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Gata é resgatada e não esconde o quanto é grata ao novo tutor

Local onde Cebola foi encontrada | Foto: Reprodução

Animais abandonados infelizmente são fáceis de encontrar perambulando pelas ruas de cidades do mundo todo, e o mesmo aconteceu com uma gatinha abandonada, mas ela teve um final feliz.

Will caminhava com seu cão pela vizinhança quando encontrou uma pequena gatinha sozinha, abandonada. Ele conta que quando a viu foi como ‘amor à primeira vista’ e ela logo se aproximou dele.

O rapaz afirmou que buscou a mãe da gatinha em toda a vizinhança e em locais próximos, mas não encontrou nenhuma, então ele decidiu levar a gata ao veterinário para verificar sua condição de saúde.

Cebola e seu tutor Will | Foto: Reprodução

Após a consulta, a gatinha ganhou um nome, passou a se chamar Cebola, e hoje possui um tutor, o Will. Ele comenta que Cebola ficou obcecada por ele, e onde ele vai ela caminha atrás. “Ela me segue pela casa se eu a deixar solta. Ela simplesmente não me deixa em paz agora”.

Atualmente, Cebola já está maior e vive uma vida de muito amor e feliz no lar de seu tutor.

Cebola após muito cuidado e amor | Foto: Reprodução

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Cachorrinha cega e surda luta para sobreviver após ser espancada e abandonada

Lora após consulta no veterinário | Foto: Reprodução

Uma cachorrinha foi encontrada com marcas de espancamento e o corpo coberto por vermes, devido às feridas expostas. Acredita-se que a cachorrinha foi abandonada logo após seu nascimento e passou por inúmeros maus-tratos.

Felizmente, um homem que passava pelo local encontrou a cachorrinha que mal conseguia se mover e a levou para uma clínica veterinária.

No veterinário a cachorrinha foi batizada com o nome de Lora. Ao realizar os exames, foi observado que ela não tinha as patas quebradas, mas que seria necessário muita fisioterapia para que ela voltasse a andar normalmente. Além disso, seus ferimentos deveriam ser cuidados e observados continuamente pela clínica.

O homem que encontrou Lora e a deixou na clínica para cuidados, não poderia adotar a cachorrinha, então o local entrou em contato com uma possível adotante, que se dispôs prontamente a ser a tutora da cadelinha.

Lora recebendo cuidados médicos | Foto: Reprodução

Alguns meses após o resgate de Lora e diversas idas ao veterinário, foi detectado que cachorrinha era cega e também surda. E como se não bastasse todos esses desafios ela também sofria com a perda de olfato, que seria primordial para uma vida mais saudável.

Mas apesar de todos os intemperes, a cachorrinha se mantem firme lutando para sobreviver e viver cada dia mais.

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Cãezinhos irmãos se reencontram após meses separados

Shelby e Buddy se reencontram depois de meses da adoção | Foto: Reprodução

Os irmãos caninos, Shelby e Buddy, viviam todos os dias em meio a uma pequena área fechada de terra, sem comida adequada para se alimentar, sem brinquedos ou qualquer tipo de espaço para correr e viver uma vida saudável. Tinham apenas a casinha de cachorro, suja, na qual dormiam. Mas a história deles mudou em julho deste ano.

Local onde Shelby e Buddy viviam antes de serem resgatados | Foto: Reprodução

No dia 24 de julho, os dois irmãos foram resgatados pela Society for the Prevetion of Cruelty to Animals – SPCA, de Virginia Beach, no estado de Virginia, nos Estados Unidos. Ambos, foram acolhidos pela instituição que os alimentou e com ajuda de veterinários, identificaram que os irmãos tinham vermes. Eles foram devidamente tratados e encaminhados para a adoção.

Shelby e Buddy foram adotados por duas novas famílias, mas isso não significou que eles foram separados para sempre. Meses após a adoção, seus tutores promoveram um reencontro emocionante. Os irmãos logo se reconheceram e brincaram e se divertiram junto com suas novas famílias.

http://youtu.be/FB437X6ykGM


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Cadela abandonada em parque é adotada por policial que a resgatou

Daisy e o policial Jeff | Foto: Reprodução

Na cidade de Bloomington, estado de Indiana nos Estados Unidos, um policial se comoveu com a situação de uma cadela encontrada abandona em um parque. A cadela de nome Daisy, estava perambulando em um parque sozinha e foi vista por alguém que passava pelo local, que logo informou a polícia.

