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Islington, bairro de Londres, proíbe o comércio de peles

O conselho do bairro de Islington, em Londres (Inglaterra), baniu o comércio de peles. A proibição entrará em vigor no dia primeiro de outubro e afetará fornecedores do comércio no Reino Unido.

Uma fileira de casacos de pele pendurados em cabides
Foto: Adobe

O chefe de negócios de Islington, Cllr Asima Shaikh, disse ao Islington Gazette que é impossível saber a ética dos métodos utilizados para a extração de peles. “Acreditamos que o conselho deve trabalhar duro para enfrentar este comércio brutal e terrível”, afirmou ele.

A decisão foi bem vista por ativistas em defesa dos direitos animais. “Aplaudimos o conselho de Islington por se tornar o primeiro bairro de Londres a tomar ações decisivas para interromper a venda de produtos que causam muito sofrimento aos animais”, parabenizou Claire Bass, diretora da ONG Humane Society International (Sociedade Humana Internacional).

“A decisão foi claramente motivada pela compaixão e mostra os valores que refletem a opinião da grande maioria dos moradores de Islington, que rejeitam o comércio desnecessário e cruel das peles”, continuou, acrescentando que a ONG espera que o governo siga a proibição e se movimente para proibir o comércio em todo o Reino Unido.


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Proibição de comércio de peles de animais no Reino Unido não é aprovada

Mais de 425.000 pessoas assinaram uma petição ao governo em oposição ao mercado de peles de animais no Reino Unido. A movimentação pública gerou um debate dos deputados no Westminster Hall nesta semana para discutir um possível impedimento do comércio.

Embora as fazendas de peles tenham sido proibidas em 2000, o Reino Unido ainda importa e vende peles de raposa, de coelho, de marta, de coiote, de cão-guaxinim e de chinchila.

Reprodução | EXPRESS

Duas organizações de defesa dos direitos animais, a Humane Society International (HSI) e a Open Cages, se encontraram com alguns membros do Parlamento britânico, entre eles David Drew, Kerry McCarthy e Roger Gale,  para debater formas de unir os esforços em prol da causa.

Manifestações foram feitas, muitas discussões foram levantadas com a sociedade e celebridades marcharam em defesa da proibição – que seria um avanço não apenas para o Reino Unido, como para todo mundo.

Reprodução | EXPRESS

No próprio dia em que os deputados se reuniram nas Casas do Parlamento para discutir o assunto, a Humane Society International, que lidera a coalizão #FurFree Britain, organizou um protesto bem em frente ao local.

Os discursos inflamados vindos de políticos de diferentes partidos, e de diversas camadas da sociedade, foram ignorados quando a resposta foi dada: os parlamentares não se comprometeram a banir o comércio de peles britânico.

George Eustice, ministro do Meio Ambiente, afirma que, na verdade, as regulamentações atuais da União Europeia frustram qualquer tentativa de proibir o comércio de peles.

Reprodução | EXPRESS

Os opositores dizem que, mesmo que o ministro tenha cometido um erro ao seguir as orientações do governo, ele ao menos pode perceber que, sem dúvida alguma, os deputados e seus eleitores exigem a proibição desse mercado. A oposição é forte e, ao que tudo indica, eles não vão descansar tão cedo.

A diretora executiva da organização HSI lamentou o veredito final. Ao portal EXPRESS, ela afirmou que “depois de uma revelação impressionante de compaixão de deputados de diferentes vertentes políticas, é muito decepcionante e frustrante que o governo não tenha feito nenhum comprometimento sólido em relação a proibição da importação de peles.”

“O Reino unido baniu as fazendas de pele porque elas são antiéticas e desumanas, então em qual lógica absurda a gente ajudar fazendas de pele de outros países a fazer negócio é minimamente ‘menos pior’?”, completa.

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Burro em meio a peles que secam debaixo do sol no Quênia
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Apresentador da BBC repudia importação de peles no Reino Unido

Dezenas de veterinários e especialistas em comportamento animal exigiram um posicionamento do secretário de Meio Ambiente, Michael Gove, sobre a importação de peles de animais. A reivindicação da proibição desse comércio sanguinário tomou força após a Grã-Bretanha deixar a União Européia.

O apresentador da BBC Springwatch, e naturalista, Chris Packham, chamou as fazendas de peles de “totalmente repugnantes”. Parlamentares britânicos preparam-se para debater a questão na primeira semana de junho.

