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Após viver acorrentado, cão é adotado e faz amizade com gatos resgatados

Reprodução/Instagram/@bowserandmack

Mack conheceu o pior do ser humano nas mãos de seu antigo tutor, que o mantinha acorrentado a uma árvore, sem água e comida. O sofrimento era compartilhado com seu irmão, que era mantido nas mesmas condições em uma propriedade em Hunterdon County, Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Um abrigo para animais soube do caso e colocou fim à crueldade imposta aos cães por aquele que deveria zelar pelo bem-estar deles. Após o resgate, o irmão de Mack rapidamente encontrou um novo lar, ao contrário dele, que sofreu na pele o preconceito de ter nascido um pit bull.

Incompreendida, a raça é tachada de agressiva. No entanto, uma das provas da docilidade do pit bull é o fato de que, no passado, o apelido destes cães nos Estados Unidos era “The Nanny Dog”, ou ‘cão Babá’. Dóceis, eles eram vistos como ótimas companhias para bebês e crianças. 

Reprodução/Instagram/@bowserandmack

É o caso de Mack, que correu o risco de ser sacrificado apenas por ser um pit bull, mas que tem dentro de si um imenso coração. E um funcionário do abrigo sabia disso. Inconformado com a possibilidade do cão, que já tinha sofrido tanto, ser condenado à morte, Chris passou a treiná-lo e se dedicou a encontrar uma família para ele.

O filhote, que antes era assustado e medroso por conta dos extremos maus-tratos que sofreu, transformou-se após quatro meses de cuidados. O caso dele foi, então, divulgado nas redes sociais, através das quais chegou até Analisa, que decidiu adotá-lo.

“A descrição é o que mais chamou minha atenção. Como um cão com uma vida tão terrível ainda pode ser tão grato aos seres humanos? Ele parecia bom demais para ser verdade”, disse Analisa, segundo informações do portal Amo Meu Pet.

Reprodução/Instagram/@bowserandmack

Em seu novo lar, Mack passou a conviver com gatos, e se mostrou disposto a fazer amizade com eles. Bowser, seu novo irmão felino, tornou-se seu companheiro inseparável, e os demais gatos para os quais Analisa oferece lar temporário passaram a contar com a companhia e o carinho de Mack.

Para mostrar o dia a dia do cão ao lado dos gatos, Analisa fez um perfil no Instagram denominado “Bowser And Mack”. 

 

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Apresentador Celso Zucatelli lamenta falecimento da cadelinha Tapioca

Foto: @zucatelli

O apresentador Celso Zucatelli lamentou hoje (17) em suas redes sociais o falecimento de sua cadelinha Tapioca. Em uma postagem emocionante, o profissional informou que ela passava por problemas de saúde desde o nascimento e vivia com a família há 5 anos.

Em fevereiro deste ano, Tapioca foi internada e precisou passar por um procedimento cirúrgico devido a uma doença crônica que causava a obstrução de suas vias aéreas. “Nossa última tentativa foi uma cirurgia há pouco mais de um mês para corrigir o colapso de traqueia e permitir que ela respirasse, mas não resolveu”, lamentou Celso.

 

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Ela tentou e tentou muito. Tapi nasceu muito pequena, com muitos problemas de saúde. Ninguém acreditava que ela sobreviveria. Mas a gente acreditou e ela nos deu muita alegria durante 5 anos. Foi pouco tempo com ela, eu queria mais, muito mais, mas era egoísmo porque ela tava sofrendo. Os últimos dois anos foram muito difíceis, mas garantimos que ela tivesse qualidade de vida com terapias alternativas, medicação, todo tratamento disponível. Nossa última tentativa foi uma cirurgia há pouco mais de um mês para corrigir o colapso de traquéia e permitir que ela respirasse melhor, mas não resolveu. Eram duas injeções por dia, inalação o tempo todo, muitos remédios e, ainda assim, ela não respirava direito. Hoje ela não aguentou e nos deixou. Obrigado, Tapi, por ter sido a nossa princesa, por ter feito seu irmão virar criança outra vez, por ter ensinado o Paçoca a latir, por ter feito de mim pai de menina. A gente tá sofrendo muito hoje, tá doendo demais. Mas a gente sabe que você não aguentava mais. Obrigado, meu amor, por ter tentado até o último segundo. Te amaremos para sempre. Vai com Deus, minha maluquinha.

