Jornalismo cultural, Notícias

Deputado cobra do governo criação de secretaria em prol dos animais

Célio Studart lembrou que Jair Bolsonaro prometeu criação da pasta em campanha eleitoral e reiterou promessa em julho de 2019 (Fotos: Sérgio Lima/Poder360/Agência Câmara)

O deputado federal Célio Studart (PV-CE) voltou a cobrar do governo a criação da Secretaria de Proteção Animal, conforme prometido por Jair Bolsonaro na campanha eleitoral e reiterado em julho de 2019. Até agora nada foi feito.

Ontem (12), o parlamentar encaminhou uma indicação ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, a respeito do assunto. No documento, Célio alerta que, desde o surgimento dos primeiros casos de Covid-19 no Brasil, aumentaram em larga escala os índices de abandono e maus-tratos a animais pelo país.

“O medo, ocasionado em especial pela distribuição de notícias falsas, fez com que milhares de animais fossem largados à própria sorte nos centros urbanos, quando não mutilados, maltratados ou até assassinados por seus tutores”, afirma o deputado. Ou seja, a pandemia intensificou um problema que já era alarmante em todo o país, diz Célio.

Cobranças anteriores

No ano passado, em duas audiências públicas na Comissão de Meio Ambiente, o deputado questionou o ministro sobre este assunto. Na primeira, em 10 de abril, Ricardo Salles descartou a instituição do órgão, alegando que a diretriz do governo era “enxugar a máquina”. Em outubro, o ministro deu uma resposta vaga e disse que a secretaria seria criada se fosse uma decisão do presidente.

Reprodução

No entanto, em julho daquele ano Jair Bolsonaro reiterou a promessa de campanha por meio do Twitter. Em mensagem postada no dia 29, o presidente escreveu que no mês seguinte criaria a Secretaria dos Animais “para atender a esses que nos são tão caros”. No entanto, descumpriu sua palavra.


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Advogado cobra respostas da Justiça e do CRMV sobre matança de cães em Igaracy (PB)

Em março de 2018 mais de 50 cães foram brutalmente mortos em Igaracy (PB). Investigações do Ministério Público concluíram que os cachorros foram espancados com pedaços de pau


O advogado Francisco José Garcia, que coordena o Núcleo de Justiça Animal da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), cobrou respostas da Justiça e do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) sobre a matança de mais de 50 cachorros em Igaracy (PB).

Cães foram covardemente mortos pela prefeitura de Igaracy (PB) (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

As mortes, que aconteceram em 6 de março de 2018, geraram revolta em todo o país. As informações são do portal Paraíba.

“Já estamos há mais de um ano que o Conselho Regional de Medicina Veterinária não marca audiência para julgar esse processo ético”, disse o advogado. “No caso da Justiça, foram ouvidas todas as testemunhas e as provas, como vídeos e documentos, já foram analisados. Mas até agora, nove meses depois, não houve nenhuma decisão”, comentou Garcia sobre a ação penal que tramita na 2ª Vara do Fórum da cidade de Piancó.

Investigações do Ministério Público Estadual concluíram que os cachorros foram mortos a paulada. O caso ficou conhecido como a “Chacina de Igaracy”.

Na época, o secretário de saúde da prefeitura foi afastado do cargo por suspeita de envolvimento na matança. Na ocasião, ele justificou que os cães estavam em situação de rua, eram bravos e estavam doentes. A exoneração do secretário foi requisitada pelo Ministério Público ao prefeito José Carneiro Almeida da Silva.


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Visita à Chapada dos Veadeiros será cobrada a partir de 25 de junho

A partir do dia 25 de junho, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, uma das unidades de conservação mais visitadas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vai iniciar a cobrança de ingresso.

Há promessas de inúmeras benfeitorias a serem feitas com os recursos da arrecadação com a venda de ingressos (Foto: Getty)

Os brasileiros terão de pagar 17 reais para entrar no parque, com exceção dos residentes no entorno que pagarão três reais. Para o público estrangeiro, o valor será de 34 reais, menos para os visitantes dos países do Mercosul, que terão de pagar 26 reais. O pagamento faz parte do processo de concessão de serviços de visitação com a empresa Sociparques.

