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Mais de cem cães são resgatados em condições deploráveis após denúncia contra criador

A investigação levou ao resgate de 101 cães que foram removidos de casas em Manchester | Foto: Conselho de Rochdale
A investigação levou ao resgate de 101 cães que foram removidos de casas em Manchester | Foto: Conselho de Rochdale

Uma operação de fiscalização e resgate em massa a um criador de cães denunciado como “fábrica de filhotes”, levou as autoridades de Manchester, na Inglaterra, a retirar das instalações do canil um total de 101 cães da raça dachshund (popularmente conhecido como salsichinha) que estavam sendo forçados a se reproduzir para fins de venda dos filhotes.

Os cães foram recuperados de nove propriedades em Rochdale, Oldham e Salford na semana passada, após uma operação assistida por 30 policiais e inspetores da RSPCA (maior ONG inglesa de proteção e direitos animais).

Mark Widdup, diretor de bairro do Conselho de Rochdale, disse: “É recompensador termos sido capazes de executar os mandados com sucesso, resgatar e colocar os cães aos cuidados da ONG”.

A operação de invasão aos canis é o resultado de uma investigação de dois meses sobre a criação dos cães em condições abusivas, insalubres e de maus-tratos, que contou com a ajuda do público.

Todos os dachshunds foram acolhidos pela RSPCA e estão sendo tratados na ONG, enquanto passam por exames de saúde.

O Conselho de Rochdale confirmou que os cães ainda não estavam disponíveis para adoção, pois fazem parte de uma investigação em andamento.

Em um comunicado, as autoridades pediram que aqueles que compraram cães da raça dachshund na região contatassem funcionários do Conselho.

Um porta-voz da RSPCA disse: “Na terça-feira, 12 de novembro, oficiais e agências parceiras da RSPCA, incluindo a polícia de Manchester e membros do Conselho Municipal de Rochdale, executaram mandados em endereços em Rochdale, Oldham, Heywood e Little Hulton”.

“Não podemos comentar mais enquanto as investigações continuam”, concluiu o porta-voz da ONG.


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Mais de 70 pássaros silvestres são apreendidos em feiras livres de Aracaju

A Polícia Militar, através do Pelotão Ambiental, apreendeu no domingo (21), 76 pássaros silvestres em feiras livres localizadas nos bairros Lamarão e Santa Maria, na capital sergipana.

A ação ocorreu durante fiscalização na região com o objetivo de apreender animais silvestres que possivelmente estivessem sendo comercializados de maneira ilegal.

“Não conseguimos deter os infratores, pois quando perceberam a presença da PM fugiram do local, abandonando as gaiolas com os animais. Na primeira abordagem na ‘Feira das Trocas’ do bairro Lamarão foram apreendidas cerca de 35 aves. Posteriormente, seguimos em direção ao bairro Santa Maria, onde foram apreendidas mais 41 aves”, destacou o sargento Cristo.

Foram apreendidos papa-capins, azulões e canários-da-terra. As aves foram encaminhadas ao Centro de Tratamento de Animais Silvestres do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Fonte: G1

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Operação para coibir tráfico de quelônios é realizada no Baixo Rio Branco

Uma equipe formada por seis fiscais da Fundação Estadual do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Femact), e quatro policiais militares, realizou uma ação para coibir o tráfico de quelônios na região do Baixo Rio Branco.

De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização da Femact, Pedro Milton, a operação, encerrada no último dia 23, durou cerca de 30 dias. “Este é o período em que os quelônios estão subindo para desovar, o que ocorre quando as águas do rio estão baixas. O Baixo Rio Branco é um dos lugares com maior problema de tráfico destes animais. Na maioria das vezes, são capturados por pescadores do Amazonas para serem comercializados lá”.

Milton destacou que o lucro fácil obtido com a venda dos animais chama a atenção de muitos pescadores. Os bichos chegam a ser vendidos por R$ 500,00, especialmente no final do ano, época em que muitas pessoas têm o hábito de consumi-los.

“Mas é bom repetir que o tráfico de tartarugas e tracajás é ilegal, crime com multa de R$ 5 mil por animal. Além disso, quem for pego responderá administrativamente na Femact, no Ministério Público Estadual e na Delegacia de Polícia”, lembrou Milton.

Segundo Pedro, a operação teve caráter preventivo e de educação ambiental. “A intenção é realizar, em 2010, operações como esta com mais frequência, colocando a Femact como uma presença mais constante na região, buscando inibir a prática destes crimes ambientais”, disse.

Fonte: BV News

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