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Comercial sobre veganismo é visto por milhões de pessoas em Israel

Reprodução

Um comercial que mostra a realidade cruel do consumo de carne foi visto por milhões de pessoas em Israel, conscientizando a população e expondo a necessidade do veganismo a pelo menos 35% dos israelenses.

Exibida durante a temporada final do programa Survivor Israel, a propaganda idealizada pela entidade Vegan Friendly mostra a rotina de compras de um casal em um supermercado. Eles compram frutas e depois procuram carne de cordeiro, e então se deparam com os bastidores do consumo de produtos de origem animal.

Ao pegar em uma geladeira um pedaço de carne embalado à vácuo, o rapaz recebe da namorada a resposta de que aquilo não era o que ela queria. “Querido, eu quero o extra fresco”, diz a mulher ao se referir à carne.

O casal, então, caminha até o açougue do mercado, onde a mulher reforça ao açougueiro que está à procura de uma carne de cordeiro extra fresca. O funcionário do estabelecimento acata o pedido e o repassa para outro açougueiro, que traz nos braços um cordeiro vivo e o entrega à mulher.

Assustada, ela chega a fazer carinho no cordeiro enquanto escuta um dos açougueiros perguntar: “você quer fatiado ou embalado?”

Ao final do vídeo, que tem um minuto de duração, a Vegan Friendly incentiva o veganismo. “Você não parece realmente surpreso. Mais de um milhão de israelenses fizeram a conexão e deixaram de comer animais”, conclui a organização.

Confira o comercial:


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Destaques, Notícias

Mais de dez cabeças decapitadas de cangurus são encontradas no interior da Austrália

Foto: Facebook/Kangaroos Alive
Foto: Facebook/Kangaroos Alive

Um homem encontrou 11 cabeças de cangurus decapitadas no interior australiano. Infelizmente e para vergonha do país o governo autoriza anualmente a morte de milhares desses animais alegando “superpopulação”.

A forma escolhida pelas autoridades é a morte dos animais em meio a tantas outras soluções possíveis como explicam ONGs de proteção animal sediadas no país como a RSPCA (The Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals).

Porém os requintes de crueldade usados nesses animais que foram espancados até a morte e, posteriormente, decapitados são ilegais além de considerados repugnantes pelas autoridades responsáveis.

Os corpos dos animais foram encontrados no mês passado nas Blue Montains (Montanhas Azuis) de New South Wales (NSW) e foram mortos por caçadores comerciais (pagos pelos governo para matar cangurus).

Em um vídeo compartilhado na página da ONG de proteção animal Kangaroos Alive (Cangurus Vivos) no Facebook, o homem descreveu que muitos dos animais foram espancados até a morte.

“Este foi baleado no pescoço e imobilizado no chão, o animal foi pressionado a um ponto em que o atirador poderia se aproximar dele e colocar a bota nele ou prendê-lo com uma barra de ferro”, disse ele.

“Então ele foi espancado até a morte, morreu de trauma secundário. A bala não foi a principal causa de morte”.

Foto: Siggy Nowak por Pixabay
Foto: Siggy Nowak por Pixabay

“Esses caçadores parecem não conseguir acertar o tiro mortal que a indústria promove”.

Ele disse que um dos cangurus baleados era jovem ainda, enquanto muitos não tinham balas na cabeça – o que significa que foram mortos de outras maneiras.

Caudas mutiladas e ensanguentadas também foram encontradas na área.

O aparecimento dos corpos de cangurus decapitados acontece após outro ataque ao animal australiano.

Em novembro, cerca de 40 corpos de canguru mutilados e apodrecendo apareceram em um campo depois de serem baleados, decapitados e estripados na cidade de Dunkeld, 260 km a oeste da cidade de Melbourne.

Cabeças, caudas, patas e entranhas foram deixadas espalhadas pelo campo, deixando os moradores horrorizados.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Na Austrália, os caçadores devem possuir uma licença para matar cangurus comercialmente.

Existe um regulação para a morte de cangurus autorizadas pelo governo, é o “Código Nacional de Práticas para Tiro Humanitário em Cangurus e Wallabies para Fins Comerciais” que declara que o animal deve ser atingido no cérebro para que o tiro “minimize toda a dor e o sofrimento”.

