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CCZ de Araguaína (TO) está sem combustível para resgate de animais

O Centro de Controle de Zoonoses de Araguaína, no Tocantins, está sem combustível. Dos três veículos destinados ao resgate de animais, apenas um está em condições de uso – no entanto, devido à falta de gasolina, o automóvel está parado. A situação ocorre há pelo menos uma semana.

(Foto: Pixabay)

A assistente social Fernanda Sampaio denunciou o caso após precisar dos serviços do CCZ e não conseguir ter acesso a eles por causa da falta de combustível. Ela conta que solicitou que o órgão resgatasse uma cadela, mas foi informada pelos servidores que não seria possível. Fernanda, então, levou o animal até o CCZ. As informações são do portal AF Notícias.

“Fiz de tudo para salvar [cadela]. A Amora tinha quatro anos e descobrimos que estava com cinomose, que ataca o sistema nervoso. Quando não teve mais jeito procuramos o CCZ, mas eles disseram que não tinha gasolina, problema que fiquei sabendo que está acontecendo em outros órgãos públicos do município. Dói perder o animal e hoje estava nos últimos suspiros, por isso, fui deixar na sede do órgão”, contou Fernanda.

A Prefeitura emitiu uma nota sobre o caso, mas não abordou a falta de combustível. De acordo com o comunicado, o CCZ “prioriza recolhimentos de cães que oferecem risco à comunidade”.

 

“O caso citado pela reportagem trata-se de cinomose e não apresenta risco ao ser humano. O contágio do cão poderia ter sido evitado com a vacinação. É importante ressaltar que o dono do animal é responsável pelo seu bem-estar”, afirmou o órgão, que disponibilizou os telefones 0800 646 7020, 63 3415-5307 ou 63 3411-7040 para “mais informações sobre doenças, cuidados e vacinação”.

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Ulissescão

O biocombustível de sangue

Uma ótima notícia para quem anda preocupado sobre a escassez de petróleo no futuro próximo: não vai faltar combustível, não.

Por um tempinho, continuaremos assim, preocupados com os preços para encher o tanque e especulando se os coitados dos milhões de pobres do mundo emergente terão o prazer de curtir seus fonfons como fizemos até aqui. Afinal, justo agora, dizem que essa multidão de neo classes médias vai exigir seu bife e seu carrinho. O problema é que não há estoque de bife suficiente nem combustível para eles, mesmo podendo pagar por isso a peso de ouro.

Mas calma, relax, as otoridades já estão se antecipando a catástrofe: neste momento, a opção é o biocombustível. Nós plantando mais cana e os Estados Unidos mais milho. Existe o detalhe indigesto que as usinas são altamente poluidores e 25 mil pessoas trabalham como mão de obra escrava nas fazendas de gado, milho, soja e canaviais no Brasil. E a carne é fraca e gulosa, pois haja soja para alimentar os bois, porcos e frangos que nos alimentam. Daí que o agro-negócio precisa invadir as florestas com lavouras e pastos. Cada um no seu quadrado: a indústria automobilística vai de vento em popa e os pecuaristas e fazendeiros correspondem. É a economia, estúpidos ambientalistas, veganos e defensores dos animais!

E os norte-americanos não ligam muito em transformar comida em fumaça, mesmo que o milho seja um alimento crucial para a humanidade.

Antes que alguém me critique pela opinião catastrófica, limpo minha barra com mais uma ótima notícia: os pesquisadores e cientistas já estão resolvendo os problemas antes que eles aconteçam.

Trocar o sangue negro (o petróleo) pelo sangue verde (plantas e legumes) tem sido aplaudido porque cumpre o prometido: mais energia por um preço menor.

E se preparam para o próximo passo: trocar o sangue de qualquer cor por sangue de verdade.

Se não é viável continuar usando o sangue negro, nem o trabalhoso sangue verde, que se obtenha combustível derramando o sangue vermelho mesmo. Assim pensam os produtores da alternativa para a crise de energia mundial.

