De olho no planeta, Notícias

Coca-Cola é classificada como a empresa líder na poluição por plásticos em relatório

Foto: Adobe
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A Coca-Cola foi classificada como principal poluidora por plásticos em um novo relatório realizado por uma organização ambiental.

Intitulado “Relatório da ONG Break Free from Plastic, Por marcas – Volume II: Identificando os Principais Poluidores Corporativos de Plástico do Mundo”, o documento lista também a Nestlé e a PepsiCo em segundo e terceiro lugares.

A organização realizou 484 limpezas de praias em mais de 50 países em setembro, coletando 11.732 pedaços de plástico de produtos da Coca-Cola – mais do que o segundo, terceiro e quarto piores poluidores juntos.

Crise da poluição plástica

“Este relatório fornece ainda mais evidências de que as empresas precisam urgentemente tomar atitudes concretas para lidar com a crise da poluição plástica que elas mesmas criaram”, disse Von Hernandez, coordenador global da Break Free From Plastic, disse.

“Sua dependência contínua de embalagens plásticas de uso único se traduz em bombear mais plástico descartável no meio ambiente. A reciclagem não vai resolver esse problema”.

Soluções falsas

“Os compromissos recentes de empresas como Coca-Cola, Nestlé e PepsiCo para enfrentar a crise infelizmente continuam a oferecer soluções falsas, como substituir o plástico por papel ou bioplástico, e confiar em um sistema de reciclagem global quebrado”, acrescentou Abigail Aguilar, Greenpeace Southeast Coordenador de Campanha Contra o Plástico na Ásia.

Foto: Adobe
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“Essas estratégias protegem amplamente o modelo de negócios descartável desatualizado que causou a crise da poluição por plásticos e não farão nada para impedir que essas marcas sejam nomeadas as principais poluidoras novamente no futuro”, disse Aguilar.

“Inaceitável para nós”

Um porta-voz da Coca-Cola disse ao Evening Standard: “Sempre que nossas embalagens acabam em nossos oceanos – ou em qualquer lugar a que não pertençam – é inaceitável para nós”.

“Em parceria com outras empresas, estamos trabalhando para resolver esse problema global crítico, tanto para ajudar a fechar a torneira em termos de resíduos de plástico que entram em nossos oceanos quanto para ajudar a limpar a poluição existente”.

O porta-voz acrescentou que, até 2030, o objetivo é “recuperar 100% das latas e garrafas usadas, para que nenhuma das embalagens acabe como lixo e todas as garrafas e latas da Coca-Cola sejam recicladas e usadas novamente “.

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Jornalismo cultural, Notícias

Varejistas estão rejeitando produtos de marca da Coca-Cola após vídeo de violência contra bezerros

Por David Arioch

Vídeo da Animal Recovery Mission (ARM) mostra a violência por trás dos produtos da Fairlife, que pertence à Coca-Cola (Imagem: Reprodução)

Após a divulgação de um vídeo denunciando a violência contra bezerros nos laticínios Fair Oaks, grande fornecedora da Fairlife, que pertence à Coca-Cola, varejistas já estão rejeitando os produtos lácteos da marca nos Estados Unidos.

Esta semana a Jewel-Osco, maior rede de supermercados de Chicago (IL), começou a retirar os produtos da Fairlife de suas lojas. Na mesma esteira, seguem redes como a Tony’s Fresh Market e Family Express, e a tendência é de que mais varejistas se juntem a essas empresas.

“Na Jewel-Osco, nos esforçamos para manter altos padrões de bem-estar animal em todas as áreas de nossos negócios e trabalhamos em parceria com nossos fornecedores para garantir que esses padrões sejam mantidos”, disse um porta-voz da Jewel-Osco em comunicado enviado à imprensa.

Em sua defesa, o fundador da Fair Oaks Farms, Mike McCloskey, alegou grande surpresa em relação ao que foi denunciado pela organização Animal Recovery Mission (ARM), e disse que quatro dos cinco funcionários que aparecem no vídeo espancando os animais foram demitidos, e que medidas mais rigorosas serão tomadas no futuro.

