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Soldado colombiano arremessa cachorro e maus-tratos são registrados em vídeo

Reprodução/YouTube/Semana

Um soldado do 23º Batalhão de Engenheiros arremessou um cachorro no ar no último final de semana no departamento de Nariño, na cidade de Puerres, na Colômbia. Colegas do agressor registraram os maus-tratos em um vídeo, em meio a risos.

O autor do crime, que integra o Exército há sete meses, será expulso das Forças Militares e responderá por maus-tratos a animais, segundo o jornal local “Semana”.

O vídeo que registra a agressão foi divulgado nas redes sociais e gerou indignação. O ministro da Defesa da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, repudiou o ato do soldado.

“Rejeito com indignação a barbárie cometida contra um animal indefeso em Nariño e dei instruções ao comandante do Exército, general Eduardo Zapateiro, para que iniciasse as investigações e adotasse as medidas disciplinares correspondentes”, afirmou.

O Exército Nacional também se pronunciou, afirmando que “o soldado que aparece no vídeo realiza seu serviço militar no município de Puerres, departamento de Nariño, no Batalhão de Engenheiros nº 23, general Agustín Angarita Niño.”

De acordo com o comunicado do Exército, uma investigação foi iniciada a fim de decidir qual sanção será aplicada, além das ações criminais que serão realizadas. “Todas as evidências necessárias serão fornecidas para que todo o peso da lei para tal conduta repreensível seja aplicado a ela”, diz a nota.

“Este Comando rejeita categoricamente esse modo de agir, totalmente e absolutamente contrário ao trabalho do militar, cuja missão constitucional é defender o país”, conclui.

Não há informações que indiquem se o cachorro sobreviveu à agressão brutal que sofreu.


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Colômbia aprova projeto de lei que proíbe testes em animais para cosméticos

Foto: Reuters/Stringer

O Senado da Colômbia aprovou por unanimidade um projeto de lei que proíbe a exploração de animais em testes para cosméticos.

Um dos coautores da medida, o senador da Mudança Radical, Richar Aguilar, afirmou ao jornal El País que “somos o primeiro país da região que proíbe a experimentação para fins cosméticos em animais e esse projeto surge em um projeto crucial para a humanidade, no qual o planeta está nos dando a possibilidade de mudar e respeitar qualquer tipo de vida”.

Segundo ele, cerca de 12 milhões de animais são explorados em experimentos para fabricação de produtos cosméticos. “Ao entrar em vigor, a lei proíbe na Colômbia a experimentação, fabricação, importação, exportação e comercialização de qualquer produto proibido que tenha sido testado em animais”, completou.

O parlamentar Juan Carlos Losada, que também é coautor do projeto, disse que trata-se de “um projeto que contribui para a vida e defende os direitos dos animais. Na definição do projeto estão incluídos todos os animais, os domésticos, os selvagens, os animais em perigo de extinção, todos eles”.

Com a aprovação, o projeto de lei segue para análise do presidente Iván Duque. Jornais locais afirmaram que ele deve sancionar a medida.

Caso se torne lei, a proposta irá punir com multas que variam de de 133 a 50 mil salários mínimos aqueles que submeterem animais a testes para fabricação de cosméticos.

Experimentos feitos pela indústria farmacêutica não são afetados pelo projeto. Desta forma, independentemente da medida, milhões de animais continuarão sendo submetidos a testes de medicamentos que, além de extremamente cruéis, são ineficazes, conforme explicou o médico norte-americano Ray Greek.

Em entrevista à revista Veja, Greek afirmou que “a pesquisa científica com animais é uma falácia”. O médico, que não milita em prol da causa animal, deixa claro que seu posicionamento contra os experimentos que envolvem animais se deve à ineficácia dos estudos.

“A falácia nesse caso é de que devemos testar essas drogas primeiro em animais antes de testá-las em humanos. Testar em animais não nos dá informações sobre o que irá acontecer em humanos. Assim, você pode testar uma droga em um macaco, por exemplo, e talvez ele não sofra nenhum efeito colateral. Depois disso, o remédio é dado a seres humanos que podem morrer por causa dessa droga. Em alguns casos, macacos tomam um remédio que resultam em efeitos colaterais horríveis, mas são inofensivos em seres humanos. O meu argumento é que não interessa o que determinado remédio faz em camundongos, cães ou macacos, ele pode causar reações completamente diferentes em humanos. Então, os teste em animais não possuem valor preditivo. E se eles não têm valor preditivo, cientificamente falando, não faz sentido realizá-los”, disse o médico.

