas mais profundas, mas domina a arte de pregar caranguejos e mexilhões. No entanto, ele terá que mergulhar mais fundo se quiser pescar, explicou o voluntário.

Lázaro mudou-se para o Owl Rescue Center no mês passado, depois de passar seus primeiros anos em um santuário sem água em ambiente aberto.

Ele foi abandonado quando filhote e nunca teve a oportunidade de dominar a arte da natação até agora.

Lontras-africanas-sem-garras passam 18 meses com suas mães em estado selvagem, aprendendo a cuidar de si mesmas.

Os animais são capazes de serem tanto noturnos quanto diurnos. Eles caçam em água doce ou água do mar nas costas e pântanos de toda a África.

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