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Estado americano de Massachusetts proíbe os concursos de morte de animais selvagens

Foto: Pixaby
Foto: Pixaby

Uma coalizão das principais organizações de proteção da vida selvagem está aplaudindo a equipe dos órgãos do governo americano MassWildlife (divisão da vida selvagem do departamento responsável) e o Conselho de Pesca e Vida Selvagem de Massachusetts pelo seu voto em 18 de dezembro para proibir concursos de matança da vida selvagem. O estado de Massachussets (assim como os estados americanos de Virginia, Kentucky e Pensilvânia) se autodefine como Commonweath, essa designação quer dizer que o governo é baseado no consentimento comum do povo.

O voto acabará com eventos como os realizados recentemente na península de Cape Cod no estado de Massachussets e na cidade de Granby, no estado do Colorado, nos quais os participantes competiram para matar o maior, o menor (animal) ou o maior número de animais por dinheiro e prêmios.

Os vencedores dos concursos de matança de animais selvagens costumam postar fotos e vídeos cheios de orgulho de seus feitos nas mídias sociais, posando com inúmeros corpos de animais, muitas vezes antes de descartá-los em “depósitos de cadáveres” longe dos olhos do público. Ao propor essa proibição em julho de 2019, a Divisão de Pesca e Vida Selvagem de Massachusetts notou crescente indignação no estado provocada por esses concursos cruéis e antiéticos.

“Ao saber sobre essas competições cruéis, os cidadãos de Massachusetts deixaram claro que não tolerariam esses concursos de assassinato em seu estado, entrando em contato com a MassWildlife às centenas para expressar sua oposição”, disse Elizabeth Magner, Ph.D., especialista em defesa de animais para o a ONG Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty to Animals ou MSPCA (Sociedade de Prevenção à Crueldade contra Animais de Massachussets), em comunicado. “A MSPCA agradece que a equipe da MassWildlife e o Conselho de Pesca e Vida Selvagem tratem esse assunto com a seriedade necessária e por posicionar o estado de Massachusetts como líder nacional nesta questão”.

“Os concursos de matança de animais selvagens são um esporte de sangue, como as brigas de cães e de galos, que foram proibidas em todo o país”, disse Katie Stennes, gerente de programas e comunicações da ONG Project Coyote (Projeto Coiote). “Louvamos o Conselho de Pesca e Vida Selvagem de Massachusetts por relegar esses eventos ecologicamente e eticamente indefensáveis aos livros de história”.

As agências e profissionais especializados em vida selvagem de todo o país expressaram preocupação com os concursos de matança de animais, não apenas porque são um crime contra as espécies, mas também porque não possuem nenhuma base científica.

Em 2018, mais de 70 renomados cientistas da área de conservação emitiram uma declaração citando artigos de ciência revisados por seus pares que refutam as alegações de que matar indiscriminadamente coiotes limita permanentemente as populações da espécie, aumenta o número de veados ou outras espécies exploradas pela caça ou reduz os conflitos com humanos, animais domésticos ou animais de criação. De fato, ao interromper a estrutura das matilhas de coiotes, atirar aleatoriamente neles pode aumentar suas populações e levar a mais conflitos. Medidas não letais e preventivas são mais eficazes na redução de conflitos com a vida selvagem.

“Os animais selvagens desempenham um papel importante em seu ecossistema e em nosso meio ambiente”, disse Stephanie Harris, gerente sênior de assuntos legislativos do Animal Legal Defense Fund. “Os regulamentos baseados em ciência e com visão de futuro adotados pelo MassWildlife e pelo Conselho de Pesca e Vida Selvagem para proibir concursos sem sentido de matança de animais estão entre os mais fortes do país”.

“Os participantes de concursos de matança da vida selvagem costumam usar técnicas antidesportivas e cruéis – como usar dispositivos que imitam o som de presas ou até filhotes em perigo – para que possam atrair coiotes e raposas que são baleados a curta distância”, afirmou Laura Hagen, diretora da Humane Society dos Estados Unido. “Agradecemos à MassWildlife por tomar medidas decisivas para garantir essa matança bárbara e desperdiçadora de sua preciosa vida selvagem continue”.