Há promessa é de que os recursos arrecadados por meio de cobrança de ingresso serão destinados a melhorias e implementação da operação no Parque situado na região centro-oeste de Goiás. Com isso, a empresa fará a reforma do Centro de Visitantes, manutenção das áreas comuns, manejo das trilhas e implantação de uma nova exposição interpretativa no Centro de Visitante.

Com a arrecadação também está prevista a implantação de transporte interno para todos os públicos, o que, segundo informações do ICMBio, visa melhorar a experiência das pessoas com mobilidade reduzida e garantir que todos tenham acesso aos atrativos do parque.

Há também um compromisso de construção de galpão rústico e banheiro seco na área de acampamento da Travessia das Sete Quedas, reforma do alojamento de brigadistas e voluntários e ainda a implantação de banheiro e serviço de alimentação no atrativo Corredeiras.

Os serviços licitados incluem a operação de controle de acesso ao Parque, recepção de visitantes, venda de ingressos, alimentação, loja de conveniência, espaço de campismo das Sete Quedas e transporte interno. Os investimentos estão estimados em R$ 2.258.000,00.

Fonte: Vegazeta


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Moradores cobram punição a autor de envenenamento de cães em Goiás

GO

Subiu para três o número de cães que morreram vítima de envenenamento em Catalão, no sudeste do estado. Moradores do Setor Paineiras dizem que, no total, dez animais foram intoxicados na cidade e cobram a punição dos responsáveis. “Eu acho que a pessoa que faz uma coisa dessa não tem coração. Tem que investigar e jogar esse responsável na cadeia, para que ela pague pelo que fez”, afirmou o entregador Ilton Pereira.

Após denúncias dos moradores, a Polícia Civil começou a investigar o caso. Nesta semana, peritos recolheram os corpos de alguns cães e fazem análise do sangue dos que sobreviveram, no intuito de descobrir qual a substância tóxica que eles ingeriram. Até a manhã de quarta-feira (13), nenhum suspeito havia sido identificado.

A onda de envenenamento começou na quinta-feira (7), quando cinco cães foram intoxicados. Nos dias seguintes, outros cinco casos foram registrados. O mais recente aconteceu no dia 10, com uma cadelinha de apenas três meses. A tutora, a educadora ambiental Cristiane Bueno Silva, conta que o animal saiu de casa por pouco tempo e foi envenenado. “Ela saiu por um minutinho e voltou com uma carcaça de frango e deu no que deu. Isso ”, lamenta.

Outros dois cães envenenados são da dona de casa Aparecida Maria Soares. Um deles morreu e o outro está debilitado. “Eu tinha saído com o meu esposo e, com certeza, foi na hora que meu filho saiu para trabalhar, que ele [cachorro], saiu para a rua. Aí minha vizinha me ligou que alguém tinha dado veneno para os cachorros e que tinha um dos meus mortos aqui na porta e o outro estava quase morrendo”, disse.

A Associação Protetora dos Animais de Catalão disse que também investiga o caso para tentar descobrir quem foi o responsável pelo envenenamento dos cães.

Crime

Segundo o delegado Luziano Severino de Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), os animais sofreram crime de maus-tratos, previsto no artigo 32 da Lei 9.605/98. “A pena para esses casos é de 3 meses a 1 ano de prisão e multa, que varia entre R$ 500 e R$ 3 mil, por cada animal”, explicou. Além disso, no caso dos que morreram, ainda existe o agravante por meio cruel.

Fonte: Surgiu

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Você é o Repórter

Cemitério de animais no RJ cobra caro e abandona os corpos em estado deplorável

Monica Faria
nickmo63@yahoo.com

Lamentável ver o estado deplorável, imundo, relaxado de um local que deveria servir para abrandar um pouco a dor de perder um companheiro animal.

Nós que os amamos, buscamos o local certo para que eles fiquem, contribuindo assim com o município, evitando descarte de animais mortos em locais errados, onde poderiam contaminar o lençol freático.

Esse local deveria ser limpo! Higienizado! Cobra mais de duzentos reais para animais de pequeno porte, um absurdo! O que será cobrado então de tutores de Rots, Pits, animais maiores? Pagarão 300? 400 reais? E para quê?