De acordo com o especialista, a medicina estaria “no mesmo lugar em que ela está hoje” sem os testes em animais. “Deveríamos estar fazendo pesquisa baseada em humanos. E com isso eu quero dizer pesquisas baseadas em tecidos e genes humanos. É daí que os grandes avanços da medicina estão vindo. Por exemplo, o Projeto Genoma, que foi concluído há 10 anos, possibilitou que muitos pesquisadores descobrissem o que genes específicos no corpo humano fazem. E agora, existem cerca de 10 drogas que não são receitadas antes que se saiba o perfil genético do paciente. É assim que a medicina deveria ser praticada”, disse.

“Nesse momento, tratamos todos os seres humanos como se fossem idênticos, mas eles não são. Uma droga que poderia me matar pode te ajudar. Desse modo, as diferenças não são grandes apenas entre espécies, mas também entre os humanos. Então, a única maneira de termos um suprimento seguro e eficiente de remédios é testar as drogas e desenvolvê-las baseados na composição genética de indivíduos humanos. Para se ter uma ideia, a modelagem animal corresponde a apenas 1% de todos os testes e métodos que existem. Ou seja, ela é um pedaço insignificante do todo. O estudo dos genes humanos é uma alternativa. Quando fazemos isso, estamos olhando para grandes populações de pessoas. Por exemplo, você analisa 10.000 pessoas e 100 delas sofreram de ataque cardíaco. A partir daí analisamos as diferenças entre os genes dos dois grupos e é assim que você descobre quais genes estão ligados às doenças do coração. E isso está sendo feito, porém, não o bastante. Há também a pesquisa in vitro com tecido humano. Virtualmente tudo que sabemos sobre HIV aprendemos estudando tecido de pessoas que tiveram a doença e por meio de autópsias de pacientes. A modelagem computacional de doenças e drogas é outra saída. Se quisermos saber quais efeitos uma droga terá, podemos desenvolvê-la no computador e simular a interação com a célula”, completou.


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cachorro sentado com os olhos colados
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Com os olhos colados, cachorro é encontrado em esgoto na Colômbia

cachorro sentado com os olhos colados
Fonte: CEN/ Por: Zoraida Elizabbeth Santiago

Um cachorro foi encontrado jogado em um esgoto na Colômbia, com os olhos colados no dia 14. Após o resgate realizado por um residente local da cidade de Barrancabermeja, o cão foi levado para uma clínica, onde está recebendo tratamento.

Ainda de acordo com o site Daily Mail, o cão pegou uma infecção, na tentativa de os veterinários retirarem a cola que durou três dias, mas passa bem e está recebendo antibióticos. O animal ainda pode levar 4 meses para a recuperação total.

Testemunhas locais e os veterinários temem que os olhos do cachorro tenham sido colados para que o mesmo não voltasse para casa. Carlos, socorrista do cão, se ofereceu para adotá-lo após a alta do animal.


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Atleta colombiano perde patrocínio após ser flagrado chutando cachorro

Imagens do momento em que o colombiano chuta um cachorro viralizaram nas redes sociais


O atleta colombiano Jaime Alejandro perdeu um patrocínio após ser flagrado agredindo um cachorro enquanto disputava a Corrida de São Silvestre da Colômbia.

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Alejandro chutou o cachorro no dia 31 de dezembro de 2019, mas o caso repercutiu na mídia recentemente. Imagens da agressão viralizaram nas redes sociais e indignaram internautas.

Os demais atletas, que corriam ao lado de Alejandro, não o recriminaram ao vê-lo agredir o cachorro, que apenas passava pelo local.

Ao tomar ciência do caso, a Under Armor decidiu parar de patrocinar o atleta. “Não toleramos violência ou conduta que machuquem ou coloquem em perigo os animais”, justificou a empresa.