Assim que o policial Jeff Ripley apareceu para resgatá-la a história tomou um rumo completamente diferente.

A noiva de Jeff, Rosie Ahlberg, é voluntária em no abrigo City of Bloomington Animal Care and Control e ao saber da cadela abandonada a colocou em seu carro e tentou encaminha-la para o abrigo de animais, mas ele estava fechado naquele dia, então decidiram por levar Daisy para casa e abriga-la por uma noite.

Na manhã seguinte, o casal a levaram ao veterinário, que detectou vários ferimentos na pobre cadela, e que seria necessário passar por procedimentos cirúrgicos. Nas análises do veterinário, foi possível identificar que Daisy também tinha traumas ligados a maus-tratos.

No intuito de descobrir o paradeiro dos tutores de Daisy, Jeff e Rosie rastrearam-nos, mas eles disseram que não queriam ficar com a cadela. Foi então que o casal decidiu adotar Daisy.

Daisy em seu novo lar | Foto: Reprodução

O policial e a noiva já tinham dois gatos e um cão todos resgatados. Os animais não tiveram problemas com Daisy e se deram bem imediatamente. Devido aos traumas sofridos anteriormente a cadela segue assustada, mas aos poucos em seu novo e afetuoso lar está se soltando, conta Jeff.

Daisy e sua amiga felina em seu novo lar | Foto: Reprodução

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Cadela resgatada não consegue sair do lado da mulher que a salvou

Cadela Penny contente após ser salva de abrigo | Foto: Reprodução Facebook

A cadela Penny tem apenas um ano de idade e foi resgatada por uma equipe do Abrigo para Animais Augusta, na Georgia, Estados Unidos, local que se tornou o seu lar, mas tudo mudou até o momento em que foi adotada.

Lia Domingo, sua salvadora, foi até o Abrigo de Animais Augusta preparada para resgatar um cachorro necessitado, ela trabalha com o The Pixel Fund Rescue – responsável por adoção, educação e cuidado de animais.

A princípio, o cachorro a ser resgatado era o pit bull Peety, mas Lia também foi acionada para resgatar outro cão, uma mistura da raça Corgi chamada Penny. A cadela tinha um ferimento em um dos olhos, resultado de maus-tratos de seus últimos tutores.

Domingo conta que se comoveu com a situação da cadelinha ao vê-la no abrigo “Quando a vi, fiquei com o coração partido, porque ela estava muito assustada e pouco receptiva. Ela estava muito nervosa”, aponta. E completa “Ela nem quis olhar para mim no primeiro dia. Penny apenas se encolheu”.

Mas a missão de Lia Domingo não havia terminado, uma hora e meia de carro ainda separavam o destino final de Penny e Peety. Entretanto no caminho, Domingo foi contatada pelo abrigo que solicitou a ela que trouxesse o pit bull Peety de volta, pois seus tutores queriam que o cão retornasse para casa.

Domingo juntamente com a Pixel Fund optaram por deixar Penny e Peety uma noite no abrigo, para se caso os tutores de Peety não viessem resgatá-lo ela fizesse uma única viagem. Ao se despedir dos cães Lia conta que partiu seu coração, ter-lhes dado um gostinho rápido de liberdade e fez uma promessa, principalmente a Penny que mais a comoveu:

“Dei um beijo nela e sussurrei em seus ouvidos: ‘Não se preocupe, Penny. Você sabe que vamos voltar. Não vamos decepcionar você. Eu prometo’ ”.

Penny abraçada com Lia | Foto: Reprodução Facebook

Felizmente naquela mesma noite a família de Peety foi buscá-lo. No dia seguinte Penny, ao reencontrar Lia, não se aguentava de emoção e logo recostou seu corpo sobre os ombros de Domingo, levando-a as lagrimas.