Nos últimos cinco anos, Califórnia, Vermont, Novo México e Arizona se posicionaram contra concursos cruéis, antidesportivos e de morte de animais selvagens.

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Pombos são rolados como bolas de boliche em concurso no Canadá

Crianças e adultos participam da competição que acontece anualmente em uma feira no Canadá, as aves são jogadas e rolam pelo chão perdendo equilíbrio e caindo na maioria das vezes


 

Foto: Faceebook/Reprodução
Foto: Faceebook/Reprodução

Um vídeo que foi compartilhado nas redes sociais mostra um concurso onde pombos são usados como bolas, causou revolta entre os usuários da internet. O evento é chamado de “pigeon rolling” e acontece anualmente no Canadá.

Os participantes da Harrow Fair (Feira de Harrow), que ocorre na província canadense de Ontário, são convidados a colocar um pombo no chão, a pessoa que jogar o pássaro mais longe é declarada a vencedora.

O jogo é semelhante a um outro chamado de “lawns bowls”, onde o objetivo é “rolar” bolas previamente selecionadas para que elas parem o mais perto possível perto de uma outra bola menor, só que no jogo filmado, são usadas criaturas vivas no lugar de bolas.

Ativistas pelos direitos animais saíram em defesa das aves depois que as imagens do evento foram compartilhadas no Facebook.

“Eu achei aquilo absolutamente horrível”, disse Jo Blum, responsável pela gravação do vídeo. “Desrespeito flagrante e crueldade contra os animais”.

Ela disse à rede CBC do Canadá: “Entendo que é uma tradição local e que é uma atração que traz pessoas à Harrow Fair. No entanto, as tradições estão desatualizadas – e esta é absolutamente cruel”.

Os organizadores defenderam o concurso dizendo que os pássaros eram uma “espécie única” que evoluiu para “rolar” em vez de voar – e a competição estava apenas mostrando o que eles “faziam naturalmente”.

Blum, que é natural de Windsor, na Inglaterra, disse que os participantes “estavam recolhendo o braço para poder jogar o pombo com toda força”.

Ela acrescentou: “Se você prestar atenção ao meu vídeo, pode ver que eles estão usando força para rolar os pombos o máximo possível. Não é quem tem o melhor pássaro que rola mais longe; é aquele que é capaz de jogar o pombo o mais longe possível”.

“Esses pássaros definitivamente não nasceram para serem rolados como bolas e jogados por crianças.”

Apesar dos protestos, os organizadores da feira, que acontece há 155 anos, não mostraram arrependimento segundo o Independent.

A secretária Peggy Anger disse: “O pássaro pousa e faz sua queda natural. O próprio pombo se equilibra sozinho. Eles não são maltratados. Eles não são empurrados, simplesmente são colocados no chão. Essas acusações estão fora do contexto, o que acontece com frequência e certamente não é justo de ser dito. Nossos animais são bem cuidados. Nossos animais são alimentados. Em nenhum momento eles correm o risco de serem prejudicados”.

Infelizmente a visão de Anger apenas demonstra a naturalidade com que os abusos praticados contra os animais são encarados por aqueles que os praticam, como se fosse normal usar pássaros como bolas, desde que bem alimentados e cuidados anteriormente.

A representante da feira disse ainda seria tomada uma decisão em relação a continuidade dos concursos no próximo ano, mas que as críticas foram “um tapa na cara de todas as pessoas que gastaram inúmeras horas para reunir a comunidade”.

Para estes pássaros infelizmente, a agressão foi bem maior que uma crítica virtual, empurrados, rolados e explorados como se fossem bolas, as aves são obrigadas a se submeter aos maus-tratos para entretenimento humano.

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Corredor vegano conquista título em competição nacional da Áustria

Por Rafaela Damasceno

O corredor vegano Andreas Vojta, da Áustria, aumentou seu número de títulos nacionais com mais uma vitória – totalizando 33, agora. Seu último título foi conquistado no mais recente campeonato nacional austríaco.