Já o fundador da ARM, Richard Couto, disse que nem tudo que eles investigaram foi divulgado ainda, e que o que testemunharam na Fair Oaks, no estado de Indiana, é um terrível exemplo de violência infantil.

A filmagem da ARM, que já ultrapassa 438 milhões de visualizações desde terça-feira (4) e aborda desde a realidade do transporte até o confinamento dos animais, mostra bezerros sendo chutados, socados e empurrados – além de receberem golpes na boca e no rosto com vergalhões e garrafas.

O vídeo apresenta ainda cenas de animais sendo submetidos a queimaduras, temperaturas extremas e nutrição inadequada. Há momentos em que os funcionários espancam os animais enquanto tentam obrigá-los a mamar.

“[Tudo] isso resultou em extrema dor e sofrimento para os bezerros e, em alguns casos, lesões permanentes e até mesmo a morte”, enfatiza Couto.

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Notícias

Ativistas publicam vídeo que denuncia violência contra bezerros em fornecedora da Coca-Cola

A fazenda denunciada é a Fair Oaks, situada no estado de Indiana, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução)
A fazenda denunciada é a Fair Oaks, situada no estado de Indiana, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução)

Por David Arioch

A organização Animal Recovery Mission (ARM), que atua em defesa dos direitos animais, divulgou ontem um vídeo que mostra a violência contra bezerros em uma fazenda que atua como fornecedora da Fairlife, marca de produtos lácteos que pertence à Coca-Cola.

A filmagem, que aborda desde a realidade do transporte até o confinamento dos animais, mostra bezerros sendo chutados, socados e empurrados – além de receberem golpes na boca e no rosto com vergalhões e garrafas.

O vídeo apresenta ainda cenas de animais sendo submetidos a queimaduras, temperaturas extremas e nutrição inadequada. Há momentos em que os funcionários espancam os animais enquanto tentam obrigá-los a mamar.

“[Tudo] isso resultou em extrema dor e sofrimento para os bezerros e, em alguns casos, lesões permanentes e até mesmo a morte”, informa a organização.

A fazenda denunciada é a Fair Oaks, situada no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Atuante no ramo de laticínios, a empresa é conhecida como uma das maiores produtoras de leite dos Estados Unidos.

O nível de estresse dos animais também é outra face explorada no vídeo, além do desespero de uma vaca que começa a mugir incessantemente após a separarem de seu bezerro.

Outra denúncia feita no vídeo é que a Fair Oaks costuma dizer que os bezerros que nascem na propriedade não são enviados para a indústria de carne de vitela. Porém é exatamente isso também que a ARM revela na filmagem.

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Garrafas da Coca-Cola
De olho no planeta

Coca-Cola produz mais de 110 bilhões de garrafas de plástico em um ano

 

Garrafas da Coca-Cola
Foto: Greenpeace, Twitter

Não é surpreendente que a maior fabricante de bebidas, a Coca-Cola, tenha produzido mais de 110 bilhões de garrafas de plástico em 2016.

O Greenpeace diz que esse número aumentou em cerca de um bilhão de garrafas desde o último ano apesar da campanha pública da Coca-Cola sobre a diminuição da quantidade de plástico utilizada.

“Calculamos que [a Coca-Cola] produziu mais de 110 bilhões de garrafas de plástico descartáveis todos os anos – assombrosas 3.400 por segundo”, declarou Louise Edge, ativista do Greenpeace, ao The Guardian.

Nos últimos meses, o grupo tem realizado uma campanha para que a Coca-Cola deixe de poluir os oceanos com garrafas de plástico. A organização informa que as garrafas são um dos itens mais encontrados nas praias de todo o mundo e resultam em riscos ambientais aonde quer que estejam, segundo o Ecowatch.

“Quando as garrafas de plástico estão no meio ambiente, elas se tornam um perigo para animais selvagens”, escreveu Tisha Brown, ativista do Greenpeace.

“Os pedaços maiores de plástico podem se tornar um emaranhamento ou representar risco de asfixia para os animais. Esses plásticos maiores se dividem ao longo do tempo em microplásticos que foram descobertos em tudo, desde animais marinhos, sal marinho e até na nossa água potável”, concluiu.