Para terem terem seus animais desovados em nichos de concreto que ficam abertos? Expostos às moscas e bicheiras? Exalando podridão e contaminando o local?

É isso o que eles proporcionam aos tutores que acabaram de perder seus amigos peludos? Me solidarizo com a dor do senhor Elias e espero que as pessoas  de São Cristovão (RJ) possam ser atendidas com dignidade nessa hora tão triste. Se não podem manter com dignidade o local, fechem!
Segue o texto de Elias Lobo:

“Perdi, no dia 31 de janeiro de 2011, minha cachorra com a qual convivi felizmente durante 12 anos.

Logo pela manhã fui ao Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman (IJV), localizado na Av. Bartolomeu de Gusmão nº 1.120, São Cristóvão, Rio de Janeiro – RJ, próximo ao corpo de bombeiros, levando a minha pequena amiga para ser enterrada.

Fui até a sala da recepção e notei que estava vazia pois o cheiro era insuportável e todos os tutores de seus cães preenchiam o prontuário e aguardavam lá fora, pois o cheiro de podre era forte.

Preenchi o formulário e paguei pelo serviço de sepultamento de pequeno porte no valor de R$ 219,26, sendo encaminhado ao cemitério de animais, logo acima do Instituto. Ao chegar, deparei-me com o total abandono do pequeno cemitério de animais, onde pude ver e compartilho com vocês, pelas fotos, as cenas tristes e fortes, onde todas as gavetas de um corredor inteiro estavam abertas, mas não vazias, expondo os animais a um show de horror, pois gatos e cachorros ainda estavam dentro das gavetas em decomposição, e as pessoas que ali chegavam, já tristes pela perda de seu amigo, se deparavam com aquela cena totalmente inadmissível.

A sujeira do cemitério, que considero pequeno, condiz com o abandono e descaso, tanto das autoridades (Prefeitura do Rio de Janeiro) quanto daqueles que ali deveriam desempenhar suas funções, ou seja, dos próprios funcionários do Instituto.

Lembrando que todos os serviços que o Instituto oferece não são gratuitos.

Interpelei sobre o ocorrido junto ao funcionário do cemitério, que é terceirizado e que foi difícil de encontrar, sendo-me dito que o abandono seria por conta da inexistência de funcionários para desempenhar as funções que lhes são delegadas.

Cabe ainda ressaltar que no site do Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, há a seguinte informação: “No momento não estamos realizando cremação, pois os fornos crematórios estão em manutenção”. Indaguei aos funcionários por quanto tempo os fornos estão quebrados e disseram que há mais de um ano e que os cães a serem cremados deveriam ser encaminhados para a SUIPA, que háalgum tempo esteve sob investigação do governo e do Ministério Público, ou seja, o abandono é total e de longa data.

Mais uma vez a Máquina Pública, através de seus incompetentes Funcionários Públicos e Políticos Corruptos, trabalham contra uma sociedade honesta e de bem.”

Elias Lobo

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Sabesp “convoca” cão vira-lata para negociar conta de água

Sabesp "convoca" cão Gideão Favelado Corintiano, para negociar conta. Foto: André Vicente/Folha Imagem

A Sabesp convocou, em carta oficial, um cachorro para um acordo sobre uma suposta falha de abastecimento e cobrança de água na capital paulista, informa reportagem publicada neste sábado pelo jornal Agora.

O cão de 6 anos, Gideão Favelado Corintiano, e seu dono, Oswaldo Martins de Oliveira, compareceram ao encontro, mas o cão acabou barrado na porta.

Oliveira, um vendedor de 60 anos, contou que a confusão começou quando recebeu, em 2003, uma cobrança de R$ 5.000 da Sabesp. Não pagou e teve a água cortada. Ele entrou com duas ações na Justiça e colocou o cachorro como coautor. Na primeira, perdeu. Na segunda, o nome do cão foi excluído, mas o tutor conseguiu, no mês passado, um acordo judicial: a dívida caiu para R$ 131,10.

“Gideão teve que tomar banho de caneca com água doada. Fiquei deprimido com a situação e tive gripe suína”, disse ele. “Nós moramos em um sobrado. Gideão embaixo, eu em cima”, reiterou Oliveira, morador do Jardim Maristela (zona sul de SP).

Fonte: Folha

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