Dois corredores na pista, competindo
Foto: TLV/OLV

Segundo ele, foi fácil continuar se alimentando de produtos baseados em vegetais durante o campeonato. No hotel onde ficou, havia opções veganas e saudáveis. “Para um corredor, é importante comer alimentos ricos em carboidratos e que sejam fáceis de digerir. E massa, pizza, arroz, você pode encontrar em todos os lugares. Então não há razão para não continuar se alimentando de produtos baseados em vegetais durante as competições se você demonstra bons desempenhos”, declarou à Great Vegan Athletes (GVA).

O atleta se tornou vegano por questões éticas e ambientais, e afirma que nunca deixaria suas crenças de lado pelo tempo em que as competições ocorrem.

“Vegano significa vegano”, disse ele. “Não há exceções, mesmo quando as opções de comida veganas são uma porcaria nas acomodações dos atletas durante os eventos”.

Ele ainda afirmou que nunca havia pensado muito em sua saúde antes de aderir ao veganismo, mas agora realmente consegue sentir que suas escolhas alimentares são mais saudáveis.


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Atleta vegano fica entre os 15 melhores de competição

Por Rafaela Damasceno

O Ninja Warrior é uma competição que ocorre em diversos países, onde os participantes encaram provas de agilidade, destreza, força, coordenação e agilidade, em um circuito preparado. O atleta vegano Jacob Peregrine-Wheller, que chegou duas vezes à final da competição, ficou entre os 15 melhores (dentre os 30 mil que se inscreveram).

O atleta saltando na competição
Foto: Supplied

“Essa temporada do Ninja Warrior para mim foi mais tranquila que a última. Agora tenho experiência e consigo lidar melhor com a pressão”, contou ele ao Plant Based News. Para ele, o fator que mais dificultava sua performance era a pressão. Sua alimentação nunca foi um empecilho para que chegasse onde chegou.

Ainda segundo o atleta, que participou da edição do Reino Unido, seu desempenho pode ter inspirado outros veganos. Na internet, pessoas se mostraram muito entusiasmadas com seu sucesso. “Alunos, amigos e família compareceram ao evento, alguns com faixas apoiando o veganismo”, disse. Alguns daqueles que foram apoiá-lo sequer eram próximos de Jacob.

“Alguns eram veganos que eu conheci na internet e quiseram demonstrar apoio. O suporte que eu recebi online chegou a centenas de pessoas, me apoiando como atleta vegano ou me mandando dúvidas sobre esse estilo de vida”, explicou.

Com o sucesso de sua participação na competição, Jacob se sentiu encorajado a embarcar em uma nova aventura: lançar seu próprio negócio. Neste ano, o atleta criou uma linha de roupas classificadas por ele como éticas.

A marca de roupas, ECO THREADS, será lançada no verão. As camisetas são feitas de material sustentáveis, com 60% algodão reciclado e 40% plástico reciclado.


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Competição escolhe fotografias mais divertidas de animais selvagens

O Comedy Wildlife Photography Awards é uma competição que existe há quatro anos, e acaba de divulgar os finalistas desse ano. O concurso escolhe as fotografias mais divertidas de animais selvagens, registradas por diversos fotógrafos ao redor do mundo.

(Foto: Twitter/@blgrr)

O prêmio foi criado pelos fotógrafos de animais Tom Sullam e Paul Joynson-Hicks, e, apesar de exaltar fotos fofas e divertidas, tem um propósito muito nobre de ressaltar a importância da preservação das espécies animais variadas – por isso, tem uma parceria com a Fundação Born Free.

Por meio de votação popular no site, o concurso escolheu 41 finalistas, e você pode ver algumas das fotos abaixo. O grande vencedor será anunciado no dia 15 de novembro.

Fonte: Estadão

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Jóquei recebe punição branda após ser flagrado agredindo égua

O jóquei Dylan Caboche foi flagrado agredindo uma égua enquanto participava de uma corrida de cavalos na Austrália. As imagens foram gravadas por câmeras de segurança e viralizaram na internet, revoltando internautas.

Ao saber da agressão, a RSPCA, organização pelos direitos animais, publicou uma nota exigindo que Caboche fosse punido.