Após ser duramente criticado, Alejandro se pronunciou sobre o caso e pediu desculpas.


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Burro explorado em corrida é forçado a ingerir bebida alcoólica na Colômbia

O burro foi forçado a ingerir cerveja pelo nariz e ficou visivelmente incomodado


Um burro explorado em uma corrida no Festival del Mango, na Colômbia, foi forçado a ingerir bebida alcoólica pelo nariz. O ato cruel foi registrado em um vídeo e revoltou internautas.

Reprodução/YouTube

O burro, chamado Muñeco, demonstra estar incomodado nas imagens. O caso tomou tamanha repercussão que o governador local, Nicolás García Bustos, usou o Twitter para comentar os maus-tratos impostos ao animal. As informações são do jornal La Vanguardia.

“Não é possível que, enquanto no governo promovemos a criação do Instituto de Bem-Estar e Proteção dos Animais, esses atos sejam apresentados no Departamento”, disse. “Rejeitamos qualquer atividade que envolva abuso de animais”, completou.

Ao ser questionada, a tutora do animal afirmou, em entrevista à emissora local Radio Guía, que não tinha intenção de maltratar o animal e que tudo aconteceu porque se “deixou levar pela emoção” da vitória, já que o burro venceu a corrida.


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Cachorro visita hospital diariamente para procurar tutor que morreu

Nem a morte conseguiu acabar com o amor que o cão Marcos sente pelo seu tutor


Um cachorro vai diariamente a um hospital em Caldas, na Colômbia, para procurar seu tutor que morreu. Ele repete essa rotina há cerca de dois anos.

Foto: Reprodução / Instagram

Todos os dias Marcos, como é chamado o cão de 15 anos, caminha por oito quarteirões até chegar na unidade de saúde na qual seu tutor foi internado antes de morrer. As informações são do portal R7.

Após a morte do homem, as filhas dele cogitaram adotar o cachorro, mas acabaram permitindo que ele permanecesse em frente ao hospital.

Muito querido pelas pessoas, Marcos é alimentado por funcionários e parentes de pacientes internados no hospital.


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Equador e Colômbia lutam para combater o tráfico de animais selvagens

O Equador e a Colômbia, que estão entre os países com a maior biodiversidade do mundo, lutam diariamente contra o tráfico internacional de animais, prática extremamente lucrativa para o crime organizado.

Um macaco em uma gaiola
Foto: Ecuadorean Ministry of the Interior

“O comércio de animais ameaçados é a terceira maior indústria ilegal da Colômbia, depois do contrabando de drogas e pessoas”, afirmou o The New York Times, em uma publicação de maio. Em 2017, segundo o jornal, autoridades colombianas e grupos de preservação à vida selvagem resgataram mais de 27 mil animais do tráfico.

“Os crimes contra a vida selvagem não apenas tiram os recursos do meio ambiente; também têm impacto através da violência associada, lavagem de dinheiro e fraude”, declarou, em julho, Jürgen Stock, secretário-geral da Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL, na sigla em inglês).

No Equador, o controle e a iniciativa das Forças Armadas contra o comércio de animais selvagens ajudaram a desestabilizar grupos criminosos no território.

Segundo o site da organização World Wild Fund (Fundo Selvagem Mundial), o comércio de animais selvagens é um mercado sedento de sangue que movimenta 20 bilhões de dólares por ano (cerca de 75 bilhões de reais). O banco de dados da International Union for Conservation of Nature (União Internacional de Conservação da Natureza) classifica a Colômbia e o Equador entre os 10 primeiros países com as espécies mais ameaçadas de extinção.

As forças armadas dos dois países trabalham juntas há anos para combater crimes que ameaçam a biodiversidade – como o tráfico de animais selvagens, extração ilegal de minerais que poluem rios, desmatamento, entre outros.


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Bolsonaro cancela participação em reunião sobre queimadas na Amazônia

O porta-voz do governo, Otavio Rego Barros, afirmou que Bolsonaro não poderá participar da reunião por orientação médica


O presidente Jair Bolsonaro decidiu cancelar sua ida a uma reunião sobre as queimadas na Amazônia na próxima sexta-feira (6) na cidade de Letícia, na Colômbia. Dados do dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que as queimadas na floresta amazônica quase triplicaram em agosto.