Olha só quantas notícias bacanas para você contar a seus filhos (aos netos eu não garanto que dê tempo deles nascerem para ouvir):

A Força Aérea Americana testou e aprovou o novo tipo de querosene para que os aviões continuem no ar: é o querosene extraído da gordura das galinhas.

E a nossa nata científica (sim a brasileira) explica para nós, os ignorantes, que dá para extrair biocombustível de porcos, de qualquer bicho. Estão com várias patentes e produtos prontos para entrar no mercado. Coisa de primeiro mundo. Afinal, seus colegas lá de Lousianie, abastecem vários postos da cidade com biocombustível derivado de jacarés. Várias socialaites já dizem há muitos anos que é um desperdício o jacaré servir apenas para fazer seus sapatos.

Para quem acha que estou delirando, pode ir perguntar lá no professor Google, ou procurar nas publicações científicas sobre tecnologia de ponta e alternativas energéticas.

Na mídia gorda e burguesa, vão ver que tudo é bem justificado e bem intencionado, na onda ecologicamente correta. Matam o planeta em nome da sobrevida da civilização.

Um entusiasmado e jovem engenheiro afirmou que o homem historicamente sempre usou a energia dos bichos e das plantas, não é bonitinho?

Transformaram a sustentabilidade em pretexto para o cinismo do lucro. A natureza que se exploda e pague a conta, literalmente.

Talvez eu devesse aproveitar enquanto dá: sabem qual a planta recomendada pelos agrônomos para virar o melhor e mais barato biocombustível do século XXI?

Aquela que nasce em qualquer terreno árido: a maconha.

Tem um ladinho meio chato: nem a maconha consegue ser biocombustível mais barato que a gordura dos animais.

O que mais faltam inventar para manter girando a roda alucinada do consumo?

Humor negro do sistema zumbi que criamos e avalizamos: como a Terra já chegou aos 7 bilhões de habitantes e boa parte deles não poderá nunca andar em seu carrinho comendo seu churrasquinho, alguém acabará sugerindo aproveitar esse desperdício de gordura, carne e energia.

Afinal, humanos também são animais em extinção.

No caso deles, por genocídio.

No nosso, por suicídio.

Ulisses Tavares, em seus momentos pessimistas acha que ainda vamos acabar comendo merda e, em seus momentos otimistas, que não haverá merda suficiente para todos. Coisas de poeta.

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Destaques, Notícias

Ativistas mexicanos fazem manifestação por ações contra o derrame de petróleo

Por Raquel Soldera (da Redação)

Cerca de vinte ativistas da organização espanhola em defesa dos animais AnimaNaturalis fizeram, recentemente, um protesto na Cidade do México, chamando a atenção para que se reduza o consumo de produtos petrolíferos, e pedindo que sejam feitas mais ações para limpar o petróleo derramado no Golfo do México.

Segundo informações divulgadas no site da AnimaNaturalis, os ativistas estavam banhados em um líquido simulando ser petróleo, e ficaram em frente a um posto de gasolina em uma importante avenida da Cidade do México, estendendo a divulgação que tem sido feita sobre a catástrofe ambiental que ocorreu no Golfo do México, e denunciando a falta de ações do governo federal e das unidades competentes mexicanas para ajudar na limpeza da mancha de petróleo, que já atingiu a costa mexicana.

Ativistas fazem protesto no México (Foto: AnimaNaturalis)

Com feições sérias e cartazes na mão, os ativistas fizeram um pedido à sociedade para que sejam parte ativa na resolução desta catástrofe, tomando medidas ao alcance de qualquer cidadão:

  1. – Reduzir ao máximo o uso de automóveis e o consumo de produtos derivados do petróleo;
    – Não utilizar sacolas plásticas;
    – Apoiar as ações que estão em andamento para o fim desta catástrofe;
    – Enviar informações para seus contatos.

Durante o ato, foram distribuídos folhetos aos pedestres e motoristas que circulavam na área, enquanto um dos ativistas dava maiores explicações utilizando um megafone.

As pessoas foram muito receptivas, e muitos jovens se interessaram em participar da Marcha Contra o Uso do Petróleo, programada para o dia 5 de setembro, no mundo todo.