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Apesar da luta o apresentador se mostrava otimista quanto à recuperação de sua companheira de quatro patas e continuou em busca de medicamentos que pudessem melhorar a qualidade de vida e a saúde da cachorrinha: “Eram duas injeções por dia, inalação o tempo todo, muitos remédios e, ainda assim, ela não respirava direito”.

Celso foi calorosamente consolado por amigos, parentes e internautas que se mostraram solidários com sua dor: “Nossa Zuca não acredito, eu estou lendo chorando, imagino a sua dor… Graças a Deus ela não está mais sofrendo, que Deus conforte o coração de vocês e imagino o vazio que irá ficar…”, disse uma internauta.


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Policiais formam grupo voluntário e adotam animais vítimas de violência

Policiais civis que atuam na Cidade da Polícia Civil (Cidpol), no Jacarezinho, no Rio de Janeiro, formam grupo de resgate a animais abandonados e vítimas de violência.

Os voluntários são responsáveis por resgatar e cuidar de animais que geralmente precisam de assistência veterinária devido aos maus-tratos que sofreram ou mesmo por estarem desnutridos ou com vermes.

Foto: Arquivo Pessoal

A ação de começar com o grupo surgiu há quatro anos e é através de mensagens trocadas entre os policiais através de um grupo de WathsApp chamado “Amigos dos Animais” que os resgates acontecem.

A equipe formada por cerca de 40 voluntários presta os primeiros socorros aos companheiros de quatro patas encontrados e conforme a gravidade da situação os animaizinhos são encaminhados para clínicas veterinárias particulares.

Formada em veterinária, a policial civil Débora Marques realiza os cuidados mais simples. Os casos mais comuns são desnutrição, vermes, pulgas e carrapatos, outros mais graves necessitam de atendimento adequado
“A Florzinha chegou com um ferimento muito grave, que atingiu a musculatura e era muito grande. Após ser internada, está se recuperando num lar temporário. Não sabemos como ela se machucou, e é possível que tenha sofrido maus-tratos.” Relembra a veterinária.

Alguns procedimentos após o resgate são feitos de forma gratuita, como a castração que é oferecida pela prefeitura, no entanto em casos mais graves os próprios policiais contribuem com a quantia que puderem para custear os gastos.

Foto: Arquivo pessoal

Somente na Cidpol foram resgatados em torno de 20 animais, a maioria cães SDR, e todos foram tratados com muito amor e carinho, sendo acolhidos por uma família após se recuperarem. Geralmente a adoção é feita pelos próprios policiais ou por parentes ou amigos próximos, mas nenhum animalzinho deixou de ganhar o seu lar especial.

“O legal é que sempre tem um final feliz. O animal é tratado, recebe o atendimento necessário e tem uma adoção responsável. Em média, leva um mês para melhorarem após o resgate e encontrarmos um lar definitivo.” Conclui Débora.


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Estudo revela que cães atingem a meia-idade aos dois anos

Foto: Getty Images
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Novas pesquisas desmentiram a teoria de que os cães envelhecem sete anos na idade animal para cada ano humano. Pesquisadores da Universidade da Califórnia revelam que também descobriram que os cachorros atingem a meia-idade aos dois anos de idade.

Embora os cães tenham tendência de envelhecer mais lentamente do que os seres humanos na vida adulta, quando chegam aos três anos – e possivelmente ainda estão se “dando bem ao fazerem travessuras” por serem considerados jovens – os cães têm mais idade que um ser humano de 50 anos de idade, segundo a pesquisa da universidade.

O estudo analisou como os cães envelheciam, concentrando-se no sequenciamento do DNA em 104 cães da raça labrador com idades entre quatro semanas e 16 anos. O DNA contém marcas que mudam com o tempo à medida que a célula amadurece, permitindo que os cientistas rastreiem a idade biológica do animal.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Depois de avaliar os resultados dos cães, os pesquisadores compararam suas descobertas com as de 300 seres humanos. Um filhote de oito semanas foi considerado o equivalente a um bebê de nove meses devido ao estágio em que ambos desenvolvem seus primeiros dentes.