Jóquei agride égua durante corrida de cavalos (Foto: Reprodução / YouTube)

Por agredir a égua, o jóquei foi suspenso por duas semanas de competições com cavalos.

“Na verdade, quero me desculpar pelas minhas ações. Entendo que são inaceitáveis. Golpear um cavalo não é o modo de resolver as coisas “, afirmou Caboche.

Entretanto, a RSPCA e muitos internautas não ficaram satisfeitos com o pedido de desculpas e a punição branda dada ao jóquei. Houve quem considerasse pouco duas semanas de suspensão. Alguns internautas sugeriram, inclusive, que Caboche fosse expulso definitivamente das competições. Outros pediram sua prisão.

O diretor da RSPCA, Paul Stevenson, afirmou que o caso será investigado a fundo pela entidade. “Há bases para que possamos investigar mais detalhadamente, dessa forma podemos tomar uma decisão sobre processá-lo ou não”, disse ao se referir ao jóquei.

Veja o vídeo da agressão e do pedido de desculpas do jóquei (em inglês):

Nota da Redação: competições que envolvem animais são sempre cruéis. Mesmo quando os competidores não cometem atos de agressão e maus-tratos, há crueldade devido ao fato de que esses animais são privados de viver segundo seus instintos, sendo covardemente submetidos a treinamentos exaustivos e obrigados a participar de competições.

No caso dos cavalos, além de serem forçados a competir, são usados neles apetrechos que causam dor e os fazem sofrer. Além do peso dos competidores que, segundo estudos expostos por uma ativista em vídeo publicado no YouTube, prejudica a coluna do animal, que sente dores. Outro equipamento usado nos cavalos que lhes causa dor é o freio, colocado na boca deles. Quando o cavaleiro puxa a rédea com força, ela vem com impacto, e aquele ferro comprime a língua do cavalo, causando, obviamente, dor. Isso impede que ele movimente a língua livremente e engula saliva, razão pela qual permanece salivando. A cela, a espora e o chicote também causam sofrimento ao cavalo, machucando sua pele, que é sensível e repleta de terminações nervosas – mais, inclusive, que a pele humana.

A ANDA repudia totalmente corridas de cavalos e quaisquer outras práticas que privem os animais de liberdade, os imponha atitudes opostas as que lhe são naturais, force-os a exercer atividades contra a vontade e causem dor e sofrimento. 

 

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Estudantes criam aplicativo que busca tutores para cães abandonados

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

O aplicativo está em fase de testes no Amapá. (Fonte: Abinoan Santiago/G1)

Jovens estudantes do ensino médio e fundamental do Amapá, na região Norte do Brasil, estão desenvolvendo um aplicativo capaz de ajudar cães a encontrarem um novo lar.

A ideia foi apresentada em dezembro de 2016 na etapa regional do First Lego League (FLL), torneio de robótica norte-americano. Criado por alunos da escola do Serviço Industrial Social (Sesi), o aplicativo ficou em terceiro lugar e proporcionou uma vaga na etapa nacional da competição que vai escolher o representante brasileiro no torneio.

Aplicativo foi premiado em etapa regional de torneio de robótica. (Foto: Abinoan Santiago/G1)

A ferramenta vai ser gratuita e deve estar disponível para download já no início de março deste ano. Oito alunos e três professores trabalham atualmente no projeto.

Assim que estiver pronto, além da possibilidade de adotar, a interface vai proporcionar ao usuário dicas de cuidados com os cães em caso de alguma anormalidade, assim como uma lista de pet shops e veterinários, que poderão conversar em “chat” para tentar ajudar.

A proposta de manter o aplicativo vai depender da parceria com as pet shops. A disponibilidade da interface vai ser inicialmente só para celulares de sistema Android.

“O aplicativo vai trabalhar nessa relação com os animais. Ele dispõe de dicas de primeiros socorros, contatos de ONGs parceiras tanto para fazer doações quanto para animais perdidos. Temos também contatos de veterinários e uma relação de pets shops”, afirmou o professor de robótica Edgar Isackson ao G1.

