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Homem que agrediu cobra no Pantanal é identificado e multado por maus-tratos

(Foto: Reprodução/ PMA)

O turista de Minas Gerais que apareceu num vídeo agredindo uma cobra sucuri, no Pantanal do Mato Grosso do Sul, foi multado em R$ 500 e irá responder por crime ambiental de maus-tratos aos animais.

A pena é de seis meses a um ano de detenção. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (20) pela Polícia Militar Ambiental.

O vídeo divulgado na internet foi gravado em uma pousada, no distrito de Albuquerque, às margens do rio Paraguai.

Nas imagens, o morador de Divinópolis puxa o rabo da cobra, que tenta retornar para a água. A pousada também foi multada no valor de R$ 2 mil pois não possuía licenciamento ambiental.

Ela foi fechada por estar em desacordo com a legislação ambiental, e só poderá voltar ao funcionamento quando se regularizar.

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Homem que puxou cobra sucuri pelo rabo responderá por crime ambiental

Vídeo que viralizou entre os moradores de Corumbá (Foto: midiamax.com.br)

Em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, um turista de Minas Gerais aparece em um vídeo puxando agressivamente o rabo de uma cobra sucuri. O homem já foi identificado pela Polícia Militar Ambiental e receberá uma multa de até R$3 mil por crime ambiental, com pena prevista de até um ano de prisão.

O caso aconteceu um uma pousada em Albuquerque, na região do Pantanal. No vídeo, a cobra aparece se debatendo, tentando fugir para a água enquanto o homem puxa seu rabo.

O tenente Coronel Queiroz, da PMA, afirma que “manipular um animal sem autorização da maneira como ele fez caracteriza maus-tratos de acordo com a lei”. O infrator irá receber uma multa via Correios e responderá por crime ambiental em sua cidade. As pessoas que aparecem no vídeo podem ser enquadradas como cúmplices e também serem multadas.

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Caseiro salva cão de ataque de cobra em Boa Vista (RR)

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (PMDB), postou em sua página oficial no Facebook a foto de uma sucuri de aproximadamente três metros de comprimento que, segundo ela, teria atacado o seu cão ‘Doc’. O animal foi socorrido pelo caseiro do sítio onde a prefeita mora, no bairro Cidade Satélite, zona Oeste da capital. A imagem teve mais de mil ‘curtidas’ e mais de cem comentários. As informações são do Portal G1.

“A cobra estava no meu terreno. Estava atacando o ‘Doc’, meu cachorro. Felizmente, o ‘Maranhão’, que trabalha comigo, conseguiu soltá-lo. Ela ‘mora’ no terreno lá de casa. Um abraço!”, respondeu a prefeita aos internautas curiosos que a questionaram sobre a foto do réptil. A sucuri estaria tentando comer o animal.

“A cobra mora na sua casa ?”, indagou uma seguidora da página da prefeita. Outro fez um alerta: “Caracas!!! Meu Deus do céu… Tem que contactar o Ibama. É um perigo, né?!”. Próximo ao sítio da prefeita, há um pequeno lago, que seria o habitat da sucuri.

O Portal G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação da prefeita para saber se a cobra teria sido resgatada por algum órgão ambiental. “Não houve necessidade, pois ela está no ambiente natural dela”, disse uma assessora, acrescentando que a prefeita é ‘sensível às causas ambientais e preza pela preservação de animais silvestres’.

Fonte: G1 

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ONGs querem controle de velocidade em santuário ecológico

As ONGs Apoena, Econg e Instituto Cisalpina participaram, na manhã de hoje (30), de manifestação contra os perigos que a abertura de ponte sobre o rio Paraná, ligando Mato Grosso do Sul e São Paulo, pode causar sobre a fauna silvestre na Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Cisalpina, no município de Brasilândia. Defendendo a instalação de sinalização e radares eletrônicos, com limite de velocidade, os manifestantes expressaram a preocupação com a implantação de pavimento asfáltico nos quase 10 quilômetros de terra da estrada que atravessa o interior da reserva.

Hoje a travessia entre os dois estados, naquela região, é feita de balsa e que, mesmo com pouco movimento, a ligação de terra “está ceifando a vida de centenas de animais silvestres atropelados”, diz um trecho de folder distribuído no evento. De acordo com os manifestantes, que percorreram toda a extensão de 1.017 metros da ponte à pé, “a estrada da Cisalpina é passagem de anta, lobo-guará, tamanduá-bandeira, jacaré-do-papo-amarelo, cobra sucuri, onça-parda, cervo-pantanal, capivara, queixada, cachorro-do-mato e outras espécies da vida silvestre.” Os manifestantes defendem a colocação de placas educativas de preservação ambiental e sinalização indicando velocidade máxima de 60 km/h, com controle por meio de radar  eletrônico.

De acordo com Carlos Alberto dos Santos Dutra, Carlito, presidente do Instituto Cisalpina, a rodovia que corta a reserva foi federalizada, em julho de 2008, por força da portaria nº 170/08, do Ministério dos Transportes, que a incorporou os trechos das rodovias estaduais MS-395 e MS-040 à BR 158-MS-040 que liga o Pará ao Rio Grande do Sul. O trecho da rodovia MS-040 recebeu o nome de ‘Luigi Cantoni’ por força da lei estadual 3.430/07, do deputado Akira Otsubo, depois de indicação do atual diretor-presidente do Instituto, quando exercia o cargo de vereador no município em Brasilândia.

“Esse não é um projeto de governo e sim de todos os cidadãos”, declarou Carlito que defende ainda passagens subterrâneas sob o aterro da estrada, um destacamento da Polícia Ambiental, junto ao posto fiscal João André, e orientação educativa aos motoristas que circularão pela rodovia.

Roberto Franco, da Econg, de Castilho, destaca que a inauguração da ponte e a pavimentação da estrada vão colocar em risco à segurança dos motoristas e da fauna silvestre em decorrência do aumento do fluxo de veículos baixos, ônibus e carretas, vindo principalmente do trecho de acesso do complexo industrial formado pela indústrias Internacional Paper – IP e Votorantin Celulose e Papel – VCP, instaladas no município de Três Lagoas. Já Djalma Weffort, da Apoena, lembra que a RPPN Cisalpina é área núcleo das unidades de conservação de proteção integral que fazem parte do projeto Corredor de Biodiversidade do rio Paraná, que está sendo desenvolvido por instituições da sociedade civil, com apoio do Ministério do Meio Ambiente – MMA.

De propriedade da Cesp – Companhia Energética de São Paulo, a RPPN Cisalpina possui 6.261 hectares e protege uma área total de 22.886 hectares de varjões de rica diversidade e ainda poucos conhecidos da ciência. A área foi desapropriada para formação do lago da usina hidrelétrica Engº Sérgio Motta (Porto Primavera) que, depois de cercada e protegida, transformou-se em um “santuário ecológico, habitat de exuberante fauna, que vive nas croas de matas fechadas, entre os varjões dos rios Verde e Paraná, neste novo Portal do Mato Grosso do Sul”, aponta outro trecho do folder.

Fonte: Apoena

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