O código também diz que os animais devem ser mortos apenas com uma arma de fogo específica.

Há quase o dobro da quantidade de cangurus do que de pessoas na Austrália, e muitos os veem como “pragas” porque causam danos às cercas, comem forragens e colheitas e causam acidentes nas estradas.

Infelizmente, contaminada pela doutrina do especismo a sociedade acredita que o ser humano é superior às demais espécies que habitam o planeta e por isso pode deliberar sobre seu direito de vida e morte e fazer delas o que bem entender. Como bem entender.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

De acordo com dados da ONG Animals Australia, 1,34 milhão de cangurus foram mortos pela indústria de caçadores comerciais em 2016.

Tendo adotado a morte como solução para a questão e ignorando qualquer direito à vida dos animais, todos os anos a Austrália tem uma cota estabelecida de mortes para ajudar a gerenciar a população de cangurus, mas esse número raramente é alcançado.

Mas a RSPCA alertou que os programas de morte de cangurus costumam levar em consideração apenas o tamanho da população e não se baseiam em provas concretas se os cangurus realmente causam danos.

A entidade disse: “São estabelecidas cotas para as mortes comerciais de cangurus que não mais relacionam a redução da população diretamente à mitigação de danos”.

Os planos de gerenciamento das populações de cangurus do país tratam os amimais como um recurso sustentável disponível para uso comercial: “Dados os impactos da seca e das mudanças climáticas, há um debate sobre o efeito da atual abordagem do uso sustentável sobre as futuras populações de espécies exploradas comercialmente”, de acordo com a ONG.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Segundo a organização, mais recursos devem ser alocados para soluções não-letais de gerenciamento de cangurus.

A RSCPA acrescentou que o manejo de cangurus deve se concentrar mais no “valor intrínseco que a comunidade atribui à vida selvagem australiana”.

Caçadores de cangurus têm matado cerca de 100 mil animais todos os anos na última década.

O número mais alto foi em 1995, quando foram mortos covardemente mais de 360 mil animais indefesos. As informações são do Daily Mail.

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Rapper Snoop Dogg serve salsichas veganas para promover café da manhã à base de vegetais em restaurante

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Snoop Dogg serviu de surpresa aos clientes de uma lanchonete americana, a Dunkin’,  o novo sanduíche Beyond Sausage (com salsicha vegana) em uma filial da loja em Los Angeles, EUA. O sanduíche produzido para um café da manhã vegano foi lançado quarta-feira última (6/11) em todo o país.

Em um vídeo postado no Instagram, a Dunkin’ disse que a lanchonete trouxe o “maior fã da Beyond Meat (empresa de carne vegana)” que eles conhecem – Snoop Dogg – para ser o funcionário do dia. Snoop atendeu no balcão e no drive-thru enquanto serviu o sanduíche “Beyond Sausage” para os clientes. “Você quer aquele bom gosto à base de vegetais?”, ele pergunta n clipe.

“Tenha um dia maravilhoso, ok?”, ele disse a um cliente no drive-thru. As pessoas ficaram compreensivelmente surpresas ao ver o famoso rapper “atrás do balcão da lanchonete” em Los Angeles.

Snoop Dogg e a Beyond Meat

Esta não é a primeira das promoções Beyond Meat que Snoop Dogg participa. Em maio passado, o rapper de 48 anos dirigiu um caminhão de comida em El Segundo, Califórnia – onde fica a sede da Beyond Meat – servindo hambúrgueres veganos em homenagem ao IPO (abertura de capital na bolsa de valores) da empresa. Ele também serviu Beyond Burgers (hambúrgueres à base de vegetais) na festa pré-Grammy (prêmio mundial da indústria musical) em fevereiro passado.

Demanda vegana e parceria

O Beyond Sausage Sandwich (sanduiche de salsicha vegana) estreou em 6 de novembro em todo o país, após um teste bem-sucedido em locais do bairro de Manhattan, na cidade de Nova York. O sanduíche apresenta uma salsicha para ser consumida no café da manhã (costume americano) à base de vegetais, feita pela Beyond Meat, que é sediada na Califórnia. Para tornar o café da manhã 100% vegano, basta retirar o ovo e o queijo. Vários que o fizeram, recomendaram a troca por batatas ao estilo rosti e ketchup.