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Cães na neve e em caixotes
Home [Destaque N2], Notícias

Coca-Cola patrocina corrida de trenó que já matou mais de 150 cães no Alasca

Completar uma maratona é fisicamente extenuante. Imagine correr quatro maratonas em um único dia lidando com o vento, um terreno inóspito e com temperaturas congelantes. Para piorar, pense em fazer tudo isso durante os oito dias seguintes.

Cães explorados em corrida de trenó no Alasca
Foto: Daniel Herman

Isso é o que os cães explorados na corrida de Iditarod, realizada no Alasca (EUA), são obrigados a fazer.
Desde 1995, os animais mais rápidos percorreram aproximadamente 1600 quilômetros em nove dias ou menos, incluindo uma parada obrigatória de 24 horas.

Isto significa que os cães correm mais de 160 quilômetros por dia enquanto puxam trenós que pesam centenas de quilos em algumas das condições climáticas mais implacáveis do planeta. Pior ainda: esta barbaridade é patrocinada por empresas famosas como a Coca-Cola.

As temperaturas durante a corrida despencam para 60 graus negativos. Os exploradores levam o crédito por terminar a corrida, mesmo que passeiem, se alimentem e até mesmo durmam enquanto os cães fazem todo o trabalho.

O jornalista especializado em esportes Jon Saraceno descreveu a prática absurda como uma “loucura frenética”.

Cinco cães morreram em menos de uma semana em Iditarod neste ano. Um se afastou de seu adestrador e foi atropelado por um carro, outro morreu de hipertermia em um avião e outros três na trilha.

Mais de 150 cães morreram em Iditarod desde que a corrida começou em 1973. Isso significa mais de três falecimentos por ano e estas são apenas as mortes registradas.

Este número não inclui os cães que morreram imediatamente após a corrida ou durante o treinamento ou os cães acorrentados que não sobreviveram fora da pista ou assassinados porque simplesmente foram eliminados.

Caso isto fosse uma competição de seres humanos, que provocasse mortes todos os anos e cinco delas somente neste ano, ela seria encerrada.

A reportagem do Alternet informa que a regra 42 do regulamento oficial de Iditarod afirma que algumas mortes “podem ser consideradas impensáveis”, usando o eufemismo de que os cães não “morrem” na trilha, eles “expiram”.

Os cães explorados na corrida já foram atingidos por snowmobiles ou morreram de pneumonia depois de inalar o próprio vômito. Eles constantemente sofrem de diarreia, desidratação, vírus intestinais ou sangramento causado por úlceras estomacais.

Seus pés ficam machucados e ensanguentados, pois são cortados pelo gelo e se desgastam pelas enormes distâncias que são forçados a percorrer.

Referindo-se à Iditarod, a veterinária Barbara Hodges enfatizou: “A corrida violaria as leis de crueldade animal em 38 estados e no Distrito de Columbia, é claro que o Alasca não possui essa lei”.

Cães na neve e em caixotes
Foto: Daniel Herman

Muitos cães recebem antiácidos com frequência em uma tentativa de prevenir as úlceras gástricas que são comuns.
Um veterinário que estudou os efeitos da corrida nos animais descobriu que a doença estomacal induzida pelo exercício pode afetar 50 a 70% dos cães, um número significativamente maior do que o de cães que não participam de corridas.

Os animais com úlceras tipicamente não exibem os sintomas até a condição tornar-se fatal e eles começarem a sangrar internamente e ter vômitos, que podem sufocá-los até a morte.

A vida fora da trilha é igualmente sombria. A maioria dos canis mantém dezenas de cães, que vive acorrentada com apenas alguns barris ou casas como abrigo. O mundo deles não possui mais do que apenas alguns metros e os corredores lentos estão condenados.

“A crueldade de algumas técnicas de treinamento iria revirar seu estômago. Isso para não começar a falar de alguns manuais que recomendam matar os cães com resultados indesejados. Eles chamam isso de seleção. Na verdade, é assassinato”, escreveu Jeff Jacobs.

Não há nenhuma exigência para que os concorrentes de Iditarod informem o número de cães mortos. Assim, o número real de falecimentos é desconhecido.