Aos dois anos de idade, o DNA do labrador era equivalente a um ser humano no início dos 40 anos, em vez dos 14 anos de idade, como a fórmula tradicional sugeriria. No entanto, o envelhecimento diminui em cães ao longo do tempo, o que significa que, aos 10 anos de idade, um labrador é semelhante a uma pessoa com 68 anos.

Isso está relacionado à fórmula usada há tempos para calcular a idade dos cães, desenvolvida com a suposição de que a maioria dos caninos viveu até cerca de 10 anos, enquanto os seres humanos viveram até cerca de 70 anos.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Os pesquisadores disseram: “A expectativa de vida dos labradores, de 12 anos, traduziu corretamente a expectativa mundial de vida dos seres humanos, 70 anos”.

Os cientistas propuseram um novo método para determinar a idade de um cão – multiplicar a idade em anos humanos por 16 e adicionar 31. Eles disseram que embora a mesma fórmula não se aplique a todos os tipos de cães, o conceito de maturação mais rápida é o mesmo para todas as raças.

Cães menores amadurecem mais rápido e tendem a viver mais tempo. Os chihuahuas podem viver por 20 anos, enquanto as raças médias geralmente atingem entre 10 e 13 anos de idade. Os dinamarqueses e outros cães grandes têm expectativa de vida entre oito e dez anos. As informações do jornal Metro UK.

Foto: Foto: Getty Images
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Histórias Felizes, Notícias

Cães abandonados que viviam no esgoto faziam companhia um ao outro por semanas

Foto: Hope For Paws
Foto: Hope For Paws

Quando Elded Hagar, fundador da ONG Hope For Paws, da Califórnia, Estados Unidos, recebeu um telefonema sobre um par de poodles, irmão e irmã, que viviam nos túneis de esgoto embaixo de uma rodovia, ele não tinha ideia do quão difícil seria resgatá-los.

Ele e outra voluntária, Vanessa Enriquez, rastrearam os cães dentro do sistema de esgoto sob uma estrada de Los Angeles. Uma família que se compadeceu da situação dos animais estava deixando comida e água para os cachorrinhos, mas eles tinham verdadeiro pavor de humanos.

Hagar e Enriquez bloquearam um lado do túnel para poderem alcançar os cães, e então começaram a rastejar lentamente para cada vez mais perto do par assustado.

Foto: Hope For Paws
Foto: Hope For Paws

Os dois cães haviam sido brancos uma vez, mas morar no esgoto havia tornado seu pelo emaranhado e preto de sujeira. O irmão e a irmã se aconchegaram um no outro enquanto os estranhos se aproximavam.

Mas Hagar falou com uma voz calma e tranquila, garantindo aos cães que ele estava lá para ajudá-los.

Ele e Enriquez deslizaram suavemente as pontas pelo pescoço dos cães e começaram a tirá-los do cantinho onde eles se espremiam.

Foto: Hope For Paws
Foto: Hope For Paws

O irmão, que estava protegendo sua irmã, começou a se mostrar receptivo com os socorristas e lentamente se aproximou deles – mas a garota se afastou, ainda assustada e insegura do que estava acontecendo.Hagar gentilmente estendeu a mão e acariciou-a para acalmá-la.

Lenta, mas seguramente, os voluntários estimularam os cães assustados a acompanhá-los para fora do túnel de esgoto onde estavam vivendo – o tempo todo rastejando pelo lixo e garrafas vazias que afastavam com as mãos e com os joelhos.

Foto: Hope For Paws
Foto: Hope For Paws

E gradualmente os cães começaram a aceitar que essas pessoas estavam lá para ajudar. Eventualmente, até a irmã cautelosa se deixou puxar para o colo de Enriquez.

E então, finalmente, Hagar e Enriquez chegaram ao fim do túnel – saindo para a luz com os dois cães. Eles ainda estavam assustados, mas pareciam entender que estavam se despedindo permanentemente da vida solitária e difícil que haviam passado nos esgotos.

Hagar levou os cães a uma clínica de animais, onde eles receberam os cuidados de que precisavam – incluindo banho e tosa. Hagar ficou com eles enquanto tomavam seu banho e recebiam um corte de cabelo, oficialmente se despedindo de suas vidas antigas.