Packham se pronunciou após 50 especialistas em comportamento animal alertarem  Michael Gove sobre as violências envolvidas no comércio de peles.

Martas – como a da foto – raposas e guaxinins são as vítimas mais comuns. Os animais geralmente são assassinados por eletrocução e asfixiação. (Foto: iStock / Frank Leung)

Além de sentenciados à morte, as fazendas de pele oferecem riscos como canibalismo, alastramento de feridas, deformidades e infecções.

Apesar desse comércio ter sido proibido no país em 2000, sua importação já movimentou cerca de £ 650 milhões.

A Humane Society International UK estima que 2 milhões de animais são mortos anualmente apenas para abastecer o Reino Unido. A campanha do grupo contra a importação de peles tem o apoio de famosos, como a tenista Andy Murray e dos atores Alison Steadman e Dame Judi Dench.

O debate parlamentar da próxima semana foi motivado por uma petição pedindo a proibição de importações. Até o momento, mais de 100.000 britânico assinaram assinaram o requerimento. Os defensores dos direitos animais alegam que ter deixado a UE é uma oportunidade para criminalizar a importação de peles.

Em um vídeo apoiando a campanha contra esse comércio, Packham disse: “Essas fazendas são absolutamente horrendas. Para aumentar os lucros, vários animais são mantidos em uma só gaiola – é uma indústria e é totalmente repugnante”. Ele comentou que o estresse faz com que os animais exibam um comportamento repetitivo, e até roam uns aos outros.

Todos os anos cerca de 130 milhões de animais em todo o mundo são criados para a retirada de suas peles. A prática impiedosa ocorre principalmente em na Itália, Finlândia, Polônia, China e Rússia. A criação de peles é proibida em vários outros países, incluindo a Áustria, a República Checa e os Países Baixos, e está a ser eliminada na Dinamarca, Suécia e Suíça. A Índia proibiu a importação de pele de vison, raposa e chinchila.

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Ativistas protestam nas ruas pelo fim do comércio de peles no Reino Unido | Foto: PETA UK
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Ativistas e membros do Parlamento se unem na luta para acabar com o comércio de peles no Reino Unido

Ativistas protestam nas ruas pelo fim do comércio de peles no Reino Unido | Foto: PETA UK
Ativistas divulgam a campanha #FurFreeBritain, pelo fim do comércio de peles na Grã-Bretanha | Foto: PETA UK

A proibição definitiva do comércio de peles de animais, realizado por meio de importações, uma vez que as fazendas de pele já são proibidas no Reino Unido, estará em debate dia 04 de junho. Duas organizações de defesa dos direitos animais, a Humane Society International (HSI, na sigla em inglês) e a Open Cages acompanhadas de alguns membros do Parlamento britânico, David Drew, Kerry McCarthy e Roger Gale, se reuniram em Westminster, agora em maio para discutir o assunto, unir esforços e divulgar a campanha pelo fim definitivo desse tipo de comércio.

O argumento utilizado pelas ONGs se apoia na proibição, em vigor a quase vinte anos no Reino Unido, das fazendas de comércio de pele. Isso tornaria a importação de peles eticamente inconsistente, defendem as ONGs. O argumento do bem-estar animal, acima de qualquer outro interesse comercial, é mais do que suficiente e fundamentado o bastante para sustentar o pleito, acreditam as Organizações envolvidas.

No encontro foram circuladas várias imagens e fotos de diversas fazendas onde são extraídas peles de animais para venda. “Evidências claras de sofrimento animal foram descobertas e compiladas dessas investigações em centenas de fazendas de pele, em diferentes países, em mais de três continentes, desde 2008”, denuncia a ONG.

Os membros do Parlamento aproveitaram a ocasião para tirar fotos com banners da campanha #FurFreeBritain (Grã-Bretanha livre de pele, na tradução livre). A campanha foi criada pelas duas ONGs presentes no encontro com o objetivo de divulgar a ação e acabar definitivamente com todo o comércio de peles no país.

David Drew membro do Parlamento no Reino Unido adere a campanha para o fim do comercio de peles

Segundo Claire Bass, diretora executiva da HSI, a campanha ganhou força com a presença dos membros do Parlamento, que enxergam mais do que apenas o aspecto político desse comércio cruel, como também uma representação genuína dos interesses do povo Bretão, que em sua vasta maioria, apoia o fim dessa atividade.

“Esta na hora do Reino Unido assumir uma posição definitiva com relação ao comércio de peles de animais no país” cobra a ativista apontando para os cartazes presentes no evento.