(Adriano Machado/Reuters)

O motivo seria uma nova cirurgia abdominal para a retirada de uma hérnia na barriga. O procedimento está marcado para domingo (8).

“Por orientação médica, o presidente precisará a partir de sexta-feira, entrar em dieta líquida. A consequência disso é praticamente inviabilizar uma viagem a Leticia nesse momento”, informou o porta-voz do governo, Otavio Rego Barros.

Está sendo estudada, segundo Barros, a possibilidade de enviar um substituto ao evento ou postergar a reunião, proposta pelo Peru e pela Colômbia, para que Bolsonaro possa participar.

A reunião tem o objetivo de confirmar a união entre os países na defesa da Amazônia e da soberania nacional do Brasil após discussões entre Bolsonaro e Emmanuel Macron, presidente da França, sobre a internacionalização da floresta amazônica.


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Jornalismo cultural, Notícias

Câmara dos Representantes da Colômbia aprova projeto que proíbe testes em animais na indústria cosmética

“Esperamos sinceramente que em breve a Colômbia se junte aos países que estão fechando as portas para essa prática cruel e desnecessária” (Foto: CFI)

A Câmara dos Representantes da Colômbia aprovou por unanimidade na semana passada o projeto de lei que proíbe testes em animais na indústria cosmética colombiana. De autoria do parlamentar Juan Carlos Lousada, a medida também proíbe a venda de cosméticos pré-testados, incluindo produtos importados, após um ano da implementação da lei.

Agora o projeto segue para o Senado, onde será debatido em comissão e no plenário da Câmara. A previsão é de que o projeto também não encontre nenhuma barreira no Senado e que seja aprovado em breve, segundo a organização Cruelty Free International, que se dedica a campanhas contra a realização de testes em animais.

“As pessoas do mundo todo agora estão cientes de que o uso de animais em testes de cosméticos deve chegar ao fim em todos os lugares. Esperamos sinceramente que em breve a Colômbia se junte aos países que estão fechando as portas para essa prática cruel e desnecessária”, declarou a diretora de Relações Públicas da CFI, Kerry Postlewhite.

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Destaques

Colômbia proíbe a caça esportiva

Foto: Pixabay

A proibição – promovida pela magistrada Laura Santacoloma – entrará em vigor em um ano, dando tempo aos colombianos para se adaptarem. Infelizmente, a pesca esportiva não será incluída.

Segundo o tribunal, a caça recreativos é inconstitucional; faz com que o número de espécies diminua e seja prejudicial ao meio ambiente. A Colômbia abriga ecossistemas ricos e tem a segunda maior biodiversidade do mundo – mais de novo mil espécies no país são endêmicas.

A Federação Colombiana de Tiro e Caça Recreativa acredita que o esporte é uma parte inerente da cultura colombiana mas o tribunal afirma que isso não é verdade.

De acordo com Phys.Org , o magistrado Antonio J José Lizarazo disse:  “Não é constitucionalmente permitido matar ou maltratar animais com o único propósito de recreação”.

A PETA elogiou a decisão da Colômbia, observando que a proibição salvará a vida de “incontáveis ​​veados, pombos, patos, coelhos e outros animais.

A Colômbia é o segundo país da América Latina a proibir a caça recreativa; A Costa Rica foi a primeira, aprovando uma lei contra o esporte em 2012. Proibições semelhantes foram propostas em outros países ao redor do mundo, incluindo a Grã-Bretanha .

Em dezembro, o músico e ex-líder do Oasis, Liam Gallagher, e várias outras figuras influentes – incluindo o MP Jeremy Corbyn e o apresentador de TV Chris Packham – pediram que a importação de troféus de caça fosse banida o mais rápido possível no Reino Unido.

“A caça de troféus está tendo um impacto negativo na vida selvagem através da perda de um número significativo de indivíduos saudáveis ​​que são fundamentais para a sobrevivência de populações em rápido declínio”, escreveram eles em uma carta enviada ao jornal nacional The Guardian.