Hagar decidiu chamar os irmãos de Cola e Pepsi, de acordo com informações do The Dodo.

Foto: Hope For Paws
Foto: Hope For Paws

Depois de um bom e revigorante dia no spa, Cola e Pepsi eram cães completamente diferentes. Limpos, felizes e brincalhões, eles pulavam com os humanos que os haviam salvado apenas horas antes.

Cola e Pepsi até tiveram uma visita muito especial: a família que deixava tigelas de comida e água para ajudá-los a sobreviver passou por lá para dizer olá.

Ninguém conseguiu segurar o sorriso e a emoção – incluindo Cola e Pepsi.

Foto: Hope for Paws
Foto: Hope for Paws

Os dois cachorrinhos agora estão seguros e felizes – mas ainda precisam de um lar. Cola e Pepsi estão disponíveis para adoção no abrigo Maltese Rescue California.

Mesmo esperando um lar, Cola e Pepsi já têm um final muito feliz embaixo de suas coleiras. Muito bem meninos, vocês merecem.

Assista todo o seu resgate aqui:

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Estudo revela que cães apresentam os mesmos níveis de stress de tutores

Foto: Earth.com
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Pesquisas confirmam o que muitos tutores já concluíram por si mesmos: cientistas descobriram que os animais domésticos não são alheios às ansiedades de seus companheiros humanos, ao contrário, eles apresentam a mesma quantidade de estresse que seus tutores sentem.

A descoberta vem de um estudo sobre o cortisol, um hormônio do estresse, que circula no sangue e também deixa sua marca em fios de cabelo. Com o tempo, à medida que o hormônio se liga ao cabelo em crescimento, cada haste se torna um registro biológico do estresse que um indivíduo experimenta.

Depois de conseguir a contribuição voluntária de 25 cães da raça border collies, 33 cães pastores de Shetland e os tutores do sexo feminino dos animais, pesquisadores na Suécia descobriram que o maior nível de cortisol no cabelo humano batia com o maior nível de hormônio no pelo de cão. Todos os cães moravam dentro de casa com seus tutores.

“Esta é a primeira vez que vemos uma sincronização de longo prazo nos níveis de estresse entre membros de duas espécies diferentes”, disse Lina Roth, etologista que liderou o trabalho na Universidade de Linköping, na Suécia. “Nós não vimos isso entre humanos e cães antes.”

A equipe de Roth mediu as concentrações de cortisol em fios curtos de cabelo cortados perto da pele no inverno e no verão de 2017 e 2018. A ligação entre o cortisol humano e de cães foi mantida durante as estações, mas foi maior nos cães durante o inverno.

Para investigar se o estilo de vida canino teve um impacto sobre os níveis de estresse, cerca de metade de cada raça inscrita estava envolvida em algum tipo de atividade regular e testes de habilidades como obediência e agilidade. O resto dos cães eram animais de companhia comuns.

Escrevendo em relatórios científicos, os pesquisadores descrevem como o estresse nos cães testados (competições) mais se espelhava mais acuradamente nos proprietários, potencialmente porque os animais tinham formado um vínculo mais forte com seus tutores do que os animais domésticos comuns.

Roth acredita que há mais fatores envolvidos na sincronização dos níveis de estresse do que simplesmente compartilhar o mesmo ambiente. Quando os cientistas observaram se os cães tinham um jardim para brincar; as horas que o proprietário trabalhava e se os cães viviam com outros cães, não encontraram nenhum efeito nos níveis de cortisol nos cães.

O que realmente teve efeito sobre os níveis de estresse dos animais foi a personalidade de seus tutores, avaliada por uma pesquisa padrão. O maior fator foi o neuroticismo (indivíduos que, a longo prazo, possuem uma maior tendência a um estado emocional negativo).

De acordo com o estudo, os tutores que obtiveram maior pontuação no neuroticismo tendiam a ter cães com níveis mais baixos de cortisol no cabelo. Uma explicação, disse Roth, é que os tutores mais neuróticos podem buscar mais conforto de seus animais de estimação, e o ataque de abraços e atenção reduz o cortisol nos cães. “Sugerimos pelas análises que os cães, em grande medida, espelham os níveis de estresse de seus companheiros humanos”, escrevem os cientistas na revista.