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Fazenda de pele canadense enfrenta 14 acusações de maus-tratos a visons

Em fevereiro, teve início uma investigação conduzida pela Sociedade de Proteção Animal de Ontario (OSPCA), no Canadá, sobre abusos e maus-tratos em uma empresa de peles de animal, criadora de visons.

Reprodução | Plant Based News

Pouco tempo foi necessário para que as acusações fossem comprovadas: os animais estavam machucados, doentes; eles eram, sem dúvida alguma, explorados e submetidos a péssimos procedimentos.

Jennifer Bluhm, inspetora chefe da OSPCA disse, em declaração à imprensa: “Ninguém está isento da lei quando se trata de providenciar cuidados mínimos aos animais.”

As acusações que a empresa enfrenta, hoje, resultam em 14, entre elas, “permitir” e “causar estresse aos animais”, e por “falhar ao proporcionar recursos médicos adequados, bem-estar em gera, e condições sanitárias mínimas”, afirma o portal Plant Based News.

Problema maior a ser combatido

Imaginar que uma empresa que lucra vendendo as peles dos animais se preocupará com o bem-estar deles é, no mínimo, irônico. E a OSPCA sabe disso.

Essa investigação é apenas uma de uma cadeia de outras investigações nas indústrias de pele de animal do Canadá, pela Aliança de Libertação Animal. O intuito é juntar informação o suficiente sobre as péssimas condições em que esses animais se encontram, e mostrar que é necessário acabar de vez com esse ramo mercadológico no país.

Como resultado, no Canadá oriental muitas empresas já foram fechadas ou empedidas de pagar as dívidas com o governo.

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A supervisora da cidade que propôs o estatuto acredita que a venda de pele é uma atitude desumana.
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O comércio de peles é banido em San Francisco (EUA), mas a exploração continua

San Francisco tornou-se a maior cidade norte-americana a proibir o comércio de peles, mas da mesma forma que cidades como West Hollywood e Berkeley: não se posicionando em relação à venda de carne, leite e derivados, ou sobre maioria das outras formas de exploração animal.

A supervisora da cidade que propôs o estatuto explicou ao jornal Los Angeles Times que ela acredita que a venda de pele é uma atitude desumana. “Eu acho errado tirar proveito das costas dos animais”, disse Katy Tang, que admitiu já ter comprado sapatos de couro.

O movimento contra a venda de peles ganhou força em âmbito mundial na última década, fazendo com que muitos designers e grandes marcas como Gucci e The North Face abandonem o uso de peles em seus produtos. Mesmo assim, a maioria dessas marcas continua fazendo a utilização de materiais provenientes de gansos, além de lã e couro.

A supervisora da cidade que propôs o estatuto acredita que a venda de pele é uma atitude desumana.
A supervisora da cidade que propôs o estatuto acredita que a venda de pele é uma atitude desumana. (Foto:Justin Sullivan/Getty Images North America)

Por que a pele é, então, um problema à parte? As empresas que usam lã, penugem e couro não continuam lucrando explorando animais exatamente da mesma maneira?

Não há dúvida de que pessoas como Tang e outros que agora protestam contra o comércio de peles realmente acreditam ser uma prática imoral e desumana, mas como se pode explicar o fato de que matar um animal por pêlo é errado, enquanto matar um animal por carne não é? Não há maneira de justificar a exploração de animais em determinadas práticas comerciais, ao mesmo tempo em que se condena a exploração de peles animais.

O Ecorazzi debate sobre o movimento contra o comércio de peles ser um dos favorito entre os não-veganos. Ele é atraente para a publicidade e o público em geral, já que não exige grandes mudanças na vida e na rotina das pessoas e dos consumidores. A maioria do mundo, afinal, não usa ou sequer pode comprar peles de animais: é a mesma razão pela qual os não-veganos costumam protestar contra o Seaworld ou o festival de Yulin, na China. Essas pessoas reconhecem a imoralidade dessas práticas ao mesmo tempo em que não precisam questionar a si mesmos ou a suas próprias práticas e as consequências delas.

Algumas pessoas argumentam que a indústria de peles e a carnificina de cães no festival de Yulin são acontecimentos mais desprezíveis do que, por exemplo, matar vacas para laticínios diariamente. São as mesmas pessoas que sustentam que o tratamento dos animais é ‘diferente’ quando se trata dos seus interesses de consumo, o que não é verdade. O problema principal não é a forma como os animais são tratados “humanitariamente” durante suas vidas, à espera da morte, e sim a ideia de que os humanos têm o direito de usar e explorar os corpos dos animais.