Em setembro passado, a Colômbia deu mais um passo significativo em direção à proteção dos animais. Um projeto de lei foi submetido ao Congresso pedindo a proibição de testes com animais cosméticos, bem como testes de itens de limpeza e outros produtos domésticos.

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Veterinário que colocava heroína no estômago de cães é preso e condenado

Andres Lopez Elorez, de 39 anos, foi condenado a seis anos de prisão na última quinta-feira(7), após passar 10 anos foragido. A sentença foi anunciada no Brooklyn pelo procurador Richard P. Donoghue após ele se declarar culpado em setembro passado por conspirar com o tráfico de heroína para os Estados Unidos.

O veterinário fazia parte de um esquema que transformava cães em traficantes de drogas costurando sacos contendo as substâncias seus estômagos. Pelo menos nove cães foram submetidos ao terrível e cruel procedimento cruel e três deles morreram depois de contrair vírus.

 

O governo dos EUA disse que Elorez, nascido na Colômbia, arrendou uma fazenda em Medellín, na Colômbia, onde secretamente criou cães para a tráfico de narcóticos.

No dia 1 de janeiro de 2005, a polícia revistaram a fazenda e apreenderam 17 sacos de heroína líquida, incluindo 10 sacos que foram retirados dos filhotes e outros que seriam implantados.

Elorez estava foragido até ser preso na Espanha em 2015. Ele foi extraditado para os Estados Unidos em maio de 2018 por suas ações “calculadas e aberrantes”.

“Como veterinário em treinamento, o réu tinha o dever de não causar danos aos animais”, escreveram os promotores para a sentença.

“Ele traiu esse dever quando usou suas habilidades veterinárias como parte de um esquema para implantar heroína líquida em cães, para que narcotraficantes colombianos pudessem importar heroína para os Estados Unidos.”

O homem, que os professores descreveram como um dos melhores de sua turma na escola veterinária, reconheceu que suas ações foram uma completa traição à sua promessa de fazer o que puder para evitar o abuso de animais.

“Eu fiz isso mesmo sabendo que estava errado e cometendo um crime”, disse Elorez no tribunal.

O destino dos filhotes

Existem informações apenas sobre duas fêmeas regatadas.

Uma delas se tornou farejadora de drogas e é chamada de “Heroína”. A Rottweiler foi treinada pela polícia colombiana.

Donna, uma beagle, foi adotada por um policial colombiano e sua família.

O promotor dos Estados Unidos para o Distrito Leste de Nova York disse que Elorez teve seu castigo.

“Todo cão tem seu dia, e com a sentença de hoje, Elorez foi responsabilizado pelo uso repreensível de suas habilidades veterinárias para esconder heroína dentro de cachorrinhos como parte de um esquema para importar narcóticos perigosos para os Estados Unidos”, disse Richard Donoghue.

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Polícia adota 35 cachorros abandonados em Pereira, na Colômbia

A polícia colombiana de Pereira, em Risaralda, é protagonista de uma notícia agradável que deve ser implementada pelas forças policiais de outras cidades do mundo.

(Foto: Reprodução / YouTube)

Tudo iniciou-se quando eles encontraram um grande número de cães abandonados nas ruas da cidade. Foi dessa forma que decidiram realizar uma grande tarefa para ajudá-los: adotá-los.

Liliana Rivera, do jornal “Adôptame Pereira”, falou sobre os benefícios dessa grande iniciativa, lembrando que os cães hoje são cuidados, bem alimentados, vacinados e esterilizados.

Esta nova tarefa da polícia começou há pouco tempo. No entanto, os resultados já estão à vista. Além de adotar 35 cães que viviam nas piores condições nas ruas, a polícia tem uma imagem mais amigável, o que faz com que muitos cidadãos queiram tirar fotos com eles e com os cães.

Rocky é um dos 35 cães adotivos e ficou muito desnutrido. Agora, com uma boa alimentação, ele pode viajar pela cidade com a polícia, tornando-se membro da polícia de Pereira.

O projeto está sendo muito reconhecido por todas as pessoas do mundo e tem ajudado muito cães em situação de rua na cidade de Pereira, na Colômbia.

Confira a seguir o vídeo no qual você vai poder ver melhor como funciona esse projeto.

Fonte: Portal Amigo Cão

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