Se as descobertas forem suficientes para fazer os tutores de cães estressados se sentirem culpados, Roth tem algumas palavras de conforto. “A maioria dos tutores de cães sabe que seus companheiros caninos recebem muitos sinais deles, mesmo os não intencionais, mas ainda é benéfico estar juntos”, disse ela.

Enquanto o estudo afirma ser a primeira evidência de diferentes espécies sincronizando seus níveis de estresse a longo prazo, o contágio de estresse de curto prazo já foi identificado em membros da mesma espécie anteriormente.

Em 2016, James Burkett, da Universidade Emory, em Atlanta, mostrou que os ratos-da-pradaria, ou ratos-do-prado, monogâmicos reagiriam a um parceiro estressado aumentando seus próprios níveis de estresse e cuidando mais deles.

Burkett, que não esteve envolvido no estudo mais recente, disse que o trabalho foi adicionado a um crescente corpo de pesquisas mostrando que os cães são empáticos aos seus tutores.

“Os cães são afetados pelo sofrimento de seus companheiros humanos e respondem com comportamentos consoladores”, disse ele. “Agora sabemos que os cães também são afetados pelas personalidades e níveis de estresse de seus tutores. Embora isso possa ser senso comum para os tutores de cães, a pesquisa empírica ainda está atualizando nossas intuições sobre a empatia animal ”.

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Histórias Felizes, Notícias

Gatinha leva seus brinquedos em suas aventuras fora de casa

Foto: Beth Wilson
Foto: Beth Wilson

Esta linda gata mancha de preto e branco tem 12 anos vive no Reino Unido com sua humana, Beth Wilson.

Mas Pixie não é apenas uma gata linda e carinhosa quando se trata de humanos – ela também é muito generosa com objetos inanimados.

Foto: Beth Wilson
Foto: Beth Wilson

Curiosa como todos os gatos são por natureza, Pixie gosta de explorar. Dentro ou fora, Pixie está sempre de olhos arregalados e interessada no que está por vir na próxima esquina. E parece que a Pixie também quer passar esse espírito de aventura para seus muitos brinquedos de pelúcia.

Foto: Beth Wilson
Foto: Beth Wilson

Por exemplo, se Pixie gosta de deitar de costas no jardim, ela parece deduzir que um membro de seu acervo recheado de bichinhos pelúcias também poderia gostar disso, então ela o traz junto com ela.

Outras vezes, quando Pixie está procurando algo um pouco mais emocionante do que ficar deitada de costas com as patas para cima, ela também traz um de seus brinquedos consigo – seja um pequeno leão, um tigre ou um mini gatinho de pelúcia que se parece com ela.

Foto: Beth Wilson
Foto: Beth Wilson

“Se ela percebe que eu estou olhando para ela, ela pára e coloca o brinquedo no chão”, disse Wilson ao The Dodo. Mas às vezes Wilson consegue tirar uma foto antes que Pixie perceba.

“No verão, ela gosta de levá-los ao jardim”, explicou Wilson. “Às vezes, ela apenas os leva para uma turnê e depois volta para casa. Outras vezes, eles são deixados na estufa. Se eu colocar um cobertor na grama para sentar, ela colocará brinquedos nele.”

Foto: Beth Wilson
Foto: Beth Wilson

Só porque o tempo fica mais frio não significa que as aventuras de Pixie com seus brinquedos vão parar.

“No inverno ela apenas os carrega em volta da casa mesmo”, disse Wilson. “Ela pode levar vários deles para um quarto”.

Uma vez por semana, quando uma faxineira chega, Pixie mostra o quão conscienciosa ela é com seus companheiros de aventura de pelúcia.

Foto: Beth Wilson
Foto: Beth Wilson

“Ela coloca todos os brinquedos de volta na caixa”, disse Wilson. “Assim que a faxineira sai, ela tira vários deles da caixa e os coloca em volta da casa.”

As aventuras de Pixie não são apenas pura diversão e brincadeiras – mas elas realmente têm um impacto positivo nas pessoas ao seu redor.