A Dunkin’ pretendia apresentar o sanduíche Beyond Sausage em todo o país em janeiro de 2020, mas sua popularidade acelerou o lançamento. O sanduíche de café da manhã foi o mais vendido em Manhattan e as vendas alcançaram o dobro das expectativas.

Em entrevista à CNBC, o CEO da empresa David Hoffman sugeriu que o sanduíche Beyond Sausage seja apenas o começo do relacionamento da cadeia de lanchonetes com a Beyond Meat. “Acho que essa será uma parceria sólida para os próximos anos”, disse ele.

Com mais de 9 mil lojas em todo o país, a Dunkin’ é mais uma parceria de restaurante e com alto poder de consumo para a fabricante de carne vegana. Até o momento, a Beyond Meat tem parcerias com Carl´s Jr., Hardee´s, Denny´s e Tim Hortons. A empresa também conduziu testes de carne vegana com o McDonald’s, KFC e Subway.

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Anúncio contra o óleo de palma é banido por ser “muito político”

O anúncio de Natal de uma varejista, que destaca a destruição causada pela indústria de óleo de palma, foi proibido por ser “muito político”.

O anúncio animado apresenta um jovem orangotango que conta a uma menina sobre seu habitat ter sido destruído e sua mãe ser morta pelo apetite voraz do ser humano por óleo de palma.

O anúncio foi proibido alegando que ele quebra as regras estabelecidas pela Lei de Comunicações de 2003 em torno da propaganda política:

“A Clearcast e as emissoras têm até agora sido incapazes de esclarecer este anúncio da Iceland porque nos preocupamos que ele não esteja em conformidade com as regras políticas do código BCAP”, disse o órgão em um comunicado.

“O produto está vinculado a outra organização que ainda não conseguiu demonstrar conformidade nesta área”.

O comercial foi feito pela Iceland em colaboração com a organização ambientalista Greenpeace e é dedicado aos “25 orangotangos que perdemos todos os dias”.

“Este foi um filme que o Greenpeace fez com uma narração de Emma Thompson”, disse o fundador da Iceland, Malcolm Walker, em um comunicado.

“Conseguimos permissão para usá-lo e retirar o logotipo do Greenpeace e usá-lo como anúncio de Natal da Iceland”.

O anúncio mostra a destruição de florestas causada pelo óleo de palma (Foto: Plant Based News)

A iniciativa surgiu após outro anúncio feito pela Iceland no início deste ano, afirmando que o óleo de palma não será mais utilizado em produtos de marca própria em razão de bem-estar ambiental e animal.

Richard Walker, diretor-geral do varejista, afirmou que “não existe tal coisa” como o óleo de palma sustentável.

“A jornada me mostrou que, atualmente, nenhum grande supermercado ou fabricante de alimentos pode sustentar qualquer alegação de que o óleo de palma que eles usam é verdadeiramente sustentável, como os danos causados ​​ao meio ambiente global e às comunidades”, ele afirma.

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Atletas veganos revelam aumento da performance em comercial transmitido nas olimpíadas de inverno

O comercial, exibido em seis mercados dos EUA, destaca a campanha “Milk Life” e protesta contra a indústria de laticínios. Com o título “# Switch4Good” (Troque para sempre) a campanha enfatiza atletas olímpicos que não consomem laticínios para melhorar sua performance.

Foto: Livekindly

“Eu fiz isso e fiquei mais forte”, diz o levantador de peso olímpico dos EUA Kendrick Farris nos primeiros segundos do vídeo.

“Eu fiz isso pelo meu desempenho atlético e funcionou”, afirma Kara Lang, da equipe olímpica de futebol do ano de 2008.

A ideia da campanha foi de Dotsie Bausch, uma ciclista olímpica que conquistou a medalha de prata, foi sete vezes campeã nacional dos EUA, ex-recordista mundial e duas vezes vencedora do ouro pan-americano. Ela viu a campanha “Milk Life” promovendo os laticínios como necessários para o êxito de atletas, informa o Livekindly.