“Ela me abraçou e não quis me deixar ir… ela sabia que finalmente estava segura”, comenta Lia comovida.

Penny deita sobre os ombros de Lia | Foto: Reprodução Facebook

A cadela exigiu amor e cuidado durante todo o trajeto, no qual Lia teve que manter uma mão ao volante para reconfortá-la. Ao chegar ao seu destino, Penny foi examinada por veterinários que atestaram um bom estado de saúde, apesar do ferimento em um dos olhos.

Atualmente, Penny se chama Chloe Olivia e segundo Deborah Kirkland diretora do The Pixel Fund, na Georgia, tudo acontece por uma razão.

Ela disse: “Mesmo que não tenhamos salvado o pit bull… ele foi colocado em nosso caminho para que descobríssemos sobre Chloe Olivia – também conhecida como Penny – e salvamos essa garotinha que merece uma nova família e uma nova vida”.


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Cãozinho em luto se recusar a abandonar túmulo de seus melhores amigos

Ted (filhote branco) e Tippy (cachorro preto) se divertem juntos | Reprodução: Facebook

Os cachorros Tippy (2) e Fay (7) tinham uma vida saudável e vivam juntamente com o filhote Ted, na fazenda do casal de fazendeiros Gred e Pat Jackson, em Queensland, Austrália. Fay, por ser mais velho, era menos brincalhão, mas Tippy, de apenas 2 anos, e Ted passavam os dias se divertindo e eram grandes amigos, como conta Pat.

Cachorro Fay também amigo de Ted. | Reprodução: Facebook

Mas tudo mudou na manhã de 31 de agosto, quando Greg encontrou Tippy chorando de agonia e antes pudesse pedir ajuda profissional o animal faleceu. Horas depois, situação semelhante acontecia, quando os Jackson retornaram para casa e encontraram Fay, de sete anos, deitada rígida. Ela também faleceu.

As mortes chocaram o casal, que suspeita que os cães morreram após ingerirem iscas envenenadas de fluoroacetato de sódio, conhecido também por 1080.

O produto químico é um pesticida altamente tóxico. É facilmente ingerido, pois é inodoro, insípido e incolor. Os Jacksons não sabem como o produto químico entrou em sua fazenda, mas acreditam que um pássaro pode tê-lo deixado cair.

Segundo Pat, o casal está ainda lutando contra a perda: “Em 47 anos de casamento, nunca tinha visto meu marido estar tão angustiado, soluçando e chorando”, aponta.

Pat conversa com sua companheira Tippy | Reprodução: Facebook

Mas uma situação também comoveu o casal, que optou por enterrar os dois amigos leais um ao lado do outro em sua propriedade. Assim que o tumulo foi coberto, o pequeno Ted se recusou a deixar o local, deitando-se no chão de terra com aparência abatida, sofrendo a perda dos grandes amigos.

“Greg teve que literalmente pegá-lo no colo e colocá-lo no carro para levá-lo para casa”, comenta a sra. Jackson.

Ted deita sobre o tumulo de seus amigos | Reprodução: Facebook

Após duas semanas do ocorrido, Pat diz que ainda é difícil ter momentos em família e não se lembrar-se deles. “Ted está indo muito bem, cachorrinho muito feliz, mas você pode ver que ele deve estar sentindo falta dos companheiros”, finaliza.

Ted senta sobre o tumulo de Tippy e Fay. | Reprodução: Facebook

Na Austrália, as pessoas devem ter autorização para colocar iscas e deve haver notificação nas áreas onde elas podem ser encontradas, mas isso não impede que animais sejam vitimados por elas.

O casal agora pede para que o pesticida seja banido da Austrália, e realizou uma petição solicitando a investigação sobre a morte dos cachorros que reuniu mais de 2.000 assinaturas em menos de dois dias.


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Cão abandonado consola mulher após morte de sua mãe: ‘ela veio se despedir através dele’

Ao enfrentar a difícil notícia da morte de sua mãe, Jaqueline Masceno recebeu um abraço que veio de quem ela menos esperava. Um cachorro abandonado que nunca tinha a visto antes pulou em seu colo, abraçando-a e lambendo-a, como se dissesse: “eu sei que é doloroso, mas estou com você”. O caso comovente aconteceu no Hospital do Parque Piauí, na Zona Sul de Teresina.