Quem considera a indústria de peles imoral, por ser desnecessária, sustenta-se na ideia de que seres humanos não necessitam usar peles para sobreviver. Basta usar materiais alternativos que não exijam matar um animal. Por que algumas pessoas que conseguem reconhecer que nosso prazer pessoal ou lucro não é desculpa para prejudicar animais, não se refere a outras formas de exploração?

Há uma teoria de que uma vez eliminada uma forma de exploração, as outras devem seguir o mesmo rumo, mas existem falsos limites morais entre o que é aceitável e o que não é. (Foto:Justin Sullivan/Getty Images North America)
Há uma teoria de que uma vez eliminada uma forma de exploração, as outras devem seguir o mesmo rumo, mas existem falsos limites morais entre o que é aceitável e o que não é. (Foto:Justin Sullivan/Getty Images North America)

Apesar da hipocrisia, alguns acreditam que devemos aceitar esse acontecimento simplesmente como uma vitória, vendo que este é um passo na direção correta. Há uma teoria de que uma vez eliminada uma forma de exploração, as outras devem seguir o mesmo rumo. Ela ignora que existem falsos limites entre o que é aceitável e o que não é.

O que proíbe o comércio exclusivamente de peles é a promoção a ideia de que a pele é, de alguma forma, mais desumana e imoral do que, neste caso, o couro ou a lã. Ela enfatiza o tratamento de animais criados para peles em vez de questionar a razão de nos sentirmos habilitados a explorar os corpos de animais de qualquer forma – que é, de fato, o que deveria ser visto como o foco da discussão.

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Vanguarda Abolicionista realiza protesto contra a indústria de peles da China

Ativistas passaram o domingo inteiro no Parque da Redenção, em Porto Alegre (RS), denunciando aos frequentadores a morte cruel de animais para uso da pele na indústria de roupas.

Neste domingo, 20 de fevereiro, das 9h às 18h a Vanguarda Abolicionista e uma dezena de seus apoiadores realizaram o tradicional protesto contra a cruel indústria de peles da China.

Um estande com diversos banners foi montado no Brique do Parque da Redenção, ponto de maior concentração popular aos domingos, em Porto Alegre. Milhares de panfletos foram distribuídos ao público passante, esclarecendo que o Brasil exporta toda sua produção de peles de chinchila para a China, mesmo que no país não haja costume de usar casacos de pele.

Abaixo-assinado pede justiça para caso de pitbull queimado vivo na capital gaúcha. Foto: Zelia Cardoso

Próximo ao meio-dia, diversos protetores se concentraram junto à barraca da VAL, para angariar adesões a um abaixo-assinado que pede justiça para o caso do pitbull queimado vivo em uma vila da Capital. O documento pode ser assinado em

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N6926.

Pessoas  interessadas pela questão animal receberam impressos  e puderam manifestar sua posição através do abaixo-assinado proposto.

O dia teve céu nublado, temporal com chuva, calor e sol forte, mas os ativistas seguiram no local, atendendo o público que, chocado com as imagens reais da indústria peleteira, pediam mais informações. Alguns também procuravam informações sobre o veganismo, e o clima de diálogo pedagógico foi a tônica do evento. Um jovem da Alemanha, integrante da Sea Shepherd, recebeu impressos do grupo alemão Vida Universal, e a candidata ao Senado pelo PSTU nas últimas eleições, Vera Guasso, foi pessoalmente manifestar seu apoio aos ativistas.

O incidente do domingo ficou por conta de uma casal que circulava pelas proximidades com um poodle e uma plaquinha de ‘vendo’. Abordados por protetores, deram justificativas mas saíram de forma abrupta – a poucos metros dali, uma placa da Prefeitura alerta que o comércio de animais é proibido.

Fonte: Ecoagência

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Baixista do Velvet Revolver participa de campanha contra o uso de peles

Duff McKagan e Susan Holmes estrelam campanha contra o uso de peles.Foto: Divulgação

Duff McKagan, ex-Guns N’ Roses e atual baixista do Velvet Revolver, e sua mulher, Susan Holmes, tiraram a roupa para uma campanha do PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais). As informações são do Pop Eater.