“Eu estava sentada no sofá assistindo às competições olímpicas uma noite e o comercial ‘Milk Life’ apareceu. Soube que eu tinha agir e apresentar a verdade, não apenas sobre os imensos perigos de beber leite de vaca, mas sobre a realidade que está por trás da nutrição para mim e para outros olímpicos”, conta.

Bausch certamente não está sozinho. Juntamente com Farris e Lang, ela conseguiu o apoio de Seba Johnson, a primeira mulher negra a esquiar nas Olimpíadas que nunca bebeu leite; Malachi Davis, um velocista olímpico de 2004 que disse que quando parou de beber leite, imediatamente aumentou sua velocidade; e Rebecca Soni, seis vezes vencedora da medalha olímpica, que diz que ela desistiu dos laticínios para “recuperar” sua vida. Todos dizem à câmera que estão “orgulhosos de estar livres dos laticínios”.

O comercial ocorre quando o mais recente filme do diretor Psihoyos, “The Game Changers” estreia no Sundance e no Festival de Cinema de Berlim. O filme acompanha James Wilks, treinador das forças especiais de elite, enquanto ele tenta compreender a relação entre desempenho atlético e os produtos de origem animal. Atletas veganos surgem no filme para desconstruir mito de que a carne é necessária para eles.

“Acredito que temos um dever como sociedade de dizer a verdade, principalmente quando a verdade está sendo manipulada”, diz Bausch.

Para Bausch, é importante compartilhar a campanha devido aos “verdadeiros benefícios associados à mudança para um estilo de vida à base de vegetais e não laticínios”.

Transmitido em seis mercados dos EUA durante as cerimônias de encerramento (Nova York, Los Angeles, Chicago, DC, San Francisco e Dallas), o vídeo de 30 segundos também foi transmitido durante os jornais noturnos e em três mercados adicionais (Boston, San Diego, Miami).

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Comercial sobre veganismo é veiculado em cinemas britânicos

O comercial foi criado pela organização vegana Viva!  – sediada no Reino Unido – e mostra uma porca resgatada chamada Hope e seus filhotes experimentando a liberdade pela primeira vez, além de imagens de fazendas industriais.

Foto: VegNews

“Nós contrastamos sua liberdade com suas irmãs e irmãos dentro das fazendas industriais, então isso se torna incrivelmente mordaz”, disse a fundadora da Viva, Juliet Gellatley,

A propaganda foi feita com a quantia de $136,393 que a organização recebeu por meio de financiamento coletivo, informa a VegNews.

“Em um mundo inundado por propagandas, tem que ser algo único para fazer as pessoas pararem e ouvirem. O resgate da Hope nos deu a oportunidade para fazer isso”, disse Gellatley.

O comercial tem o potencial de alcançar mais de dois milhões de frequentadores de cinemas nessa temporada de férias.

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Jogador da NBA promove veganismo em comercial da Nike

“Funciona. Quero dizer, não estou comendo mais um monte de animais. Quando você desperta, você não vê mais essas coisas. Não planejo mudar nada na minha dieta. Está funcionando muito bem até agora”, disse.

Foto: Clearly Veg

 

Em um novo comercial para a Nike, o jogador credita suas habilidades de drible aos hábitos que não promovem a crueldade contra animais, de acordo com o Clearly Veg.

No final do comercial de um minuto sobre os tênis Kyrie IV, Rob Gronkowski, do New England Patriots, pergunta a Irving como ele consegue fazer dribles impressionantes. Irving responde: “Simples. Dieta à base de vegetais”.

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“Sou vegetariano”, diz Cid Moreira ao recusar proposta para comercial de carne

O jornalista e locutor Cid Moreira recusou um cachê de R$ 2 milhões oferecido pela JBS-Friboi para que ele estrelasse comerciais de carne ao lado da também jornalista Fátima Bernardes.

(Foto: Reprodução / UOL)

Em entrevista recente ao portal UOL, Cid comentou a proposta. “Recusei e não me arrependo. Sou vegetariano, tenho princípios”, disse o jornalista.

Reconhecido pela sua voz grave, Cid Moreira esteve à frente do Jornal Nacional por quase três décadas, e hoje, aos 90 anos, dedica-se a narrar a Bíblia, o que considera ser sua missão de vida. O jornalista, que defende o vegetarianismo, é uma das personalidades do Calendário Veg 2018, que terá 100% do lucro revertido para o Santuário das Fadas e a Comunidade Crer-Sendo, entidades de proteção animal do Rio de Janeiro.