E Jaqueline não só sentiu que tinha no cão um apoio, como teve a certeza que a aproximação dele foi uma forma que sua mãe encontrou de se despedir. Isso porque Josefa Masceno, de 74 anos, morreu após ser infectada pelo coronavírus e, para evitar o contágio, os profissionais do hospital não puderam permitir que Jaqueline desse o último adeus a sua mãe.

A idosa testou positivo para a Covid-19 no dia 6 de agosto e, graças a uma piora em seu quadro de saúde, foi internada no dia 14 do mesmo mês. “A dona Josefa entrou com os pulmões bem comprometidos, pois tinha sido testado positivo para a Covid-19 e no começo da noite ela começou a piorar”, explicou ao G1 a enfermeira Rhavenna Veloso.

Josefa foi entubada e morreu logo depois. Jaqueline tentou se despedir da mãe, mas foi convencida pelos profissionais do hospital a recuar.

“A gente colocou nela uma máscara mais potente, mas vimos que ela não ia melhorar. Entubamos ela e mais ou menos depois de uma hora ela faleceu. Quando a gente viu que tinha que entubar, ela [a filha] tentou entrar na enfermaria, mas a outra técnica conseguiu conversar com ela, abraçá-la e levá-la para fora. Foi quando esse cachorrinho veio”, completou Rhavenna.

O cachorro já havia sido visto nas proximidades do hospital outras vezes. “Geralmente, ele vem para comer, mas fazia dias que não aparecia”, disse a enfermeira.

Para Jaqueline, o cachorro estava ali para promover a despedida que as duas não puderam viver, já que ele surgiu logo no momento em que ela percebeu que não poderia se despedir da mãe.

Foto: Arquivo Pessoal

“Apareceu um animalzinho e ele pulou em cima de mim com carinho, me lambendo e eu senti naquele momento que era a minha mãe, pois eu sou protetora de animais e minha mãe aprendeu comigo. Senti que a maneira que ela encontrou de me abraçar foi através daquele animal”, contou.

Vivendo em cima de uma cadeira de rodas, Josefa tinha limitações físicas, mas isso não a impedia de cuidar dos animais tutelados pela família. “Ela era cadeirante, pois tinha uma perna amputada, mas mesmo assim tinha um amor muito grande por eles. Tenho certeza que foi através dele que ela veio se despedir. Foi inexplicável. O cachorro me abraçava forte demais”, disse.

Após o abraço, o cachorro permaneceu ao lado de Jaqueline até o momento em que o corpo da idosa foi liberado para o enterro. No dia seguinte, ela precisou de atendimento médico e retornou ao hospital. Chegando ao local, Jaqueline aproveitou para procurar o animal, mas não o encontrou.

O desejo dela é retribuir o carinho que recebeu, levando o cachorro para o abrigo de animais onde é voluntária. Cientes da situação, os profissionais do hospital se comprometeram em avisá-la caso o cão retorne.


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Cachorro é abandonado dentro de igreja com bilhete de desculpas na coleira

Foto: ONG RSPCA
Foto: ONG RSPCA

Um cachorro foi abandonado em uma igreja acompanhado de uma carta de despedida com um pedido de desculpas. A carta dizia que o suposto “tutor” não tinha mais dinheiro para cuidar dele adequadamente.

O cão sem raça definida, suposta mistura da raça staffordshire, foi encontrado amarrado dentro da Igreja do Sagrado Coração na cidade de Blackpool, condado de Lancashire, Inglaterra, em 18 de dezembro.

Os funcionários da igreja descobriram o cachorro, que já foi apelidado de Cracker, ao lado de uma nota manuscrita que dizia: “Por favor, acredite em mim quando digo que isso não foi fácil para mim”.

“Meu cachorro significa tudo para mim e não sei mais o que fazer. Agora não tenho casa nem dinheiro para cuidar dele”.

“Minha vida está passando por uma péssima mudança e eu não conseguia imaginá-lo nas ruas, sozinho, com frio e fome”.