Foto: Beth Wilson
Foto: Beth Wilson

“Eu a peguei ainda um gatinho filhote há 12 anos”, disse Wilson. “Ela mudou totalmente minha vida … Ela cuida de mim quando me sinto mal e ela sempre me anima”.

Certamente seus brinquedos se sentiriam da mesma maneira, se pudessem.

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Cachorro não larga a almofada impressa com a foto de seu irmão que morreu

Foto: Beth Fisher
Foto: Beth Fisher

Por 10 longos e felizes anos, Spencer e Rocky foram amigos inseparáveis.

De fato, o maior prazer dos companheiros peludos era simplesmente estar perto um do outro.

“Eles nunca tinham passado uma noite separados”, disse Beth Fisher, tutora dos cães, ao The Dodo.

“Rocky e Spencer dormiam na mesma cama, comiam da mesma tigela e sempre caminhavam juntos, lado a lado, quando saíam pra passear”.

Foto: Beth Fisher
Foto: Beth Fisher

Infelizmente, no entanto, o tempo feliz que os companheiros de quatro patas passaram juntos havia chegado ao fim.

Durante uma visita ao veterinário para identificar uma doença que o cão de pelos claros, Rocky, tinha desenvolvido, um grande tumor cancerígeno foi encontrado crescendo dentro dele.

A descoberta trágica, feita tarde demais para o tratamento, deixando apenas uma opção para acabar com o sofrimento do pobre cão.

“Rocky teve que ser morto por indução naquele dia”, disse Fisher.

Foto: Beth Fisher
Foto: Beth Fisher

“Foi difícil processar a morte repentina de Rocky, mas não podemos imaginar o quão difícil deve ter sido para Spencer ter perdido seu irmãozinho”.

Spencer estava de coração partido, sofrendo muito – e demonstrou isso.

“Desde que Rocky faleceu, Spencer tem se levantado durante a noite para vagar pela casa procurando por seu irmão”, disse Fisher. “E então ele começa a chorar porque não consegue encontrá-lo”.

As cinzas de Rocky foram colocadas em uma prateleira acima de onde ele e seu irmão dormiam, para manter o par próximo. Mas era evidente que Spencer precisava de algo mais para ajudá-lo a lidar com o luto da perda.

Foto: Beth Fisher
Foto: Beth Fisher

Então, o pai de Fisher teve uma excelente ideia e providenciou a realização dela imediatamente: um travesseiro para Spencer com o rosto sorridente de Rocky impresso nele.

Imediatamente, o presente significativo e original deixou Spencer à vontade com ele.

O travesseiro que homenageia Rocky parece ter ajudado a preencher o vazio que sua morte havia deixado no coração de Spencer.

“Spencer está se aconchegando no travesseiro desde que ele chegou, levando-o do sofá para sua cama”, disse Fisher. “Ele parece muito mais decidido agora, ele tem algo para se aconchegar, igual fazia com o irmão”.

Foto: Beth Fisher
Foto: Beth Fisher

O cão de luto não dorme mais sozinho.

Nada, claro, pode trazer Rocky de volta completamente. Embora Spencer, que já está envelhecendo, adormeça, é reconfortante saber que seu melhor amigo ainda está ao seu lado em espírito.

Do jeito que ele sempre foi em vida.

Foto: Beth Fisher
Foto: Beth Fisher

“Eu não acho que Spencer algum dia vai superar o falecimento de Rocky, mas espero que ele possa aprender a continuar sem ele”, disse Fisher, acrescentando que o caminho a ser seguido pelo cão, é uma estrada que ele nunca terá que enfrentar sozinho.

“Esperamos que Spencer consiga conforto em seu novo travesseiro e receba forças de todo o amor e carinho que ele recebe de sua família”.

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Conheça o gato e o cachorro resgatados que se tornaram companheiros inseparáveis

@HENRYTHECOLORADODOG

Um casal de amantes da natureza encontrou as companhias perfeitas para suas aventuras: o cão Henry e o gato Baloo, ambos resgatados.

Cynthia Bennett e Andre Silbilsky se mudaram para o Colorado há cinco anos porque amam as montanhas. Eles adotaram Henry em 2014 e ficaram empolgados quando descobriram que ele também adorava fazer trilhas.