Estudantes do Amapá apresentam a interface em etapa regional. (Fonte: Divulgação/SESI)
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Cão "mais sortudo do mundo" escapa da morte em competição de rali na Bolívia

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Um cão escapou, por milagre, a uma morte quase certa ao “invadir” uma pista de rali , na Bolívia. O cão Pupi, estava passando por uma estrada de terra, sem imaginar que ali acontecia  o Rali de Santa Cruz quando, e escapou à morte por pura sorte.

Conforme o barulho do carro foi aumentando, o cão começou a correr sem saber ao certo o que estava acontecendo. Em seguida, o Mitsubishi conduzido por Fernando Zuasnabar que seguia em alta velocidade, saltou e voou por cima do cão, que escapou ileso. O momento foi registado através de um vídeo divulgado no Youtube.

A Polícia Militar tentou tirar o animal do meio da pista pouco depois do incidente. Pupi já é considerado o “cão mais sortudo do mundo”.

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Assista:

Fonte: Jornal de Notícias

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Cão “mais sortudo do mundo” escapa da morte em competição de rali na Bolívia

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Um cão escapou, por milagre, a uma morte quase certa ao “invadir” uma pista de rali , na Bolívia. O cão Pupi, estava passando por uma estrada de terra, sem imaginar que ali acontecia  o Rali de Santa Cruz quando, e escapou à morte por pura sorte.

Conforme o barulho do carro foi aumentando, o cão começou a correr sem saber ao certo o que estava acontecendo. Em seguida, o Mitsubishi conduzido por Fernando Zuasnabar que seguia em alta velocidade, saltou e voou por cima do cão, que escapou ileso. O momento foi registado através de um vídeo divulgado no Youtube.

A Polícia Militar tentou tirar o animal do meio da pista pouco depois do incidente. Pupi já é considerado o “cão mais sortudo do mundo”.

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Assista:

Fonte: Jornal de Notícias

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Rio 2016: Cavaleiro brasileiro é eliminado por ferir cavalo durante competição de hipismo

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O cavaleiro brasileiro Stephan Barcha foi desclassificado da disputa do salto individual e por equipes nesta terça-feira por abusar do uso da espora em seu cavalo. Os ferimentos no animal foram detectados por uma comissão de veterinários após as provas.

O exame obrigatório detectou que Barcha feriu seu cavalo, Landpeter do Feroleto, e comprovou que o brasileiro exagerou no uso das esporas durante sua apresentação. A comissão, no entanto, não divulgou a gravidade do ferimento do animal.

Fonte: Com informações da Veja

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Atletas de elite veganos estão mudando o mundo dos esportes

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação

É comum se pensar que, se você quer ser um atleta de elite, você deve consumir proteína animal. Bem, atualmente já se provou que esse não é o caso, e esses atletas podem atestar isso. Novos produtos à base de vegetais estão tornando possível aos atletas eliminar as proteínas oriundas de animais de suas dietas e, ainda assim, permanecerem em ótima forma. Veja a seguir alguns atletas veganos que são um exemplo:

John Josehp – “Ironman”

Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação

O Triatleta e Ironman John Joseph é uma fonte de inspiração. Participar de competições aos 50 não é uma tarefa fácil, mas com uma dieta vegana provendo o combustível, é perfeitamente possível. Em uma prova de Ironman, o atleta tem que nadar 4 km, percorrer 222 km de bicicleta e correr 41 km.

Ben Gordon – Jogador do NBA

Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação

Ele é um veterano no NBA, que já jogou pelos Chicago Bulls, Detroit Pistons, Charlotte Bobcats, Orlando Magic e Golden State Warriors. Ele venceu o prêmio “Homem do ano” do NBA e ganhou a competição NCAA Mens College Championship. Ele credita a maior resistência nas quadras e melhor saúde à dieta vegana.

Nate Diaz – Lutador de MMA

Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação

O homem que surpreendeu o mundo ao vencer o notório Connor McGregor afirma que a dieta à base de vegetais é a chave para a sua força e para o controle do peso. Nate Diaz é uma fera no ringue e tem vários títulos em sua categoria. E ele não é o único lutador de MMA que segue uma dieta vegana. Há uma tendência crescente de atletas veganos nesse esporte, incluindo Jake Shields, Nick Diaz, Jon Fitch e Mac Danzig.