Ganhar a Iditarod significa ser vangloriado, lucrar e receber prêmios. Enquanto o “vencedor” humano desta corrida mortal recebe um troféu, os cães ganham um túmulo gelado. Apesar da carnificina, empresas como a Coca-Cola continuam patrocinando a Iditarod.

Brincar com as vidas dos animais é eticamente indefensável. Desde o uso de iscas vivas até rinhas de galos, muitas atividades que antes eram comuns têm sido condenadas.

Cada vez mais pessoas têm rejeitado a exploração animal conforme aumenta a conscientização sobre o sofrimento que eles experimentam. Os cães merecem uma família amorosa ao invés de ser tratados tão brutalmente.

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Hambúrguer da empresa Beyond Meat
Notícias

Ex-executivo da Coca-Cola assume liderança de desenvolvimento de empresa vegana

O ex-vice-presidente de vendas da Coca-Cola, Charles (“Chuck”), Muth, foi nomeado chefe de desenvolvimento da empresa vegana Beyond Meat.

Em sua posição na Coca Cola, Muth liderou uma equipe que conseguiu um aumento de 2000% na receita entre 2014 e 2016.

Hambúrguer da empresa Beyond Meat
Foto: Reprodução, VegNews

Agora ele será responsável pelo crescimento dos esforços de expansão de distribuição de varejo e serviços de alimentação da Beyond Meat.

“Chuck possui experiência na condução de crescimento substancial de marcas grandes e pequenas”,disse o CEO da Beyond Meat Ethan Brown.

“Nossa ambição é trazer nossas carnes vegetais para o centro da alimentação da América e tenho toda a confiança na habilidade de Chuck de traçar o caminho entre esse objetivo e os consumidores”, acrescentou, segundo a VegNews.

A Impossible Foods – empresa concorrente da Beyond Meat -recentemente reforçou sua equipe com a inclusão do diretor científico David Lipman, um cientista muito citado e que já trabalhou na indústria da carne.

Após receber um investimento de capital não revelado da empresa de carnes Tyson Foods em 2016, a Beyond Meat expandiu rapidamente sua distribuição no Whole Foods Market, Ivy League University Yale, nos restaurantes Veggie Grill e, mais recentemente, no Oregon’s Next Level Hamburguer.

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Notícias

Leite de soja AdeS deixa de ser vegano

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

O produto da AdeS, que antes era declarado como 100% vegetal, passou a incluir a vitamina D de origem animal em sua fórmula. A informação foi confirmada pela Unilever, fabricante da bebida e que antes usava o componente de origem sintética.

Foto: Reprodução/ Vista-se

Em julho do ano passado, a marca foi vendida para a Coca-Cola, o que fez com que muitos veganos passassem a consumir o leite de soja AdeS. Antes ele era boicotado porque a Unilever tem a prática de realizar testes em animais.

Na ocasião do acordo comercial, a multinacional foi questionada novamente sobre o uso de componentes de origem animal na fórmula e negou o uso. Mesmo após a venda da marca, a empresa vai continuar a produzir as bebidas para a Coca-Cola por três anos. Por isso, uma notícia provocou alarme nas últimas semanas. Surgiram relatos nas redes sociais de veganos de que a Unilever teria passado a incorporar a vitamina D animal na receita do leite de soja.

O site Vista-se entrou em contato com mais de um canal de comunicação da empresa e confirmou a informação. Os leites de soja AdeS estão entre os mais consumidos do Brasil por serem facilmente encontrados no mercado e apresentarem um preço menor. Mas com a mudança de propriedade, a marca acaba de perder muitos clientes.

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Notícias

Coca-Cola entra no mercado de laticínios e intensifica exploração de vacas

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Na industria de laticínios, separar os bezerros (filhotes) das vacas (mães) é um procedimento padrão na produção de leite, toda fazenda (industrial ou familiar) faz isso, mas muitas pessoas que tomam leite não sabem desse abuso (e de outros que são impostos aos animais diariamente na produção de leite para consumo de alguns seres humanos).

Acontece que, a Coca-Cola, gigante do setor de bebidas não-alcoólicas e concentrados de xaropes, decidiu fabricar um produto gourmet, à base de leite de vaca (que era para ser consumido pelos bezerros).