“Por favor, por favor, encontre um bom lar para ele. Ele é um cão calmo, amigável e muito amoroso”.

Foto: ONG RSPCA
Foto: ONG RSPCA

“Meu coração está partido e eu realmente sentirei sua falta mais do que as palavras podem dizer. Espero que ele encontre um novo lar do jeito que ele merece. Amo você e sinto muito”, dizia o texto da carta.

A nota também dizia que o amado animal doméstico completaria sete anos em 22 de março de 2020 e que sofria com sensibilidade nas patas frontais que seu tutor tentara, sem sucesso, tratar.

A ONG de proteção animal RSPCA (Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals) foi chamada e enviou um inspetor, Will Lamping, para resgatar o cão.

Ele foi levado ao veterinário local para um check-up antes de ser transferido para um hotel de animais particular, onde recebeu seu nome.

Igreja do Sagrado Coração na cidade de Blackpool (Inglaterra) | Foto: Google
Igreja do Sagrado Coração na cidade de Blackpool (Inglaterra) | Foto: Google

Lamping disse que queria garantir ao tutor do cão que ele estava indo bem e que atualmente está recebendo bastante carinho.

Ele acrescentou que, se o tutor se apresentar, a RSPCA oferecerá conselhos sobre como poderá ajudá-los a cuidar de seu animal doméstico.

Mas se ninguém reivindicar o cão, ele será levado para um abrigo de animais.

Desde então, a RSPCA incentivou qualquer pessoa que esteja encontrando dificuldade para cuidar de seus animais domésticos que procure seu veterinário, um centro de resgate ou uma ONG de proteção animal. As informações são do Daily Mail.

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Ursos arriscam a vida para salvar filhote atropelado em rodovia

Foto: Lisha DeShay
Foto: Lisha DeShay

Um vídeo compartilhado nas redes sociais flagra três ursos arriscando suas vidas para puxar um filhote ferido para fora do tráfego de carros, após o ursinho ter sido atropelado.

As imagens, filmadas em Immokalee, na Flórida (EUA), capturam o filhote de urso negro quando cai sem sentidos na estrada na West Main Street depois de ser atropelado por um veículo, informou a WINK News nesta quarta-feira (06) via Daily Mail.

Quando ele cai e eventualmente permanece deitado na estrada, um grande urso aparece ao lado dele, olhando cautelosamente para o tráfego antes de se aventurar para agarrar o urso menor pela nuca e puxá-lo.

O vídeo mostra o urso arrastando o filhote para o acostamento e para longe de outros perigos, antes de virar e voltar para a mata.

Momentos depois, outros dois ursos correm para a estrada, agarram o filhote com os dentes e começam a afastá-lo do caminho do tráfego.

Os três ursos então se reúnem ao redor do filhote por um momento antes de arrastá-lo ainda mais em direção à mata ao lado da estrada movimentada.

Foto: Lisha DeShay
Foto: Lisha DeShay

A Florida Fish and Wildlife Conservation Commission ou FWC (Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida) confirmou que o filhote foi atropelado por um carro e informou que, infelizmente, ele morreu mais tarde.

Lisha DeShay, que filmou a cena quando parou o carro, disse que ficou “emocionada” por ver a família de ursos lutando para salvar um deles.

“Foi comovente ver isso”, disse ela. “A cena me tocou muito. Eu me vejo como um urso mãe. Eu tenho um bebê, então um bebê na estrada ferido, mexeu comigo. Seja um urso ou um humano, é triste demais”.

Foto: Lisha DeShay
Foto: Lisha DeShay

“As pessoas precisam estar atentas e dirigir com cuidado à noite”, acrescentou.

A FWC aconselhou os residentes da região a ficarem em seus carros e ligarem para a linha direta da instituição o mais rápido possível, se encontrarem um incidente dessa natureza.

Foto: Lisha DeShay
Foto: Lisha DeShay

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Destaques

Elefantes tocam e acariciam seu amigo morto com as trombas em sinal de luto

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

Este é o momento tocante em que imagens flagram uma manada de elefantes em luto lamentando a perda de seu falecido amigo.