O casal exibiu suas tatuagens numa campanha contra o uso de peles de animais. Os músicos Dave Navarro, Tommy Lee e Chester Bennington, do Linkin Park, também tiraram a roupa para ajudar o PETA.

Duff McKagan e Susan Holmes participam do reality show Married to Rock, que foca na vida de mulheres casadas com estrelas do rock.

Fonte:Terra

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Cerca de 100 tigres são mortos todos os anos

Foto: Reprodução/Divagar sobre tudo um pouco

Todos os anos são mortos cerca de 100 tigres devido ao tráfico de diferentes partes deste animal. Os dados são de um relatório elaborado pela Traffic International, uma rede de monitorização de vida selvagem, escreve a BBC.

Foto: Reprodução/Divagar sobre tudo um pouco

Pele, ossos e garras são as partes que as autoridades apreendem com mais frequência . Devido a este tráfico, na última década, morreram mil animais. Entretanto, no século passado, o número de mortes foi ainda mais expressivo. De uma população com mais de cem mil tigres, hoje existem cerca de 3.500 animais em todo o mundo.

Os dados foram recolhidos em 11 dos 13 países com populações destes animais.

Recorde-se que, desde 1987, esta espécie está classificada com em perigo de extinção. No entanto, as mortes continuam.

Das 481 apreensões contabilizadas pelas autoridades, 275 ocorreram na Índia.

Fonte:Diário IOL

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ONG produzirá vídeo com tatuagens em protesto contra o comércio de peles

Por Danielle Bohnen (da Redação)

Este ano, a “SinPiel” da AnimaNaturalis, terá novas performances contra o comércio e consumo de peles, entre elas encontra-se a projeção em vídeo de uma sequência fotográfica de pessoas que preferem decorar sua pele do que usar a dos animais.“Mi piel es arte” (Minha pele é arte, em tradução livre) será o título e qualquer um pode ser protagonista.

Muitas celebridades já posaram sua arte corporal para promover campanhas contra o comércio de peles. Agora é sua vez de fazer parte de uma ação para gerar consciência.

Segundo o website da Instituição, para participar, basta enviar um email a caracas@animanaturalis.org, com uma foto onde se possa ver de forma completa ou parcial seu rosto e sua tatuagem. A imagem deve ter no mínimo 800 pixels de largura e 2200 de altura em formato JPG. O assunto da mensagem deve ser “Mi foto para SinPiel CCS” e no corpo do email deve-se escrever: “Doy fe que la imagen que adjunto es de mi propiedad y autorizo a AnimaNaturalis para que la utilice en la campaña SinPiel CCS”, com assinatura, nome completo, cidade, estado e país onde mora.

A projeção do vídeo  será realizada no dia 26 de novembro deste ano, em local ainda não definido, em Caracas, Venezuela. As fotografias serão recebidas até o dia 10 de novembro.

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Da utilidade dos animais

Como podemos amar os animais se os violentamos e os matamos? Esta é a reflexão do conto “Da utilidade dos animais”, do poeta Carlos Drummond de Andrade, representado neste curta-metragem de Betânia Vitor. A história mostra a incoerência de uma professora primária na relação com os animais. Ao mesmo tempo em que diz a seus alunos que é preciso respeitá-los, desfila uma série “utilidades” criadas pela espécie humana para escravizá-los, tais como a pele, a carne, a montaria etc.

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Importação de pele de animais poderá ser proibida no Brasil

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 5284/09, do deputado Felipe Bornier (PHS-RJ), que proíbe a importação de peles de animais exóticos, cães e gatos, além de produtos delas derivados. Infelizmente, ainda que a lei seja aprovada, a importação de peles será permitida para fins educacionais e científicos.

O deputado explica que, em 2000, os Estados Unidos proibiram o comércio e a fabricação de produtos oriundos de pele de cães e gatos. A mesma regra foi adotada pela União Europeia há dois anos, após surgirem denúncias de abate dos animais com uso de métodos crueis, sobretudo na China, que responde por mais da metade do comércio mundial de peles.

O pelo do cão e do gato é usado na indústria para a confecção de artigos como luvas, chapéus, cobertores e bichos de pelúcia. Para o deputado Bornier, o Brasil deve participar do esforço mundial que busca eliminar o comércio de peles de animais, domésticos e exóticos.

“O País já conta com uma legislação que protege os animais nativos, mas não veda a entrada de artefatos produzidos com crueldade em seus países de origem”, disse o deputado.

Fonte: Gazeta Digital

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