Por meio deste protesto, que recebeu boa cobertura da mídia, foi informado às pessoas sobre como os padrões de consumo afetam desastres ambientais como o ocorrido no Golfo do México, e o que pode ser feito, individualmente e coletivamente, e por que o governo mexicano deve implementar soluções imediatas, em conjunto com os Estados Unidos.

Para mais informações sobre a Marcha Contra o Uso do Petróleo, acesse o site: http://www.blackmarch.org/

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Sea Shepherd presta queixa contra baleeiro japonês por tentativa de homicídio

Por Raquel Soldera (da Redação)

A organização australiana Sea Shepherd Conservation Society apresentou nesta terça-feira (12), à polícia da Nova Zelândia, uma denúncia de tentativa de homicídio contra o capitão do navio baleeiro japonês Shonan Maru 2.

A embarcação Ady Gil, que fazia parte dos esforços da Sea Shepherd para perseguir baleeiros japoneses no Oceano Antártico, afundou após uma colisão com o Shonan Maru 2 na última quarta-feira (leia notícia publicada na ANDA aqui).

“A tripulação do Shonan Maru 2 agrediu a tripulação do Ady Gil com o uso de sistemas militares LRAD (dispositivo acústico de longo alcance) e mangueiras de alta pressão. Além disso, acreditamos que a colisão deliberada com o Ady Gil seja tentativa de homicídio”, disse Bill Watson, diretor da Sea Shepherd na Nova Zelândia.

A sociedade de Nova Zelândia manifestou sua preocupação após a embarcação registrada no país ter sido afundada sem nenhuma reação do governo.

O Ministro das Relações Exteriores, Murray McCully, disse que isso não é verdade. “Estamos fazendo algo sobre isso, estamos investigando o incidente. Há duas autoridades que estão realizando as investigações, uma é a Marinha da Nova Zelândia e a outra é a Comissão de Investigação de Acidentes de Transporte”.

O advogado da Sea Shepherd em Amsterdã, Liesbeth Zegveld, disse que deixou documentos com autoridades alemãs na sexta-feira, solicitando uma investigação das acusações de pirataria contra os baleeiros, mas ainda não recebeu uma resposta.

O capitão do barco Ady Gil, Pete Bethune, apresentou nesta terça-feira novas acusações contra os baleeiros japoneses, alegando que eles despejaram combustível no mar para fazer parecer que a contaminação foi proveniente do navio danificado, Ady Gil.

Ele disse que o Ady Gil comportava apenas 200 litros de combustível quando foi abalroado e os tripulantes arriscaram suas vidas para irem até a parte traseira do barco danificado e remover todos os contaminantes antes de afundar.

“Tiramos cada gota de óleo do navio antes que ele afundasse”, disse Pete Bethume.

Com informações de NZHerald

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Tripulantes tentam salvar embarcação atacada por baleeiro japonês

Os ecologistas australianos contrários à caça das baleias se esforçavam, nesta quinta-feira, para salvar seu barco, o trimarã de alta velocidade Ady Gil, que tem destino incerto após a colisão da véspera com um baleeiro japonês na Antártida.

Os tripulantes tentaram recuperar o combustível e os equipamentos eletrônicos da embarcação ultramoderna, uma das mais célebres do mundo, cuja proa foi partida após o conflito de quarta-feira.

O trimarã de fibra de carbono e kevlar, que estabeleceu o recorde da volta ao mundo de embarcações a motor em 2008, com o nome anterior de Earthrace, continua varado fora da Baía Commonwealth da Antártida, sob risco de afundar.

“Basicamente permaneceram 36 horas junto ao Ady Gil recuperando tudo o que podiam”, explicou Locky Maclean, primeiro oficial do barco antibaleeiro Steve Irwin.

Ele disse que o Bob Barker, outro barco antibaleeiro operado pelo grupo ecologista Sea Shepherd, tentou, sem sucesso, rebocar o Ady Gil, embarcação avaliada em dois milhões de dólares.