Durante a filmagem recém-divulgada, que foi capturada no Parque Nacional Serengeti, na Tanzânia (África), os elefantes caminham diretamente em direção a seu amigo em cenas que lembram uma “procissão fúnebre” antes de se reunir em torno do corpo imóvel do animal.

A manada de elefantes gentilmente toca o amigo, como se o chamasse ou tentasse despertá-lo. O animal morreu de causas desconhecidas, os demais membros do grupo descansam suas trombas no corpo do animal morto enquanto prestam sua última homenagem.

Durante a cena rara e extraordinária, os elefantes lideram uma marcha em direção ao seu amigo morto antes de parar perto de seu corpo.

O grupo circula em torno do corpo do elefante e olha para seu companheiro morto enquanto os abutres observam a cena de uma árvore próxima.

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

À medida que mais elefantes continuam a se reunir ao redor da criatura morta, um é visto pressionando e passando a cabeça contra a pele do animal enquanto outro coloca sua tromba gentilmente sobre o corpo do animal.

Depois de levantar as trombas no ar e “saudar” seu amigo morto, a manada lentamente caminha até a borda do campo.

Enquanto os animais se afastam, um elefante permanece ao lado do animal morto e mantém sua tromba pressionada no corpo do animal.

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

Esta não é a primeira vez que elefantes foram filmados lamentando a perda de um ente querido.

No início deste mês, imagens de tirar o fôlego postadas no Twitter pelo guarda florestal indiano Serviço Exterior da Índia, Parveen Kaswan, mostraram uma manada de elefantes carregando o corpo de um filhote de elefante morto por uma estrada na Índia.

Luto e perda

De acordo com o Smithsonian Institution, o maior complexo de museus, educação e pesquisa do mundo, os elefantes costumam lamentar seus parentes mortos e são conhecidos por terem um grande interesse nos ossos de seus falecidos.

Se os elefantes choram ou não por seus entes queridos perdidos que faziam parte damanada é uma questão que os cientistas vêm tentando responder.

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

Como os animais vivem em grupos sólidos e têm uma longa expectativa de vida, eles formam fortes laços entre si. Quando alguém morre, é possível que o restante da manada tenha lamentado sua morte.

Em 2016, um vídeo de três diferentes famílias de elefantes visitando o corpo de uma matriarca morta e repetidamente cheirando e tocando o corpo foi compartilhado por um estudante de doutorado.

Ele sugeriu que os animais podem ter tido uma profunda ligação emocional com o corpo e poderiam estar sofrendo a dor da perda.

Foto: NewsFlare
Foto: NewsFlare

Outro vídeo deste ano mostra o momento comovente em que um bebê elefante tenta acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O pequeno elefante usava a tromba para acariciar a cabeça da mãe enquanto ela permanecia imóvel, o fato aconteceu em Odisha, no leste da Índia.

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Gato carrega corpo de amigo atropelado até um local seguro sem perceber que ele já estava morto

Um gato foi avistado nas ruas do norte da China arrastando o cadáver de seu companheiro para fora da estrada, até um local seguro.  Ele encostou na nuca do gato e, sem resposta, carregou o corpo imóvel ao longo de uma calçada, enquanto os pedestres assistiam a cena comovente.

Reprodução | NewsFlare

A lealdade do animal prendeu a atenção de quem passava por lá, tanto é que toda a cena foi registrada por inúmeras câmeras, dos celulares dos espectadores. O vídeo que circulou pela internet nos últimos dias foi filmado em Songbei, distrito de Harbin, província de Heilongjiang.

O gato branco que aparece nas imagens, parece desesperado para salvar seu amigo, e só conseguiu pensar em arrastá-lo até um local mais seguro depois de lutar muito para levantar o corpo. Ele fez algumas paradas enquanto tentava carregar seu companheiro.

Reprodução | NewsFlare

Espectadores podem ser ouvidos dizendo coisas como “seu amigo está morto, olhe para ele”, e outras palavras semelhantes, como em uma tentativa de alertar o animal. O vídeo termina quando o gato se esconde, junto com o amigo já morto, embaixo de um carro branco.