Frank Medrano – Campeão de Calistenia

Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação

Esse atleta deixa os outros envergonhados quando está nas barras. Medrano é claramente um “super homem” em algumas coisas que é capaz de fazer. E ele tem uma força cuja origem é 100 % vegana. Veja-o em ação:

Patrik Baboumian – Fisiculturista

Foto: Movie Pilot/Divulgação
Foto: Movie Pilot/Divulgação

Ele é um competidor iraniano que pode erguer quantidades insanas de peso e mantém o seu corpo e força através de uma dieta vegana. Duvida? Veja:

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Cachorro abandonado acompanha time de atletas durante uma longa competição esportiva

O cachorro Arthur acompanhou o time Peak Performance nessa longa competição. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
O cachorro Arthur acompanhou o time Peak Performance nessa longa competição. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)

Um cachorro aventureiro decidiu acompanhar um time de atletas durante seis dias em uma longa competição esportiva no Equador.

O cão, que recebeu o nome de Arthur, participou do Adventure Racing World Championship 2014 com o time sueco Peak Performance.

Essa corrida de aventuras é uma competição que envolve diversas modalidades esportivas, como longas caminhadas por trilhas difíceis, pedalar e trechos de canoagem. A competição dura vários dias.

O cachorro participou de todos os desafios. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
O cachorro participou de todos os desafios. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
Mikael Lindnord com o cão Arthur. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
Mikael Lindnord com o cão Arthur. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)

O grupo encontrou o cão durante uma de suas paradas para descanso. Eles estavam exaustos, sujos de lama e com fome.

Quando Mikael Lindnord, um dos integrantes do grupo, abriu uma lata de comida notou a presença do cachorro, que estava olhando para ele.

Lindnord deu comida ao cão. Então, quando eles continuaram a corrida, o cachorro permaneceu ao lado deles até o final.

Nesse momento, faltavam dois estágios para a linha de chegada e Arthur insistiu em acompanhar o grupo. Inclusive durante o trecho de canoagem, quando o grupo foi avisado por organizadores que seria perigoso para o cão participar.

Arthur nadou ao lado do caiaque porque queria seguir com o time. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
Arthur nadou ao lado do caiaque porque queria seguir com o time. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
O time pegou o cachorro novamente. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
O time pegou o cachorro novamente. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)

O time partiu para a canoagem sem o cachorro, mas Arthur nadou desesperadamente ao lado do caiaque. Então, Lindnord pegou o cachorro do rio e ele seguiu a aventura. Espectadores ovacionaram o time quando isso aconteceu.

Ao todo, Arthur participou dessa aventura durante 6 dias. Ele nadou, subiu montanhas, andou por rodovias e por trechos cheios de lama.

Staffan Björklund, Simon Niemi, Karen Lundgren, Mikael Lindnord e o cachorro Arthur na linha de chegada. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
Staffan Björklund, Simon Niemi, Karen Lundgren, Mikael Lindnord e o cachorro Arthur na linha de chegada. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
Arthur em um hospital veterinário na cidade de Quito, Equador. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
Arthur em um hospital veterinário na cidade de Quito, Equador. (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)

Assim que a competição acabou, Lindnord levou o cachorro ao veterinário, porque foram dias de muito esforço físico.

Lindnord decidiu adotar o cachorro e conseguiu autorização para levar Arthur para a Suécia.

O cão sofreu alguns pequenos ferimentos, mas está se recuperando. Ele já está na Suécia com seu novo tutor.

A história de Arthur fez sucesso e a chegada do cão no Aeroporto de Arlanda, na Suécia, contou com a presença de muitos jornalistas. Nesta foto, quem segura Arthur é Staffan Björklund (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)
A história de Arthur fez sucesso e a chegada do cão no Aeroporto de Arlanda, na Suécia, contou com a presença de muitos jornalistas. Nesta foto, quem segura Arthur é Staffan Björklund (Foto: Reprodução / Facebook / Team Peak Performance)

Fonte: Portal do Dog

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