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Águas-vivas podem influenciar movimento dos oceanos

Um estudo do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CALTECH) apresentou um novo modelo de movimentação das águas dos oceanos, no qual até as menores criaturas marinhas estão inseridas no mecanismo de “mistura das águas”. Segundo seus autores, uma água-viva, em conjunto com outras, pode influenciar a circulação das águas da mesma forma que o vento e as ondas.

Se a pesquisa conseguir avançar, os modelos de movimentação das marés e sua influência no clima, pode mudar. Os cientistas partiram do modelo antes apresentado por Darwin no qual ele afirmava que todo ser que se movimenta através de algum fluido, puxa algo junto com ele. Quanto mais viscoso é o animal, mais fluido ele leva consigo por onde passa.

Desse modo, os novos modelos climáticos teriam que levar em conta a movimentação das populações marinhas, por exemplo.

Fonte: EPTV.com

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Cientistas avaliam o impacto da mudança climática sobre os pinguins-imperador

Um grupo de cientistas britânicos conseguiu localizar as colônias de pinguins-imperador que vivem na Antártida graças às imagens de seus excrementos captadas por um satélite a partir do espaço, em descoberta que foi publicada hoje na revista “Global Ecology and Biogeography”.

Este grupo de cientistas examinou a costa da Antártida por meio das imagens e localizou 38 colônias de pinguins-imperador, dez delas novas.

Das colônias já conhecidas, seis mudaram de localização e outras seis não foram encontradas.

Estas colônias não localizadas se encontravam a uma latitude similar à da zona analisada. Tal dado sugere que a mudança climática pode estar pondo em risco a presença de pinguins-imperador no continente antártico.

“Nós não podemos ver os pinguins nos mapas do satélite porque a resolução não é suficientemente boa. Entretanto, durante o período de reprodução, permanecem em colônias. O gelo fica mais sujo e o que podemos ver são as manchas de excremento”, explicou Peter Fretwell, membro do grupo de cientistas.

Os pinguins-imperador passam boa parte de suas vidas no mar, mas durante o inverno da Antártida, quando as temperaturas ficam abaixo de -50°C, as aves retornam ao gelo para o período de reprodução.

No entanto, este é justamente o momento em que os cientistas tinham mais dificuldades de localizá-los.

“É uma novidade muito importante. Agora sabemos exatamente onde estão os pinguins. O próximo passo será contar os membros de cada colônia e ter uma ideia muito mais aproximada de quantos animais há”, declarou o pesquisador Phil Trathan.

O objetivo deste estudo é avaliar o impacto da mudança climática nestes animais, uma questão que preocupa especialistas, já que o aquecimento do planeta está provocando uma diminuição da quantidade de gelo na Antártida.

Fonte: Terra

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