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Comercial mostra história de fotógrafa que ajuda cães a serem adotados

Divulgação
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Muita gente, quando quer um cachorro, decide pagar por ele. Mas ainda há milhares esperando um lar em abrigos e canis. E muitos deles acabam morrendo sem ganhar um tutor. Outros tantos acabam sendo induzidos à morte. Mas há quem lute para que isso mude, como a fotógrafa americana Guinnevere Shuster.

Shuster estrela o novo comercial da marca Canon nos Estados Unidos. O vídeo faz parte da série da marca “Rebel With a Case” (“Rebelde com uma Causa”), que faz um jogo de palavras com as câmeras Canon Rebel e também com o nome do famoso filme estrelado por James Dean, “Rebel Without a Case”.

Na campanha, a marca entrevista diferentes ativistas e pessoas envolvidas com projetos sociais – e sempre com a fotografia no meio da história, claro.

No caso de Guinnevere Shuster, ela fotografa animais à procura de um lar. As fotos, divertidas e profissionais, ajudam os cães a chamarem a atenção dos adotantes em potencial.

No vídeo, a cadela Willa sai do abrigo e ganha “o melhor dia da sua vida”, com festa, passeios no parque, bacon e muitos outros mimos. Como a história foi transmitida em tempo real, milhares de pessoas apareceram com interesse em adotá-la.

Assista:

Fonte: Economia Brasil

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Peru ganha final feliz em comercial de natal

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O Natal não é a melhor época para ser um peru – a não ser que você seja Terry, a estrela da nova propaganda festiva da Vodafone. O gigante dos celulares lançou seu comercial de natal, uma emocionante história de uma família do século 21 se mudando para o campo.

O filme de 1 minuto mostra mãe, pai e três filhos acolhendo a chegada de Terry, o construindo um viveiro e o envolvendo em todos os aspectos da vida em família. A jovem ave é vista esperando as crianças voltarem da escola, andando de skate e posando para selfies.

Mas quando o inverno chega, parece que Terry está perto de virar o jantar da família em vez do animal doméstico. Enquanto o pai tristemente carrega o peru agora totalmente crescido para dentro de uma cabana, as crianças assistem às lagrimas, sendo consolados pela mãe. O filme então corta para o pai tirando o jantar de natal do forno – e se virando segurando um assado de frutas secas. Terry está vivo e bem, sentado à mesa com sua família no natal.

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Confira a seguir o tocante comercial:

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Comercial emocionante fala sobre adoção de cães

Foto: Divulgação
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O novo comercial da Blue Cross, uma das maiores organizações de resgate animal do Reino Unido, é emocionante e conta com a presença do sobrevivente Baxter, que encontrou um lar amoroso depois de sofrer nas mãos do antigo tutor.

Cantando “I will survive”, o cãozinho passa por uma jornada de superação e força, com o apoio de amigos de várias espécies, até receber seu merecido final feliz. A letra da música realmente dá um significado impactante aos animais que são verdadeiros sobreviventes e florescem apesar de tudo.

Pense com carinho em adotar um animal, dê essa chance para esses peludos que precisam de uma chance. Eles estão tão cheios de amor, só precisam de um sim.

Fonte: Portal do Dog.

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Comercial emociona com cachorro em cadeira de rodas

Uma nova campanha da marca de lenços Kleenex está fazendo sucesso nos EUA.

No vídeo emocionante, conhecemos a história de um cachorro chamado Chance que, depois de atropelado e abandonado, perdeu o movimento das patas traseiras.

Mas um homem, cadeirante, decidiu adotá-lo. E não parou aí: providenciou uma cadeira de rodas adaptada, para que o animal pudesse voltar a correr e brincar livremente.

Com certeza a Kimberly-Clark quis criar um vídeo que fizesse todo mundo chorar de emoção – e depois precisar de um lenço…

Brasil

No Brasil, há uma história parecida: a da cadela Mocinha, tetraplégica e que teve sua história contada por sua tutora, Julia Bobrow.

Assista ao vídeo da Kleenex:

Fonte: EXAME

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