Foto: Divulgação
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O produto lácteo desenvolvido pela empresa é considerado de “alto padrão” com muita proteína (como se a sociedade já não estivesse tendo problema pelo excesso de proteína consumida) e não tem nenhuma lactose, o preço será o dobro do leite comum, pois tem a ideia de ser uma espécie de leite “gourmet”.

Analistas econômicos afirmam que a empresa está entrando no ramo de leites em um momento complicado, a sociedade norte-americana tem diminuído seu consumo de leite há décadas, uma redução de 37% no mercado de leite comparando o que se consumia em 1970 até o que se consome atualmente.

Até mesmo a famosa campanha “Got Milk?” veiculada há mais de 20 anos precisou ser substituída para tentar reverter a queda drástica no consumo de leite.

Alguns motivos levaram a companhia Coca-Cola a entrar no setor de lácteo, conforme mostrado pelo Blog Econômico do Estadão, segundo um conferencista da empresa o objetivo é tornar o leite algo chique.

Foto: Divulgação
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Quem sabe no objetivo de tornar o processo gourmet, a Coca-Cola não dê o tiro no pé que o setor precisava, transmitindo uma ideia de leite caro e incentivando um consumo minoritário de um produto com valor alto, gourmet.

A Coca-Cola é uma empresa criticada no mundo todo por práticas monopolistas, campanhas sexistas, danos ambientais e a saúde pública e principalmente por atitudes contrárias as leis trabalhistas e por todo capitalismo que a empresa representa, motivos suficientes para o público vegetariano/vegano não apoiar a empresa, mais ainda agora com a recente informação de que vão usar e explorar vacas e bezerros na fabricação de um produto lácteo.

Os seres humanos são a única espécie mamífera que consome leite de outra espécie, não por necessidade, mas por hábito cultural (e um forte lobby especista e grande incentivo publicitário), as vacas usadas na produção de leite são constantemente violadas para serem engravidadas (inseminadas artificialmente), tem seus filhotes separados de si para fabricação de carne de vitelo, a extração do leite é sempre um ato de desconforto, causando até mesmo mastite (inflamação da glândula mamária), ainda mais quando feito de forma mecânica, o animal é tratado como se fosse a extensão de uma máquina, tratado como um objeto necessário para produção de leite e lucro para a empresa.

Animais não deveriam ser tratados como mercadoria, animais são indivíduos, considerem conhecer e praticar o Veganismo como forma de provocar questionamento na sociedade e para mudar essa realidade imposta aos animais.

Fonte: Camaleão

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Colunistas, Desobediência Vegana

Por que eu não gosto da perseguição pelos pseudolibertários

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Foto: Zoltan Vacoso

Quem não entendeu nem leu o que você escreveu, mas quer estar um nível acima, fanáticos do Português correto ou que lhe corrigem pelos minimalismos, eternos discutidores de coisas rasteiras pois em nada se aprofundam. Os pseudolibertários.

Por exemplo, têm fetiche pela Coca Cola. Bebem as cervejas, as águas, chás e outros produtos da marca, que tem distribuidoras e assina novos contratos o tempo todo – recentemente descobri mais um protudo que a gigante comprou. Esquecem das outras multinacionais (cigarros, por exemplo) e não lêem rótulos. Quando eu bebo um refrigerante, uma vez na vida, a ‘polícia pseudolibertária’ vem me tachar. Não bebo álcool. Levo uma vida frugal porque quero, e há muito tempo. Mas nas minhas andanças frugais não encontro ninguém desses pseudoslibertários. Só os verdadeiros.

A opressão que outros grupos sofrem não é nada para o pseudo libertário, pois o que interessa é só a luta que ele defende. Os usuários de drogas esquecem do tráfico que está por trás do seu baseadinho, oprimindo e dizimando vidas nas favelas. A luta política por uma liberalização parece coisa de outro mundo, o que importa é somente usar, imitando o modelo consumista que tanto critica.

Parei de beber Coca Cola só por um único motivo – uma pesquisadora que estudou sobre o leite por mais de dez anos, descobriu que há na composição da bebida elementos de origem animal.