A causa da morte do gato não foi descoberta, mas imagina-se que, por estarem no meio da estrada, ele tenha sido atropelado por algum automóvel que sequer parou para ver o que havia acontecido ou até mesmo para ajudar o animal.

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Soldado faz despedida comovente para cão à beira da morte

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Kyle Smith

Kyle Smith e o cão Bodza passaram muitos momentos juntos. Enquanto trabalhavam para a Força Aérea dos Estados Unidos, ambos enfrentaram 189 dias frios e amargos no Quirguistão durante uma missão de segurança.

Assim, quando Bodza, um pastor alemão de 11 anos, estava no seu leito de morte, Smith não imaginava estar em outro lugar senão ao seu lado.

Desde 2006, Bodza foi explorado pela Força Aérea dos EUA como um cão de detecção de explosivos. Ele foi forçado a participar de operações no Iraque, Quirguistão e no Kuwait. Smith começou a trabalhar com Bodza em 2012, mas os dois formaram uma amizade rápida e duradoura.

Foto: Kyle Smith

“Eu adorava trabalhar com ele porque ele me ensinou muito – paciência e como entender que este trabalho não é só sobre você”, disse Smith.

Quando não estavam trabalhando, Smith e Bodza gostavam de brincar.

“Bodza era um cão brincalhão e gentil. Nós tínhamos estábulos de cavalos diretamente ao lado de nosso pátio e quando [os cavalos] estavam fora, ele corria para a cerca”, revelou Smith.

“Ele gostava de latir para sua própria sombra, então eu sempre mexia com ele dessa maneira – fazer na minha mão uma sombra no chão e movê-la. Acho que ele pensava que era um coelho”, disse Smith.

Quando chegou o dia em que Bodza se aposentou, Smith não pensou duas vezes antes de adotá-lo. “Eu o levei para casa no mesmo dia. Ele era ainda mais leal em casa. Seguia-me por toda parte, colocava a cabeça na cama e me dizia boa noite, todas as noites”, conta.

Foto: Kyle Smith

Então, no verão de 2016, Bodza foi diagnosticado com mielopatia degenerativa, uma doença progressiva e incurável – que afeta a medula espinhal de um cão.

“Seus membros traseiros não tinham mais uso e ele mal conseguia se levantar mais, muito menos andar. Ele não podia lidar com o estresse em seu corpo e usar o banheiro era uma dificuldade”, relatou Smith.

Sabendo o quanto a vida de Bodza se tornou difícil, Smith tomou a decisão que nenhum amante de cães jamais quis: induzir a morte de Bodza.

Quando chegou o último dia de vida do cão, Smith, juntamente com nove colegas de trabalho, levou Bodza para a Fort Bliss Vet Clinic em El Paso, no Texas. Eles colocaram um cobertor no chão e se certificaram de que Bodza se sentia o mais confortável possível.

“Eu estava segurando Bodza quando ele faleceu. Foi uma adrenalina com tantas coisas, foi apenas desolador”, confessou o soldado ao The Dodo.

Foto: Kyle Smith

Apesar da tristeza que Smith sentia, Bodza parecia feliz em seus últimos momentos. “Ele tinha um sorriso em seu rosto quando foi colocado para dormir”, ressaltou Smith.

Quando Bodza finalmente faleceu, Smith desmoronou. Felizmente, seus colegas de trabalho estavam lá para apoiá-lo.

“Eles me deixaram chorar como um bebê, me deram um tapinha nas costas e me disseram que tudo ficaria bem. Meu chefe imediatamente foi agarrar uma bandeira e colocou-a sobre ele e me deixou ter um momento final. Foi incrível. Houve dor de cabeça e paz de uma só vez sobre mim”, relatou Smith.

Bodza foi cremado e Smith mantém suas cinzas em casa, juntamente com fotos de seu melhor amigo. Ele também mantém a coleira de Bodza no espelho retrovisor de seu carro.

“Eu nunca vou esquecer como ele era leal. Ele era altruísta – mais do que qualquer humano que eu já conheci, ele fez tanto por quase nada e fez isso com um sorriso. Sinto falta dele todos os dias”, finalizou.

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