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Homens maltratam e tingem cão de vermelho por diversão

Reprodução | Facebook

Um vídeo recente compartilhado pela organização chilena Noticiero Animal mostra dois homens usando uma pistola de pintura para tingir um cãozinho abandonado de vermelho. Segundo a entidade, as imagens foram registradas no Irã e os maus-tratos ocorreram enquanto os homens trabalhavam em uma casa em reforma na cidade de Gílan.

Um homem, que aparenta ser o proprietário ou supervisor da obra, pede que um dos auxiliares segure um cãozinho em situação de rua que passa pelo local. Dócil, o animal pensa ser uma brincadeira e, inocentemente, deixa que o homem o pinte por completo, inclusive seus olhos. Tintas utilizadas para pintar paredes e objetos são extremamente tóxicas para os seres vivos e o meio ambiente.

Segundo informações postadas pela página Noticiero Animal no Facebook, algumas horas após os maus-tratos, o cãozinho foi resgatado e limpo. Infelizmente, não há informações se ele foi adotado ou seu estado de saúde. Ativistas em defesa dos direitos animais criaram uma petição exigindo que o Irã identifique os homens e os processe judicialmente.

Casos como o registrado no Irã estão se tornando frequentes. Em maio deste ano, o rapper norte-americano Valee chamou negativamente a atenção do seu público ao tingir seu cachorro da raça chihuahua de vermelho e postar fotos nas redes sociais. As críticas não demoraram a surgir. Para tentar amenizar a situação, Valee alegou que a coloração usada era especial e vegana.

Reprodução | Twitter

A organização PETA condenou a atitude do rapper e afirmou que é antiético forçar um animal a ser tingido independente da coloração ser atóxica ou de origem natural. “Procedimentos cosméticos e estéticos que não beneficiam de forma explícita a saúde e o bem-estar de um animal nunca devem ser feitos. Não há necessidade, para não mencionar o desconforto envolvido”, disse em nota.

Recentemente a youtuber e influenciadora digital Virgínia Fonseca decepcionou muitos seguidores ao tingir sua cadelinha de rosa e exibir o feito em um vídeo no YouTube e fotos no Instagram. O caso rapidamente viralizou nas redes sociais e diversos internautas alertaram que este tipo de incentivo pode ser nocivo ao trabalho de conscientização sobre a importância da guarda responsável de animais domésticos feito por ONGs e protetores.

Reprodução | Instagram

Risco

O uso de colorações em animais pode desencadear uma série de consequências, como alergias, intoxicações, mudança de comportamento, estresse e problemas de sociabilização com outros membros de sua espécie. Tinturas mudam o cheiro natural do animal e o humanizam desnecessariamente. Ainda que possa parecer engraçado e descontraído, submeter um cãozinho a um procedimento cosmético apenas por capricho é um desrespeito à natureza do animal e à sua liberdade.

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Heterocromia em animais pode estar relacionada a doenças

Um problema genético em alguns cães e gatos chama atenção dos tutores e também de pessoas pela rua pela beleza, mas também pelo fato de não ser comum: é a heterocromia, que altera a coloração dos olhos e também pode se relacionar a doenças na visão e audição do animal.

Gato Kenay tem heterocromia e tutora é apaixonada pelas cores dos olhos do animal (Foto: Reprodução/TV TEM)

De acordo com o médico veterinário José Henrique Ferreira, de São José do Rio Preto (SP), quem tutela um animal com esta anomalia deve fazer uma visita a um veterinário para analisar se a saúde dele está boa.

“Normalmente a heterocromia não afeta a visão. Eles costumam enxergar normalmente, mas em alguns casos específicos a alteração na cor dos olhos dos animais pode estar relacionada a algumas doenças preocupantes e pode ter alteração da visão, entre outros problemas”, explica.

A estudante de veterinária Letícia Mota tutela um cãozinho assim. Ele nasceu com um olho de cada cor e ela decidiu checar se a saúde dele estava boa. “Isso não afeta em nada a vida dele, ele enxerga normalmente. É um distúrbio e apenas é a coloração alterada”, diz.