Não pertenço a nada. Como eles ainda estão presos, julgam que eu sou desta ou daquela vertente, ‘abolicionista tal’, ‘feminista acolá’, ‘anti-sabe-se-lá-o-quê’. Percebo incoerência em qualquer movimento, até mesmo por onde eu circulo. Isso é normal e humano. O que estas pessoas nunca entenderão é que me identifico com muitos movimentos, quando são bons e justos, ajudo pessoas diferentes e que pensam até mesmo opostamente a mim.

Essa reflexão é para os pseudos e rasteiros, não falo aqui do verdadeiro libertário – este, eu amo.

Aquele que procura a raiz das coisas. Que vai até a origem dos movimentos musicais, da loucura, diversidade de gênero, ou da expressão linguística, que é livre e polêmica. Pois busca a liberdade de expressão, a justiça para o humano, para os animais. Ezio Flavio Bazzo, sempre citado por ser livre, captou uma frase brilhante de Vargas Vila que eu adoro. “Não me venham gritar e fazer gestos de liberdade sacudindo no ar vossas correntes!”.

Fonte da frase:
‘Assim Falou Vargas Vila’
Ezio Flavio Bazzo – Companhia das Tetas Publicadora, 2005.

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Destaques, Notícias

Coca-cola é acusada de matar centenas de pombos, na Índia

Por Karina Ramos  (da Redação)

(Foto: Wikimedia Commons)

Assim como Wimbledon, a Coca-Cola tem um problema com pombos em Goblej, perto de Ahmedabad, na Índia. Enquanto Wimbledon tem Rufus, o falcão, para manter os pombos à distância, a Coca-Cola prefere lançar mão de outra técnica.

Nos últimos dias, houve denúncias da morte de 200 pombos ocorrida na propriedade da empresa e do post-mortem de dois deles, segundo informações da Animal Concerns. A Coca-Cola alega que apenas dois pombos foram encontrados mortos na fábrica.

A polícia está conduzindo uma investigação policial e já efetuou algumas prisões. De acordo com Harmesh Bhatt, da Fundação ASHA, uma organização indiana que cuida de animais abandonados, a empresa usou métodos cruéis para capturar e matar mais de 200 pombos em sua propriedade. Os instrumentos usados foram redes de captura e pedaços de pau, pedras e as próprias mãos para matá-los. Isso tudo foi feito na última sexta-feira, com a ajuda de “5 caçadores” de Hyderabad.

Esta versão foi confirmada por um executivo da Coca-Cola, que disse que um método similar é adotado pela empresa em Andhra Pradesh e Maharashtra, onde a empresa tem filiais. Ele não quis que sua identidade fosse revelada.

O braço indiano da Coca-Cola, a Hindustan Coca-Cola Beverages, tem uma história menos dramática para contar. “De tempos em tempos, soluções viáveis e seguras vindas de terceiros são requisitadas para lidar com os pássaros. Sendo assim, enquanto estava sendo feita uma avaliação em nossas dependências, foram encontrados dois pombos mortos”, declarou oficialmente a empresa. Ele também disse que “é muito importante para a empresa manter altos padrões de higiene”.

As fezes dos pombos são indesejadas no local devido ao risco de doenças e porque são corrosivas. A Coca-Cola prometeu investigar o incidente. A investigação policial resultou na prisão de cinco pessoas pela violação da Lei de Proteção da Vida Selvagem. Eles foram soltos após pagarem fiança. As carcaças dos dois pombos que morreram depois serão analisadas para descobrir como morreram.

”Estamos agora esperando pelo relatório médico”, disse o policial. Harmesh disse que agora está tentando conquistar apoio para a causa dos pombos. Sua Fundação ASHA está se juntando a outros ativistas para realizar um protesto em Ahmedabad demandando ação contra a Coca-Cola. Ele escreveu para o ministro-chefe pedindo que ele tome uma atitude contra quem deu a ordem para matar os pombos.

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Desobediência Vegana

O novo Código Florestal e as nossas diferenças

Essa coisa de estender os conceitos para visões amplas é muito bonito, e de fato é um ideal para muitas áreas da ciência. Mas vejo que, na prática, quando se amplia muito uma ideia, as distorções também se ampliam.