“Na nossa primeira trilha, e foi imediatamente para a pedra mais alta para ver a vista”, disse Bennett para o HuffPost. “Desde então, o chamamos de nosso bode das montanhas, porque ele é ótimo em escaladas e adora a vida ao ar livre.”

@HENRYTHECOLORADODOG

No ano passado, o casal passou meses procurando o gato certo para ser um novo companheiro de aventuras – calmo, mas não muito reservado ou ansioso. Eles acabaram adotando Baloo, um siamês mestiço. Os dois animais viraram amigos inseparáveis logo no primeiro dia.

“Henry tem ansiedade de separação e ficava estressado toda vez que a gente ficava longe”, diz Bennett. “Esse foi um dos motivos pelos quais queríamos adotar um amigo para ele, que acabou sendo o Baloo!”

@HENRYTHECOLORADODOG

“Baloo foi abandonado pela mãe, então acho que ele estava procurando um animal para fazer esse papel”, diz ela. “No primeiro dia em que eles se conheceram, Baloo foi procurar uma teta para mamar. Desde então, ele imita tudo o que Henry faz. Ele basicamente acha que é cachorro.”

Baloo também gosta da vida ao ar livre, como o melhor amigo e os tutores. Se Bennett encosta na guia de Henry, Baloo começa a miar perto da porta, como se estivesse dizendo: “Ei, não esqueça de mim!”

@HENRYTHECOLORADODOG

Os quatro fizeram trilhas em montanhas e na neve, acamparam e fizeram stand-up paddle em estados americanos como Colorado, Wyoming, Utah, Texas, Califórnia, Oregon e além. Tudo está registrado no Instagram: @henrythecoloradodog, que tem mais de 1 milhão de seguidores.

Os fãs sempre perguntam como os dois animais não fogem quando estão soltos na natureza. Segundo Bennett, Baloo sempre tem uma coleira refletiva, mas não é necessário usar guia porque ele nunca se afasta demais. Nas trilhas mais longas, o gato vai na mochila de um dos tutores.

@HENRYTHECOLORADODOG

“Ele pula da mochila quando quer andar e mia quando quer ir de carona.”

Henry, por sua vez, gosta mais de dar suas voltas. Ele usa um sino para não assustar animais selvagens e geralmente fica ressabiado se percebe a presença de outro animais nas redondezas.

“Henry não foge porque ele é extremamente leal e sente ansiedade quando está longe. Acho que é por isso que ele sempre sabe onde estamos.”

Fonte: HuffPost

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Cães após serem resgatados
Histórias Felizes

Cães se tornam companheiros e superam passado traumático

Bob Marley e Rita (nome da esposa de Bob Marley) foram encontrados em um celeiro atrás da residência de uma mulher idosa e imediatamente enviados para o Southern Cross Animal Rescue, um centro de resgate de animais localizado no Mississippi (EUA).

Cão Bob Marley com pelos emaranhados
Foto: Southern Cross Animal Rescue/Facebook

O cão estava em condições horríveis. Seus salvadores observaram em sua página do Facebook que “o cheiro é inacreditável. A única maneira de descrevê-lo é que ele cheira a toalhas armazenadas por meses – mas pior”.

Os pelos excessivamente grandes de Bob Marley eram tão horríveis que ele mal conseguia ver ou comer. Ele estava compreensivelmente com medo dos seres humanos, mas o centro de resgate disse que o cão encontrou conforto em Rita, com quem foi encontrado, segundo o One Green Planet.

Cães após serem resgatados
Foto: Southern Cross Animal Rescue/Facebook

A cadela não estava em condições tão ruins quanto as de Bob Marley, mas ainda estava emaranhada e possui poucos dentes.

Os cães estão atualmente no Parkside Animal Hospital recebendo o tratamento de que precisam tão desesperadamente.

Ambos necessitavam muito de higienização e provavelmente precisarão ser tratados para infecções de pele.

O tempo de recuperação será longo, mas Bob Marley e Rita podem contar um com o outro durante essa experiência traumática.

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Cão 'foge de casa' para visitar companheiros em spa canino

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Divulgação

Um cão da raça golden retriever ‘fugiu’ no último fim de semana de sua casa em Belmont, no estado da Carolina do Norte, Estados Unidos, e foi visitar seus companheiros em um pet shop e spa canino.