A saúde do gato Kenay também é ótima. Ele tem um olho azul e outro verde e enxerga muito bem. A dona de casa Elaine Catarucci, tutora do animal, é apaixonada pelo diferencial dele e, por isso, sempre publica fotos dele nas redes sociais.

“Seria muita beleza para ficar guardada, então a gente coloca as fotos na internet para todo mundo curtir os momentos dele”, afirma.

Fonte: G1

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Filhote de labrador nasce com coloração inusitada e surpreende turores

Foto: Reprodução / Twitter

A cadela Milly, da raça labrador e da cor chocolate, deu à luz 5 cachorrinhos e um deles chamou atenção pela cor incomum. A filhote, única fêmea da ninhada, ganhou o nome de Fiona por ter os pelos cor de menta. Elaine Cooper, tutora dos bichinhos, fez essa escolha para homenagear a personagem da animação Shrek.

Elaine, que mora em Chorley, na Inglaterra, correu para a internet na intenção de tentar entender o que estava acontecendo. “Ficamos em choque e depois gargalhamos, pensamos ‘está tudo bem’. Isso tem a ver com a placenta e é um fenômeno bastante raro”, disse a britânica ao site The Sun.

Ainda de acordo com a tutora dos cachorros, esse é apenas o terceiro caso registrado no mundo. Os outros ocorreram na Espanha e também na Inglaterra. Mas, a cor da filhote de labrador não é permanente e já está desaparecendo, com o passar do tempo ela ficará igual a todos os irmãos.

Fonte: IG

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Equipe de cientistas consegue, pela primeira vez, evidências físicas da cor dos dinossauros

Imagem: Bristol University
Imagem: Bristol University

Por ser rapidamente decomposta, a pele dos animais não sobrevive para que, hoje, se possa afirmar com certeza a cor das criaturas que caminharam na Terra entre o Jurássico e o Cretáceo. Por isso, a maioria dos retratos de dinossauros apresenta uma coloração baseada em estimativas, suposição e probabilidade.

No entanto, uma pesquisa publicada na Nature descreve as primeiras provas concretas de cores em dinos, e também descreve os tons em pássaros primitivos – que, de acordo com as teorias mais aceitas, teriam evoluído a partir de dinossauros.

Liderada pelo professor de paleontologia Mike Benton, da Universidade de Bristol, uma equipe de cientistas descobriu que o Sinosauropteryx tinha precursores de penas em anéis alternadamente laranjas e brancos ao longo da cauda, e que o pássaro primitivo Confuciusornis tinha padrões brancos, pretos e laranja-amarronzados.

Os fósseis analisados, no nordeste da China, viveram há mais de 100 milhões de anos. Pela primeira vez, uma equipe conduziu neste tipo de vestígio um estudo de organelas específicas, responsáveis por carregar as cores nas estruturas das penas e cabelos de pássaros e mamíferos modernos.

Como essas organelas são parte integrante da estrutura protéica da pena, se esta sobreviver por milhões de anos, elas também estarão conservadas.

A descoberta ajuda a esclarecer qual seria a função original das penas: teriam elas surgido para auxiliar no vôo, ajudar na regulação térmica ou para ostentarem belas cores? Sabe-se agora que elas surgiram antes das asas, o que significa que não se originaram como estruturas de vôo.

Os fósseis mostram também que as penas primitivas do Sinosauropteryx estavam presentes em apenas algumas partes de seu corpo – uma risca que atravessava as costas e descia pela cauda – e que, portanto, não poderiam ter uma grande função na termoregulação.

Isso sugere que elas surgiram como agentes de disposição de cor e só depois, ao longo da evolução, se tornaram úteis para vôo e regulação. As penas são o fator-chave do sucesso evolutivo dos pássaros e, com estudos como este, é possível dissecar sua história e mostrar como cada estrutura foi adquirida através do tempo.

Foto: Reprodução/Info Online
Foto: Reprodução/Info Online

Fonte: Info Online


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