Ou seja, a ideia de “proteger” o meio ambiente como um todo não leva em conta afinal o sofrimento e a exploração, pois na ideia de proteger ainda está inclusa a ideia de coisificar.

Há muitas críticas em relação a que os animalistas priorizam o indivíduo em detrimento do ambiente. Mas o fato é que mesmo os que cristalizam o “ambiente” (lá na floresta amazônica, lá no cerrado, mas não aqui na cidade) acima de tudo, são os mesmos que exploram os animais e danificam a curto e longo prazo todos os ambientes, sejam eles urbanos ou não.

Assim, distorcidamente, pessoas que se autointitulam defensoras dos animais ou ambientalistas são as mesmas que defendem a caça e caçam mesmo em locais próximo a centros urbanos. Ou seja, argumentam que querem estar “perto da natureza”, mas estão na verdade vivendo uma vida de mentira, são os urbanos querendo brincar de índio.

Quando conversei com um caçador que fazia exposição na feira da biodiversidade de Porto Alegre, ele afirmou sem nenhum pudor ser caçador (mesmo sabendo que a caça é proibida aqui no RS) e veio com uma curta história de que caça para comer, só que onde ele mora tem supermercado, tem terras para plantar. Ele caça porque quer apenas. E ainda caça numa região considerada área de preservação permanente. Fazia exposição de sementes dessa mesma área, mas não se dá conta de que mata os animais que espalhariam as sementes, ou que manteriam aquele ambiente equilibrado.

Hipocrisias mil, querem unificar tudo, paz e amor, gritam. Mas no fundo, querem manter confortavelmente o seu estilo de vida baseado como todo o resto da população na exploração de muitos animais. Mas ao mesmo tempo querem ser salvadores do meio ambiente, sensatos e por aí vai.

Os animalistas defendem a natureza, mas entendem que os animais são entidades como nós somos (humanos são animais) e merecem respeito acima de tudo. Não pensamos no ambiente como uma entidade isolada e mais importante que tudo, pois de fato não é.

Nós que pensamos nos animais também pensamos no ambiente, mas ele vem depois. Até porque, biologicamente, o ambiente e a própria natureza se regeneram, a biodiversidade é uma consequência do tempo e das mudanças ocorridas naturalmente nos ambientes ao longo de milhões de anos.

Mas a dor e o sofrimento não estão contabilizados em lugar algum. Nós sabemos muito bem o que é. E, mesmo não havendo dor, há a exploração e não temos esse direito.

Para os que acham que temos sim direito de explorar a natureza, os animais, as pessoas, sugiro que analisem as respostas da natureza à nossa tirania: excesso de população, poluição de todos os lados, esgotamento total de todos os recursos. Não me parece algo “sensato” o que está acontecendo, embora o ser humano faça parte da natureza.

Com a aprovação do Novo Ccódigo Florestal, os ambientalistas e todos nós criticamos muito o agronegócio. Mas, diferente deles, nós não apoiamos nenhum tipo de negócio que explore os animais, até porque o “pequeno camponês” de hoje será o grande pecuarista de amanhã.

Não adianta criticar a Coca-Cola e tomar cerveja, fumar. Nem criticar o agronegócio e seguir apoiando a exploração, romantizando os pequenos exploradores que, como todos, querem ser grandes.

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Notícias

Urso é obrigado a beber coca-cola para divertir clientes de bar

Urso é cruelmente explorado. Foto: Reprodução The Sun

No Azerbeijão, um urso em cativeiro é obrigado a beber coca-cola. O objetivo é só um: divertir e impressionar os clientes do café onde o animal é mantido em ‘exposição’.

O Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal já classificou o ato de “chocante”, mas a embaixada do Azerbeijão defende-se, dizendo que este é “um caso isolado”, noticia o ‘The Sun’

Este é o segundo urso submetido a beber coca-cola. O dono do café fez o mesmo a outro, que acabou por morrer. Diz o proprietário que o urso bebe coca-cola e como restos de sanduíches que os clientes lhe deixam.

Fonte: Destak

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