O cão chamado Riley, de cinco anos de idade, caminhou mais de 1,5 quilômetro para chegar até o “Happy Dog Cafe”. A tutora de Riley, identificada apenas Tonia, disse que tinha passado no pet shop horas antes do cão fugir.

Depois de chegar em casa, Tonia deixou Riley sozinho no quintal. Foi quando o golden retriever aproveitou para fugir e retornou até o local.

Fonte: G1

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Conheça os cães companheiros das modelos brasileiras

Quem acompanha o mundo da moda já sabe quem são muitas das modelos brasileiras de grande sucesso internacional. Nomes como Adriana Lima, Alessandra Ambrósio, Carol Trentini, Daiane Conterato e Bruna Tenório não são desconhecidos – assim como o da unanimidade Gisele Bündchen, que depois de mais de 15 anos sob a luz das passarelas de todo o mundo ainda é querida e requisitada pelos maiores estilistas e grifes do universo fashion.

Realizada ao longo da semana passada, a São Paulo Fashion Week do Inverno 2015 trouxe algumas das beldades citadas pra as passarelas da capital paulista, incluindo o furacão Gisele Bündchen (que, mais uma vez, desfilou exclusivamente pela Colcci) e Carol Trentini (que arrasou na passarela da Ellus).

Presentes nas capas de revista e nas campanhas publicitárias de todo o mundo, as modelos brasileiras de sucesso também guardam um lugar especial em casa, no carro, no Instagram e no coração para alguns dos seus amores mais desconhecidos: seus bichinhos! Pensando nisso, separamos alguns cliques especiais dos animais de três entre as maiores tops do nosso País (postados por elas mesmas nas suas redes sociais), provando que a diversidade brasileira dessas lindas mulheres não se restringe, apenas, ao tipo físico. Confira:

Alessandra Ambrósio

Tutora do cãozinho da raça Bichon Frisé, a top que é uma das mais famosas e populares Angels da marca de lingeries Victoria’s Secret já chegou a se envolver em algumas polêmicas por causa do seu animal – já que, durante o ano de 2013, Alessandra se viu na mira dos ativistas da PETA após ter tingido os pelos do seu cão em tons de rosa e roxo.

Frequentemente flagrada nas ruas de Los Angeles enquanto passeia com seu cão Snowball (bola de neve), a top também costuma mostrar o animal nos seus post em redes sociais; acompanhando momentos de lazer e descanso da modelo e, também, do seu filho Noah.

Carol Trentini

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Famosa por já ter sido uma das grandes ‘queridinhas’ de Anna Wintour (editora-chefe da Vogue America e inspiração pra a personagem Miranda Priestly, do filme O Diabo Veste Prada), a top Carol Trentini deu a luz ao seu filho Bento há pouco mais de um ano; e, hoje, divide o espaço dos seus post entre o filho e a sua cãozinho.

Batizada de Madalena, a cadelinha de Trentini é da raça Lulu da Pomerânia, e pode ser vista com grande frequência nas publicações da top – que leva cão e filho para passear em compartimentos diferentes do carrinho e incentiva a amizade entre os dois pequenos.

Gisele Bündchen

Alessandra Ambrósio

A cadelinha Vida foi um grande marco para quem acompanhou toda a carreira da maior top de todos os tempos, e a sua morte (em 2012) deixou muitas saudades em Gisele Bündchen – que até hoje se lembra com carinho da Yorkshire Terrier e a homenageia com posts de fotos antigas nas redes sociais. Embora também já tenha sido tutora de um cão da raça Boxer, chamado Willy; a top tem, hoje, cerca de três cães (sem raça definida) adotados – e receba, frequentemente, a visita da cadelinha de uma de suas irmãs (da raça Lulu da Pomerânia).

No entanto, é um Pit Bull batizado de Lua o cão que mais próximo da modelo nos dias de hoje – e, embora a fama desta raça canina seja relacionada com a agressividade e uma serie de acidentes, é possível perceber toda a docilidade do animal por meio das imagens postadas pela top nas diferentes mídias; onde ele aparece muito próximo à top e aos seus filhos.

Fonte: Terra

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