O vídeo do incidente mostra o barco japonês avançando contra a proa do Ady Gil, enquanto os tripulantes tentam se salvar. Um dos seis membros da tripulação teve várias costelas fraturadas.

Os ativistas esperam que um navio de pesquisas francês consiga resgatar o trimarã e prentendem continuar a perseguição à frota japonesa, que já abandonou a área.

Paul Watson, capitão do Steve Irwin, lamentou a perda do trimarã, financiado pelo empresário de Hollywood Ady Gil, mas afirmou que foi uma baixa provocada pela “guerra” contra a caça das baleias.

Fonte: Último Segundo


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Vazamento de óleo atinge área de reprodução de tartarugas no Espírito Santo

A Praia de Degredo, área de reprodução da tartarugas ameaçadas de extinção, no litoral norte do Espírito Santo, foi atingida hoje por uma mancha de óleo. O combustível vazou na noite de segunda-feira durante o carregamento do navio Pirajuí no Terminal Norte Capixaba (TNC), unidade da Transpetro. A subsidiária da Petrobras informou que foram derramados dois mil litros de petróleo bruto.

O óleo se espalhou por uma faixa de seis quilômetros da praia, no auge do período reprodutivo da tartaruga-de-couro, também conhecida como tartaruga gigante, a mais ameaçada de extinção. Cerca de 80 homens trabalharam durante o dia para limpar a região. Foram recolhidas duas toneladas de areia e dois mil litros de “água oleosa”, segundo dados do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema).

“A maré está baixa, e o óleo não atingiu a região dos ninhos. O risco imediato será para as tartarugas adultas que saírem do mar para depositar seus ovos”, afirmou o biólogo Beto Schneider, do Projeto Tamar, de preservação das tartarugas marinhas. Praias da região de Comboios e Povoação – outros dois pontos de desova dessa espécie e da tartaruga cabeçuda – ainda não haviam sido atingidas.

O terminal da Transpetro fica em frente ao município de São Mateus. Uma monoboia a cerca de quatro quilômetros da costa faz o abastecimento dos navios. Nesse procedimento, houve o vazamento, segundo informações do diretor-técnico do Iema, Fernando Aquinoga.

O vazamento chegou a ser contido com boias na terça-feira, mas o vento sul levou a corrente para a direção de Linhares, município em que fica a Praia de Degredo. “A situação está controlada. A área de Degredo é sensível, tem uma restinga bastante preservada, que nos preocupou muito no primeiro momento, mas o controle e a limpeza foram eficientes”, afirmou Aquinoga.

O órgão está preparando relatório do impacto ambiental causado pelo acidente para definir a multa que a Transpetro terá de pagar. Em outubro, a subsidiária já havia sido autuada e multada em R$ 200 mil pelo Iema por contaminar a água e a areia de Praia Barra Nova, em frente ao TNC, em São Mateus.

De acordo com a Transpetro, não houve falha na operação, mas as causas do acidente ainda serão investigadas.

Fonte: Diário do Pará

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64 animais abandonados em casas são resgatados após explosão de tanques de combustível

Por Renan Vicente de Andrade (da Redação)

Ativistas dos direitos dos animais resgataram mais de 60 animais das casas de pessoas evacuadas devido a uma explosão ocorrida em um armazém de combustível em Porto Rico.

Foto cedida por Los Angeles Times
Foto cedida por Los Angeles Times

No total, foram  32 pássaros, 22 cães e 10 gatos resgatados. Os animais estão sendo temporariamente mantidos em um abrigo da cidade de Carolina, a leste de San Juan.

Maritza Rodriguez, presidente da agência de adoções adopcionmascotas.com, diz que todos os animais foram encontrados em boas condições.

Rodriguez diz que os funcionários do abrigo irão cuidar dos animais até que os moradores sejam liberados para voltar para suas casas.

Mais de 1.500 pessoas foram evacuadas e outras 530 estão em abrigos desde que os tanques de combustível pegaram fogo na sexta-feira.

Com informações de Los Angeles Times

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